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Mastife Inglês, Mastiff, Old English Mastiff

Origem: Grã-Bretanha
Utilização: guarda e defesa
Porte: grande
Pelagem: pelo curto
Cores: variações do fulvo, mas sempre com orelhas, trufa, focinho e região em torno dos olhos pretos.
Temperamento: calmo, seguro e afetuoso
Mastiff Inglês, Mastiff, Old English Mastiff, Grã-Bretanha, cão de guarda, cão de defesa, grande porte,
O tamanho impressiona. Considerado o maior e mais pesado cão do mundo, o Mastiff Inglês assusta, mas de acordo com muitos proprietários da raça, o cão é calmo e dócil. Por ser paciente, convive bem com crianças.
Tranquilo e reservado, o cão não costuma latir à toa. Recomenda-se que o Mastiff Inglês tenha contato com as pessoas da família, amigos e outros animais desde pequenos.
O mastiff inglês ou simplesmente mastiff (em inglês: English Mastiff) é considerado uma raça de cães tradicionalmente inglesa. Seu antepassados devem ser buscados entre os mastins assírios, descendentes por sua vez do mastim do Tibete.
Dotado de grande força, era usado no combate entre cães, leões e ursos na antiga Inglaterra. Hoje, é essencialmente um cão de guarda e de defesa. A cinofilia lhe tem grande estima, tanto por seus dotes estéticos como pelas qualidades psicofísicas. É, sem dúvida, um cão grande, volumoso, vigoroso e simétrico. De todas as raças caninas, é a mais pesada. A média mundial para exemplares de boa linhagem e característicos da raça é de 90 kg para machos e 80 kg para fêmeas, isso aos 2 anos. Aos três anos um mastiff pode ultrapassar os 100 kg, havendo registo de um exemplar com 155 kg. Tem um nariz largo, olhos pequenos e afastados, orelhas pequenas, finas ao tato. A cauda tem implantação alta, é larga na raiz e vai se afinando até a ponta. A pelagem é curta e espessa, não muito fina nos ombros, no pescoço e no dorso.
Raça popular nos Estados Unidos da América, no Brasil o plantel vem crescendo em qualidade e quantidade. Persistem, porém, alguns desafios para a criação pois, mesmo nas exposições de estrutura e beleza, observam-se cães com pouca estrutura óssea e falta de massa, uma vez que se trata de uma raça molossóide, e quanto à marcação (cor), ausência de máscara preta. Ele pode apresentar cores como fulvo prateado (um tom de bege claro), fulvo abricot (um tom de laranja escuro) e fulvo tigrado, que é uma das cores básicas mais o preto. Todos os mastiffs devem possuir máscara e orelhas pretas. Não existe o preto sólido como cor, isso é sinal claro de que o exemplar é um mestiço!
Muitos são os cuidados necessários com a raça, principalmente devido ao peso excessivo, pois o filhote, que nasce com mais ou menos 600 gramas, apresenta já aos seis meses um peso de 50 kg. O mastiff requer cuidados especiais com alimentação, que nos seus primeiros 18 meses de vida deve ser a melhor possível e nas quantidades recomendadas pelos veterinários. Qualquer excesso pode acarretar problemas como a displasia coxo-femural. Não deve haver suplementação de cálcio, pois isso pode acarretar problemas de postura. Recomendam-se exercícios físicos adequados a cada fase da vida e acompanhamento de um médico veterinário para que se respeitem os limites do cão. A expectativa média de vida é de aproximadamente doze anos.
Raça Brasileira tem sido considerada uma opção para aqueles que gostam do tipo molosso e gostariam de um bom guarda na cidade
BULLDOG CAMPEIRO SUPER GUARDIÃO
SAIBA MAIS:
CÃES F:55 011 9386 8744 GATOS F:55 011 8485 4545 GERAL F:55 011 4684 1047
PETCLUBE
"A grandeza de uma nação pode ser julgada pelo modo que seus animais são tratados." (Mahatma Gandhi)
Amichetti Bullys & AMICAT´S Bengal Maine Coon Ragdoll Exótico
EcoVilla Amichetti- Paraíso Ecológico- uma forma sustentável de ConViver.
Rod. Régis Bittencourt, km 334, apenas 40 min. de SP-Juquitiba .
Agende uma agradável visita para adquirir seu filhote e faça belo passeio no santuário ecológico com a Mata Atlântica preservada.
Suplemento de Vitamina C auxilia no metabolismo e na saúde dos pets
Algumas situações são mais recorrentes nos pets durante o período do inverno, fazendo com que as células sofram ação dos chamados radicais livres. Para prevenir esta situação e garantir que os animais atravessem este período de forma saudável, a suplementação com vitamina C é uma ótima alternativa.
Segundo a médica veterinária Isabella Vincoletto, a vitamina C é um nutriente que desempenha diversas funções metabólicas, atuando como coenzima e co-fator em várias reações biológicas. É um poderoso antioxidante, sendo usado para neutralizar radicais livres. Contudo, diante de situações especiais, como estresse, poluição ambiental, mudança de temperatura ou baixa qualidade da alimentação, muitos animais deixam de produzir adequadamente essa vitamina, podendo ser observados os efeitos positivos da suplementação com Vitamina C em cães e gatos com deficiências nutricionais.
"O uso correto de Vitamina C só traz benefícios, tanto para cães e gatos, quanto para outras espécies de animais domésticos, principalmente no período do ano em que as temperaturas ambientais estão mais baixas", afirma Isabella.
O produto encontra-se disponível em frascos de 30 ml. Cada gota do produto contém 12,92 mg da vitamina, devendo ser utilizado por via oral. A dose recomendada para cães é de 0,4 a 2 ml ou 8 a 40 gotas do produto, uma a três vezes ao dia; e 0,4 ml ou 8 gotas, de uma a três vezes ao dia para gatos. Já para roedores, répteis, mustelídeos e aves, deve-se diluir 15 gotas do produto em 100 ml de água de bebida.
SAIBA MAIS:
BULDOGUE FRANCÊS
PUG
RHODESIAN RIDGEBACK
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STAFFORDSHIRE BULL TERRIER
BULL TERRIER
AMERICAN STAFFORDSHIRE TERRIER
CHIHUAHUA
OVERBULLY
EXOTICOS AMICAT´S
MAINE COON AMICAT´S
BENGAL AMICAT´S
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Cães que comem cocô e lixo
Quando um cão começa a comer fezes, ou o lixo da casa, raramente o dono deste cão consegue lidar com isso de forma razoável. Ele vê tais comportamentos com um olhar absolutamente corrompido por preconceitos e nojos, esquecendo-se que estamos falando de um cão e não de um ser humano. Tal raciocínio raramente leva em consideração que existem aspectos fisiológicos e comportamentais que podem levam o cão a tal comportamento.
Bem, a primeira coisa que precisamos considerar é que cães são animais que comem carniça. Não sendo grandes caçadores eles, em sua vida selvagem, comumente vivem dos restos da caças de outros animais. Portanto, os canídeos têm um organismo apto a comer e digerir alimentos em decomposição, ou mais popularmente “podres”. Nesta linha, o cocô humano, canino, e mesmo o lixo doméstico estão dentro deste cardápio. É preciso, porém, saber diferenciar cada situação, e tomar as atitudes necessárias para resolver o problema ao invés de simplesmente olhar feio e reclamar.
Para um animal que come carniça, o lixo doméstico é uma fonte de grande variedade de alimentos. Um verdadeiro buffet! E se considerarmos a quantidade de condimentos e temperos que costumamos usar em nossa comida, não é difícil entender porque o lixo atrai tanto a atenção do cão. Ele não come o lixo por estar com fome! Ele ataca o lixo porque é isso que o seu instinto de sobrevivência manda fazer. A melhor solução nestes casos é comprar um lixo cuja tampa possa ser rosqueada, e portando seu cão não conseguirá abri-la.
O caso de cães que comem cocô humano, em calçadas e praças, vai quase na mesma linha. Apesar de muito decompostos, os alimentos presentes nas fezes humanas ainda são muito nutritivos e atraentes para um cão. Aqui não há muito jeito! Se você sabe de um lugar que as pessoas costumam usar como banheiro, e seu cão gosta de cocô humano você terá que mudar o local de passeio com seu cão, ou não soltá-lo da guia.
Já o caso do cão que come fezes caninas é um caso um pouco diferente. O nome científico é coprofagia. Tal sintoma pode ser determinado por vários aspectos tanto comportamentais como fisiológicos. Alguns deles já foram comentados na matéria sobre Coprofagia escrita pela adestradora Claudia Pizzolato. Porém, outros fatores também bastante importantes devem ser avaliados.
Vermes e Giárdia
Se o cão estiver com vermes ou com giárdia ele pode ter mais dificuldade em absorver os nutrientes do ração que você dá a ele, fazendo com que ele precise comer o próprio cocô para complementar sua alimentação. Mesmo que seu cão já tenha sido vermifugado, é possível que ele tenha vermes, já que o vermífugo elimina os vermes que estão no organismo no momento em que o remédio é ministrado. Ele não é preventivo! E é exatamente por tal razão é que temos que dar vermífugos regularmente para os cães. O grande problema é que os vermífugos não combatem protozoários, portanto se o seu cão estiver com giárdia, o vermífugo não resolverá o problema. O mais indicado neste caso é fazer um exame de fezes no cão para saber exatamente se existe algum verme ou protozoário, e então ministrar o remédio específico para o caso.
Fatores comportamentais
É muito comum que ao tentar ensinar o filhote a fazer cocô no lugar certo, o dono erre na mão e acabe por passar ao filhote que o fato dele “fazer cocô” é ruim e desagrada ao seu dono, invés de “fazer cocô no local errado” ser ruim. Isto acontece normalmente quando o dono, ao ver o filhote fazendo cocô no lugar errado, briga com o ele, sem conseguir mostrar que se ele fizesse o cocô no lugar certo ele seria elogiado. Isso pode acontecer tanto por falta de rapidez – ou atenção – deste dono, ou quando o cão é pequeno e faz o cocô muito rapidamente. Então não há tempo para se colocar o filhote no local certo.
Há também a situação em que o dono se depara com o cocô já feito e briga com o filhote. Neste caso, não é incomum que o filhote resolva “sumir com as provas do crime” para não ouvir bronca. Ou seja: só brigar não adianta, e pode até piorar tudo! Ou você age da forma correta, pegando o cão enquanto ele estiver fazendo o cocô e coloca-o no lugar certo, ou deixa pra lá! Limpe o cocô sem broncas ou resmungos. Ah! E não se esqueça de elogiar muito seu filhote quando ele fizer o cocô no lugar certo Também não é demais lembrar que o filhote, não tendo noção de tempo, muitas vezes nem sabe que aquele cocô no tapete é obra dele, mas certamente ele sabe que quando seu dono vê aquele montinho, a bronca sobra para ele.
Muitas vezes, ao tentarmos resolver o problema da coprofagia acabamos por incentivá-la - sem perceber. Algumas raças - tais como o lhasa apso e o shih tzu - têm tendência a comerem o próprio cocô. E não é incomum que o dono, ao se deparar com o cocô comido, brigue com o cão - até como uma forma de desabafar seu desaponto com o cãozinho. O problema é que este tipo de reação do dono gera muita confusão. Em primeiro lugar, não é difícil imaginar que o cão pode entender esta bronca não ao fato dele comer cocô - já que ele não tem consciência de que este hábito possa causar tanto asco nos humanos - e sim ao fato do cocô estar ali. Com isso, temos duas consequências: 1) o cão começa a comer o cocô para evitar que vc se chateie por achar cocô na casa; 2) estas broncas "sem motivo aparente" costumam deixar o filhote tremendamente ansioso, o que costuma provocar mais comportamentos compulsivos, tais como comer cocô. Em suma: quanto mais vc se incomoda com o problema, mais ele aumenta
Indicações:
Como já vimos acima, a coprofagia pode ser determinada por muitos fatores, e não existe uma mágica que faça tal comportamento desaparecer. Sem se analisar o que exatamente está causando tal sintoma, uma atitude errada pode não ter efeito algum, ou mascarar o real problema. Portanto, antes de qualquer medida, converse com o veterinário de sua confiança e faça um exame nas fezes de seu cão para eliminar os fatores físicos.
Não podemos deixar de comentar de filhotes que brincam com o cocô. Normalmente estes filhotes não têm brinquedos que de fato os interessem, então eles procuram outras distrações. A questão aqui é olhar com mais atenção para saber que tipo de distração seu filhote gosta, e fornecê-la a ele. Nem sempre adivinhamos que tipo de brinquedos um filhote irá gostar. O que pode ser muito atrativo para um cão, pode não fazer o menor sucesso com o outro. Portanto, aqui a solução é sempre trazer novas alternativas, não se limitando a bichinhos de borracha e bolinhas.
Existe um Floral de Bach chamado CRAB APPLE indicado para casos de coprofagia. Este floral deve ser ministrado diretamente na boca do cão, ou pingado em algum petisco canino, que o cão deve comer imediatamente. Dê 4 doses diárias de 4 gotas por 5 dias. A partir daí comece a diminuir uma dose por dia. Se o comportamento voltar, ao se diminuir as doses, passe a dar as 4 doses diárias novamente por mais 5 dias, diminuindo então uma dose por dia. Em casos de cães de raças grandes cada dose deve ser de 6 dotas
Normalmente o cão come o cocô imediatamente após tê-lo feito. É quase um ato reflexo: ele faz e come, portanto se vc puder ficar de olho no seu cão para pegá-lo no ato, ótimo: assim que ele acabar de fazer cocô, distraia-o! DÊ um petisco, ou brinque com ele para que ele "se esqueça" do cocô. Assim vc desconecta os dois atos. Se você, no entanto, só percebe a coisa quando já aconteceu, não dê muita importância. Ao se deparar com um cocô (comido ou não) recolha-o e - se possível - felicite seu cão. Com tal atitude vc fará com que ele deixe de ter medo que vc encontre o cocô dele , e muitas vezes só isso pode acabar com o problema da coprofagia.
Se vc tem nojo de brincar com seu cão, quando ele come cocô, dê um biscoito canino para ele antes de voltar a brincar. Estes biscoitos são feitos para limparem os dentes dos cães e com isso fazem as vezes de uma escova de dentes. Há, inclusive, bolachas com hortelã especialmente feitas para acabar com o mau hálito dos cães.
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BULDOGUE FRANCÊS
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