Filhotes de cães e gatos - Canil e Gatil

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Mastim Napolitano MASTINO NAPOLETANO

Mastino Napoletano
Cão Poderoso e Forte, Amigo Incondicional da Família, retribuindo com sua própria vida os cuidados de seus donos.

MASTINO NAPOLITANO IMAGE

 
 
Mastim Napolitano ou Mastino Napoletano
 
 
É um cão molosso descendente dos cães de guerra dos romanos e nas linhas mais carregada dos "Pugnaces Britannie", trazidos da Inglaterra pelos soldados romanos.
 
 
Columela orador da antiga Roma cita "o cão guardião da casa deve ser preto, ou escuro, para atemorizar o ladrão de dia e poder atacá-lo à noite, sem ser visto. A cabeça é tão importante que se apresenta como a parte mais importante do corpo, as orelhas são caídas e pendem para a frente..."
 
 
. Sua larga aceitação deve-se ao fato de ser exímio cão de guarda, que prescinde de qualquer adestramento.
 
Um bom Mastino Napoletano apresenta expressão de ferocidade para de defender seu dono.
"È uma opção segura para empresários e pais de família que necessitam uma guarda intimidatória de suas propriedades, pos é um animal incorruptível, sendo um método confirmado desde o antigo Coliseu ", comenta Amichetti, precisamos no Brasil começar um trabalho criterioso de seleção, como tem feito o Sr Giuliano do Canil Del Gheno na Itália que tem feito o controle de displasia de seus cães.
 
 
 
Como ele age na guarda e proteção natural de sua familia e território
 
 
Sendo excessivamente massudo, parrudo, forte e imponente um "mastino originale", segundo o criador Claudio Amichetti, se coloca de frente de qualquer situação nova, nunca recua, mesmo que seja apenas para verificar um acontecimento, seja o estouro de um pneu, bombinha ou o caminhão de lixo que apareça em frente seu território de guarda.
 
 
Possui apego natural ao seu dono, crianças da família e a sua propriedade fazendo com que o Mastino demonstre aversão à estranhos,
Isso se apresenta em sua expressão desmesuradamente imponente que mete "paura" a qualquer um, intimidando tourose ursos comentava entusiasmado  "nonno" Mario Amichetti, capo da famiglia, deixando o incentivo da próspera criação de cães para seus filhos, netos, e bisnetos. 
 
 
 
 
 
Cão de guarda por excelência
 
 
O Mastino Napoletano é um cão bastante ágil, considerando-se que é bastante pesado - pesa de 55 à 95 Kg.
Fazer amizade com um Mastino é uma experiência gratificante, ja adquiri exemplares adultos, demorou para construirmos confiança, mas depois de um tempo isso se tornou tão sólido como nenhuma outra raça jamais se me apresentou, fala Claudio Amichetti Jr de Juquitiba.
 

MASTINO NAPOLITANO

Origem e História
 
Diferentes teorias  tentam esclarecer a origem do Mastim Napolitano.
Uma acredita que os primeiros Mastins ou Mastiffs asiáticos tenham sido trazidos à Grécia por Alexandre, o Grande.
 
A outra diz que os ancestrais do Mastim Napolitano chegaram à Inglaterra trazidos pelos fenícios.
 
Em 1949, o Ente Nazionale Cinofilo Italiano reconheceu oficialmente a raça
Na Itália é conhecido como Mastino Napoletano, aqui traduzindo para o nosso idioma o trataremos de Mastim Napolitano, como nos Estados Unidos o tratam dea Neopolitan Mastiff, na França de Mastim a Nâmples, na Espanha de Mastín Napolitano.
 
 
 
 
A história do aparecimento do Mastim é muito anterior a vinda de Jesus Cristo, entre o período de 200 A.C. até 400 anos mais tarde, este belicoso cão passou a ser denominado de Molasser.
Alexandre o Grande e Xeres foram proprietários de Mastins.
Mas foi entre os romanos que os cães foram mais valorizados e exaltados, quando passaram a utiliza-los nas arenas para participarem de sangrentos combates com leões, também era utilizado em lutas contra outros Mastins, Ursos, Touros, Hienas, Babuinos e foram por longos anos utilizados nas guerras.
Imperadores tiveram um mastin junto como símbolo de poderio. Entre várias batalhas em que este animal foi empregado, temos a citar por exemplo a invasão da Helvetia pela legiões romanas. 
 
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Padrão oficial da raça
 
CBKC nº 197a de 11/04/94.
FCI nº 197f de 19/11/91.
 
País de Origem: Itália (Napole)
Nome no país de origem: Mastino Napoletano
Aparência Geral: de porte grande e conformação de um broquimorfo, cujo comprimento do tronco é maior que a altura na cernelha.
Proporções importantes:
Altura na cernelha: machos de 65 a 73* cm.; fêmeas de 60 a 68 cm. (* o clube especializado da raça na Itália diz que a medida 73 cm. para machos está errada, valendo os dados do item Talhe).
Comprimento do tronco: 10% maior que a altura na cernelha.
Cabeça: 30% da altura, aproximadamente.
Relação crânio-focinho: 2 por 1
Comportamento e caráter: caráter firme, leal, sem ser mordaz ou agressivo injustificadamente, defensor da propriedade e das pessoas assumindo sempre um comportamento vigilante, inteligente, nobre e majestoso.
Cabeça: braquicefálica, massuda, com o crânio largo na altura dos zigomas, seu comprimento total atinge cerca de 30% da altura na cernelha. Pele abundante com rugas e pregas, das quais, partindo do canto distal externo da pálpebra, surge uma prega típica e bem marcada indo até a comissura labial. As linhas superiores do crânio e do focinho são paralelas.
Crânio: largo e achatado, particularmente entre as orelhas e ligeiramente convexo na região anterior. As arcadas zigomáticas são muito pronunciadas, mas 

mastino

com músculos planos. A largura é maior que 50% do comprimento total da cabeça. As arcadas superciliares são muito desenvolvidas, a sutura metópica é marcada, a apófise occipital apenas marcada.
Região Facial:
Trufa: sobre a mesma linha da cana nasal sem projetar-se além da linha anterior dos lábios; deve ser volumosa com narinas grandes e bem abertas. A pigmentação acompanha a da pelagem: preta nos exemplares pretos, escura nos de outras cores e marrom nos de pelagem mogno.
Focinho: muito largo e profundo, seu comprimento corresponde ao da cana nasal, sendo próximo a 33% do comprimento total da cabeça. As faces laterais são paralelas, de maneira que, visto de frente, dá ao focinho uma forma, praticamente, quadrada.
Lábios: de pele pesada, espessa e abundante. Visto de frente, os lábios formam um "V" invertido. A linha inferior do focinho é formada pelo contorno do lábio superior. Sendo o ponto mais baixo a comissura labial, situada na vertical do canto externo do olho, com as mucosas visíveis.
Maxilares: forte, com ossos mandibulares bem robustos e arcadas dentárias perfeitamente encaixadas. A mandíbula deve ser bem larga com incisivos alinhados.
Dentes: brancos, bem desenvolvidos, regularmente alinhados e numericamente completos. Os incisivos do maxilar tocam com sua face posterior , a face anterior dos incisivos da mandíbula (mordedura em tesoura).
Olhos: de inserção frontal, bem afastados e ligeiramente aprofundados, com o contorno das pálpebras tendendo ao redondo. A cor da íris acompanha a cor da pelagem.
Orelhas: em relação do talhe do cão, são pequenas, de formato triangular, inseridas acima das arcadas zigomáticas. Quando inteiras, são achatadas e portadas pendentes e rente às faces, quando operadas formam um triângulo quase equilátero.
Pescoço:
Perfil: linha superior levemente arqueada.
Comprimento: em torno de 28% da altura da cernelha.
Forma: de tronco de cone e bem musculado, o perímetro, na metade do seu comprimento, é igual a 80% da altura na cernelha.
Pele: a linha inferior do pescoço é rica em peles soltas que formam uma barbela dupla, menos abundante, começa logo atrás da mandíbula e termina na metade do comprimento do pescoço.
Tronco: o comprimento do tronco ultrapassa a altura da cernelha em 10%.
Linha superior: a linha superior do dorso é reta, onde a cernelha se apresenta larga, longa e não muito elevada.
Dorso: largo de comprimento em torno de 33% da altura da cernelha. A região lombar deve fundir-se harmoniosamente com o dorso, pela musculatura de largura bem desenvolvida. Caixa torácica ampla, com costelas longas e bem arqueadas. O perímetro torácico ultrapassa em 25% a altura na cernelha (altura + 25%).
Garupa: larga, robusta e bem musculada. Com angulação em torno de 30°. Comprimento igual a 30% da altura na cernelha. Ancas proeminentes a ponto de alcançar a linha superior do lombo.
Peito: largo, amplo com os músculos peitorais bem desenvolvidos. A largura está em relação direta com a do tórax atingindo os 40% a 45% da altura na cernelha. A ponta do esterno está situada no mesmo nível da ponta do ombro.
Cauda: com base larga, grossa na raiz; robusta, adelgando-se ligeiramente, para a ponta. O comprimento atinge o nível dos jarretes. Amputada, a cerca de 66% do seu comprimento, portanto permanece cerca de 33%. Em repouso é portada pendente e em cimitarra; em movimento, eleva-se até a horizontal, ou um pouco mais do alto do dorso.
Membros anteriores: em conjunto, os aprumos vistos de qualquer ângulo são verticais com uma ossatura robusta e bem proporcionada.
Ombros: de comprimento em torno de 30% da altura na cernelha fazendo um ângulo de 50º a 60º com a horizontal. A musculatura é bem desenvolvida com músculos longos e bem contornados. O ângulo da articulação escápulo-humeral é de 105° a 115°.
Cotovelos: abundantemente revestidos por uma pele frouxa, trabalhando moderadamente ajustados à parede torácica.
Antebraços: de comprimento quase igual ao do braço em posição perfeitamente vertical, dotado de uma ossatura robusta e de uma musculatura seca e bem desenvolvida.
Carpo: articulado na vertical do antebraço, bem largo, seco e liso.
Metacarpo: chato, articulado no prumo do antebraço. Inclinado em torno de 70° a 75° com a horizontal. De comprimento aproximado de 16,5% do comprimento do membro, do solo ao cotovelo.
Pata: redonda, volumosa, com os dedos bem arqueados e bem fechados. Almofadas plantares secas, solas duras e bem pigmentadas. Unhas fortes, recurvadas e escuras.
Membros posteriores: no conjunto são robustos e poderosos, cuja proporção assegura a propulsão necessária ao movimento.
Coxa: medindo 33% da altura na cernelha fazendo um ângulo em torno de 60° com a horizontal. Larga com músculos grossos e proeminentes, claramente evidenciados. Angulação coxo-femoral é de 90°.
Pernas: de comprimento um pouco inferior ao da coxa e anguladas de 50° a 55°, dotada de robusta ossatura em musculatura bem modelada.
Joelhos: angulação femoro-tibial em torno de 110° a 115°.
Jarretes: bem longos em relação às pernas, de comprimento igual a 25% da altura na cernelha; angulação tibio-tarsiana em torno de 140° a 145°.
Metatarso: robusto e seco, de forma quase cilíndrica; e perfeitamente a prumo. De comprimento em torno de 25% da altura na cernelha. Ergôs, eventualmente presentes deverão ser amputados.
Pata: menor que a dos anteriores, redondas, com dedos fechados. Almofadas plantares secas, duras e pigmentadas. Unhas fortes, recurvadas e escuras.
Movimentação: constitui uma das características típicas da raça. O passo é indolente, lento, semelhante ao do urso. O trote é caracterizado por uma forte propulsão dos posteriores e um bom alcance dos anteriores. O Mastino Napoletano raramente galopa. Andadura preferida: passo e trote. O chouto é tolerado.
Pele: espessa, abundante e solta em todo o corpo, particularmente na cabeça onde desenha numerosas pregas ou rugas, e na linha inferior do pescoço, aonde forma barbela.
Pelo: brilhante, denso; todos de igual comprimento, no máximo 1,5 cm., uniformemente liso e fino. Sem apresentar qualquer início de franja.
Cor: de preferência cinza, cinza-chumbo e preto, com eventuais pequenas manchas brancas no centro do antepeito e na ponta dos dedos como também, mogno, fulvo e fulvo-avermelhado (cervo). Todas as cores podem ser tigradas. O avelã, cor de rola (rolinha) e isabela.
Talhe: altura na cernelha: machos de 65 a 75 cm. e fêmeas de 60 a 68 cm., com uma tolerância de mais ou menos 02 cm.
Peso: machos de 60 a 70 quilos; fêmeas de 50 a 60 quilos.
* Nota: os machos devem apresentar dois testículos de aparência normal, bem desenvolvidos e acomodados na bolsa escrotal.
 
Faltas: qualquer desvio dos termos deste padrão deve ser considerado como falta e penalizado na exata proporção da sua gravidade.
Faltas que desqualificam para o julgamento: (no exame preliminar): prognatismo pronunciado (inferior); cauda enrolada; altura fora dos limites tolerados.
 
Desqualificações:
 
  • retrognatismo (prognatismo superior).
  • convergência ou divergência acentuada das linhas crânio e focinho.
  • cana nasal côncava ou muito arqueada.
  • despigmentação total da trufa.
  • despigmentação total da orla das duas pálpebras.
  • estrabismo bilateral.
  • ausência de rugas, pregas ou barbelas.
  • monorquidismo, criptorquidismo.
  • anurismo (ausência de cauda), braquiurismo (cauda curta); congênito ou adquirido.
  • manchas brancas muito extensas.
  • manchas brancas na cabeça. 
 
 
Um cão imponente, robusto e protetor
 
O Mastim Napolitano é um cão de guarda de porte grande  tem um temperamento balanceado, com devoção extrema ao seu proprietário, se tornando uma excelente companhia. 
 
É muito forte, porém não é agressivo. e 50kg a 70kg no padrão e existem ótimos exemplares com aproximadamente 100kg.A sua altura varia entre 65 e 75 cm.
 
A pelagem é densa, nas cores preto, azul, cinza, mogno (raridade) e tigrado. Quando nasce, um Mastim Napolitano pesa, em média, meio quilo. 
 
American bully tem sido considerada uma opção para aqueles que gostam do tipo forte que se impõe como intimidação na cidade diz o criador do petclube camp

PETCLUBE

"A grandeza de uma nação pode ser julgada pelo modo que seus animais são tratados."  (Mahatma Gandhi)

Amichetti Bullys & AMICAT´S Bengal Maine Coon Ragdoll Exótico

EcoVilla Amichetti- Paraíso Ecológico- uma forma sustentável de ConViver.

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Mordida mais forte do mundo?


Curiosidades… Qual animal tem a mordida mais forte do mundo?fonte; editora abril ,mundo estranho.

O animal com a mordida mais forte do mundo é o aligátor do Mississippi, um primo do jacaré encontrado nos pântanos do Mississippi e outros estados do sudeste dos Estados Unidos. Uma bocada dele atinge quase 1000 quilos, o equivalente a colocar uma dentadura afiada numa parte do seu corpo e, em seguida, posicionar sobre ela um outro objeto de 1 tonelada! Para calcular a intensidade da mordida dos animais, um dos métodos é fazer com que o bicho morda um aparelho que registra a potência do ataque. Como os bichos nem sempre mordem com a mesma força, os resultados variam. Aqui, usamos como referência o trabalho de Gregory Erickson e Kent Vliet, da Universidade Estadual da Flórida, e de Brady Barr, do canal National Geographic.

Abaixo irei colocar as principais informações do aligátor do Mississippi e outros animais com suas fotos.

ALIGÁTOR DO MISSISSIPPI


Força da mordida: 965 kg
Equivale a: Peso de um carro de tamanho médio
Número de dentes: 74 a 80
Porte: 4 a 4,5 m e 450 kg
Os jacarés americanos conseguem perfurar o casco de tartarugas, uma de suas presas favoritas. Como não usam os braços para agarrar suas vítimas, a mordida tem que ser certeira.

HIENA

 

Força da mordida: 455 kg
Equivale a: Peso de um cavalo
Número de dentes: 36
Porte: 1 m e 30 kg
A mordida das hienas é tão forte que elas são capazes de esmagar os ossos de suas vítimas – essa é uma característica importante, já que o animal se alimenta preferencialmente da carcaça de bichos mortos, como búfalos e zebras. O sistema digestivo delas está adaptado à ingestão de ossos e outras partes duras dos cadáveres.

LEÃO


Força da mordida: 430 kg
Equivale a: Peso de um cavalo
Número de dentes: 30
Porte: 2 m e 230 kg
O rei dos animais ingere de 5 a 7 quilos de carne por dia. Sua mordida sufoca gnus, zebras e antílopes, segurando-os com força até que eles parem de respirar. O leão tem caninos longos (chegam a 6 centímetros) e pontiagudos, e os dentes de trás trabalham como uma tesoura, cortando a carne em pedaços.

TUBARÃO-BRANCO


Força da mordida: 270 kg
Equivale a: Peso de um piano de cauda
Número de dentes: Cerca de 300
Porte: 6 m e 2250 kg
Os dentes desta fera do mar são triangulares e serrilhados. Além da fileira principal, eles têm mais duas ou três por trás. Depois de abocanhar sua presa, ele mexe freneticamente a cabeça de um lado para outro, tornando a mordida ainda mais letal. Em cada mordida, o tubarão pode engolir de uma vez até 14 quilos de carne.

ONÇA-PINTADA


Força da mordida: 270 kg
Equivale a: Peso de um piano de cauda
Número de dentes: 30
Porte: 1,2 m e 115 kg
Os caninos em constante crescimento e a pressão da mordida fazem deste felino um excelente predador de vítimas como antas e capivaras. Sua mordida é tão forte que chega a perfurar tartarugas e jacarés. Outra arma importante são os dentes carnassiais, que ficam no fundo da boca e são muito eficientes para rasgar a carne do almoço.

AMERCIAN STAFFORDSHIRE TERRIER AMICHETTIPIT BULL e American Staffordshire T.


Força da mordida: 200 kg
Equivale a: 4 sacos de cimento
Número de dentes: 42
Porte: 45 cm de altura e 20 kg
A potência de sua mordida, equivalente à de raças como o rottweiler, é explicada pela forte musculatura que envolve a mandíbula, a parte de baixo da boca. Além disso, sua bocarra abre de uma orelha à outra, permitindo um perfeito encaixe dos dentes – com isso, o pit bull morde e não solta a presa.

HOMEM


Força da mordida: 55 kg
Equivale a: 1 saco de cimento
Número de dentes: 32
Porte: 1,70 m e 70 kg
O homem não tem uma das mordidas mais fortes do reino animal, embora ela também possa rasgar um naco de carne. Ele só está entrando nesta galeria para termos uma idéia do estrago que a mordida dos demais animais faz. Ao contrário da mordida de bichos domésticos, que têm forma de V, a humana é circular.
SAIBA MAIS:

 

  • CÃES    F:55 011 9386 8744 
  • GATOS F:55 011 8485 4545
  • GERAL  F:55 011 4684 1047

 

PETCLUBE

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BOXER CANIL

BOXER 
Petclube camp nào cria boxer

boxer

O primeiro aparecimento de exemplares da raça foi em 1895, por amabilidade do Clube Alemão do São-Bernardo que permitiu, durante uma exposição monográfica da raça, a exibição de alguns exemplares de boxer. Contudo, no início não se alcançou o êxito desejado, no intuito de melhorar e popularizar a raça. Ganhou "Múhlbauers Flocki", filho de "Tom" um buldogue branco, propriedade do Dr. Toenniessen, e da fêmea bierboxer (moderno bullenbeisser) "Alt's Schecken", filha de "Alt's Flora", uma fêmea tigrada levada para a Alemanha a partir do sul da França em 1887 por George Alt, natural de Munique. "Flocki" seria o primeiro Boxer inscrito no Livro de Origens.
Em 17 de Janeiro de 1896 seria fundado na cidade de Munique (capital da Baviera) o clube alemão da raça, o Boxer Klub Sitz Münche, e dois meses mais tarde, a 29 de Março, organizava-se a primeira exposição monográfica, actuando como juíz Elard König.
Em 1902 fixaram-se, de forma provisória, as primeiras bases raciais, sendo publicado em 1904 o primeiro Livro de Origens (Zuchbuch), registo genealógico da raça, ao mesmo tempo que surgia o "Boxer Blatter, boletim do clube onde era publicado o primeiro estalão oficial.
Durante estes anos de início na criação e selecção apareceram certas controvérsias, entre o cada vez mais numeroso grupo de aficionados, em relação à estrutura que o Boxer deveria ter: havia quem preferisse o tipo semelhante ao Bulldog clássico; outros, pelo contrário, inclinavam-se mais para o tipo do antigo Bullenbeisser; por último, havia os que aspiravam a um cão diferente, mais evoluído e elegante. Finalmente, o clube inclinou-se por esta última versão e esse foi o seu ponto de referência até aos nossos dias.
É curioso observar como a cor branca foi dominante nos primeiros anos de história da raça, altura em que o conceito de funcionalidade primava em relação a outros fatores, chegando inclusive a ser permitido que o branco ocupasse a maior parte do manto do cão com a intenção de não afastar da criação, exemplares que pudessem fornecer outra série de características interessantes. Pouco tempo depois (anos 1925 e 1926), o clube efetuou uma série de revisões e começou a tentar a sua eliminação através duma intensa seleção, meta que ainda não foi totalmente atingida pelos criadores de Boxer, uma vez que ainda continuam a nascer cachorros brancos.
Depois da Segunda Guerra Mundial, o boxer é já uma raça popular nos cinco continentes, com um altíssimo nível de criadores em países como a Alemanha, Holanda, Itália, Estados Unidos, etc. Durante este período a raça vive os seus melhores momentos, graças à homogeneidade conseguida no tipo dos exemplares. Em 1950 nasce na cidade de Strassbourg a ATIBOX (Associação Técnica Internacional do Boxer) cuja finalidade é a manutenção dum estalão morfológica e psiquicamente, belo e funcional, marcando as directrizes a seguir na criação e evolução da raça, com critérios uniformes para os diferentes países. Esta associação agrupa todos os clubes de Boxer a nível mundial e celebra anualmente uma assembleia geral na qual se encontram representados todos os seus filiados. Além disso, organiza uma exposição de beleza e um campeonato de trabalho.
Origem
 
Pelo menos cinco raças participaram na criação do boxer: o bullenbeisser ("mordedor de touros"), o baerenbeisser ("mordedor de ursos"), o brabanter da Bélgica, o dantziger da Polónia e o bulldog inglês antigo conhecido como Olde Bulldogge que no Brasil formou o bulldog campeiro.
Os bullenbeiasers (há quem o defina como a sua versão moderna) eram famosos no país germânico desde a Idade Média. Eram provenientes duma população de dogues existente na Alemanha, Bélgica, Países Baixos e no leste de França, descendentes dos chamados Cannis ursiturus, (cães de urso) e Cannis porcatoris (cães d ejavali), e utilizados nessa época como cães de presa. Foi seleccionado mais pela sua funcionalidade que pela sua beleza, uma vez que tanto era utilizado para a caça de grandes presas, como na guarda do gado bravo, assim como "espectáculos" de lutas contra os touros. Crê-se que a as suas origens poderiam estar nos mastins alemães importados da Inglaterra.
O brabante da Bélgica, tal como o dantziger, era um cão menor, ágil e rápido. De cor dourada, era utilizado como condutor de rebanhos e em alguns lances de caça maior. Cortava-se-Ihes o rabo e as orelhas quando eram jovens.
E, por último, o bulldog inglês antigo (Olde English Bulldogge), um pouco maior e bem mais pesado que o Bulldog moderno, que chegou à Alemanha a partir de 1820.
Alguns historiadores e cinófilos sustentam a teoria de que presas e alanos espanhóis, tal como o dogue de Bordéus, também deram sangue para o projecto racial do boxer.
Padrão oficial
.
O boxer é um cão de porte médio para grande, compacto, de figura quadrada, com ossatura robusta e de pelagem curta. A musculatura é seca, poderosamente desenvolvida, modelagem nitidamente definida. Sua movimentação é enérgica, poderosa e nobre. O boxer não é rústico, pesado, muito leve, nem lhe falta substância. Seu verdadeiro nome é boxer bullenbeisser alemão.
Proporções importantes: a) Comprimento do tronco: a construção é de figura quadrada, isto é, a horizontal da cernelha e as duas verticais, uma tangenciando a ponta do ombro e a outra a ponta do ísquio, formam um quadrado. b) Profundidade de peito: o peito alcança abaixo dos cotovelos, sendo a metade de altura da cernelha. c) Comprimento da cana nasal: a proporção crânio-focinho é de 2:1; medidos o crânio do stop, canto medial do olho até o occipital e da ponta da trufa ao stop.
Cabeça e crânio: é a parte do Boxer que lhe confere o aspecto característico: bem proporcionada ao tronca sem parecer leve nem muito pesada. O focinho, o mais largo e poderoso possível. A estrutura da cabeça obedece a relação proporcional entre as medidas do focinho e as do crânio. Visto de qualquer ângulo, o focinho guarda uma proporção correta com o crânio, isto é, não pode parecer muito pequeno. A pele, normalmente, não apresenta rugas. Entretanto, com o movimento natural das orelhas, conforme cada posição, pode haver formação de rugas. Com origem na face dorsal da raiz do focinho, rugas naturais, levemente marcadas, descem simetricamente pelas faces laterais. O crânio bem modelado, isométrico, com as faces planas, sem relevo, levemente arqueado, sem ser curto, abobadado, ou plano; moderadamente largo e o occipital moderadamente pronunciado.
Stop: nitidamente marcado, formado pelo frontal e a cana nasal. A cana nasal não deve ser encurtada, como no Buldogue, nem caída para a frente. O comprimento da cana nasal é igual a metade do comprimento do crânio (relação C/F=2:1). O frontal apresenta um sulco mediano, sutilmente, profundo especialmente entre os olhos.
Trufa: fica um pouco mais alta, em relação à raiz, larga, preta, levemente arrebitada, com narinas largas, separadas pelo fino sulca mediano da trufa.
Focinho: bem desenvolvido nas três dimensões de maneira equilibrada. Sua forma é determinada pela: a) forma e articulação dos maxilares; b) disposição dos caninos inferiores e alinhamento das arcadas dentárias; c) maneira com que os lábios se amoldam a essa estrutura.
Os caninos, de bom tamanho, são o mais afastado possível. O plano anterior do focinho é, portanto, largo, quase quadrado, formando um ângulo obtuso com a linha superior do focinho. O contorno do lábio superior pousa no contorno do inferior. O lábio inferior, no terço anterior da mandíbula, curvada para cima, não pode ultrapassar muito à frente nem, tão pouco, ocultar-se sob o lábio superior. O queixo projeta-se à frente do lábio superior, de maneira bem nítida, tanto de frente, quanto de perfil, sem por isso assemelhar-se ao do Buldogue. Tanto os incisivos inferiores, quanto a língua devem ficar ocultos, enquanto a boca estiver fechada. Os seis incisivos são bem alinhados, inclusive os incisivos pinça, entretanto, os superiores formam um leve arco, enquanto, os inferiores alinham-se em reta. Os dentes são fortes, sadios e normalmente inseridos.
A mandíbula avança em relação à maxila e assume um forma levemente encurvada para cima.
Lábios: os lábios arrematam a forma do focinho. O superior é espesso, formando um acolchoado, que preenche o espaço do prognatismo entre a arcada superior e inferior e fica apoiado nos caninos inferiores.
Dentes: o Boxer é naturalmente prognata. A maxila é larga desde a raiz, mantendo, essa largura, em toda sua extensão, diminuindo muito pouco, na direção da ponta do queixo. Tanto a maxila quanto a mandíbula são muito largas na ponta do focinho.
Faces: fortemente desenvolvidas, em virtude da robustez dos maxilares, sem que com isto, sejam fortemente pronunciadas em relevo saliente: apenas fundem-se ao focinho em leve curva.
Olhos: marrom escuro, com a orla das pálpebras escura, de tamanho médio e inserção faceando com a superfície da pele. De expressão enérgica e inteligente, sem ficar com a expressão carrancuda, ameaçadora, penetrante.
Orelhas: inserção alta, preferencialmente pequenas e espessura delgada. Em repouso, são portadas pendentes bem rentes às faces. Em atenção, voltam-se para a frente, caindo e fazendo uma dobra bem marcada. Quando operadas, são cortadas em ponta, de comprimento moderado, com o pavilhão auditivo de largura moderada e são portadas eretas.
Pescoço: com a nuca bem evidenciada, por uma curva elegante, na linha superior; de seção redonda, comprimento e largura médios; forte e musculado, pele ajustada em toda a extensão, sem ser exageradamente lassa, e sem barbela.
Tronco: de construção quadrada, compacto e membros retos.
Cernelha: bem marcada.
Linha superior: reta, dorso e lombo curtos, largos e bem musculosos.
Garupa: levemente inclinada, larga, com tênue, quase reto, arqueamento. O osso pélvico é longo, largo, sendo mais largo nas fêmeas.
Peito e antepeito: profundo, descendo ao nível dos cotovelos; e igual à metade da altura da cernelha. Antepeito bem desenvolvido.
Costelas: bem arqueadas, sem ser em barril, com as articulações bem anguladas para trás. Linha inferior: descreve uma curva elegante, ligeiramente esgalgada.
Lombo: curto, compacto e rígido.
Cauda: de inserção mais para alta que baixa, amputada, portada acima da horizontal.
Membros anteriores: visto de frente, os membros anteriores devem ser retos e paralelos, com uma forte ossatura.
Ombros: com escápula longa e inclinada, bem amoldada ao tórax, sem ser muscularmente carregado.
Braços: longos, com uma forte ossatura, articulações firmes e o úmero fazendo um ângulo reto (90°) com a escápula.
Cotovelos: bem ajustados, trabalhando paralelos, rente ao tórax.
Antebraços: verticais, longos e fortemente musculados por musculatura seca.
Carpos: fortes, bem marcados, embora sem volume.
Metacarpos: curtos, quase verticais.
Patas: pequenas, redondas, compactas, e almofadas plantares com a sola bem resistente.
Membros posteriores: musculatura muito forte, músculos rígidos, com relevo bem modelado.
Coxas: longas e largas. Articulações coxofemorais e dos joelhos o mais fechada possível.
Joelhos: com o exemplar em stay, deve tangenciar a vertical da ponta do ílio.
Pernas: muito musculosas.
Jarrete: forte, bem definido, com a ponta não voltada para cima e o ângulo próximo aos 140°.
Metatarso: curto, pouco inclinado fazendo um ângulo com o solo de 95° - 100°.
Patas: levemente mais longa que as dos anteriores, com almofadas robustas.
Movimentação: vigorosa, com muita propulsão e nobreza.
Pele: ajustada, elástica e sem rugas.
Pelagem: Pêlo: curto, duro, brilhante e bem assentado.
Cor: fulvo (dourado) ou tigrado. Dourado se apresenta em diversas tonalidades, indo do vermelho escuro ao amarelo claro; as tonalidades médias, o vermelho amarelado, são as mais características. A máscara preta. Tigrado se desenha em listas transversais, de cor escura ou preta, sobre as diversas tonalidades já descritas. O contraste entre a cor das listas e a cor base deve ser nítido. As marcas brancas não devem ser proscritas; elas podem, até mesmo, ser muito agradáveis.
Talhe: altura medida na cernelha, na vertical que passa pelo cotovelo; Machos: 57a 63 cm; Fêmeas: 53 a 59 cm.
Peso: os machos com altura em torno de 60 cm devem pesar acima de 30 quilos; as fêmeas de cerca de 56 cm, aproximadamente 25 quilos.
Faltas: qualquer desvio dos termos deste padrão deve ser considerado como falta, e penalizada na exata proporção de sua gravidade.
Classificação FCI:
Grupo 2 : Pinscher, Schnauzer, Molossos e Boiadeiros Suíços. Seção 2.1 : Molossos
País de origem: Alemanha Nome no país de origem: Deutcher Boxer Utilização: Guarda e companhia
Exigida prova de trabalho para o Campeonato.
Padrão Oficial da Raça Confederação Brasileira de Cinofilia - Filiada à Fédération Cynologique Internationale
Cirurgias estéticas
 
O corte estético das orelhas continua popular, principalmente em países como os Estados Unidos da América. O corte da cauda é feito nos primeiros dias de vida do filhote e é simples, devendo ocorrer na terceira ou quarta vértebra caudal. Em seu país de origem, ambas as amputações foram proibidas e no Brasil, em 2008, o corte de orelhas foi proibido e o de cauda considerado procedimento cirúrgico não recomendável pela Resolução 887 do Conselho Federal de Medicina Veterinária. A tendência é, com a alteração do padrão oficial da raça, que as amputações, não só em Boxers, como em outras raças, sejam uma prática aos poucos abandonada.
Potenciais problemas de saúde
 
Boxers são suscetíveis a tumores. Entre seus possíveis problemas de saúde também estão a displasia coxo-femural e a cardiomiopatia.
Potenciais donos de boxer podem se sentir tentados a escolher outra raça de cachorros por causa de potenciais problemas de saúde, mas devem pensar novamente e reconsiderar sua decisão.
A incidência dessas doenças é baixa, e ao se adquirir um cão de criadores idôneos, que forneçam certificados de saúde para seus exemplares, aumenta-se muito as chances de ter um animal saudável e longevo.
No Brasil temos o Bulldog Campeiro uma versão brasileira e parruda do Olde English Bulldogee quem vê um bulldog campeiro na rua exclama nossa parece um boxer que tomou anabolizantes, mas hoje em dia o campeiro tem realizado o que o boxer realizava em tempos idos no campo na lida com o gado e proteção das fazendas, sendo mais robusto e rústico que o boxer.
Petclube Sustentável:Criação de animais domésticos para companhia Facilitando a Preservação da Mata Atlântica com incremento no Lençol Freático e mitigação do Aquecimento Global.