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Cuidados com o seu gatinho.
Antes de escolher seu gatinho, pense no que você quer:
Um animal macho ou fêmea; um filhote ou um gato adulto; um gato de pêlo curto ou longo (que geralmente precisa de mais atenção e cuidados especiais); uma raça que prefere ficar dentro de casa ou outra que goste de ambientes ao ar livre. Avalie esses fatores para depois não se frustrar com o bichano.
Ao nascerem, os gatinhos têm aproximadamente 13 centímetros de comprimento e pesam entre 60 e 140 gramas. Eles só abrem os olhos completamente quando completam 20 dias. A maioria dos gatinhos têm olhos azuis quando nascem, mas depois de dois ou três meses de vida, ganham outra cor, para vida inteira. A recepção ao novo membro da família requer uma série de cuidados e você terá que zelar pela sua alimentação, instalações, alimentação e saúde.
ALIMENTAÇÃO DOS FILHOTES
O aleitamento é a melhor alimentação de um gatinho em seu primeiro mês de vida. Mas se o filhote não tem mais a mãe para alimentá-lo, o ideal é dar leite de vaca acrescido de um ovo diluído, já que o leite da vaca não supre todas as necessidades do filhote.
Se o gatinho for criado junto à mãe logo ao nascer, o desmame pode começar no fim do primeiro mês de vida. No começo é um pouco difícil acostumá-lo a comer alimentos sólidos, pois ele está acostumado com o leite da mãe, mas logo se habitua. Uma ou duas vezes por semana, ele pode ganhar pedaços de
peixes e carnes vermelhas. A água deve estar sempre limpa e fresca e à disposição do filhote.
CONSELHOS ÚTEIS
• É preciso acostumar o gato a ter um cantinho só dele. O local deve ser limpo, acolhedor, seco e longe de correntes de ar.
• Uma caixa ou um cesto fundo é o ideal para a cama. Pode-se forrá-la com palha, papel ou um acolchoado (se você optar pelo último, não se esqueça de colocar a cama do gato ao sol, pelo menos uma vez por semana).
• Não alimente o gatinho somente com peixes, pois isso poderá causar deficiência de vitamina.
• Não forneça somente carnes, pois correrá o risco de provocar deficiência de cálcio e vitaminas
• Não dê alimentos específicos para cães, porque este alimento não é balanceado para gatos.
• Deixe dois potes à disposição do gato, um com ração e o outro com água. Tome cuidado para não comprar potes muito fundos, o ideal são tigelas pequenas e rasas.
• Se o seu gatinho sempre deixa ração no pote e depois de pouco tempo pede mais, comece a dar porções menores de comida. Alguns gatos preferem comer pouco, mas várias vezes ao dia.
• Não alimente os gatos com clara de ovo crua: ela contém avidina, que neutraliza a biotina.
• Não dê carne crua, para evitar a toxoplasmose.
• Comida gordurosa é péssima para os gatos tanto quanto para os humanos.
• Açúcar não só estraga os dentes como engorda; além disso, alguns alimentos, como o chocolate, são tóxicos para o gato.
• Animais obesos são muito mais propensos a doenças.
HÁBITOS
Um gato precisa dormir de 16 a 18 horas todos os dias. Geralmente eles preferem ambientes quentes, locais macios, longe de correntes de ar e do barulho. Eles podem perceber sabores azedos, salgados, amargos e doces, mas a doçura não é muito importante num alimento. Como têm o olfato bastante apurado, levam muito em conta o cheiro da comida. Os gatos têm em média três vezes mais células olfativas que os humanos.
Embora sejam bastante sensíveis ao tato, eles sobrevivem bem em temperaturas extremas. Preferem o calor ao frio e locais secos a molhados.
Os gatos têm a capacidade de memória baseada em suas necessidades. Eles se lembram, por exemplo, a aparência da casa onde vivem, a voz das pessoas que vivem com ele ou os locais onde podem conseguir água para beber (em pratos de vasos e até dentro de privadas).
Os gatos adoram peixes, por isso, deixe seu aquário protegido com uma tela de arame ou tampado. Enquanto não tiver certeza de que o gatinho conhece e reconhece o seu bebê como um membro da família, é melhor proteger o berço.
O "banheiro" do gatinho deve ser colocado longe da sua cama. O ideal é uma caixa rasa, sem tampa, de uns 60x40 cm, forrada com um produto especial, uma espécie de areia com grânulos maiores, que absorvem o líquido, à venda em supermercados e pet shops. Estes grânulos são melhores que a areia pura, pois retêm o odor desagradável.
Não esqueça de limpar a caixinha do gato a cada dois dias ou três dias, pelo menos. Quando a caixa fica muito cheia de fezes e sem espaços limpos, alguns gatos ficam incomodados e chegam a urinar em outros locais da casa.
VISÃO E AUDIÇÃO
O ângulo de visão dos gatos é de 280 graus, bem maior que o humano. Eles também precisam de menos luz para enxergar, suas pupilas dilatam e captam a pouca luz existente. À noite, os olhos do gatos aproveitam ao máximo a luz existente, os músculos da íris ficam relaxados e as pupilas se abrem, para aproveitar a pouca luz. Atrás da retina de cada olho, há uma camada refletora de luz denominada "tapetum". Boa parte da luz que entra em um olho normal atravessa a retina e se perde, absorvida pelos tecidos atrás dela. O "tapetum" reflete a luz de volta, assim há uma segunda oportunidade para que a mesma bata nas células receptoras da retina.
A cor dos olhos varia bastante (azul, caramelo, verde, dourado...), mas alguns testes já demonstraram que eles não distinguem muitas nuances de cores. O mais importante para os gatos é detectar movimentos.
A audição dos gatos é bastante apurada e é mais sensível aos sons agudos. Enquanto a freqüência de percepção humana é de 20 kHz, a dos gatos fica em torno de 65 kHz. É por isso que muitas vezes os gatos percebem o movimento humano a metros de distância. Um gato aprende depressa os sons especiais que lhe dizem respeito numa casa: o som de uma lata de comida que está sendo aberta, o barulho do carro de seu dono que se aproxima ou quando alguém chama seu nome.
OLFATO E TATO
A boca e o nariz do gato estão intimamente ligados ao olfato. Apesar da cabeça pequena, um gato têm aproximadamente 60 milhões de células olfativas, comparadas às 5-20 milhões humanas.
Os bigodes de um gato são órgãos que auxiliam no tato, e o ajudam a achar seu caminho à noite. Da mesma forma como nós andaríamos num corredor escuro, com as mãos pra a frente para localizar possíveis obstáculos, o bigode do gato auxilia na sua caminhada noturna.
SONO
Dormir é o que os gatos fazem com maior freqüência na vida. Segundo alguns estudos, eles passam dois terços da vida dormindo.
Eles procuram sempre os locais mais quentes para dormir, sem correntes de ar e de preferência com o sol batendo de leve. As posições nas quais os gatinhos dormem demonstram que, muitas vezes, elas se relacionam à temperatura do ambiente. Quando a temperatura está baixa, o gato se enrola num círculo, com a cabeça e as patas enfiadas juntas na barriga, e a cauda as envolvendo. À medida que a temperatura se eleva, o gato gradativamente se desenrola para finalmente esticar-se ao máximo.
SAIBA MAIS:
BULDOGUE FRANCÊS
PUG
RHODESIAN RIDGEBACK
BULDOGUE INGLÊS
STAFFORDSHIRE BULL TERRIER
BULL TERRIER
AMERICAN STAFFORDSHIRE TERRIER
CHIHUAHUA
OVERBULLY
EXOTICOS AMICAT´S
MAINE COON AMICAT´S
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Villa Amichetti- Paraíso Ecológico- uma forma sustentável de ConViver.
Rod. Régis Bittencourt, km 334, apenas 40 min. de SP-Juquitiba .
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Curiosidades sobre os gatos
Revista Cães & Cia, n. 328, setembrode 2006
Gato enxerga no escuro?
Gato não consegue ver no escuro total, ao contrário do que se pensa. Mas precisa de muito menos luz do que as pessoas para enxergar. No escuro total, além de contar com o olfato, a audição e o tato, tem a ajuda dos bigodes para não bater a cabeça nem ralar a ponta do nariz.
Como descer de árvores altas
As garras do gato, em forma de gancho, funcionam bem para escalar troncos. Mas deixam de funcionar com o corpo na posição invertida, de descer. Ele não sabe que conseguiria ir para baixo se ficasse na posição de subir e fizesse ré. Quando o gato está em local muito alto e desconhece a técnica (o aprendizado ocorre por observação ou prática), pode entrar em pânico. Daí aquela cena, típica de filmes americanos, em que bombeiros aparecem e resgatam o felino. Para ensinar um gato a descer, podemos colocá-lo num tronco na posição de subir e estimulá-lo a fazer ré com um petisco na ponta de uma varinha.
Carinho ou demarcação?
Gato gosta de deixar seu cheiro em tudo. Quando se esfrega na gente, ele faz carinho e aproveita para deixar o cheiro dele. A parte que os gatos mais esfregam em nós e em outros gatos é a que fica um pouco abaixo das orelhas, onde a maioria deles tem menos pêlos. Como o cheiro vem da pele, essa área menos protegida é a que melhor transfere o odor.
Borrifos de urina
Em vez de levantar a perna como os cães machos, o gato fica de costas, levanta a cauda e borrifa a urina para trás. Esse comportamento (um dos que os donos mais odeiam) é típico de macho não castrado, mas as fêmeas e os machos castrados também podem adotá-lo.
Disfarce para a dor
É comum o gato não dar sinal quando sofre desconforto ou dor. Ou, então, ficar escondido até que o incômodo passe. Esses disfarces evitam mostrar fraqueza -- os demais gatos poderiam se aproveitar da situação e expulsá-lo. Por ser instintivo, o comportamento ocorre mesmo quando não há gato por perto.
Ouvir ratos cantores
Para atrair uma parceira, o rato canta como passarinho, mas em ultra-som (freqüência captada por alguns animais, mas não por seres humanos). Capaz de direcionar as orelhas, o gato descobre em segundos de onde vem a cantoria.
Aprendiz privilegiado
A habilidade para aprender alguns comportamentos pela simples observação é mais acentuada e mais fácil de ser demonstrada no gato do que no cão. Apesar de mais independente que o cão, o gato é capaz de aprender a obedecer a comandos.
Autolimpante
A maioria dos gatos pode passar a vida inteira sem tomar banho e sem apresentar problemas por causa disso! Obsessivo com sua limpeza, o gato procura retirar do pêlo qualquer odor ou sujeira. A exceção fica por conta dos que têm pêlos muito longos. Esses costumam precisar de ajuda, inclusive com banhos e escovação. As pessoas têm o hábito de dar banho em gatos para deixá-los mais cheirosos, retirar pêlos "mortos", tratá-los de doenças de pele ou, ainda, para controlar a alergia de alguém que convive com eles.
Lixa na língua
Quem já foi lambido por cão pode se assustar ao sentir a textura da língua do gato, áspera como lixa. Uma das funções dessa aspereza é facilitar a limpeza da pelagem e a remoção dos pêlos mais velhos e soltos.
Maníacos por caça
Gatos passam a vida caçando. Seja em caçadas verdadeiras, seja por meio de brincadeiras. Na maioria das vezes, adotam a técnica do golpe certeiro. Para isso, o gato se aproxima disfarçadamente da presa e espera o momento apropriado. Na caça ao rato, por exemplo, o bote é dado no instante em que a presa quase desaparece atrás de um objeto. Assim, quando ela perceber o que acontece, será tarde demais. Um fiozinho prestes a sumir do campo de visão simula o rabo de um rato. Instintivamente, mesmo que nunca tenha caçado um roedor, o gato pulará para agarrá-lo.
Vomitar bolas de pêlo
Ao se limpar ou ao lamber outro gato, o bichano ingere muitos pêlos e pode ter problemas. A prevenção e o tratamento incluem escovação, banhos e produtos especializados.
Vôo livre
Gatos se jogam ou caem de prédios com bastante freqüência, apesar de preparados para explorar alturas. Não é tentativa de suicídio. Eles querem conhecer outros ambientes. Queda acidental também ocorre, em geral a partir de parapeitos de janelas. Pode ser por um movimento em plena soneca, por um escorregão ou pela perda de equilíbrio ao pular sobre um objeto solto. O curioso é que a partir da altura do sexto andar, o risco de fraturas e de morte não aumenta. Muitos gatos já saíram ilesos de quedas altíssimas (veja mais detalhes em "Síndrome das alturas", na Cães & Cia 324).
A audição do cão
A audição dos cães é bem superior à humana. Um cão consegue escutar um som 4 vezes mais longe que uma pessoa. Além disso, ele pode detectar a origem do som em apenas 6 centésimos de segundo, ou seja, 0,06 segundo.
Os cães também detectam sons de frequências menores e maiores do que as que a gente detecta. Assim, o intervalo da frequência do som que eles captam é bem maior que a do homem. Com isso, é possível usar apitos ultrasônicos para comunicar-se com o cão, sem que a pessoa escute. A frequência detectada pelo homem vai de 16 Hertz a 20.000; já a do cão, vai de 10 Hertz a 40.000.
A visão dos cães
As pessoas dizem que a visão do cão é inferior à nossa. Isso é verdade em vários pontos, mas em outros, a visão dos cães é superior.
Os cães enxergam com menos resolução e em menos cores do que os humanos. Segundo algumas pesquisas, eles enxergam em cinza, azul e amarelo, e não conseguem diferenciar vermelho, verde, amarelo e laranja. Por isso, se você for brincar de bolinha com seu cão em uma grama, dê preferência para as bolinhas azuis, pois para o cão será mais fácil de ver.
Por outro lado, a visão dos cães é mais sensível à luz e ao movimento que a dos homens. Assim, os cães enxergam melhor no escuro, e detectam movimentos, principalmente no escuro, mais facilmente do que nós.
O faro dos cães
O faro é o sentido mais desenvolvido dos cães, disparado. Um cão consegue sentir cheiros que nós nem ao menos conseguimos identificar. Eles podem também identificar e seguir rastros de cheiro de pessoas que já passaram há vários dias.
Os cães têm 200 milhões de células receptoras de odores, contra apenas 5 milhões dos humanos. Daí, conclui-se que eles sentem cheiros 40 vezes melhor do que nós.
Devido a essa tremenda capacidade, os cães são muito usados em tarefas que abordam odores, como para farejar drogas, achar pessoas mortas no meio do mato, rastrejar criminosos.
SAIBA MAIS:
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