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wthats 55 11 9386 8744 Juquitiba SP
Super AST selecionado através de cruzamentos
MIOSTATINA
Estudos em animais
Over Bullys exclusividade do Premiado CanilAmichetti de Juquitiba SP
Aceitando as diferenças
Mais Parrudos graças a seleção em mais de 20 anos
Largos, Mais Fortes, Super Rústicos e Super Mansos
Os cães OVERBULLYS já são mais impressionantes, quebram o Preconceito mostrando que cães parrudíssimos também podem ser super mansinhos e super saudáveis.
São mais fortes devido a seleção genética.
Cruzando cães com menos miostatina ao longo de mais de vinte anos, chegou-se a beleza exuberante dos OVERBULLY 100% Canil Amichetti, cães baixos, largos, com muita musculatura e saúde de ferro
Possuem cabeça quadrada, com fuço curto e grosso, crânio promunciado, caixa toráxica grande e ossatura pesada e cernelha mais baixa que um american staff de pista, possuem corpo quadrado e são um resgate aos antecessores do próprio american staff.
Não são cães para exposição ou show, mas antes cães para pessoas que gostam de cães muito fortes e diferentes, acima de tudo AMIGOS, algo bem moderno no sentido de cidadania.
Conviver em sociedade dignamente mesmo sendo diferente.
Afinal todos vivemos num mesmo planeta e temos o direito de aceitar as diferenças e com isso aprender a conviver (viver bem), respeitando aquilo que ainda não compreendemos dentro do Mundo Maior.Valores para companhia à partir de r$ 3000,00
Em 1997, MCPHERRON et al fizeram um experimento interessante e obtiveram uma descoberta surpreendente. Através de manipulação genética os pesquisadores produziram ratos com deficiência no gene GDF-8 (miostatina) e verificaram que os animais "deficientes" eram muito maiores que os normais, com seus músculos chegando a ser de 2 a 3 vezes mais volumosos, sem que houvesse um aumento correspondente na gordura!!!!
Em animais de maior porte, como os bois, a inibição da miostatina não é tão significativa quanto em ratos. Existem algumas raças que possuem naturalmente mais massa muscular, como a Belgian Blue, a qual possui uma mutação genética que a leva a ter de 20 a 25% mais massa muscular e uma menor quantidade de gordura intramuscular e tecidos conectivos (dados citados por MCPHERRON & LEE, 1997). Estes dados em animais podem levar a interessantes trabalhos no campo da engenharia genética, no sentido de produzir animais maiores e com carne de melhor qualidade em uma grande variedade de espécies, tendo em vista que a miostatina conserva suas propriedades em diversos componentes do reino animal.
Estudos em humanos
Desta forma, tornou-se inevitável associar o ganho de massa muscular à atividade da miostatina em humanos. Esta poderia ser uma explicação de como o fator genético determina a composição corporal dos indivíduos em níveis musculares, teorizando que pessoas com maiores atividades de miostatina teriam dificuldade em ganhar massa muscular.
Um estudo feito em Estocolmo, na Suécia, mediu a quantidade de miostatina em um grupo de homens saudáveis e dois de HIV positivos (um com perda de peso menor que 10% e o outro com redução ponderal maior que 10% nos últimos 6 meses). De acordo com os resultados há uma correlação negativa entre a miostatina e quantidade de massa magra, tanto em indivíduos saudáveis quanto HIV positivos, dando suporte à teoria de que a miostatina seja inibidora do desenvolvimento muscular (GONZALEZ-CADAVID et al, 1998). Outros estudos também verificaram maiores atividades da miostatina em estados catabólicos induzidos por períodos prolongados de imobilização, como estados de leito (ZACHWIEJA et al, 1999; REARDON et al, 2001). Mais recentemente também foi verificada uma maior atividade de miostatina em idosos, atribuindo um possível papel deste gene na sarcopenia (perda de massa muscular) (MARCELL et al, 2001; SCHULTE et al, 2001).
Os maiores níveis de miostatina em portadores do vírus HIV (GONZALEZ-CADAVID et al, 1998), atrofias crônicas (ZACHWIEJA et al, 1999; REARDON et al, 2001) e idades avançadas (MARCELL et al, 2001; SCHULTE et al, 2001) fazem surgir especulações acerca das aplicações terapêuticas que a inibição da atuação da miostatina podem ter em estados catabólicos induzidos por diversas patologias.
Em 2000, IVEY et al publicaram um estudo onde procurou-se verificar os efeitos da miostatina nos resultados obtidos com o treinamento de força. O estudo envolveu um treinamento de musculação de 9 semanas, com uma metodologia similar ao drop-set, tendo 4 grupos: homens jovens, homens idosos, mulheres jovens e mulheres idosas. De acordo com os resultados os diferentes fenótipos de miostatina não influenciaram na resposta hipertrófica ao treinamento de força quando os resultados de todos os 4 grupos eram analisados em conjunto, porém houve uma tendência para maiores ganhos de massa muscular em mulheres com um determinado genótipo. Estas conclusões podem gerar dúvidas quanto à influencia da miostatina na resposta normal ao treinamento de força.
A descoberta deste gene trouxe reações em diversos segmentos: os profissionais da saúde procuraram uma maneira de reverter o catabolismo gerado por estados patológicos e pelo envelhecimento; os pecuaristas visualizaram uma forma de aumentar seus ganhos, produzindo animais maiores, e alguns segmentos do esporte procuraram uma maneira de obter melhores resultados desportivos e estéticos.
Como era de se esperar, muitas indústrias de suplementos alimentares se prontificaram a lançar no mercado substâncias que prometem atenuar os efeitos da miostatina e, desta forma, romper as barreiras genéticas do ganho de massa muscular, porém creio que isto seja improvável de acontecer, pois dificilmente um destes produtos produzirá a mágica de inibir a atuação deste gene e se isso ocorrer, os resultados podem não ser muito agradáveis, pois não podemos esquecer que todos os movimentos de nosso corpo são controlados por músculos, incluindo os da fase e outros locais que não costumamos lembrar quando pensamos em hipertrofia. Uma inibição generalizada da miostatina poderia provocar desenvolvimento incontrolado de todos eles, gerando um aspecto nada agradável.
Outro ponto que gerará questionamentos é a distante, porém real, possibilidade da miostatina passar a ser manipulada em humanos mesmo antes do nascimento, originando uma linhagem de "super-seres". Isto traz à tona a questão ética da engenharia genética: até que ponto a ciência pode interferir no desenvolvimento de um indivíduo?
O gado da raça Belgian Blue é um exemplo do efeito da falta de miostatina. No caso a raça foi criada por seleção dos espécimes mais musculosos o que criou uma linhagem quase nenhuma miostatina e excelente desenvolvimento muscular.
Em processo semelhante o Canil Amichettibully tem selecionado seus exemplares de american staffordshire terrier, originando o overbully, um cão selecionadoprincipalmente carga genética privilegiada no quesito dendidade óssea e muscular.
Exercício Resistido para cães
NADA de exercícios exagerados ou forçados antes dos 12 meses.
Filhotes que são forçados a fazer exercícios de alto impacto podem desenvolver displasia, artrite e artroses, além de gerar desgaste prematuro em ossos e cartilagens, podendo deformar as articulações.
Então, o ideal seriam exercícios onde o cão se auto regula e desenvolve a musculatura, como pegar bolinhas, correr e brincar com outros cães, pega pega (solto, sem guia), caminhadas e natação. Sempre deixando o cão livre para parar quando estiver cansado. Nunca fazer caminhadas em aclives ou declives, nem forçar articulações com escadas ou saltos. Sempre que possível o trabalho em terrenos com areia solta ou grama.Evitar terrenos revisitdos com azulejos, ou pisos escorregadios.
Após um ano, exercícios graduais até os 18 meses... agility, correr (sempre começando devagar), acompanhar bike, trilhas com subidas, etc.
Após os 18 meses e um check up completo, inclusive com a chapa de displasia, os exercícios seriam mais liberados... Corridas, corridas com bike, puxar skates, natação (inclusive no mar), trilhas, agility, caminahadas e corridas na areia, enfim... aí da para brincar...
Sempre lembrando que cães que façam atividades mais intensas, necessitam de alimentação especial (rações super premium para cães atletas ou de trabalho), suplementação (NUNCA ANABOLIZANTES), mas sim suplementos para proteção da cartilagem e ossos, períodos de descanso (inclusive entre os dias de exercícios, para descansar a musculatura) e lembrar de aumentar os exercícios GRADUALMENTE.
É muito parecido com o treino CONSCIENTE de um atleta... Não adianta pegar o cão no fianl de semana e querer que ele faça 15 km de trilhas.... Tem que andar todo dia, correr umas três vezes por semana e começar com trilhar curtas...
Exercícios para desenvolver o peito devem ser moderados e intercalados, pois podem forçar as patas. Assim, puxar pedra, carro, pneu, skate, e bicicleta devem ser exercícios feitos com peitoral e poucas vezes por semana... Intercalando com caminhadas, corridas e exercícios de salto.
Um exercício completo é a natação, que pode ser feita inclusive por filhotes e cães displásicos (com moderação é lógico).
SAIBA MAIS SOBRE MIOSTATINA EM CÃES 100% Canil Amichetti
REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS
GONZALEZ-CADAVID NF, TAYLOR WE, YARASHESKI K, SINHA-HIKIM I, MA K, EZZAT S, SHEN R, LALANI R, ASA S, MAMITA M, NAIR G, ARVER S, BHASIN S. Organization of the human myostatin gene and expression in healthy men and HIV-infected men with muscle wasting. Proc Natl Acad Sci USA 1998 Dec 8;95(25):14938-43.
IVEY FM, ROTH SM, FERRELL RE, TRACY BL, LEMMER JT, HURLBUT DE, MARTEL GF, SIEGEL EL, FOZARD JL, JEFFREY METTER E, FLEG JL, HURLEY BF. Effect of age, gender and myostatin genotype on the hypertrophic resposnse to heavy resistance training. J Gerontol A Biol Sci Med Sci. 2000 Nov;55(11):M641-8
MARCELL TJ, HARMAN SM, URBAN RJ, METZ DD, RODGERS BD, BLACKMAN MR. Comparison of GH, IGF-I, and testosterone with mRNA of receptors and myostatin in skeletal muscle in older men. Am J Physiol Endocrinol Metab 2001 Dec;281(6):E1159-64.
MCPHERRON AC & LEE SJ. Double-muscled in catte due to mutations in the myostatin gene. Proc Natl Acad sci USA 1997 Nov 11;94(23):12457-61
MCPHERRON AC, LAWLER AM, LEE SJ. Regulation of skeletal muscle mass in mice by a new TGF-beta superfamily member. Nature 1997 May 1;387(6628):83-90.
REARDON KA, DAVIS J, KAPSA RM, CHOONG P, BYRNE E. Myostatin, insulin-like growth factor-1, and leukemia inhibitory factor mRNAs are upregulated in chronic human disuse muscle atrophy. Muscle Nerve 2001 Jul;24(7):893-9.
SCHULTE JN, YARASHESKI KE. Effects of resistance training on the rate of muscle protein synthesis in frail elderly people. Int J Sport Nutr Exerc Metab 2001 Dec;11 Suppl:S111-8.
ZACHWIEJA JJ, SMITH SR, SINHA-HIKIM I, GONZALEZ-CADAVID N, BHASIN S. Plasma myostatin-immunoreactive protein is increased after prolonged bed rest with low-dose T3 administration. J Gravit Physiol 1999 Oct;6(2):11-5.
Alimentação natural para Golden Retrievers
Alimentação/Nutrição
Embora não faça tanto tempo assim, aparentemente nos esquecemos do que comiam os cães dos nossos pais e avós. No Brasil, há cerca de 30 anos, não existiam rações industrializadas para pets e os donos de cães os alimentavam com os mesmos ingredientes presentes na nossa alimentação: arroz, carnes, legumes, frutas… E foi com esse tipo de alimento que os cães foram criados, desde a domesticação dos lobos até o século XX, incluindo aí o período de formação de muitas das raças que conhecemos hoje, como o Golden Retriever.
A ração industrializada para cães “nasceu” no pós- Segunda Guerra Mundial. Foi ganhando popularidade e hoje ela representa, para a maioria dos proprietários de pets, a única opção de alimentação. Sem dúvida a ração é uma alternativa muito prática e que supre as necessidades energéticas e de nutrientes conhecidos. Mas será que ela é mesmo a única (e a melhor) opção?
No final dos anos 80 dois cirurgiões veterinários australianos observaram um declínio generalizado na saúde dos cães com o aumento significativo de doenças crônicas, alergias, dermatites, tártaro e etc, à medida que os alimentos industrializados foram se popularizando na Austrália. Diante dessa situação, ambos os veterinários decidiram voltar a alimentar os cães à moda antiga, ou seja, com comida caseira.
Com essa experiência os dois observaram os mesmos resultados: uma visível recuperação nas condições gerais de saúde destes cães. Eles começaram então a estudar uma maneira de alimentar os pets de modo a preservar ao máximo a saúde, e passaram a observar os hábitos alimentares naturais de lobos, coiotes, raposas. Carnívoros selvagens caçam suas presas, as abatem e as comem. Seguindo esse conceito básico cada um desses veterinários encontrou uma forma de tentar imitar na alimentação dos nossos animais de estimação a dieta dos carnívoros selvagens.
Desses estudos surgiram duas correntes “filosóficas”; cada uma defendida por um desses veterinários: o Dr. Ian Billinghurst, criou a dieta BARF (Biologically Appropriate Raw Food - Comida Crua Biologicamente Apropriada) que oferece aos pets carne crua, ossos crus, legumes crus e uma série de suplementos vitamínicos; e o Dr. Tom Lonsdale defende uma dieta baseada na oferta de apenas carcaças de animais, a “prey model diet”, ou dieta de modelo de presa.
Acompanhando esse mesmo raciocínio de imitação dos carnívoros selvagens, veterinários e criadores desenvolveram variações semelhantes a uma ou à outra dieta, sugestões de cardápios para uma dieta que tenta unir o melhor da BARF e da Raw Meaty Bones: a oferta variada de legumes, frutas e óleos vegetais para garantir fontes naturais de micronutrientes e a (quase) ausência de suplementos sintéticos, comprovadamente menos eficazes do que as fontes naturais.
Que tipo de dieta é mais correta? Todas. Um assunto tão complexo como nutrição nunca será definitivamente estabelecido. Cada um tem suas razões para preferir um ou outro modelo de alimentação natural crua. Mas um fato incontestável e comum às dietas naturais é que elas melhoram muito a saúde dos pets em comparação com as rações comerciais.
Veja abaixo alguns benefícios de se alimentar carnívoros domésticos, e especialmente o seu Golden Retriever, com aquilo que os organismos deles melhor sabem aproveitar: carne e ossos de verdade!
- Goldens são cães de pelagem longa com grande tendência a soltar pêlos. A ingestão de mais proteínas e de proteínas de qualidade, com alta digestibilidade, é essencial para a saúde dos pêlos, afinal, os pêlos são feitos de proteína. Ao ingerir carne crua de fontes variadas, seu Golden desenvolverá uma pelagem mais macia, mais brilhante, mais resistente e a queda ficará restrita às trocas anuais;
- Diversos Goldens são propensos a apresentar alergias dermatológicas ou gastrointestinais e muitos passam boa parte da vida sofrendo com coceiras, vômitos e diarréias que nunca saram. A alimentação natural, por não conter os conservantes, corantes, aromatizantes, palatabilizantes, antibióticos e enriquecedores sintéticos presentes nas rações comerciais, não libera toxinas que acabam levando a casos crônicos de alergias alimentares;
- Um típico Golden Retriever é um cão alegre, brincalhão e cheio de energia. Mas quando a saúde está afetada toda essa disposição vai embora e hoje freqüentemente vemos Goldens relativamente jovens com aspecto cansado, dificuldade para se movimentar, sem disposição para brincadeiras… Graças à baixíssima liberação de toxinas, aliada à alta digestibilidade, a alimentação natural preserva a saúde dos cães em sua melhor forma, até a mais avançada idade! Há relatos de Goldens alimentados naturalmente que chegaram aos 18 anos de idade!
- É comum alguns criadores terem prejuízos quando padreadores ou matrizes apresentam baixa fertilidade. A oferta regular de alimentos naturais contendo anti-oxidantes, vitaminas e ácidos graxos essenciais preserva e até melhora a capacidade de reprodução de machos e fêmeas, podendo aumentar o número de filhotes por ninhada, a viabilidade de fetos e neonatos, e a qualidade do sêmen e do leite materno;
- O mau-hálito causado pelo acúmulo de tártaro nos dentes é uma das queixas mais comuns entre os proprietários de cães. A mastigação de ossos crus contendo carne (meaty bones) remove grande parte da placa bacteriana que formará o tártaro. O Cachorro Verde recomenda também que periodicamente se ofereça aos Goldens um osso grande para roer. Esse osso, além de manter seu Golden ocupado e distraído por um tempo, limpará mais profundamente os dentes dele, acabando com o famoso “bafo”. Quer mais? Ossos assim geralmente são conseguidos de graça no açougue. E isso diminui a necessidade das escovações diárias recomendadas pelos veterinários e também grande parte das remoções cirurgicas de tártaro anuais;
- Goldens, como cães de porte grande, correm risco de sofrer torção gástrica. Existe comprovação científica de que esse risco é potencializado quando rações comerciais secas são oferecidas. Os grãos de ração aumentam muito de volume quando são umidificados no estômago. A alimentação natural minimiza esse risco por ser um alimento que não fermenta, não aumenta de volume e conta com alto nível de umidade;
- Nos cardápios sugeridos pelo Cachorro Verde indicamos a oferta de ingredientes que ajudam naturalmente a proteger os cães contra pulgas, carrapatos e vermes intestinais, possibilitando uma redução na aplicação de produtos químicos inseticidas e vermífugos;
- Esses mesmos produtos, em combinação com todos os ingredientes de alta qualidade selecionados, armazenados e preparados por cada proprietário pessoalmente vão elevar a imunidade natural dos cães, reduzindo o risco de doenças infecciosas. Uma imunidade competente é essencial para a vida de todos os cães, principalmente aqueles que são submetidos a estresse ou exercício constantes, como os Goldens de exposição, de agility, ou Goldens que trabalham em atividades de terapia assistida, como cães-guia e etc;
- O ato de mastigar os ossos das refeições diárias e de roer ossos para limpeza dos dentes fortalece a musculatura do pescoço e da face, principalmente os maxilares;
- Todo proprietário de um Golden sabe que o tamanho do cocô é proporcional ao tamanho do cão, e que o odor não costuma ser lá muito discreto. Uma alimentação com alto nível de umidade, à base de proteínas extremamente digestíveis e de ossos crus produz uma fração das fezes produzidas por uma alimentação à base de grãos. As fezes de cães que comem ossos são extremamente firmes (não chegam nem a marcar o chão) e praticamente não têm cheiro, já que a comida não fermenta no intestino e assim não forma gases mal-cheirosos;
- Goldens são afetuosos e gostam de estar sempre ao lado do dono. Mas sabemos que é muito mais gostoso abraçar um Golden limpinho e cheiroso. Aquele conhecido “cheiro de cachorro” é muitas vezes causado pela tentativa do organismo de se livrar das toxinas através da pele. Essas toxinas se misturam à gordura natural da pele e dos pêlos e muitas vezes criam oportunidades para a proliferação bacteriana - a causa do mau-cheiro, bem como de certas dermatites e alergias de pele. Uma alimentação livre de toxinas diminui esse quadro, tornando a pele do Golden Retriever mais saudável;
- Quem acompanhou o escândalo envolvendo os fabricantes de rações industrializadas para pets nos EUA em 2007 com certeza passou a desconfiar da segurança oferecida por esses produtos. Na alimentação natural é você quem seleciona os ingredientes que seu cão vai consumir. Você tem a chance de oferecer produtos da melhor qualidade e se certificar das origens e estado geral de tudo o que ele vai comer;
- Como todo cão de raça grande, o filhote de Golden tende a crescer muito e depressa. Isso demanda uma alimentação equilibrada, com ingredientes de altíssima qualidade. Com alimentos frescos e variados o filhote crescerá de forma equilibrada e uniforme;
- Goldens costumam ser gulosos e a têm tendência a engordar. A obesidade é a porta de entrada para uma série de complicações de saúde. Um cão obeso pode desenvolver como conseqüência do excesso de peso, entre outras coisas, um quadro de diabetes tipo 2, pancreatite, artrose, hérnias, comprometimentos na coluna vertebral e etc. Uma alimentação pobre em carboidratos é a melhor forma de reduzir e manter um Golden no peso ideal;
- A incidência de displasia coxo-femoral em Golden Retrievers ainda é alta e uma forte seleção genética é importante para reduzir os casos de Goldens displásicos. Mas, além disso, é importante oferecer condições ideais para evitar o desgaste das articulações. Isso inclui a prática regular de exercícios sobre piso aderente, e, claro, uma boa alimentação. Alimentar Goldens com comida natural crua vai evitar a liberação de toxinas que poderão se acumular nas articulações, favorecendo inflamações. Existem ainda fontes naturais de protetores articulares que previnem e controlam afecções articulares, ou ainda, podem ser oferecidos como coadjuvantes na terapia medicamentosa;
- Os cães têm paladar e preferências e não é raro ouvirmos proprietários se queixando de que seu Golden enjoou de tal ração ou que anda se recusando a comer o alimento seco. Goldens alimentados com dieta natural dificilmente enjoarão do alimento porque comerão refeições diferentes todos os dias. E além do mais, sabemos que a carne é extremamente apelativa ao paladar canino, ou seja, mesmo aqueles Goldens mais enjoados para comer têm grandes chances de mudar de opinião sobre a hora da refeição…
O custo dos alimentos vai depender muito da região onde você mora e dos ingredientes que você selecionar. Mas, de maneira geral os valores para grandes cidades costumam se equiparar aos gastos com rações super premium. Deve-se levar em consideração, porém, que cães alimentados naturalmente terão uma saúde muito melhor e dispensarão outros tipos de despesas como consultas veterinárias freqüentes, aplicação regular de inseticidas e vermífugos, tratamentos para doenças crônicas e etc…
Descongelamento de Carnes e Meat bones
Por Que Evitar o Microondas?
O uso do forno de microondas para cozimento, aquecimento e descongelamento rápidos faz parte do cotidiano de todos nós. De tão acostumados que estamos a utilizá-lo, acabamos naturalmente estendendo seu uso para a dieta natural dos animais de estimação. De fato, o aparelho de microondas é o máximo da conveniência alimentar em nossa cozinha. Mas será que estamos bem informados em relação ao seus possíveis riscos à saúde?
Ninguém fala sobre malefícios do microondas, mas nós sabemos que com radiação não se brinca. É praticamente impossível encontrar artigos científicos afirmando problemas em seu uso prolongado. Mas nenhum nutricionista que se preze defende uma dieta à base de “comida de microondas”. Nossas avós, acostumadas aos tradicionais forno e fogão, torceram o nariz para essa nova invenção. E as mamães mais esclarecidas tentam evitar o preparo de alimentos para bebês e crianças no microondas.
Como o microondas funciona?
Essas tais microondas são uma forma de energia eletromagnética, como ondas de luz ou de rádio, e ocupam uma parte do espectro eletromagnético de potência, ou energia. Em nossa era tecnológica, as microondas são utilizadas nos sinais telefônicos interurbanos, programas televisivos, informação de computadores ao redor da Terra e até em satélites no espaço. Mas as microondas que melhor conhecemos são as usamos para cozinhar ou aquecer nossos alimentos.
Cada aparelho contém um magnetron, um tubo onde os elétrons são afetados por campos magnéticos e elétricos de maneira a produzir radiação em micro comprimento de ondas a cerca de 2450 Mega Hertz (MHz) ou 2.45 Giga Hertz (GHz). É essa radiação que interage com as moléculas do alimento. Ondas energéticas invertem a polaridade – de positivo para negativo - a cada ciclo da onda.
A medida que as microondas geradas pelo magnetron bombardeiam o alimento, elas causam a rotação das moléculas polares na mesma freqüência até bilhões de vezes por segundo. Toda essa agitação cria uma fricção molecular, que aquece a comida. Essa maneira de esquentar alimentos provoca danos substanciais às moléculas em volta, podendo destruí-las ou deformá-las. O problema apontado pelos detratores do microondas é justamente esse. Eles alegam que nenhum alimento natural foi criado para suportar esse tipo de exposição sem destruição de propriedades. De fato, o cozimento com calor (vapor, brasa, ou qualquer outro), embora mais lento, resulta em maior preservação de nutrientes.
Temperatura estranha
A temperatura do alimento pode se tornar extremamente quente ao ponto de provocar queimaduras e até explodir (dentro do aparelho) por acúmulo de vapor. Além disso, o alimento é aquecido de forma pontual. Formam-se bolsões de calor escaldante em alguns pontos, enquanto outros permanecem frios. O pet pode queimar a boca e o esôfago ao ingerir o alimento que você, ao tocar uma parte, julgou estar morno.
Destruição de nutrientes
* Estudos mostram que o leite aquecido no microondas perde vitaminas. Se for leite materno, parte das células de defesa da mãe são destruídas.
* Nutrientes vegetais que combatem o câncer são destruídos pelo microondas.
* A estrutura química dos alimentos é alterada, com conseqüências desconhecidas (não é surpreendente que pouquíssimos estudos tenham sido realizados sobre microondas…).
* Segundo um artigo publicado na edição de novembro de 2003 do The Journal of the Science of Food and Agriculture (O Diário da Ciência do Alimento e da Agricultura), o brócolis aquecido no microondas perde até 97% dos seus benéficos antioxidantes. O mesmo brócolis cozido no vapor perderia apenas 11% ou menos dessas propriedades.
* Um estudo comparativo entre alimentos crus e preparados convencionalmente, e alimentos preparados no forno de microondas, publicado por Raum & Zelt em 1992, afirmou que aminoácidos naturais sofrem alterações isoméricas (no formato) e podem se transformar em formas tóxicas.
* Um extenso estudo publicado por alemães, suíços e russos determinou que:
- Usar o microondas como forma de matar microorganismos em carnes ocasiona a formação de d-Nitrosodienthanolaminas, um conhecido carcinogênico (“cancerígeno”).
- Descongelar frutas promoveu a conversão do glusídeo e galactosídeo das frutas em substâncias carcinogênicas.
- Submeter leite e cereais converteu parte de seus aminoácidos em carcinogênicos.
- Exposição curtíssima de vegetais crus, cozidos ou congelados ao microondas converteu seus alcalóides vegetais em carcinogênicos.
- Radicais livres carcinogênicos foram formados em legumes de raízes no microondas.
- Os pesquisadores russos também reportaram uma aceleração na degradação estrutural, levando a uma diminuição de 60 a 90% dos valores nutricionais nos alimentos testados.
- O complexo vitamina B, a vitamina C, a vitamina E, os minerais essenciais e os lipotrópicos (substâncias que auxiliam na metabolização de gorduras) tiveram todos sua biodisponibilidade (habilidade em serem aproveitados pelo corpo) drasticamente reduzida.
- As núcleo-proteínas (proteínas dos núcleos das células) das carnes foi degradada.
- Em alimentos vegetais houve danos aos alcalóides, glucosídeos, galactosídeos e nitrolosídeos.
Formação de compostos carcinogênicos
Ainda segundo a pesquisa conduzida por cientistas alemães, suíços e russos:
- As alterações químicas sofridas pelos alimentos provocam disfunções no sistema linfático, interferindo na habilidade imunológica do organismo de lutar contra certos tipos de neoplasias (tumores).
- A ingestão de comida preparada no microondas aumentou a porcentagem de células cancerígenas (citomas) no soro sangüíneo.
- Radicais livres (moléculas carcinogênicas altamente reativas e incompletas) foram formados dentro de alguns minerais, em particular, nos legumes de raízes.
- Em uma estatisticamente elevada porcentagem de pessoas, alimentos preparados no microondas causaram tumores estomacais e intestinais, assim como uma degeneração generalizada dos tecidos periféricos, com redução gradual nas funções de digestão e excreção.
- Carcinogênicos foram encontrados em virtualmente todos os alimentos preparados no microondas.
Efeitos biológicos da exposição radioativa
Não só comer alimentos preparados no microondas faz mal. A sua permanência (ou do pet) próxima ao aparelho em funcionamento pode causar efeitos prejudiciais ao organismo. Leia o que os soviéticos descobriram, na década de 70 em estudos sobre o microondas.
- A exposição à radiação do microondas e o consumo freqüente de comidas preparadas no aparelho provou causar danos cerebrais permanente ao interferir com os impulsos elétricos do cérebro (despolarizando ou desmagnetizando o tecido cerebral)
- Os efeitos da radiação (e da ingestão de “comida de microondas”) são residuais, ou seja, permanecem no corpo a longo prazo.
- Dentre os efeitos da exposição à radiação (também vale a ingestão contínua de alimentos) de microondas, estão: perda de memória, dificuldade de concentração, instabilidade emocional e decréscimo na inteligência.
Outros efeitos nocivos
- Em 1991, nos Estados Unidos, uma mulher submetida a uma cirurgia de quadris recebeu uma transfusão de sangue e morreu logo após. Por que? A enfermeira aquecera a bolsa de sangue no microondas. A composição do sangue foi drasticamente alterada. Esse episódio deu processo e levantou a suspeita de que o aparelho de microondas fazia mais do que simplesmente aquecer alimentos.
- As moléculas dos alimentos não foram feitas para vibrar nos níveis impostos pelo cozimento com microondas. Isso tende a danificar os nutrientes mais delicados e eles perdem a capacidade de nutrir você e o animal da forma esperada.
- Toxinas carcinogênicas (cancerígenas) podem vazar das bandejas plásticas ou de papel, ou das películas plásticas dos alimentos feitos para serem preparados no microondas. E podem se misturar à sua comida.
- A produção de hormônios femininos e masculinos pode ser alterada ou interrompida pela ingestão contínua de alimentos preparados no microondas
- O cozimento no microondas forma novos compostos (compostos radiolíticos), desconhecidos do homem e da natureza. Não se sabe ao certo o que esses compostos fazem no organismo. Provavelmente será algo difícil de determinar, uma vez que há outros compostos desconhecidos sendo introduzidos no organismo diariamente advindos de uma variedade de fontes como novos produtos alimentícios e comidas geneticamente modificadas.
Os estudos do Dr. Hans Hertel
De acordo com as pesquisas do Dr. Hans Hertel, um cientista de alimentos suíço, o cozimento com microondas não só altera significativamente os nutrientes dos alimentos, como provoca alterações no sangue das pessoas assim que elas consomem alimentos cozidos no microondas. Colhendo e analisando o sangue de participantes de seu estudo, ele descobriu:
- Níveis de colesterol diminuídos, incluindo o bom colesterol (HDL)
- Leucocitose (aumento no número das células de defesa), sugestivo de intoxicação
- Redução no número de hemácias (glóbulos vermelhos)
- Produção de compostos radiolíticos (compostos ausentes na natureza)
- Níveis mais baixos de hemoglobina, o que poderia indicar uma tendência à anemia
O Dr. Hertel e sua equipe publicaram esses resultados em 1992. Mas uma organização suíça, a Swiss Association of Dealers for Electro-apparatuses for Households and Industry (A Associação Suíça de Comerciantes de Eletrodomésticos para Casas e Indústrias), emitiu uma proibição de publicação, impedindo o Dr. Hertel de declarar que os microondas faziam mal à saúde. A proibição de publicação só foi removida em 1998, depois que os tribunais suíços determinaram que essa medida violava o direito à liberdade de expressão. A Suíça acabou sendo ordenada a pagar uma compensação ao Dr. Hertel.
Conclusão e alternativas seguras para descongelamento
Os resultados das pesquisas citadas afirmam que mesmo exposições breves dos alimentos à radiação do aparelho de microondas - ou seja, um inocente descongelamento – podem resultar em perda de nutrientes e danos à saúde. Quais, então, seriam as saídas para um descongelamento seguro das porções da alimentação natural?
Geladeira
Bata retirar os saquinhos contendo meaty bones (carne com ossos, a refeição da manhã) ou o tupperware com a refeição da noite do freezer e deixá-los na parte mais baixa da geladeira (onde é menos gelado) por um mínimo de 24 horas. Não se esqueça de posicionar o saquinho ou tupperware dentro de recipientes maiores, para o caldinho da carne crua não sujar sua geladeira.
Cuba com água
Esqueceu de retirar as porções com antecedência? Não faz mal. Basta encher com água (temperatura ambiente ou morna; nunca quente!) um recipiente, colocar o alimento a ser descongelado dentro de uma sacola plástica comum (com um nó nas alças, para não entrar líquido), posicionar o alimento ensacado dentro da água , e trocar a água a cada meia hora (ou quando notar que ela ficou gelada). Logo, logo, a porção está descongelada e prontinha para servir ao seu cão ou gato.
Posso deixar descongelando sobre a pia?
Não é aconselhável descongelar as porções sobre a pia, da noite para o dia. Isso propicia a proliferação bacteriana, atrái moscas e, se o dia estiver muito quente, pode até estragar o alimento. Eu não arriscaria.
O que faço com meu microondas?
- Fácil, use-o o mínimo que puder. Pense assim: estudei tanto a alimentação natural, compro os melhores ingredientes para meus pets e tomo o tempo para preparar tudo. Não vou pôr todo esse investimento a perder em nome da conveniência, vou?
- Não deixe que crianças, gatos e aves permaneçam próximos ao aparelho ligado. Cães em geral não têm acesso tão próximo ao microondas, mas a regra vale para eles também. Aliás, vale para todo mundo. Incluindo você.
- Procure imediatamente a assistência técnica se a porta do seu aparelho de microondas estiver com imperfeições ou danos que a impeçam de selar completamente o aparelho durante o funcionamento. O vazamento radioativo pode ser extremamente prejudicial a todos os ocupantes da residência.
- Aproveite a eficiente capacidade destrutiva do microondas para o bem: esterilize utensílios de cozinha nele. Deixe lá dentro tábuas de cortar carne, panos e até as tigelas dos seus pets (desde que sejam de vidro ou cerâmica) por uns dois minutos. 99,9% das bactérias e outros microorganismos sairão de lá mortinhos.
Descongelamento
Métodos apropriados para descongelamento:
Geladeira
Basta retirar o saquinho contendo meaty bones (carne com ossos, a refeição da manhã) ou o tupperware com a refeição da noite do freezer e deixá-los na parte mais baixa da geladeira (onde é menos gelado) por um mínimo de 24 horas. Não se esqueça de colocar o saquinho ou tupperware dentro de recipientes maiores, para o caldinho da carne crua não sujar sua geladeira.
Cuba com água
Esqueceu de retirar as porções com antecedência? Não faz mal. Basta encher com água (temperatura ambiente ou morna; nunca quente!) um recipiente, colocar o alimento a ser descongelado dentro de uma sacola plástica comum (com um nó nas alças, para não entrar líquido), posicionar o alimento ensacado dentro da água, e trocar a água a cada meia hora (ou assim que ela ficar gelada). Logo, logo, a porção estará descongelada e prontinha para servir ao seu cão ou gato.
Método para descongelamento de emergência:
Esquente água - de preferência no fogo mesmo e não no microondas, já que água aquecida no fogo fica quente por mais tempo - e despeje sobre os meaty bones para derreter o gelo e amolecer um pouco a superfície. Vale mergulhar o meaty bone no recipiente (panela, cuba) contendo água quente. Só não use água fervente, pois com essa corre-se o risco de cozinhar a carne e o osso ou tornar a peça quente demais para o consumo.
Métodos não apropriados para descongelamento:
Qualquer tipo de cocção
Na alimentação natural os ingredientes devem ser oferecidos crus, visando a máxima ingestão de vitaminas, nutrientes, enzimas e outras substâncias intactas. Mas grãos (que são opcionais), peixes, ovos e tubérculos podem ser oferecidos cozidos, sem sal e sem tempero, se o proprietário preferir. Já as carnes da noite, os suplementos e, principalmente, os meaty bones (carnes contendo ossos), não devem ser submetidos a nenhuma forma de cozimento. Ossos, se cozidos, assados, fritos, etc, ficam mais duros e formam farpas perigosas ao serem mastigados, favorecendo incidentes.
Microondas
Não é aconselhável utilizá-lo para descongelar as porções de alimentação natural. As tais micro ondas propiciam um método anti-natural de descongelamento e aquecimento que destrói enzimas e nutrientes importantes (como os valiosos antioxidantes) mesmo durante exposições ultra-rápidas. E segundo alguns estudos, o microondas pode até mesmo produzir compostos oncogênicos (”cancerígenos”). Leia mais sobre os efeitos deletérios do microondas no texto anterior (logo abaixo) e entenda porque, sempre que for possível, seu uso deve ser evitado.
Descongelamento sobre a pia
Não é aconselhável descongelar as porções sobre a pia, da noite para o dia. Isso propicia a proliferação bacteriana, atrai moscas e, se o dia estiver muito quente, pode até estragar o alimento.
SAIBA MAIS:
BULDOGUE FRANCÊS
PUG
RHODESIAN RIDGEBACK
BULDOGUE INGLÊS
STAFFORDSHIRE BULL TERRIER
BULL TERRIER
AMERICAN STAFFORDSHIRE TERRIER
CHIHUAHUA
OVERBULLY(SUPER BULLY)
EXOTICOS AMICAT´S
MAINE COON AMICAT´S
BENGAL AMICAT´S
RAGDOLL AMICAT´S
PETCLUBE
Amichettibullys & AMICAT´S Bengal Maine Coon Ragdoll Exótico
Villa Amichetti- Paraíso Ecológico- uma forma sustentável de ConViver.
Rod. Régis Bittencourt, km 334, apenas 40 min. de SP-Juquitiba .
Agende uma agradável visita para adquirir seu filhote e faça belo passeio no santuário ecológico com a Mata Atlântica preservada.
Gato EXOTIC SHORT HAIR
PERSA EXÓTICO Petclubecattery Atenção: No PetClube, nossos gatos não estão disponíveis para desconhecidos. Eles são exclusivamente para amigos da família e fazem parte do nosso círculo íntimo.No PetClube, nossa missão é cultivar amizades duradouras e oferecer aos nossos animais um lar cheio de amor e cuidados, sempre respeitando a importância vital que eles têm em nossas vidas. Agradecemos por fazer parte da nossa jornada e por celebrar com a gente o maravilhoso mundo dos nossos amigos de quatro patas.
Os Criadores norte-americanos criaram um Gato bonito, dócil, de bom temperamento e de fácil asseio, isso resumidamente é o Exotic Short Hair, ou, gato exótico de pêlo curto.
O temperamento é parecido com o do Persa, carinhoso e apegado ao dono, porém, o Exótico é mais extrovertido e alegre, provavelmente uma herança do American e do British Short Hair.
Exótico Pêlo Curto: Gato Ideal para apartamentos
O Exótico é considerado um gato de apartamento, porém em qualquer lugar que ele viva, ele acabará se adaptando.
Muito inteligente, doce e com tendência a ganhar peso, o dono de um exemplar dessa raça deverá estar sempre atento à sua alimentação e doses de exercícios físicos.
DESTAQUE NA GATOFILIA : GATIL Petclubecattery
Exóticos são gatos amáveis com as pessoas.
Alegram-se com as visitas e têm aparência otimista, não tão sizudos como os Persas.
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Origem: EUA
Perfil: Apegado
Tipo de Pêlo: Curto
Tamanho: Médio à Grande
Peso : 04 Kg - 06 Kg
Temperamento: Dependente
Nível de Atividade: Baixo-Moderado
Idade: média de 10 anos
Suas características foram fixadas geneticamente. No entanto, é permitido se cruzar Exóticos com Persas, sendo que o resultado será filhotes Persas ou Exóticos (nunca um tipo intermediário, pois as características de ambos já estão fixadas após 20 gerações de cruzamentos).
Acasalar com o Persa é permitido, para achatar mais a cara e dar formas sempre mais arredondadas.
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Até então, os Persas eram os favoritos. Eles possuiam todas estas qualidades almejadas, mas a pelagem era problemática.
Escovações freqüentes eram necessárias, fazendo que com os pêlos ficassem soltos pela casa e alguns momentos do dia fossem perdidos em cuidados básicos com a pelagem.
Para tanto, que tal unir o útil com o agradável, numa proposta de Gato bonito e prático?
Foi assim, que surgiu o Gato Exótico, uma criação selecionada, oriunda do cruzamento do Persa com o Pêlo Curto Americano, no início dos anos 60, nos EUA.
A intenção era se obter um animal com aparência rolissa e atraente do Pêlo Curto Americano e as características físicas e comportamentais do Persa. A princípio, o resultado foi bom, mas havia etapas a serem solucionadas.
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Os tipos (carinhas) ainda estavam longe do desejado. O nariz era muito longo e o comportamento era muito "elétrico". Havia mais a fazer. Os melhores exemplares foram colocados para novas cruzas, afim de se obter o tão famoso "Gato Exótico".
Com o passar do tempo e acasalamentos planejados chegou-se ao famoso "Gato Exótico: o gato do futuro". Prático por natureza, belo de aparência e um temperamento mágico, capaz de entreter o dono e ao mesmo tempo repousá-lo com suas carícias e afagos.
Hoje, ele é criado em todas as cores e padronagens do Persa e do Pêlo Curto Americano, num total de 95 variedades. Suas características físicas são: uma belíssima pelagem aveludada, que mais parece "ursinho de pelúcia", com cabeça grande e redonda, com bochechas largas e nariz curto. Petclubecattery
Os olhos são grandes, redondos e de cor conforme os padrões da pelagem.
O corpo é compacto e rolisso, com cauda curta e espessa, pernas curtas e grossas e pés grandes e arredondados.
Exotico Seguindo os Passos do Persa "o Nº 1" de registros e Vendas
O geneticistas de Gatos do mundo inteiro interessam-se muito por esta nova raça e são unânimes em afirmar a sua ascendência como nova raça e chegam a afirmar que em pouco tempo estarão em maior número em população, do que os seus ancestrais Persas.
Isto porque esta nova raça tem tudo para dar certo.
Mais uma vez o homem consegue manipular a natureza e trazer à vida uma raridade felina que é a raça Exótica.
A orientação a ser dada para Criadores, são corretos acasalamentos, tendo em vista a cor de pelagem, aliada a cor dos olhos, bem como voltar sempre que possível, para acasalamentos com Persas.
PetclubecatteryDeste cruzamento teremos um resultado de 50% de Persas e 50% de Exóticos, geneticamente, embora possam nascer 100% de Persas ou 100% de Exóticos.
É válido ressaltar que os filhotes que forem Persas serão Persas legítimos, o mesmo ocorrendo com os filhotes Exóticos.
Desta cruza, jamais nascerão filhotes mestiços.
Ao contrário, teremos o aperfeiçoamento de ambas as raças.
O retorno ao Pêlo Curto Americano não é aconselhável, visto que perde-se o tipo físico do padrão aprovado.
No Brasil, já existem Exóticos premiados Internacionalmente.
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São Gatos perfeitos na raça, cor e padrão e a procura para aquisição de exemplares, torna-se crescente.
Muitos criadores que criavam apenas Persas, passaram a criar também a raça exótica.
Alguns até dizem que já possuem preferência pelos Exóticos, tanto porque sua pelagem requer menos cuidados, como por sua simpatia.
Uma vez convidados para brincadeiras, correspondem imediatamente. São alegres e extrovertidos.
Ao mesmo tempo sentem sono facilmente e é comum vê-los brincando, movimentando-se muito e em seguida serem pegos por um sono reparador.
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Excelente gato para companhiaO gato Exótico é alegre, ativo e brinca exaustivamente com seu dono, para em seguida, curtir aquele sono reparador.
Amoroso, exige e dá carinho o tempo todo.
Como excelente caçador que é, pega rato, borboleta, lagartixa, entre outros bichos.
Cores Permitidas no Exotic Short Hair
Possui pêlo curto, não deitado, com subpêlo.
As cores permitidas são as mesmas do Persa: azul, preto, marrom, lilás, creme, etc.
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Origem e HistóriaGato bonito e ainda raro no mundo inteiro, desenvolvido por volta de 1960 nos EUA, o Exótico foi selecionado pelos criadores para ter um visual atraente e ser excelente companheiro.
Para chegar nele foram cruzados o Persa, que tem temperamento ótimo para companhia, com raças de pêlo mais curto, fisicamente semelhantes ao Persa (formas mais arredondadas e corpo compacto), como o American Short Hair e o British Short Hair, visando uma pelagem média e densa.
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O resultado foi o Exótico com uma pelagem que fica praticamente em pé, sem ser espetada, dando-lhe volume e aspecto de bicho de pelúcia.
Histórico
Foi reconhecido em 1966, nos EUA, logo alcançando popularidade na Europa.
Hoje também é reconhecido pelas maiores entidades felinas mundiais - a CFA, Cat Fancier Association, dos EUA, e a FIF, Federação Internacional Felina, da Europa.
Suas características foram fixadas geneticamente.
No entanto, é permitido se cruzar Exóticos com Persas, sendo que o resultado será filhotes Persas ou Exóticos - nunca um tipo intermediário.
Gato Exótico
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O Exótico tem boa musculatura, sem evidência de obesidade.
Os olhos são grandes, redondos, de cor brilhante, e cheios. São nivelados e distantes entre sí, tornando sua expressão muito doce.
É um excelente gato para companhia.
É muito amigável, brincalhão, carinhoso, e gosta de estar sempre por perto.
Mesmo depois de adulto o Exótico vai continuar brincalhão e cheio de vida.
O Exótico foi criado pensando nestas pessoas que admiram o Persa mas que não dispõe de muito tempo.
Muitos anos foram necessários para o aperfeiçoamento do Exótico pois os primeiros exemplares tinham o nariz muito longo e não apresentavam o comportamento desejável.
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A pelagem dos Exóticos lembra uma pelúcia ou um veludo muito denso, mais parece um acolchoado, que atrai carícias. Não há outro gato com este tipo de pelagem que é característico dos Exóticos, por isso é conhecido como “ursinho de pelúcia”.
Os gatos Exóticos possuem temperamento quieto e passivo, com uma natureza doce e calma, por isso conviver com eles é extremamente agradável. Se solicitados estão sempre disponíveis para carícias e brincadeiras. Nada parece perturbá-los, é um companheiro tranqüilo e apreciará dormir e estar ao seu lado se você permitir.
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A crescente procura pelos Exóticos tem aumentado espantosamente nos últimos anos, levando-nos a crer que superará em números os nossos tão adoráveis Persas.
Origem e História
O Exótico é um gato criado pelo homem, os Americanos queriam um gato bonito, de bom temperamento, os Persas eram os favoritos mas o pêlo longo era problemático. Assim surgiu o Exótico, do cruzamento do Persa com o Pêlo Curto Americano, no início dos anos 60, nos EUA.
A intenção era obter um animal com aparência roliça e atraente do Pêlo Curto e as características físicas e comportamentais do Persa.
A princípio, o resultado foi bom, mas havia etapas a serem solucionadas. Os melhores exemplares foram colocados para novas cruzas, com o passar do tempo e acasalamentos planejados chegou-se ao gato desejado.
Vantagem do Gato Exótico
O melhor do Persa com a grande vantagem do pêlo curto com mais rusticidade e saúde.
Características Morfológicas
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A principal característica do Exótico é sua pelagem aveludada, muito semelhante a um bicho de pelúcia.
Sua cabeça é grande e redonda
Tem o focinho curto
Suas bochechas são largas.
O nariz é curto, com o bigode longo.
Seu corpo é compacto e roliço.
Cauda é média e espessa.
A pelagem é curta e densa.
Possui colorações bastante variadas, um vez que o padrão aceita as cores dos gatos de pêlo longo e o Pêlo Curto Americano.
Mas as cores dos olhos, da ponta do nariz e das almofadinhas das patas devem combinar com a cor do manto.
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A raça apresenta um comportamento carinhoso e
brincalhão, convivendo bem com crianças e outros gatos. Além disso, não é muito difícil fazer com que este gato se divirta, apenas uma bolinha de papel é o suficiente para desencadear corridas, cambalhotas e outras travessuras. Seu temperamento é parecido com o do Persa, necessitando de carinho e atenção constantes.
Entretanto, o Exótico é bem mais ativo e alegre, isso se deve provavelmente, a herança dos Pêlo Curto Americano e Pêlo Curto Inglês.
Cuidados
O Exótico exige cuidados simples no que se refere ao tratamento de seu pêlo, que por ser curto, necessita apenas de uma escovação semanal, a fim de deixá-lo sempre bem bonito.
Esta raça deve ser alimentada com rações balanceadas, sendo que isto deve ser observado atentamente, pois no caso dos gatos de forma geral, tem-se de ficar atento para o uso de boas rações no intuito de se evitar o aparecimento de cálculos urinários, promovidos por rações de baixa qualidade.
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Além disso, uma alimentação adequada fará com que seu gato cresça saudável e com uma pelagem lisa e brilhante.
O dono deve estar atento e realizar consultas regulares a equipe Vet Vale.
Porque não encontramos gato exóitco de pêlo curto para doação?
O plantel de gatos exóticos no Brasil ainda é bastante pequeno, com poucos criadores da raça, sem popularização como o gato persa, assim fica quase impossível encontrarmos pessoas que estejam doando gatos, mesmo porque quando se fala em doar e grátis muitas das vezes existe um problema " escondido". As vezes são gatos com doenças ou com temperamento inadequado, orientam os criadores sérios da raça.
O Premiado Gatil Petclubecattery, possui linhas de sangue consagradas mundialmente com llindos filhotes, saudáveis, com garantia, contrato, pedigree.
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