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Gatos e Crianças
Apesar da sua natureza independente e pouco inclinada ao manuseamento, até o gato mais rebelde deixa que uma criança lhe faça todo o tipo de diabruras.
TV PETCLUBE MAINE COON GATO GIGANTE
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De fato, a comunicação entre o gato e o menino é muito eficaz, visto que ambos se servem de linguagem não verbal: a gestual e a mímica. Estes dois seres têm a capacidade de se "entender" sem falar e a relação é tanto mais intensa quanto é transmitida com os mesmos "instrumentos". Os gestos, a posição do corpo e da cabeça, as expressões do rosto, permitem que o gato compreenda o estado emocional da criança, a qual, por sua vez, tentará interpretar as reações do seu amigo. Esta intimidade permitirá que o gato suporte as "diabruras" do pequeno, que não toleraria a nenhum adulto.
A cria do homem confia mais facilmente no seu gato do que no seu melhor amigo. A vantagem é que o animal nunca o julga. Com o gato a simpatia e a discrição estão garantidas. Sempre presente, disposto a escutar, o gato proporciona um enorme conforto.
Juntos, os dois companheiros de brincadeiras solidarizam-se frente ao mundo dos adultos, um mundo cheio de proibições e obrigações, tão difícil de compreender quando se é pequeno. Em compensação, quando o gato e menino são livres de se movimentar, inventam todo o tipo de brincadeiras, e com pouco se contentam (por exemplo, um novelo de lã, uma rolha pendurada num cordãozinho, uma bolinha) para se divertirem juntos descobrindo o mundo. O gato segue todos os movimentos da criança; quando esta faz os trabalhos da escola ou desenha, por exemplo, ele deita-se sobre as folhas de papel, em busca da sua atenção; em geral dá sapatadas inócuas para apanhar o lápis, mas também sabe portar-se bem e ficar imóvel, como que hipnotizado pela folha de papel e pela caneta que corre por cima dela.
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A associação entre o gato e a criança ainda é mais importante quando, devido ao compromisso de trabalho da mamã e do papá, a criança passa muitas horas sem poder comunicar com nenhum familiar: então a presença do gato ajudará a criança a não sofrer de solidão. O gato é o companheiro ideal para quem está só e para as pessoas idosas e crianças . Possui a arte de se introduzir com suavidade na nossa existência e tornar-se indispensável: afectusoa, enche a vida dos solitários. A sua presença reconfortante e o seu ronronar tranquiliza as pessoas com "stress". A extrema diversidade natural e a grande capacidade de adaptação do gato sugerem ao homem a ideia de fazer criação dele. Apesar de todas as manipulações o Gato soube manter a sua identidade. "Não existe uma animal que, ao longo de uma associação milenar como o Homem, tenha mudado tão pouco como o Gato", escreveu o etólogo Konrad Lorenz. E este é um dos seus grande atrativos.
GATIL DE MAINE COON GANTOS GIGANTES
SAIBA MAIS:BULDOGUE FRANCÊS
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RHODESIAN RIDGEBACK
BULDOGUE INGLÊS
STAFFORDSHIRE BULL TERRIER
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Villa Amichetti- Paraíso Ecológico- uma forma sustentável de ConViver.
Rod. Régis Bittencourt, km 334, apenas 40 min. de SP-Juquitiba .
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Lobo
O lobo-cinzento (Canis lupus) é um canídeo selvagem, não domesticado, que vive em alcatéias, grupos liderados por um macho e uma fêmea adultos. Ele pode atingir 2 metros de comprimento e pesar mais de 60 quilos. As cerca de 15 subespécies habitam florestas ou planícies da Europa, Ásia, Estados Unidos, Canadá e Norte da África, mas, em alguns lugares, como o Japão, estão à beira da extinção por causa da perseguição do homem
Raposa
A raposa-vermelha (Vulpes vulpes) é a mais comum das 16 espécies de raposas. Depois do homem, ela é o mamífero terrestre com maior distribuição no mundo - está presente em 83 países dos cinco continentes. As raposas são animais de pequeno ou médio porte, cuja má fama (se o chamarem de "raposa", não é um elogio) vem dos ataques a animais criados em propriedades rurais. Elas vivem em todo canto, em locais tão diversos como florestas, pântanos, desertos e savanas
Cão
Dos três (cão, lobo e raposa), o cachorro (Canis lupus familiaris) é o único domesticado pelo homem, em um processo que começou há 135 mil anos. Os primeiros cães domésticos exerciam o papel de guarda e caça. As mais de 400 raças de cachorros que existem atualmente resultam da seleção feita pelo homem
CÃOTERAPIA x DROGAS
Amigo do homem. E da saúde
O projeto "Com bichos e sem Grilos", da seção de Zoonoses de Jundiaí, é o único a utilizar cães como elementos facilitadores no atendimento a crianças com doenças crônicas. Depois de treinados, os animais ajudam na terapia com idosos e dependentes de drogas.
RUI CARLOS AMIGONA A goldfen Sarah ajuda na terapia com dependentes químicos no Cead de Jundiaí
Tukinha, Dasha, Jade, Sarah e Tico. Estes são alguns dos nomes dos cães que fazem jus ao título de ´melhor amigo do homem´. Não importa em que situação esteja o ser humano, eles estão prontos para dar e receber carinho, tocando o coração e ajudando na recuperação de pessoas como, por exemplo, os dependentes químicos que estão em tratamento no Cead (Centro de Especialização no Tratamento de Dependência de Álcool e Drogas).
Eles aparecem todas as manhãs de sextas-feiras para participar da terapia, feita por dois grupos voluntários, há cerca de seis meses no Cead. As pessoas em tratamento conversam e brincam com os cães, que latem, pulam, fazem e recebem seus carinhos. De acordo com a psicóloga especialista em dependência química Rosângela Mota Ligieri Nunes, este é um projeto-piloto. "Eu sabia da existência deste tipo de terapia e entrei em contato com os grupos de adestramento para saber se daria para aplicar aqui."
Ansiedade controlada - "Quando estou com eles, me sinto contente. Eles são firmeza", conta o jovem Cléber Rogério Fiorezi, 19 anos, que está internado há duas semanas. Segundo ele, álcool, maconha e cocaína eram seus companheiros freqüentes, até que decidiu procurar ajuda antes de começar a consumir crack. "O maior defeito das pessoas é a curiosidade, foi assim que comecei a usar drogas", relata.
Pintando um abajur feito com jornal, Fiorezi espera pela oficina com cães. "Eu tenho um cachorro em casa. Li numa revista que os cães descobrem até doenças", comenta. Segundo Rosângela, a terapia contribui na melhora dos pacientes junto com as oficinas de artesanato, yoga, natação e capoeira. "As pessoas que estão aqui geralmente estão submetidas a ansiedade, depressão e solidão. A presença dos animais descontrai, elas brincam e até pedem para deixar os cães mais tempo por aqui", comenta. Na terapia com animais, o grupo se fecha, os cães ficam soltos e é mais uma oportunidade para que o terapeuta avalie as pessoas em tratamento.
Maria Carolina de Paula, 26 anos, está em internação intensiva (passa o dia em atividades e apenas à noite volta para casa) pela segunda vez. Ela conta que há dois anos passou pelo tratamento no Cead, mas voltou para a consumir drogas. "Da outra vez, fiquei aqui por causa da pressão da família. Agora estou aqui por vontade própria", afirma.
Após passar por todos os tipos de drogas, Maria Carolina decidiu voltar a levar uma vida normal. Para ela, os cães ajudam a perceber que a vida não é ruim. Segundo ela, é na terapia com cães que se livra do estresse. "Às vezes eu chego aqui de baixo astral e os cães logo percebem. Eles vêm até a gente e fazem um carinho. É muito bom." Em casa, Maria Carolina não tem cachorro porque mora em apartamento. "Mas eu cuido dos cachorros da rua, levo comida e água para eles."
R., 36 anos, é mãe de um menino de três anos e, por causa dele, foi para o Cead, a fim de se livrar do vício no álcool. Na roda com os cachorros, é a mais animada. "Vem, Tukinha!", chama com biscoito para cães na mão. "Acho que a gente se distrai. Me sinto bem e confiante."
Escolhidos - Os cães que participam da terapia são preparados e apresentam obediência básica para dar assistência ao trabalho desenvolvido. Segundo o adestrador e comportamentalista animal, Julio Neto, os cães passam por avaliação para saber se podem assistir idosos, crianças ou pessoas que passam por tratamento contra a dependência química. "Os animais são instrumento na mão do psicólogo", diz Neto, que trabalha há três anos com a ´cãoterapia´ e cujos cães já visitaram idosos da Cidade Vicentina e trabalharam com crianças com Síndrome de Down. O adestrador e criador Henrique Rodrigues de Oliveira diz que a intenção é atingir um número maior de entidades em Jundiaí. No entanto, os grupos necessitam de voluntários e patrocínio para que possam ampliar o trabalho. "No momento estamos limitados a poucas entidades, mas poderíamos atender muito mais", considera.
Encaminhamento - Os pacientes do Cead são encaminhados pela rede pública e passam por triagem, pelo grupo de acolhimento e grupos de referência. Segundo Rosângela, os pacientes ficam como internos no Cead durante o dia e, à noite, submetidos ao que se chama de ´internação domiciliar´. A entidade é mantida pelo Ministério da Saúde, que repassa a verba para o gestor, ou seja, a Prefeitura de Jundiaí. O Cead aceita doações e, no momento, recebe estagiários da área de saúde, como psicólogos e enfermeiros.
Como está a minha vida hoje é uma pergunta entre aqueles que estão envolvidos nessa luta?
Alguns já conhecem a famosa pizza em pedaços: o lado emocional, o lado de relacionamentos que é o lado espiritual dentro dos grupos anônimos, o lado familiar, o lado social e lazer, o lado físico e financeiro e o lado profissional ou escolar. Vejamos agora o quadro de alguém que está em equilíbrio: ele da atenção a todas as áreas da vida dele de forma proporcional, um pouquinho para cada divisão, é o quadro do ser perfeito, a pessoa perfeita faz isso. Mas como nós não somos perfeitos então qual é o nosso quadro? O lado emocional toma conta de 3/4 em detrimento da área profissional, familiar, social, lazer, física, financeira e a área do relacionamento.
Vocês querem um exemplo de até aonde vai o nosso desequilíbrio emocional? É só notar quem tem cachorro pequeno em casa. Se o familiar estiver a ponto de estourar o cachorro fica quietinho, não dá um latido. Se o dependente chega a sua casa alcoolizado ou drogado, o cachorro é o primeiro a subir em cima da cama da dona ou sair de perto dele. Só nós próprios não percebemos isso.
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