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Reflexões em torno de uma ética animal
Néstor Alberto Calderón Maldonado
(Médico Veterinario da Universidade de la Salle, Diplomado en Medicina , Cirurgia e Zootecnia de cães e gatos – UNAM, Especialista em Bioética - Universidade El Bosque, Medicina Homeopática - AMHA (Asociación Médica Homeopática Argentina), Homeopatia Veterinaria - FICH (Fundación Instituto Colombiano de Homeopatia). Responsável pelo curso Etologia e Homeopatia da FICH. Atualmente docente universitário de Etologia, Bioética e Bem Estar Animal . )
Como poderemos construir uma nova humanidade ? Com respeito pela vida. A existência depende mais do respeito pela vida que das leis e dos profetas. O respeito pela vida abarca toda ética do amor, em seu sentido mais profundo e elevado.
É fonte de renovação constante para o indivíduo e para a humanidade.
ALBERT SCHWEITZER
( Reverence for Life)
Ao falar de uma ética animal, estaríamos pleiteando a utilização de diversos enfoques éticos para cada um dos seres ou sistemas que habitam o planeta, encontrando assim uma ética centrada no homem (antropocêntrica), outra centrada nos animais (zoocêntrica) e finalmente uma centrada na vida (biocêntrica). Esta última que adotaremos como eixo de reflexão, a BIOÉTICA.
Em nossa proposta, pretendemos refletir sobre os aspectos éticos da relação homem-animal, discutindo acerca do status moral dos animais, de seus "direitos" e finalmente revisar nossas "responsabilidades" éticas, morais e legais com outras formas de vida que compartilham o ambiente natural e artificial em que vivemos.
Estas reflexões nascem da possibilidade que oferecem as argumentações da bioética para abordar discussões sobre o sentido de nossas ações, decisões e atitudes sobre a vida e os animais. Nascem de uma vivência pessoal de compartilhar sua vida e sua morte, sua saúde e sua enfermidade, de estudar e observar sua conduta. Da insatisfação frente a perguntas e respostas sobre nossas diferenças e similitudes, do uso que damos a eles, e por conseguinte, de ‘ser’, mais que do que ‘fazer’, a Medicina veterinária.
Perguntas assumidas habitualmente por filósofos, escritores, jornalistas, advogados, e em menor proporção por zoólogos e biólogos, quase nunca foram abordadas pelos médicos dos animais, os veterinários.
Esta ausência é provável que tenha sido ocasionada, em grande medida, pela formação universitária de graduação em ciências veterinárias, que valorizam muito mais os aspectos zootécnicos, cirúrgicos, diagnósticos e clínicos do que reflexões filosóficas ou éticas de nosso trabalho. É também provável que seja devido à percepção que temos do animal, máxima quando o objetivo fundamental da profissão é a saúde humana, a sanidade animal e produtividade agropecuárias, em que os animais são considerados "objetos" (seres que se movem).
Sua dimensão de "seres sensíveis" só há poucos anos se vem levando em conta no âmbito profissional. Esta dimensão, seu estudo e sua aplicação se têm dado através da etologia veterinária e do bem estar animal (animal welfare).
É possível que para muitos esta discussão não tenha objetivos, e para eles as argumentações dadas pelos protecionistas ou defensores dos animais careçam de bases sólidas a nível filosófico e moral. E acontece que foi somente após que filósofos conhecidos abordaram a problemática dos animais e a forma com que o tratamos, que se criaram espaços de discussão e análise sobre nossas suposições, de nossas atitudes e do que fazemos frente a outras formas de vida com que compartilhamos a existência neste planeta.
"... cada vez que me tivesse mostrado suficientemente humilde e disposto a permitir que um ser que não era humano me instruísse, este amigo, quer tivesse quatro patas, seis ou nenhuma, compartilhou comigo uma sabedoria que não tem preço. Todos eles me ensinaram que a perfeita compreensão entre o ser humano e outras formas de vida é possível no momento em que o ser humano cumpre realmente o papel que lhe corresponde." (4)
Propomos uma reflexão que tenha em conta as condições que fazem possível a vida, reconhecendo a biodiversidade não só em termos ecológicos e ambientais, mas pela trama dos elementos que a constituem e que fazem possível ver a vida como uma totalidade. Esta rede ou trama em que todos os elementos se encontram entrelaçados em uma dinâmica estrutural de relações, rede que nos permite o substrato sobre o qual podemos construir nosso aporte a reflexão. Reflexão esta que não estará orientada a "humanizar o animal, nem a animalizar o humano", mas sim a propor uma relação harmônica, coerente e madura com as demais espécies.
1. A relação homem animal.
(O que segue agora é uma adaptação de MACROBIOÉTICA - Colección Pedagogía y Bioética. Nº 7; Universidad a distancia. Programa de Bioética; Facultad de Educación; Universidad El Bosque. Bogotá, 1999.)
"A grandeza de uma nação e seu progresso moral se pode julgar de acordo com a maneira com que se trata seus animais"
Mohandas Gandhi
As diversas relações que mantemos com os animais, sejam estes silvestres, domésticos, de companhia, de laboratório, de consumo, de rua, etc. tem permitido uma aproximação com enfoques diferentes: acadêmico, filosófico, ético, jurídico, emocional, romântico, artístico, compassivo, fundamentalista, de saúde, clínico, etológico e comparado, entre outros.
E todo este enfoque tem gerado, por sua vez, posições ideológicas muito definidas, como a protecionista, abolicionista, utilitarista ou indiferente. Discutindo habitualmente temas como a experimentação e vivissecção, o tráfico da fauna silvestre, a posse responsável de mascotes, as populações animais de rua e seu controle, os animais como alimento, os métodos de produção intensiva, as coleções de animais (zoológicos) e os centros de controle de zoonoses. Esta relação que a espécie humana tem estabelecido com outras espécies animais se encontra marcada por momentos históricos e culturais, assim como por fatores ambientais, políticos, econômicos, científicos e sociais. Tornando –se mais estreita e complexa quando como espécie começamos a domesticá-los e a colecioná-los, criando interações que em principio ocorrem em detrimento das necessidades básicas das espécies mantidas em cativeiro ou de domesticidade.
"Atualmente rodeiam o homem uma série de animais domésticos de grande valor econômico ou afetivo, considerados como algo natural, se esquecendo que todos eles não existiam há quinze mil anos e que a maioria não apareceram senão há uns dez mil anos (domesticação). A transição de uma economia de caça a outra na qual se produzem alimentos, ou seja, aonde se têm plantas e animais domesticados, constituí sem dúvida alguma o hábito mais revolucionário e de conseqüências econômicas e sociais mais importantes para o desenvolvimento da humanidade." (6)
No caso das espécies chamadas domesticas ou domesticáveis, se gerou um "contrato de uso". Habitualmente a nível técnico o denominamos exploração pecuária. Este conceito de contrato, referido por D. Morris (1990) como o "contrato animal", pleiteia que existe entre nós e os animais um compromisso, que nos converte em sócios para compartilhar o planeta. A base deste contrato consiste em que cada espécie deve limitar o crescimento de sua população de modo tal que permita a convivência de outras formas de vida. (29)
Sem dúvida no manejo dos animais de produção ou de consumo, os sistemas de "exploração intensiva" descritos por P. Singer (1975) como "a granja-fábrica (la granja-factoría)", são justificados exclusivamente com base no custo-benefício do sistema e como uma opção alimentar para a população humana que necessita de fontes de proteína animal. Sem contemplar outras implicações diferentes das técnicas, econômicas e de produção.
Por ultimo, não se trata de alegar com estes assuntos que a única opção seja então o vegetarianismo ou veganismo, mas sim de revisar os fundamentos e esquemas conceituais (éticos e morais) que sustentam os sistemas de manejo e utilização dos animais domésticos ou de consumo. Trata-se de olhar se como espécie e cultura, vemos nos animais objetos úteis ou seres sensíveis. E ao perguntarmos desta forma, geram-se de imediato vários dilemas éticos, expressados como:
bullet o sofrimento animal.
"Veneramos, mimamos e admiramos alguns animais, enquanto a outros torturamos e destruímos. Talvez uma das razões por que os seres humanos abusam dos animais seja porque não podemos sentir o que eles são, o que é ser um animal." (21)
Através da neurobiologia e da fisiologia animal, temos podido entender os mecanismos que estão por trás da "dor animal", dor esta que varia em sua percepção e expressão de espécie para espécie. Porém ela é, sem dúvida alguma, uma realidade biológica.
Quanto ao sofrimento, constitui um conceito de grande peso, porém de difícil quantificação (medição) em um animal. Ainda que o animal possa comunicar-se (vocalizações, atitudes posturais e faciais, sinais químicos) se pede algo mais objetivo, uma experiência do tipo emocional.
Isto nos oferece um desafio que se tem tentado elucidar a vários séculos: J. Bentham (1748 - 1832) escrevia: "A pergunta não é, quando me interessar pelo bem estar de alguém, se ele ‘pensa ?’ ‘possui capacidade de raciocínio ?’ mas sim ‘sente ?’ ‘tem capacidade de gozar e sentir ?’" (17) . Frente a este dilema prático surge a proposta ética de "Bem Estar Animal", em que os profissionais das ciências veterinárias, em conjunto com governos e ONG's, tem concordado desde a década de sessenta, de implantação de protocolos de medição e controle para obter o dito bem estar nas áreas de produção e manutenção de animais.
Os conhecidos como "as cinco liberdades" (entendidas como necessidades, são alimentação, refúgio, saúde, comportamento e bem estar), o manejo ecológico (entendido como a melhor maneira de aproximar-se, sujeitar e imobilizar um animal) e o enriquecimento ambiental (naquelas espécies que vão ser confinadas, permitir mediante o desenho arquitetónico das instalações, o equipamento e o manejo, que suas necessidades biológicas, teológicas e psicológicas possam ser satisfeitas).
bullet o conflito de interesses.
..."O princípio de igual consideração de interesses não permite que os interesses principais sejam sacrificados em prol dos interesses secundários..." (17)
Da mesma maneira que na discussão anterior, estas discussões têm sido abordadas há vários séculos. Assim como o filósofo e economista inglês, John Stuart Mill (1806 - 1873) já propunha:
"Supondo que algum feito cause mais dor aos animais que prazer ao homem, esta prática é moral ou imoral ? E se o homem não contesta imoral com uma só voz, ao mesmo tempo em que sua cabeça emerge de todo egoísmo que a moralidade do princípio de utilidade se condene para sempre." (22)
Este conflito de interesses é a base, o contingente maior, que enfrenta o profissional de ciências veterinárias, quando deve antepor os custos e honorários ao sofrimento dos animais, e proprietários. Tendo, além disso, que tomar a decisão e executar o sacrifício humanitário de seus pacientes (eutanásia), freqüentemente vista como a melhor opção para evitar o sofrimento. Na ética ambiental (macroética) é mais evidente este conflito, onde se pergunta: Constitui a extinção de uma espécie um preço aceitável a pagar pelo aumento das oportunidades de emprego ? Nos propõem uma reflexão filosófica, se devemos incluir em nossas deliberações éticas todas espécies animais, organismos unicelulares, ecossistemas e incluir o conjunto da biosfera.(41)
O claro é que, como propõe R. Elliot (1993): ... "Uma ética centrada na vida exige que na hora de decidir como temos de atuar, tenhamos em conta o impacto de nossas ações sobre todo ser vivo afetado por elas. " (41)
bullet igualdade e especificidade ?
"... não há razão para crer que algum animal seja capaz de pensar acerca de seus próprios pensamentos desta maneira, nenhum de seus estados mentais será consciente. Se se aceita esta argumentação, se deduzirá quase imediatamente que os animais não podem nos propor imperativos morais, pois os estados mentais não conscientes não são um objeto adequado de interesse moral. " (21)
Ao assumir que a proposta não busca humanizar o animal e nem animalizar o humano, se estabelece desde já que nosso objetivo não é discutir acerca do que é similar e do que é distinto entre o homem e os animais. Senão discutir se os argumentos que utilizamos para interagir com eles seguem sendo válidos, a luz dos novos descobrimentos que contribuem a ciência e a tecnologia. Ou se o pensamento filosófico atual deseja adotar novos ou diferentes argumentos acerca dos animais, sobre seu status moral, seus direitos e nossas responsabilidades.
Neste sentido, nossa cultura tem discriminado sua relação de afeto ou utilidade com os animais mais orientado pela moda e por emoções que por aspectos morais e éticos. Da mesma maneira, é evidente ao observar esta relação, que a complexidade das espécies (especificismo), sua aparência – fenótipo, marcam em grande medida a empatia (compaixão) ou antipatia dos seres humanos sobre estas.
Finalmente e sem resposta clara, a pergunta sobre o direito dos animais nos convida a revisar o contexto normativo, jurídico e legal que marca a relação dos animais em cada país e em cada cultura. Estudar a percepção de que os animais têm cada um sua comunidade (etnoveterinária) e contribuir quando seja oportuno e com uma visão bioética para a sugestão de que promova o "respeito por qualquer forma de vida".
2. Direitos dos animais e responsabilidades humanas ?
" O contratualismo não concede aos animais direitos morais diretos, enquanto o outorga a todos seres humanos. (...) porém as limitações que impõe a nossa conduta são mínimas, e é evidente que o contratualismo não presta nenhum apoio a aqueles que desejariam ampliar ainda mais a proteção que se brinda aos animais. " (6)
O enfoque relativista e subjetivo do valor moral dos animais nos apresenta grande dificuldade no momento de realizar comparações e perguntarmos quem pode fazer parte da comunidade moral humana.
Ou ao perguntarmos : Que faz com que um ser vivo seja considerado uma pessoa ? Como é ser um animal ? Experimentam os animais não-humanos algum pensamento ou algum sentimento subjetivo ?
P. Carruthers (1992) em sua "Teoria moral aplicada" contribui com os seguintes elementos de reflexão:
" Se pode dizer que muitos animais têm crenças e desejos. Não obstante, nenhum animal possui as demais qualidades necessárias para ser considerado um agente racional. Concretamente, nenhum animal parece ser capaz de fazer planos a longo prazo, ou de imaginar futuros distintos possíveis. E nenhum animal parece capaz de conceituar normas gerais convencionadas socialmente. Assim, pois, nenhum animal pode ser considerado agente racional, no sentido que nos permitiria outorgar-lhes direitos diretos segundo o contratualismo".
E T. Regan, em seu livro "The case for animal rigths" diz que : " só tem direitos os seres com um valor inerente (...) Só os titulares de uma vida tem um valor inerente..."
Não obstante um número importante de filósofos afirmam que os animais não são agentes morais e que embora seja censurável a crueldade a eles, não seria possível aceitar dar a mesma importância à vida e ao sofrimento dos animais que aos humanos.
Finalmente M. Sánchez (1996) nos oferece uma proposta conciliadora:
"... O respeito aos animais não é incompatível com o respeito aos humanos. Ambos respeitos são parte de um único e mais amplo sentimento de respeito de todos a todos... " (17)
Quanto às responsabilidades aos animais, pode-se enforcar duas dimensões, uma moral e outra prática.
"... Não obstante, pode haver obrigações indiretas para com os animais, motivadas pelo respeito aos interesses legítimos de quem se interessa por eles. "(6)
No sentido moral, é interessante observar como as diferentes tradições religiosas têm proposto diversas relações com o mundo animal. Desde a chamada Maioria Responsável, onde o homem é o rei da criação e o encarregado das demais espécies para seu uso e cuidado, passando pela Irmandade Franciscana de unidade com todos os seres, até a proibição específica e detalhada do consumo de certos animais.
3. O rol do Veterinário
"É essencial que exista uma distinção clara entre homens e animais, para poder dobrá-los a nossa vontade, conseguir que trabalhem para nós, leva-los, comê-los, sem nenhum sentimento inquietante de culpa ou pena.
Com nossas consciências tranqüilas, podemos extinguir espécies inteiras em nome de um benefício imaginado a curto prazo ou incluso por simples descuido. Sua perda tem pouca importância: estes seres, podemos dizer, não são como nós."(36)
Existe em muitas profissões um código deontológico e um juramento que o profissional recebe e assume no momento de graduar-se. De forma similar possuí uma missão definida a cumprir. No caso dos médicos veterinários colombianos existe um marco de referência recente que tem possibilitado abrir caminho a um desenvolvimento ético da profissão: a lei 576 de 2000 pela qual se resolve o código de Ética para o exercício profissional da medicina veterinária e da zootecnia.
Seria ingênuo pensar que pelo feito da existência da lei ou do marco jurídico do exercício, se poderia garantir o desempenho das pessoas que representam a profissão. Não obstante oferece a possibilidade de criar um âmbito de discussão e aprendizagem coletivo, sobre nossos mínimos éticos de referência. Da mesma maneira, a criação e existência da TRINADEP (Tribunal Nacional de Ética Profissional) que simboliza o órgão de controle sancionador aos infratores destes mínimos éticos. O ideal para mim seria a inclusão de alguns máximos éticos no cotidiano de todos aqueles profissionais relacionados com a área e de todas as pessoas relacionadas com os animais. Que neles existisse a vontade e o interesse de fazer reflexões em torno de uma mesma visão e missão, em torno da cultura do animal que existe em nosso país.
"A medicina veterinária é uma profissão baseada em uma formação científica, técnica e humanística, que tem como fim proporcionar o melhoramento da qualidade de vida do homem, mediante a conservação da saúde animal, o incremento das fontes de alimento de origem animal, a proteção da saúde pública, a conservação do meio ambiente, da biodiversidade, e do desenvolvimento pecuário do país. "
(Lei 576 de 2000 - República de Colombia - Consejo Profesional de Medicina Veterinaria y de Zootecnia de Colombia)
4. Comentário final:
Ao terminar esta curta reflexão, me coloco como membro da espécie humana, cidadão do mundo e médico veterinário colombiano para assumir o compromisso que nos corresponde na conservação da vida em nosso planeta, na preservação e desenvolvimento de nossa cultura . E de maneira fundamental a investigação , aplicação e conformação de princípios éticos que possibilitem a consolidação de uma medicina veterinária mais humana e comprometida com o bem estar humano e animal.
Como citação final, quero compartilhar estas duas:
"Pode chegar o dia em que o resto da criação animal adquira esses direitos que nunca deviam haver sido retirados , senão pela mão da tirania (...)" Pode chegar o dia em que se reconheça que o número de pernas, a vilosidade da pele, ou a terminação do osso sacro sejam por iguais razões insuficientes para abandonar um ser sensitivo a mesma sorte. Que mais existe que deva traçar a linha insuperável ? É a faculdade da razão, ou talvez, a faculdade de discutir ? Porém, pela força da comparação, um cavalo ou um cão adulto são animais muito mais racionais e amistosos que uma criança de um dia, de uma semana, até de um mês. Porém suponhamos que o caso seja o contrário, que importaria ? A questão não é ‘podem raciocinar ?’, e nem ‘podem falar ?’, mas sim ‘podem sofrer ?’ "
[Jeremy Bentham (1748 - 1832; filósofo ingles, economista e jurista) ]
A mensagem dos HUA DE NO SAU NEE ao mundo ocidental (The principles of Morals and Legislation ):
"Os ensinamentos originais nos ordenam que caminhemos sobre a Terra, expressemos um grande respeito, afeto e gratidão a todos os espíritos que criam e mantêm a Vida. Damos uma saudação de agradecimento aos muitos sustentadores de nossos vidas ...Quando as pessoas cessam de respeitar e expressar gratidão por estas muitas coisas, então a vida será destruída e a vida humana deste planeta chegará ao fim.
Nós não somos um povo que demande ou peça coisas ao Criador da Vida, pelo contrário, louvamos e damos graças por todas as forças da Vida que estejam trabalhando. Nós entendemos profundamente nossa relação com todos os seres vivos. E até hoje, os territórios que ainda mantemos, estão povoados de árvores, animais e outros dons da Criação". (1)
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ENGLISH BULLDOG FEEDING
A frequent question we always receive from our clients has to do with the type of food and feeding technics we provide to our English bulldogs. It is very important to keep in mind that English bulldogs are somewhat different to most breeds, and the fact that correct feeding technics are of utmost importance during and after their full development.
Your English bulldog puppy does not know anything about nutrition. He only knows what tastes good. It is up to you to know what and how to feed your buddy so he will get everything he needs to stay healthy and happy.
Nutrients Necessities
Your English bulldog puppy needs proteins, carbohydrates, fats, vitamins and minerals for uptime growth and health.
Proteins are used for growth and repair of muscles, bones and other bodily tissues. They are also used for production of antibodies, enzymes and hormones.
Carbohydrates are metabolized into glucose, the body’s principal energy source.
Fats are also used for energy, along with hormone production, nervous system function and vitamin transport.
Vitamins and minerals participate in muscle and nerve function, bone growth, healing, metabolism and fluid balance.
English bulldogs also need plenty of fresh, clean water. Adequate water intake also helps prevent formation of urinary stones, which is potential problem for this breed.
At WB English bulldogs we recommend to new English bulldog families to continue to provide the same type of food the breeder was using prior to the release of the puppy. In our case we like to use Taste of the Wild (LAMB). We have used several other brands over the years and so far taste of the wild (LAMB) has worked great for our puppies and adults.
When feeding our English bulldog puppies for sale, we take into consideration things such as the amount of protein and fat they should receive in the first few weeks of age. There are other brands in the market that may provide the same or at least close to the same amount of protein and fat but important things such as ingredients of the food, allergies it might cause, as well as the amount of waste the dog will produce along with the characteristic gas passing “feature” that comes standard with this breed are things that one should always keep in mind when selecting the food you want to feed your new English bulldog puppy.
As professional breeders of English bulldogs we always let our clients know about the food we give to our puppies as well as other supplements that we use so that new owners of the English bulldog puppies can continue with the same process; but we do understand that a lot of times people may decide to change both the type of food and feeding technics based on what they may consider it is correct or better for their English bulldogs or perhaps after receiving veterinarian advise.
For those of you who have decided to continue to use Taste of the wild we do make emphasis that the one type we feed our
English bulldog puppies is labeled as taste of the wild (LAMB) .
The number of times you feed an English bulldog puppy is also very important. The younger the puppy is the more often one has to feed the puppy. For breeders it is a lot of work due to the fact that we have to care for the puppies since day one, feeding them at least every two (2) hours. By the time we usually release our English bulldog puppies to their new loving families the puppies will be at least eight (8) weeks old and they will be eating solid food. At this stage it is recommended to feed the puppies three (3) times a day; once in the morning, afternoon, and early evening. Sometimes due to a matter of schedule or advise from friends, breeders or veterinarians; families will feed the puppy two (2) times a day which will make things a little bit easy for the family training the English bulldog, and if this is the case the correct amount of food should be provided to the puppy based on their body weight as well as the age of the puppy. A feeding guide or table should be available to you on the bag of food you use.
In most cases it is recommended for an English bulldog to be on the puppy formula for the first year of life and then a gradual change to an adult formula containing the same nutrients should be given.
It is important to keep in mind that if you as an English bulldog puppy owner encounter any issues with your dog such as allergies or other common illnesses among bulldogs then veterinarian advise should be taken.
Supplements:
Why should you provide supplements to your English bulldog if the food has all they need?
There is no doubt that using a premium food to feed your English bulldog puppy is the smart thing to do. This food will provide the puppy with the nutrients needed to have a long healthy life, but as breeders we use other things to supplement the diet of our English bulldogs so that we can keep them away as much as possible from common illnesses among them.
The use of the right type of supplements from an early stage in the development of the dog is key when raising English bulldogs than with a lot of other breeds. This is due to the fact that English bulldogs have a weaker skeletal system and a lower immune system than other breeds. Having the presence of supplements will help the puppy to develop into a healthier adult.
Ester Vitamin C is a great supplement to give English bulldogs since it will help make the joints stronger and help with the very common illness such as “Hip Dysplasia”. Eggs, cod liver oil, chicken breast, some vegetables are also great for them.
Along with the food we use we also recommend the multi vitamin NuVet, which is a human grade product, made with natural ingredients. It helps with a lot of the common issues the English bulldog breed encounters during their life. For detail information on NuVet and how to order instructions please visit our website and click on the link on top that says NuVet.
If you think you still have questions about the right food to feed your English bulldog puppy or the correct supplement or multi vitamins you can use; please feel free to contact us. Remember that English bulldogs are the best breed in the world; therefor quality food, treats and supplements are ideal when having them as pets.
ENGLISH BULLDOG BEHAVIOR
English bulldog puppies do not have as many behavioral issues as many other breeds. This is why we insist English bulldogs are the best breed in the world; but by no means we are saying they can not enable a behavior that can be undesirable for the new puppy owner. The most common issue families encounter is the propensity for chewing which can be corrected by directing the puppy towards his chew toys.
It can be very frustrating when you have an English bulldog that has one or more behavioral issues; but the most important thing is to remember that the puppy does not know you don’t like that behavior. Once you realize the fact that your new puppy thinks he is acting normal then you can put your frustration aside so that you can see what is causing that behavior and be able to take the steps necessary to change it.
There are several reasons why a dog may engage in undesirable or destructive behavior. Some of those reasons can be:
lack of attention, interesting smells that make them dig, they get bored, they start teething, or get affected by stress etc.
A lot of times bulldogs may show signals that may indicate a bad behavior but often this happens when the dog feels lonely, ignored, neglected or simply no training has been provided by the owners. Other things that cause an unexpected change in behavior can be:
Health issues: A lot of times when they feel ill, in pain, or experience a psychological event; dogs can start acting out. It is important to receive veterinarian feed back if you notice a sudden change in your dog’ behaivor.
Bad diet: Keep in mind that English bulldogs need a good combination of carbohydrates, proteins, and minerals. If the puppy or adult bulldog is receiving too much or too little of one of this categories a change in the activity level may occur specially if you use sugars and starches as part of the diet of your pet.
Exercise: Even though English bulldogs are part of the non- sporting breed group and their activity level is quite low; we recommend that your bulldogs receives daily exercise. With adults, walking around the block will help, and with puppies playtime with the family is the best. This will prevent the puppy or adult to become bored and to start engaging destructive behaviors.
Lack of Leadership: As you may know English bulldogs are somewhat stubborn and tend to do things their way. Some times they even start acting out because they think they are their own masters and even yours too. It is of utmost importance to show the bulldog who is the pack leader to prevent an unwanted behavior. Keep in mind that taking the role as pack leader should happen immediately after your bring an English bulldog puppy home for the first time but in case you are having difficulties with your older bulldog it is never too late to start.
The term "Bulldog" was first mentioned in literature around 1500, the oldest spelling of the word being Bondogge and Bolddogge. The first reference to the word with the modern spelling is dated 1631 or 1632 in a letter by a man named Preswick Eaton where he writes: "procuer mee two good Bulldogs, and let them be sent by ye first shipp".[9] In 1666, English scientist Christopher Merret applied: "Canis pugnax, a Butchers Bull or Bear Dog", as an entry in his Pinax Rerum Naturalium Britannicarum.[10]
The designation "bull" was applied because of the dog's use in the sport of bull baiting. This entailed the setting of dogs (after placing wagers on each dog) onto a tethered bull. The dog that grabbed the bull by the nose and pinned it to the ground would be the victor. It was common for a bull to maim or kill several dogs at such an event, either by goring, tossing, or trampling. Over the centuries, dogs used for bull-baiting developed the stocky bodies and massive heads and jaws that typify the breed as well as a ferocious and savage temperament. Bull-baiting, along with bear-baiting, reached the peak of its popularity in England in the early 1800s until they were both made illegal by the Cruelty to Animals Act 1835. This amended the existing legislation to protect animals from mistreatment and included (as "cattle") bulls, dogs, bears, and sheep, so that bull and bear-baiting as well as cockfighting became prohibited. Therefore, the Old English Bulldog had outlived its usefulness in England as a sporting animal and its active or "working" days were numbered. However, emigrants did have a use for such dogs in the New World. In mid-17th century New York, Bulldogs were used as a part of a citywide roundup effort led by Governor Richard Nicolls. Because cornering and leading wild bulls were dangerous, Bulldogs were trained to seize a bull by its nose long enough for a rope to be secured around its neck.[11] Bulldogs as pets were continually promoted by dog dealer Bill George.[12]
Despite slow maturation so that growing up is rarely achieved by two and a half years, Bulldogs' lives are relatively short. At five to six years of age they start to show signs of aging.
In time, the original old English Bulldog was crossed with the pug. The outcome was a shorter, wider dog with a brachycephalic skull. Though today's Bulldog looks tough, he cannot perform the job he was originally created for as he cannot withstand the rigors of running and being thrown by a bull, and also cannot grip with such a short muzzle.
The oldest single breed specialty club is The Bulldog Club (England), which was formed in 1878. Members of this club met frequently at the Blue Post pub on Oxford Street in London. There they wrote the first standard of perfection for the breed. In 1894 the two top Bulldogs, King Orry and Dockleaf, competed in a contest to see which dog could walk 20 miles (32 km). King Orry was reminiscent of the original Bulldogs, lighter boned and very athletic. Dockleaf was smaller and heavier set, more like modern Bulldogs. King Orry was declared the winner that year, finishing the 20-mile (32 km) walk while Dockleaf collapsed.[13] The Bulldog was officially recognized by the American Kennel Club in 1886.[4]
At the turn of the 20th century, Ch. Rodney Stone became the first Bulldog to command a price of $5,000 when he was bought by controversial Irish American political figure Richard Croker.
TRICOLOR GENE MUSCLE BULLY
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