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CÃOTERAPIA x DROGAS
Amigo do homem. E da saúde
O projeto "Com bichos e sem Grilos", da seção de Zoonoses de Jundiaí, é o único a utilizar cães como elementos facilitadores no atendimento a crianças com doenças crônicas. Depois de treinados, os animais ajudam na terapia com idosos e dependentes de drogas.
RUI CARLOS AMIGONA A goldfen Sarah ajuda na terapia com dependentes químicos no Cead de Jundiaí
Tukinha, Dasha, Jade, Sarah e Tico. Estes são alguns dos nomes dos cães que fazem jus ao título de ´melhor amigo do homem´. Não importa em que situação esteja o ser humano, eles estão prontos para dar e receber carinho, tocando o coração e ajudando na recuperação de pessoas como, por exemplo, os dependentes químicos que estão em tratamento no Cead (Centro de Especialização no Tratamento de Dependência de Álcool e Drogas).
Eles aparecem todas as manhãs de sextas-feiras para participar da terapia, feita por dois grupos voluntários, há cerca de seis meses no Cead. As pessoas em tratamento conversam e brincam com os cães, que latem, pulam, fazem e recebem seus carinhos. De acordo com a psicóloga especialista em dependência química Rosângela Mota Ligieri Nunes, este é um projeto-piloto. "Eu sabia da existência deste tipo de terapia e entrei em contato com os grupos de adestramento para saber se daria para aplicar aqui."
Ansiedade controlada - "Quando estou com eles, me sinto contente. Eles são firmeza", conta o jovem Cléber Rogério Fiorezi, 19 anos, que está internado há duas semanas. Segundo ele, álcool, maconha e cocaína eram seus companheiros freqüentes, até que decidiu procurar ajuda antes de começar a consumir crack. "O maior defeito das pessoas é a curiosidade, foi assim que comecei a usar drogas", relata.
Pintando um abajur feito com jornal, Fiorezi espera pela oficina com cães. "Eu tenho um cachorro em casa. Li numa revista que os cães descobrem até doenças", comenta. Segundo Rosângela, a terapia contribui na melhora dos pacientes junto com as oficinas de artesanato, yoga, natação e capoeira. "As pessoas que estão aqui geralmente estão submetidas a ansiedade, depressão e solidão. A presença dos animais descontrai, elas brincam e até pedem para deixar os cães mais tempo por aqui", comenta. Na terapia com animais, o grupo se fecha, os cães ficam soltos e é mais uma oportunidade para que o terapeuta avalie as pessoas em tratamento.
Maria Carolina de Paula, 26 anos, está em internação intensiva (passa o dia em atividades e apenas à noite volta para casa) pela segunda vez. Ela conta que há dois anos passou pelo tratamento no Cead, mas voltou para a consumir drogas. "Da outra vez, fiquei aqui por causa da pressão da família. Agora estou aqui por vontade própria", afirma.
Após passar por todos os tipos de drogas, Maria Carolina decidiu voltar a levar uma vida normal. Para ela, os cães ajudam a perceber que a vida não é ruim. Segundo ela, é na terapia com cães que se livra do estresse. "Às vezes eu chego aqui de baixo astral e os cães logo percebem. Eles vêm até a gente e fazem um carinho. É muito bom." Em casa, Maria Carolina não tem cachorro porque mora em apartamento. "Mas eu cuido dos cachorros da rua, levo comida e água para eles."
R., 36 anos, é mãe de um menino de três anos e, por causa dele, foi para o Cead, a fim de se livrar do vício no álcool. Na roda com os cachorros, é a mais animada. "Vem, Tukinha!", chama com biscoito para cães na mão. "Acho que a gente se distrai. Me sinto bem e confiante."
Escolhidos - Os cães que participam da terapia são preparados e apresentam obediência básica para dar assistência ao trabalho desenvolvido. Segundo o adestrador e comportamentalista animal, Julio Neto, os cães passam por avaliação para saber se podem assistir idosos, crianças ou pessoas que passam por tratamento contra a dependência química. "Os animais são instrumento na mão do psicólogo", diz Neto, que trabalha há três anos com a ´cãoterapia´ e cujos cães já visitaram idosos da Cidade Vicentina e trabalharam com crianças com Síndrome de Down. O adestrador e criador Henrique Rodrigues de Oliveira diz que a intenção é atingir um número maior de entidades em Jundiaí. No entanto, os grupos necessitam de voluntários e patrocínio para que possam ampliar o trabalho. "No momento estamos limitados a poucas entidades, mas poderíamos atender muito mais", considera.
Encaminhamento - Os pacientes do Cead são encaminhados pela rede pública e passam por triagem, pelo grupo de acolhimento e grupos de referência. Segundo Rosângela, os pacientes ficam como internos no Cead durante o dia e, à noite, submetidos ao que se chama de ´internação domiciliar´. A entidade é mantida pelo Ministério da Saúde, que repassa a verba para o gestor, ou seja, a Prefeitura de Jundiaí. O Cead aceita doações e, no momento, recebe estagiários da área de saúde, como psicólogos e enfermeiros.
Como está a minha vida hoje é uma pergunta entre aqueles que estão envolvidos nessa luta?
Alguns já conhecem a famosa pizza em pedaços: o lado emocional, o lado de relacionamentos que é o lado espiritual dentro dos grupos anônimos, o lado familiar, o lado social e lazer, o lado físico e financeiro e o lado profissional ou escolar. Vejamos agora o quadro de alguém que está em equilíbrio: ele da atenção a todas as áreas da vida dele de forma proporcional, um pouquinho para cada divisão, é o quadro do ser perfeito, a pessoa perfeita faz isso. Mas como nós não somos perfeitos então qual é o nosso quadro? O lado emocional toma conta de 3/4 em detrimento da área profissional, familiar, social, lazer, física, financeira e a área do relacionamento.
Vocês querem um exemplo de até aonde vai o nosso desequilíbrio emocional? É só notar quem tem cachorro pequeno em casa. Se o familiar estiver a ponto de estourar o cachorro fica quietinho, não dá um latido. Se o dependente chega a sua casa alcoolizado ou drogado, o cachorro é o primeiro a subir em cima da cama da dona ou sair de perto dele. Só nós próprios não percebemos isso.
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Cardiomiopatia Felina
Cardiomiopatia por dilatação, Cardiomiopatia Restritiva, Cardiomiopatia hipertrófica
Cardiomiopatia Felina, Doença cardíaca, Insuficiência cardíaca.
Animais Afetados: Gatos
Visão Geral
Cardiomiopatia é o termo utilizado para descrevermos doenças do coração. Há muitos tipos de doença cardíaca, mas os gatos geralmente desenvolvem três formas diferentes delas: cardiomiopatia por dilatação, cardiomiopatia restritiva e cardiomiopatia hipertrófica.
Cada uma destas patologias é diferente uma da outra. Todas causam problemas a médio e longo prazo porque o coração se mostra incapaz de bombear um volume de sangue adequado para suprir as demandas do organismo.
Assim como em seres humanos, os felinos podem sofrer de problemas cardíacos por muito tempo antes de apresentarem sintomas de insuficiência cardíaca. A insuficiência cardíaca é uma doença grave que traz risco de vida e ocorre quando o coração se torna incapaz de bombear sangue suficiente para suprir os tecidos com o oxigênio necessário. O lado direito, o esquerdo ou ambos os lados do coração começam a falhar, causando uma série de complicações.
Uma das formas mais graves de insuficiência cardíaca ocorre quando os pulmões se enchem de líquido, formando um quadro de edema pulmonar. Esta complicação ocorre quando o lado esquerdo do coração não está bombeando eficientemente o sangue. Desenvolve-se uma pressão excessiva no local e há um extravasamento de líquido por entre os tecidos e espaços onde há ar nos pulmões. Assim, o gato começa a se afogar literalmente em seus próprios líquidos, impedindo a troca de oxigênio entre os pulmões e o sangue. Como resultado, o organismo não recebe oxigênio suficiente e os tecidos começam a morrer. Se não for corrigido a tempo, o edema pulmonar leva à insuficiência generalizada dos órgãos e à morte.
Outra complicação cardíaca em gatos é o desenvolvimento de coágulos sanguíneos, conhecidos clinicamente como tromboembolia aórtica, que geralmente se forma no coração e se desloca através da corrente sanguínea. Comumente, o coágulo se aloja no setor da artéria aorta que supre os membros posteriores, interrompendo o fluxo sanguíneo e causando um quadro de paralisia parcial ou total. A condição é extremamente dolorosa e requer atenção médica imediata. Gatos com tromboembolia aórtica tornam-se incapazes de mover as patas traseiras e podem miar de dor. A tromboembolia aórtica geralmente é indicativa de doença cardíaca grave; dois terços dos animais que apresentam o problema terão que ser submetidos à eutanásia. Os animais que sobrevivem à doença, pode apresentar reincidência.
Sinais Clínicos
Os sinais clínicos mais comuns incluem taquipnéia, perda de fôlego associada a qualquer atividade, dispnéia, tosse, anorexia, vômitos, perda de peso e letargia. Alguns animais desenvolvem paralisia nas patas traseiras, perda do tônus femoral e uma diminuição da temperatura nos membros posteriores devido ao tromboembolismo. Pode ocorrer síncope ou morte súbita do animal. Freqüentemente podemos detectar sopros no coração, taquicardia ou ruídos pulmonares anormais pela auscultação cardíaca. O gato pode ter sido submetido a stress recente como anestesia, cirurgia, estadia em canis ou similares, ou viagens de automóvel que podem ter causado o desenvolvimento do quadro de insuficiência cardíaca.
Sintomas
Os sintomas mais comuns incluem respiração acelerada, perda de fôlego em atividades que geralmente não são estressantes, dificuldade de respiração, tosse, perda de apetite, vômitos, perda de peso e desânimo. Alguns gatos podem apresentar paralisia dos membros posteriores, devido a coágulo sanguíneo formado no coração e alojado no setor da corrente sanguínea que supre as patas traseiras. Alguns gatos podem sofrer desmaios ou morrer subitamente. Às vezes, um sopro no coração, ritmo cardíaco anormal ou ruídos estranhos no pulmão podem ser detectados quando o veterinário ausculta o tórax do felino com o auxílio de estetoscópio. O gato pode ter passado por algum tipo de stress recente como anestesia, cirurgia, alojamento, ou viagens de automóvel que podem ter causado o aparecimento de sintomas de insuficiência cardíaca. Também gatos que são muito mimados e reagem a fatores externos ou animais briguentos.
Descrição
Há três tipos de doenças cardíacas que geralmente afetam os gatos, todas com grande comprometimento da saúde do felino por resultarem da incapacidade do coração de bombear o sangue apropriadamente. Cada uma das doenças é séria, mas os gatos afetados podem resistir por longos períodos, com o tratamento apropriado. Da mesma forma, com diagnóstico precoce e adoção de uma estratégia de prevenção, o veterinário pode melhorar muito a qualidade de vida do animal.
Uma modalidade de doença cardíaca do felino, a cardiomiopatia por dilatação, acontece quando uma das câmaras cardíacas cresce e se dilata como um "balão de gás". Com a dilatação, o músculo cardíaco se enfraquece tanto que perde a capacidade de se contrair com a força normal. Esta doença era muito comum antes de se descobrir que sua causa, na maioria dos casos, era a deficiência dietética de um aminoácido, a taurina. Desde que as rações comerciais passaram a ser adequadamente suplementadas com taurina, esta doença se tornou mais rara.
A cardiomiopatia hipertrófica, a forma mais comum de cardiopatia felina, ocorre quando a câmara inferior esquerda do coração, chamada de ventrículo esquerdo, se espessa e se enrijece, enquanto a câmara superior esquerda, o átrio esquerdo, aumenta de tamanho. O ventrículo esquerdo aumentado não permite que sobre espaço na câmara para que esta se encha de sangue. Assim, a cada contração, são bombeadas quantidades de sangue menores do que o normal. Além disto, o espessamento do ventrículo aumenta o consumo de sangue necessário ao suprimento do próprio coração. Se as demandas de oxigênio não são atendidas, pode ocorrer morte das células por hipóxia, o que levaria a cicatrizes cardíacas.
Uma terceira forma da doença é chamada de cardiomiopatia restritiva. Também é conhecida como cardiomiopatia intermediária por ter características tanto da cardiomiopatia por dilatação, quanto da hipertrófica. Nesta modalidade da doença, as paredes do coração do gato desenvolvem fibrose, que é a substituição do tecido cardíaco normal por tecido cicatricial . Esse tecido cicatricial faz o coração se enrijecer e ficar menos eficiente no bombeamento sanguíneo.
Ocasionalmente, gatos com doenças cardíacas desenvolvem um quadro que leva à paralisia total ou parcial dos membros posteriores. Com atendimento rápido, pode-se muitas vezes controlar este quadro clínico, mas, na maioria dos casos, estes animais terão que ser sacrificados.
Diagnóstico
Após o exame físico e a obtenção do histórico , o veterinário auscultará o coração e pulmões do animal com o estetoscópio. Depois, examinará os batimentos cardíacos e pedirá exames de sangue para determinar a presença de possíveis doenças.
Radiografias do tórax irão revelar alterações no tamanho do coração e anormalidades como edema pulmonar (líquido nos pulmões), resultante da insuficiência cardíaca. A melhor forma para o veterinário avaliar o tipo de doença cardíaca presente é uma ultra-sonografia do coração . Este teste é excelente por ser um método não-invasivo e por ser capaz de distinguir entre os diferentes tipos de doenças cardíacas. A ultra-sonografia do coração, conhecida clinicamente como ecocardiograma, pode ser realizada por um radiologista veterinário, ou outro profissional com treinamento específico para este tipo de procedimento.
Prognóstico
A duração e a qualidade de vida de um gato dependem do tipo e da gravidade da doença cardíaca existente. Nos casos de cardiomiopatia por dilatação, os gatos que respondem bem a administração de taurina e que sobrevivem às primeiras semanas de tratamento têm um bom prognóstico.
Gatos com insuficiência cardíaca geralmente têm um prognóstico de longo prazo pior do que os gatos cuja doença foi identificada antes do agravamento dos sintomas.
Muitos animais controlados com a medicação apropriada, vivem anos com a doença cardíaca sob controle. Ao identificar o tipo específico de afecção e prescrever o tratamento adequado, o médico veterinário pode ajudar os animais afetados a viver mais e com melhor qualidade de vida do que os animais que são deixados sem tratamento.
Transmissão ou Causa
Há suspeitas de um componente hereditário no aparecimento de doenças cardíacas. Os gatos Burmeses, Siameses e Abissínios fazem parte de um grupo de risco para a cardiomiopatia por dilatação. No passado, os gatos que não recebiam quantidade suficiente do aminoácido taurina geralmente desenvolviam esta forma da doença. Até que a deficiência de taurina fosse identificada como um grande problema das rações comerciais, a cardiomiopatia por dilatação era uma doença muito comum. Desde então, as rações comerciais têm sido suplementadas com taurina, tornando cada vez mais rara a cardiomiopatia por dilatação em gatos.
A cardiomiopatia hipertrófica não tem causas conhecidas.Problemas cardíacos similares aos causados pela cardiomiopatia hipertrófica podem ser causados por afecções como hipertireoidismo, hipertensão e estenose sub-aórtica.
Não há uma causa conhecida para a cardiomiopatia restritiva, apesar de haver suspeitas de que inflamações cardíacas possam ser a origem do problema. Especula-se também sobre a possível incidência do problema em animais afetados pela cardiomiopatia hipertrófica com histórico recorrente de infarto do miocárdio, o que teria levado ao surgimento de áreas de destruição do músculo cardíaco e formação de cicatrizes.
Tratamento
O tratamento das doenças cardíacas em gatos é geralmente complexo. Apenas a cardiomiopatia por dilatação devida à insuficiência de taurina é potencialmente curável. As outras afecções podem ser controladas com medicamentos e dietas, além de atividades diversificadas.
Animais muito doentes ou apresentando um quadro de insuficiência cardíaca necessitam de tratamento com oxigênio. Como o stress pode agravar as condições cardíacas, gatos com sintomas graves devem ser confinados numa gaiola e impedidos de participar de qualquer atividade. Uma vez estabilizado o quadro clínico do animal, é importante que o veterinário determine qual é o tipo específico de afecção cardíaca, para poder iniciar o tratamento apropriado; este geralmente varia de acordo com as características da doença.
Um grande número de medicamentos pode ser prescrito para felinos com doenças cardíacas. Nos caso de cardiomiopatia por dilatação, pode-se administrar taurina . Se a doença responder ao tratamento com o aminoácido e o gato sobreviver as primeiras semanas de tratamento, após poucos meses, poderemos suspender a medicação.
Se houver líquido nos pulmões em decorrência da incapacidade do coração de bombear corretamente o sangue, um diurético será prescrito para auxiliar na desobstrução dos pulmões. Há disponível no mercado, medicamentos adicionais para relaxar o gato, estabilizar os batimentos cardíacos, e regular a intensidade e a velocidade das contrações cardíacas. O tipo de tratamento muitas vezes depende das complicações existentes. Em alguns casos, o veterinário indicará um colega médico veterinário especializado em cardiologia para que seja feito um diagnóstico mais preciso e para ajudar na implantação do plano inicial de tratamento.
Gatos que desenvolvem coágulos sanguíneos e posterior paralisia dos membros traseiros, em virtude de afecção cardíaca, necessitarão de medicação específica para a doença, para controlar a dor e para melhorar o fluxo de sangue para os membros traseiros e reduzir o perigo de formação de novos coágulos. Em casos raros, pode-se recomendar a cirurgia para remoção do coágulo, mas esta tem alto grau de risco. Existem empresas de medicamentos pesquisando novas drogas para a dissolução de coágulos. Estas drogas devem ser usadas com cuidado e em momentos muito específicos. Além do mais, o tratamento é muito caro e o percentual de êxito é desconhecido. Estudos anteriores indicaram uma taxa alta de óbitos. Novas tentativas, entretanto, têm sido feitas em várias universidades e instituições de pesquisa.
Prevenção
O emprego de ração felina de boa qualidade, com o nível apropriado do aminoácido taurina ajuda a evitar a cardiomiopatia por dilatação, causada por deficiência nutricional. A maioria das rações para felinos geralmente contém boa quantidade do aminoácido em questão, mas os gatos que recebem dieta caseira ou que não comem ração podem necessitar de suplementação. Gatos com afecções cardíacas devem ser poupados de situações de stress que sobrecarreguem o coração. Esta sobrecarga poderia "ultrapassar os limites" e levar a sérias complicações, inclusive insuficiência cardíaca.Leia mais: http://www.renalvet.com.br/cardiologia/cardiomiopatia-
PetClube Amigo e a Medicina Veterinária
Somos uma verdadeira Entidade do Bem e Parceiros da Natureza, promovendo uma conexão profunda entre humanos, animais e o meio ambiente. Nosso compromisso vai além da seleção cuidadosa de filhotes mansos e saudáveis; buscamos proporcionar uma experiência transformadora para tutores que desejam elevar suas vidas por meio da energia positiva que esses animais carregam.
REENCARNAÇÃO E EVOLUÇÃO DAS ESPÉCIES
Nesta coluna responderemos ás perguntas dos leitores, neste caso, ao sr. Ricardo Magalhães da cidade de Gondomar.
Ricardo Magalhães - Estimado Sr. Dr. Ricardo Di Bernardi, no seu livro "Reencarnação e Evolução das Espécies", que tive o enorme prazer de ler, o senhor diz que nós já fomos cães, gatos, arvores etc.
Dr. Ricardo Di Bernardi - Caro amigo, será um prazer esclarecer estas questões pois são também as dúvidas de outras pessoas. Se observar bem, não digo no livro que nós, homo sapiens, fomos cães ou gatos. Não é bem assim! Cães são espécies modernas e recentes. Não existiam cães nem gato há milhões de anos atrás. Todos os seres do universo seguem um processo evolutivo e actualmente as espécies que observamos na natureza são decorrentes de milhares de renascimentos ou seja de reencarnações. O gato, da mesma forma que o cão, é uma espécie actual, não existia naquela época. Portanto, gatos, cães, árvores actuais e homo sapiens são seres contemporâneos. Por extensão nenhum humano, actualmente na Terra, foi pardal, ganso, ovelha ou chimpanzé. Podemos até ser " parentes " embora distantes; digamos que: "primos distantes" , portanto, não é possível descendermos de nossos primos. Podemos ter um tatara-taratara-tataravô comum. Sem dúvida que passamos pelos diversos reinos da natureza mas por espécies outras que não as recentes. Por outro lado, os cães e gatos entrarão no reino hominal, não como homo sapiens que tiveram uma outra trajectória mas uma nova espécie humana, que poderá habitar neste ou em outro planeta, digamos " homo solaris" ou coisa que o valha... Recomendo ler no livro "O Consolador" de Emmanuel a questão 79.
RM - Mas, como se processa a evolução do ser “simples e ignorante” até ao reino Hominal: "do átomo ao arcanjo"?
Dr. RDB - Processa-se através do ciclo infinito morte-sobrevivência-renascimento. Este ciclo ocorre em todos os níveis da natureza, significando que não há desaparecimento de nenhum ser mas o contínuo aperfeiçoamento pelas experiências adquiridas e arquivadas a nível extrafísico.
RM - Tenho dificuldade em entender como é possível o reino Mineral ter um “princípio espiritual ou inteligente. Como pode um calhau, um pedaço de ferro ou zinco ter “algo” de inteligente ou de espiritual? Nós já "fomos" um calhau?
Dr. RDB - Na realidade, os seres do reino mineral tem apenas um componente extrafísico, ou seja uma contraparte em outra dimensão, não é propriamente um espírito. Esta contraparte imaterial sobrevive após a destruição (física) do mineral, posteriormente, por magnetismo ou automatismo da natureza esta contraparte imaterial é atraída para o mundo físico. Não há uma individualização, ou seja, não se pode dizer que em dez pedrinhas existam dez espíritos. Esta contraparte imaterial é chamada de princípio espiritual por vir a ser, no futuro, em milhões ou biliões de anos, um espírito rudimentar, primitivo que só atingirá a individualidade em espécies animais. Veja: se comprarmos 1000 mudas de grama em mercados diferentes e plantarmos estas 1000 mudas teremos um gramado totalmente fundido, e não 1000 individualidades. A nível extrafísico há, também, uma contraparte do gramado como se fosse uma alma-grupo. Não há individualização nesta fase. Portanto, até os princípios espirituais de um "calhau " se individualizarem são biliões de anos. Isto quer dizer que não fomos um calhau, mas, há biliões de anos ou muito tempo mais que isto , antes de sermos individualizados, isto é antes de nos tornarmos um ESPÍRITO já coexistimos, como em um bloco, com inúmeras outras energias extrafísicas.
Um abraço fraterno.
Dr. Ricardo di Bernardi
Texto publicado no "Jornal de Espiritismo" e oferecido por um membro da AME Porto
que é responsável pelo espaço jornalístico da coluna "Medicina e Espiritualidade"
02/02/10 - O veterinário e defensor de animais Marcel Benedeti morre em SP
Morreu ontem (01), em São Paulo, aos 47 anos, vítima de câncer, o médico-veterinário, escritor espírita e defensor dos animais, Marcel Benedeti. Ele era vegetariano e dedicou a vida aos animais e a conscientizar as pessoas da necessidade de tratar todas as espécies com respeito e compaixão.
Benedeti apresentava um programa na Rádio Boa Nova (“Nossos Irmãos Animais”), único no gênero, que mostrava os animais como seres inteligentes e sensíveis, capazes de compreender as nossas ações sobre eles. Com o programa Marcel Benedeti conseguiu mudar o ponto de vista de milhares de pessoas que se tornaram vegetarianas por simples demonstração de respeito aos animais. Milhares de pessoas que não davam importância aos seus animais passaram a respeitá-los e a tratá-los com a dignidade que merecem, tanto quanto nós.
Ainda na tentativa de ampliar a consciência nas pessoas, criou uma associação, que tem como objetivo educar as pessoas por meio de cursos, que envolvem o aprendizado da ética no trato com os animais. Por intermédio da associação, Marcel Benedeti conseguiu arrecadar rações e medicamentos distribuídas aos animais carentes, contribuindo assim para salvar milhares de vidas animais. Certo de que a educação é o caminho correto para uma vida melhor e mais digna aos animais e pessoas, Marcel Benedeti defendia, que ampliando o seu pequeno projeto de educação ética, se ampliariam os horizontes da dignidade humana para com os animais. Seu objetivo era ver os animais sendo tratados com dignidade e respeito, pois acreditava que um crime cometido contra um animal tem a mesma gravidade de um crime cometido contra uma pessoa.
Por seu amor aos animais, ele fazia consultas, cirurgias e até dava medicamentos às pessoas carentes, que mal tinham o que comer em casa, para que seus animais não sofressem ainda mais.
Marcel Benedeti publicou também sete livros. O primeiro a ser editado foi Todos os Animais Merecem o Céu; o segundo: Todos os Animais São Nossos Irmãos; o terceiro: Animais no Mundo Espiritual; o quarto: A Espiritualidade dos Animais; o quinto Histórias Animais que as Pessoas Contam, Errar é Humano – Perdoar é Canino, Os Animais Conforme o Espiritismo e, mais recentemente, Animais: Tudo o que Você Precisa Saber, e o último Os Animais conforme o Espiritismo.
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