Revista Científica Medico Veterinária Petclube Cães Gatos - veterinária

veterinária

veterinária

  • Cães e Gatos com fezes Moles e Sangue


    CÃES

    Coccídeos em Cães

    A coccidiose é uma infecção parasitária por um protozoário microscópico que invade o intestino de cães, bem como gatos. Existem quatro tipos de protozoários que podem infectar os intestinos de cães. Estes quatro tipos são Lsospora canis, Ohioensis, Eorivolta, E L. burrowsi. Estes parasitas unicelulares invadir revestimento da parede celular do intestino do cão. Estes protozoários infectar o trato intestinal dos cães que estão imunocomprometidos ou fraco devido a certos problemas de saúde do cão. Portanto, é principalmente filhotes e cães estressados que estão infectados com a coccidiose.
    O que é isso?
Coccídeos não é um organismo nativa do ambiente interno de um filhote de cachorro. O filhote fica exposta ao organismo a partir de fezes da mãe. Isto acontece especialmente quando a mãe está derramando os cistos de protozoários em suas fezes. O filhote pode ingerir as fezes contendo cistos que se desenvolvem no intestino do animal. Filhotes jovens como 6 meses de idade, não têm imunidade para se proteger da infecção protozoário. Os múltiplos organismo no intestino dos cachorros que levam à complicação grave cão saúde.
    Os cães mais velhos e gatos podem se infectar através da ingestão de solo contendo cistos coccidia. Eles podem até comer fezes ou intestinos de outros animais infectados, como roedores. Eles podem até ser infectado pela ingestão de outras operadoras, como baratas, etc
    Os sintomas
O primeiro sinal da doença é a diarréia. A severidade da diarreia depende do nível de infecção. Coccídios pode multiplicar-se rapidamente, conduzindo a uma infecção grave. Na maioria das vezes a diarréia é aquosa, mas pode virar sangrenta e conter muco em infecções graves. Outro sinal é fezes que têm um odor realmente falta. Mesmo se você observar fezes soltas só, não leve isto e obter o seu animal de estimação marcada para coccídios. Os outros sintomas desta infecção inclui:
    • A perda de peso
    • Perda de apetite
    • Vómitos
    • Letargia
    • Convulsões em caso de infecção grave se transforma
    • Desidratação, especialmente em filhotes
    • Sensibilidade abdominal
    Os sintomas podem ser vistos por até 14 dias. No entanto, estes sintomas não estão limitados a apenas coccidia. Portanto, você deve falar com um veterinário para ter certeza se seu animal está sofrendo de sinais da doença.
    Tratamento
O tratamento consiste em duas drogas que têm elevadas taxas de sucesso. Estas drogas incluem sulfadimetoxina e trimetoprim / sulfadiazina. O modo de ação destas drogas não mata a coccidia nos intestinos. Ele apenas ajuda na prevenção do parasita de se reproduzir. Portanto, a velocidade a que o animal recuperar da infecção é muito lenta. O cão torna-se normal uma vez que o equilíbrio entre o sistema imunitário do organismo e é atingido. O tempo médio para se recuperar depois de um tratamento adequado é seguido é de cerca de 2 semanas.
    Prevenção
A melhor maneira de prevenir a coccidiose é manter as fezes fora do alcance do cão. Não levar o cachorro para lugares lotados ou mantê-lo em condições de vida sujas. Isso porque as fezes não só o cão é o modo de contaminação, mas moscas, baratas, carrapatos e pulgas também podem ajudar na propagação da infecção a um cão saudável. Dê ao seu cão água limpa e fresca para beber em todos os momentos. Isto é porque a água contaminada pode também conter cistos coccidia. Um filhote de cachorro pequeno irá gradualmente desenvolver imunidade a coccidia e é muito raro, para um cão adulto saudável de desenvolver uma infecção coccidia.
    Assim, certifique-se de tomar cuidado bom cão e manter o seu cão saudável. Certifique-se de fornecer o tratamento adequado aviso para o seu animal de estimação. Estes organismos multiplicam-se rapidamente e pode provocar doenças graves do cão. Isso foi tudo sobre essa condição que pode ajudá-lo no tratamento de seu animal de estimação.

    Atualmente vários criadores americanos tem realizados tratamentos com ronidazole devido a infestação mista e concomitante de trichomonas e resitência aos tratamentos convencionais.

    PetClube Amigo e a Medicina Veterinária

     Somos uma verdadeira Entidade do Bem e Parceiros da Natureza, promovendo uma conexão profunda entre humanos, animais e o meio ambiente. Nosso compromisso vai além da seleção cuidadosa de filhotes mansos e saudáveis; buscamos proporcionar uma experiência transformadora para tutores que desejam elevar suas vidas por meio da energia positiva que esses animais carregam.

    Dr. Cláudio Amichetti Junior: Veterinário Integrativo em São Paulo 

    O Dr. Cláudio Amichetti Junior (CRMV-SP 75404 VT), médico veterinário integrativo, criador de felinos de raça e cães de guarda, e com mais de 30 anos como CEO do PetClube, é engenheiro agrônomo formado em 1985 pela UNESP EE Jaboticabal com o maior número de créditos possíveis em sua turma. Ele oferece atendimento especializado para pets em diversas localidades.

    Recentemente, seu artigo “A CONTRIBUIÇÃO DAS DIETAS CETOGÊNICAS ASSOCIADAS À ATIVIDADE FÍSICA PARA AUMENTO DO BDNF E DO GH NA NEUROPLASTICIDADE EM ANIMAIS” foi avaliado e aceito para publicação na prestigiada revista Dcs, reforçando sua base científica nas abordagens integrativas.

    Seu espaço holístico e meditativo, PetClube, está localizado no Km 334 da Rodovia Régis Bittencourt, em Juquitiba/SP. É facilmente acessível para tutores de São Paulo, Morumbi, Vila Olímpia, Moema, Pinheiros, Jardins, Alphaville, São Bernardo do Campo, Itapecirica da Serra e adjacências.

    Além deJuquitiba, o Dr. Amichetti atende presencialmente as regiões deEmbu-Guaçu,Itapecirica da Serra,São Lourenço da Serra,Miracatu,São Bernardo do Campo,Santo André eSão Caetano do Sul. Sua expertise abrange também bairros nobres de São Paulo comoVila Nova Conceição,Cidade Jardim,Jardim Paulistano,Ibirapuera,Lapa,Aclimação,Higienópolis,Itaim Bibi,Tatuapé eMooca.
    Dr. Cláudio é pioneiro em um sistema sustentável com alimentação 100% natural (raw feeding) e ingredientes orgânicos cultivados em seuespaço holístico em Juquitiba / São Lourenço da Serra, garantindo dietas frescas e livre de agrotóxicos para seus pacientes. Ele é especialista em modulação intestinal, sistema endocanabinoide e nutrição natural.
    Com essa abordagem integrativa e baseada em pesquisa, o Dr. Cláudio auxilia no tratamento e prevenção de uma ampla gama de problemas de saúde, incluindo:
     
    • Distúrbios Gastrointestinais: Através da modulação intestinal e exclusão de alérgenos como carboidratos, ele trata DII (Doença Inflamatória Intestinal), colite, disbiose, diarreias crônicas, sensibilidades alimentares, gastrites e pancreatites.
    • Alergias e Problemas de Pele: Soluciona alergias alimentares e ambientais que se manifestam em problemas de pele e pelagem, otites e coceiras incessantes.
    • Condições Metabólicas: Previne e gerencia obesidade, diabetes, problemas renais e hepáticos, promovendo o equilíbrio do metabolismo.
    • Dor e Inflamação: O uso de cannabis medicinal (sistema endocanabinoide), junto com outras terapias integrativas, oferece alívio para dor crônica, osteoartrite, artrite, e condições inflamatórias diversas.
    • Ansiedade e Comportamento: Ajuda pets com ansiedade, estresse, fobias, convulsões e outros distúrbios comportamentais, buscando o equilíbrio neurológico e emocional.
    • Suporte Oncológico: Oferece suporte complementar para pacientes oncológicos, melhorando a qualidade de vida e minimizando efeitos colaterais de tratamentos convencionais.

    Para quem não está na região, oferece telemedicina para todo o Brasil com acompanhamento de médico veterinário, utilizando as plataformas Zoom e Google. É importante ressaltar que a primeira consulta deve ocorrer na presença de um médico veterinário local, garantindo que pets em qualquer lugar tenham acesso à sua abordagem integrativa.

    Para agendamentos ou mais informações, visite

    www.petclube.com.brou entre em contato pelo WhatsApp (11) 99386-8744. Seu pet merece saúde natural, equilíbrio e longevidade sustentável.

     

  • Cardiomiopatia Felina Gatos Estressados

    Cardiomiopatia Felina

    Cardiomiopatia por dilatação, Cardiomiopatia Restritiva, Cardiomiopatia hipertrófica

    Cardiomiopatia Felina, Doença cardíaca, Insuficiência cardíaca.

    Animais Afetados: Gatos

    Visão Geral

    Cardiomiopatia é o termo utilizado para descrevermos doenças do coração. Há muitos tipos de doença cardíaca, mas os gatos geralmente desenvolvem três formas diferentes delas: cardiomiopatia por dilatação, cardiomiopatia restritiva e cardiomiopatia hipertrófica.

    Cada uma destas patologias é diferente uma da outra. Todas causam problemas a médio e longo prazo porque o coração se mostra incapaz de bombear um volume de sangue adequado para suprir as demandas do organismo.

    Assim como em seres humanos, os felinos podem sofrer de problemas cardíacos por muito tempo antes de apresentarem sintomas de insuficiência cardíaca. A insuficiência cardíaca é uma doença grave que traz risco de vida e ocorre quando o coração se torna incapaz de bombear sangue suficiente para suprir os tecidos com o oxigênio necessário. O lado direito, o esquerdo ou ambos os lados do coração começam a falhar, causando uma série de complicações.

    Uma das formas mais graves de insuficiência cardíaca ocorre quando os pulmões se enchem de líquido, formando um quadro de edema pulmonar. Esta complicação ocorre quando o lado esquerdo do coração não está bombeando eficientemente o sangue. Desenvolve-se uma pressão excessiva no local e há um extravasamento de líquido por entre os tecidos e espaços onde há ar nos pulmões. Assim, o gato começa a se afogar literalmente em seus próprios líquidos, impedindo a troca de oxigênio entre os pulmões e o sangue. Como resultado, o organismo não recebe oxigênio suficiente e os tecidos começam a morrer. Se não for corrigido a tempo, o edema pulmonar leva à insuficiência generalizada dos órgãos e à morte.

    Outra complicação cardíaca em gatos é o desenvolvimento de coágulos sanguíneos, conhecidos clinicamente como tromboembolia aórtica, que geralmente se forma no coração e se desloca através da corrente sanguínea. Comumente, o coágulo se aloja no setor da artéria aorta que supre os membros posteriores, interrompendo o fluxo sanguíneo e causando um quadro de paralisia parcial ou total. A condição é extremamente dolorosa e requer atenção médica imediata. Gatos com tromboembolia aórtica tornam-se incapazes de mover as patas traseiras e podem miar de dor. A tromboembolia aórtica geralmente é indicativa de doença cardíaca grave; dois terços dos animais que apresentam o problema terão que ser submetidos à eutanásia. Os animais que sobrevivem à doença, pode apresentar reincidência.

    Sinais Clínicos

    Os sinais clínicos mais comuns incluem taquipnéia, perda de fôlego associada a qualquer atividade, dispnéia, tosse, anorexia, vômitos, perda de peso e letargia. Alguns animais desenvolvem paralisia nas patas traseiras, perda do tônus femoral e uma diminuição da temperatura nos membros posteriores devido ao tromboembolismo. Pode ocorrer síncope ou morte súbita do animal. Freqüentemente podemos detectar sopros no coração, taquicardia ou ruídos pulmonares anormais pela auscultação cardíaca. O gato pode ter sido submetido a stress recente como anestesia, cirurgia, estadia em canis ou similares, ou viagens de automóvel que podem ter causado o desenvolvimento do quadro de insuficiência cardíaca.

    Sintomas

    Os sintomas mais comuns incluem respiração acelerada, perda de fôlego em atividades que geralmente não são estressantes, dificuldade de respiração, tosse, perda de apetite, vômitos, perda de peso e desânimo. Alguns gatos podem apresentar paralisia dos membros posteriores, devido a coágulo sanguíneo formado no coração e alojado no setor da corrente sanguínea que supre as patas traseiras. Alguns gatos podem sofrer desmaios ou morrer subitamente. Às vezes, um sopro no coração, ritmo cardíaco anormal ou ruídos estranhos no pulmão podem ser detectados quando o veterinário ausculta o tórax do felino com o auxílio de estetoscópio. O gato pode ter passado por algum tipo de stress recente como anestesia, cirurgia, alojamento, ou viagens de automóvel que podem ter causado o aparecimento de sintomas de insuficiência cardíaca. Também gatos que são muito mimados e reagem a fatores externos ou animais briguentos.

    Descrição

    Há três tipos de doenças cardíacas que geralmente afetam os gatos, todas com grande comprometimento da saúde do felino por resultarem da incapacidade do coração de bombear o sangue apropriadamente. Cada uma das doenças é séria, mas os gatos afetados podem resistir por longos períodos, com o tratamento apropriado. Da mesma forma, com diagnóstico precoce e adoção de uma estratégia de prevenção, o veterinário pode melhorar muito a qualidade de vida do animal.

    Uma modalidade de doença cardíaca do felino, a cardiomiopatia por dilatação, acontece quando uma das câmaras cardíacas cresce e se dilata como um "balão de gás". Com a dilatação, o músculo cardíaco se enfraquece tanto que perde a capacidade de se contrair com a força normal. Esta doença era muito comum antes de se descobrir que sua causa, na maioria dos casos, era a deficiência dietética de um aminoácido, a taurina. Desde que as rações comerciais passaram a ser adequadamente suplementadas com taurina, esta doença se tornou mais rara.

    A cardiomiopatia hipertrófica, a forma mais comum de cardiopatia felina, ocorre quando a câmara inferior esquerda do coração, chamada de ventrículo esquerdo, se espessa e se enrijece, enquanto a câmara superior esquerda, o átrio esquerdo, aumenta de tamanho. O ventrículo esquerdo aumentado não permite que sobre espaço na câmara para que esta se encha de sangue. Assim, a cada contração, são bombeadas quantidades de sangue menores do que o normal. Além disto, o espessamento do ventrículo aumenta o consumo de sangue necessário ao suprimento do próprio coração. Se as demandas de oxigênio não são atendidas, pode ocorrer morte das células por hipóxia, o que levaria a cicatrizes cardíacas.

    Uma terceira forma da doença é chamada de cardiomiopatia restritiva. Também é conhecida como cardiomiopatia intermediária por ter características tanto da cardiomiopatia por dilatação, quanto da hipertrófica. Nesta modalidade da doença, as paredes do coração do gato desenvolvem fibrose, que é a substituição do tecido cardíaco normal por tecido cicatricial . Esse tecido cicatricial faz o coração se enrijecer e ficar menos eficiente no bombeamento sanguíneo.

    Ocasionalmente, gatos com doenças cardíacas desenvolvem um quadro que leva à paralisia total ou parcial dos membros posteriores. Com atendimento rápido, pode-se muitas vezes controlar este quadro clínico, mas, na maioria dos casos, estes animais terão que ser sacrificados.

    Diagnóstico

    Após o exame físico e a obtenção do histórico , o veterinário auscultará o coração e pulmões do animal com o estetoscópio. Depois, examinará os batimentos cardíacos e pedirá exames de sangue para determinar a presença de possíveis doenças.

    Radiografias do tórax irão revelar alterações no tamanho do coração e anormalidades como edema pulmonar (líquido nos pulmões), resultante da insuficiência cardíaca. A melhor forma para o veterinário avaliar o tipo de doença cardíaca presente é uma ultra-sonografia do coração . Este teste é excelente por ser um método não-invasivo e por ser capaz de distinguir entre os diferentes tipos de doenças cardíacas. A ultra-sonografia do coração, conhecida clinicamente como ecocardiograma, pode ser realizada por um radiologista veterinário, ou outro profissional com treinamento específico para este tipo de procedimento.

    Prognóstico

    A duração e a qualidade de vida de um gato dependem do tipo e da gravidade da doença cardíaca existente. Nos casos de cardiomiopatia por dilatação, os gatos que respondem bem a administração de taurina e que sobrevivem às primeiras semanas de tratamento têm um bom prognóstico.

    Gatos com insuficiência cardíaca geralmente têm um prognóstico de longo prazo pior do que os gatos cuja doença foi identificada antes do agravamento dos sintomas.

    Muitos animais controlados com a medicação apropriada, vivem anos com a doença cardíaca sob controle. Ao identificar o tipo específico de afecção e prescrever o tratamento adequado, o médico veterinário pode ajudar os animais afetados a viver mais e com melhor qualidade de vida do que os animais que são deixados sem tratamento.

    Transmissão ou Causa

    Há suspeitas de um componente hereditário no aparecimento de doenças cardíacas. Os gatos Burmeses, Siameses e Abissínios fazem parte de um grupo de risco para a cardiomiopatia por dilatação. No passado, os gatos que não recebiam quantidade suficiente do aminoácido taurina geralmente desenvolviam esta forma da doença. Até que a deficiência de taurina fosse identificada como um grande problema das rações comerciais, a cardiomiopatia por dilatação era uma doença muito comum. Desde então, as rações comerciais têm sido suplementadas com taurina, tornando cada vez mais rara a cardiomiopatia por dilatação em gatos.

    A cardiomiopatia hipertrófica não tem causas conhecidas.Problemas cardíacos similares aos causados pela cardiomiopatia hipertrófica podem ser causados por afecções como hipertireoidismo, hipertensão e estenose sub-aórtica.

    Não há uma causa conhecida para a cardiomiopatia restritiva, apesar de haver suspeitas de que inflamações cardíacas possam ser a origem do problema. Especula-se também sobre a possível incidência do problema em animais afetados pela cardiomiopatia hipertrófica com histórico recorrente de infarto do miocárdio, o que teria levado ao surgimento de áreas de destruição do músculo cardíaco e formação de cicatrizes.

    Tratamento

    O tratamento das doenças cardíacas em gatos é geralmente complexo. Apenas a cardiomiopatia por dilatação devida à insuficiência de taurina é potencialmente curável. As outras afecções podem ser controladas com medicamentos e dietas, além de atividades diversificadas.

    Animais muito doentes ou apresentando um quadro de insuficiência cardíaca necessitam de tratamento com oxigênio. Como o stress pode agravar as condições cardíacas, gatos com sintomas graves devem ser confinados numa gaiola e impedidos de participar de qualquer atividade. Uma vez estabilizado o quadro clínico do animal, é importante que o veterinário determine qual é o tipo específico de afecção cardíaca, para poder iniciar o tratamento apropriado; este geralmente varia de acordo com as características da doença.

    Um grande número de medicamentos pode ser prescrito para felinos com doenças cardíacas. Nos caso de cardiomiopatia por dilatação, pode-se administrar taurina . Se a doença responder ao tratamento com o aminoácido e o gato sobreviver as primeiras semanas de tratamento, após poucos meses, poderemos suspender a medicação.

    Se houver líquido nos pulmões em decorrência da incapacidade do coração de bombear corretamente o sangue, um diurético será prescrito para auxiliar na desobstrução dos pulmões. Há disponível no mercado, medicamentos adicionais para relaxar o gato, estabilizar os batimentos cardíacos, e regular a intensidade e a velocidade das contrações cardíacas. O tipo de tratamento muitas vezes depende das complicações existentes. Em alguns casos, o veterinário indicará um colega médico veterinário especializado em cardiologia para que seja feito um diagnóstico mais preciso e para ajudar na implantação do plano inicial de tratamento.

    Gatos que desenvolvem coágulos sanguíneos e posterior paralisia dos membros traseiros, em virtude de afecção cardíaca, necessitarão de medicação específica para a doença, para controlar a dor e para melhorar o fluxo de sangue para os membros traseiros e reduzir o perigo de formação de novos coágulos. Em casos raros, pode-se recomendar a cirurgia para remoção do coágulo, mas esta tem alto grau de risco. Existem empresas de medicamentos pesquisando novas drogas para a dissolução de coágulos. Estas drogas devem ser usadas com cuidado e em momentos muito específicos. Além do mais, o tratamento é muito caro e o percentual de êxito é desconhecido. Estudos anteriores indicaram uma taxa alta de óbitos. Novas tentativas, entretanto, têm sido feitas em várias universidades e instituições de pesquisa.

    Prevenção

     O emprego de ração felina de boa qualidade, com o nível apropriado do aminoácido taurina ajuda a evitar a cardiomiopatia por dilatação, causada por deficiência nutricional. A maioria das rações para felinos geralmente contém boa quantidade do aminoácido em questão, mas os gatos que recebem dieta caseira ou que não comem ração podem necessitar de suplementação. Gatos com afecções cardíacas devem ser poupados de situações de stress que sobrecarreguem o coração. Esta sobrecarga poderia "ultrapassar os limites" e levar a sérias complicações, inclusive insuficiência cardíaca.Leia mais: http://www.renalvet.com.br/cardiologia/cardiomiopatia-

    PetClube Amigo e a Medicina Veterinária

     Somos uma verdadeira Entidade do Bem e Parceiros da Natureza, promovendo uma conexão profunda entre humanos, animais e o meio ambiente. Nosso compromisso vai além da seleção cuidadosa de filhotes mansos e saudáveis; buscamos proporcionar uma experiência transformadora para tutores que desejam elevar suas vidas por meio da energia positiva que esses animais carregam.

    Dr. Cláudio Amichetti Junior: Veterinário Integrativo em São Paulo 

    O Dr. Cláudio Amichetti Junior (CRMV-SP 75404 VT), médico veterinário integrativo, criador de felinos de raça e cães de guarda, e com mais de 30 anos como CEO do PetClube, é engenheiro agrônomo formado em 1985 pela UNESP EE Jaboticabal com o maior número de créditos possíveis em sua turma. Ele oferece atendimento especializado para pets em diversas localidades.

    Recentemente, seu artigo “A CONTRIBUIÇÃO DAS DIETAS CETOGÊNICAS ASSOCIADAS À ATIVIDADE FÍSICA PARA AUMENTO DO BDNF E DO GH NA NEUROPLASTICIDADE EM ANIMAIS” foi avaliado e aceito para publicação na prestigiada revista Dcs, reforçando sua base científica nas abordagens integrativas.

    Seu espaço holístico e meditativo, PetClube, está localizado no Km 334 da Rodovia Régis Bittencourt, em Juquitiba/SP. É facilmente acessível para tutores de São Paulo, Morumbi, Vila Olímpia, Moema, Pinheiros, Jardins, Alphaville, São Bernardo do Campo, Itapecirica da Serra e adjacências.

    Além deJuquitiba, o Dr. Amichetti atende presencialmente as regiões deEmbu-Guaçu,Itapecirica da Serra,São Lourenço da Serra,Miracatu,São Bernardo do Campo,Santo André eSão Caetano do Sul. Sua expertise abrange também bairros nobres de São Paulo comoVila Nova Conceição,Cidade Jardim,Jardim Paulistano,Ibirapuera,Lapa,Aclimação,Higienópolis,Itaim Bibi,Tatuapé eMooca.
    Dr. Cláudio é pioneiro em um sistema sustentável com alimentação 100% natural (raw feeding) e ingredientes orgânicos cultivados em seuespaço holístico em Juquitiba / São Lourenço da Serra, garantindo dietas frescas e livre de agrotóxicos para seus pacientes. Ele é especialista em modulação intestinal, sistema endocanabinoide e nutrição natural.
    Com essa abordagem integrativa e baseada em pesquisa, o Dr. Cláudio auxilia no tratamento e prevenção de uma ampla gama de problemas de saúde, incluindo:
     
    • Distúrbios Gastrointestinais: Através da modulação intestinal e exclusão de alérgenos como carboidratos, ele trata DII (Doença Inflamatória Intestinal), colite, disbiose, diarreias crônicas, sensibilidades alimentares, gastrites e pancreatites.
    • Alergias e Problemas de Pele: Soluciona alergias alimentares e ambientais que se manifestam em problemas de pele e pelagem, otites e coceiras incessantes.
    • Condições Metabólicas: Previne e gerencia obesidade, diabetes, problemas renais e hepáticos, promovendo o equilíbrio do metabolismo.
    • Dor e Inflamação: O uso de cannabis medicinal (sistema endocanabinoide), junto com outras terapias integrativas, oferece alívio para dor crônica, osteoartrite, artrite, e condições inflamatórias diversas.
    • Ansiedade e Comportamento: Ajuda pets com ansiedade, estresse, fobias, convulsões e outros distúrbios comportamentais, buscando o equilíbrio neurológico e emocional.
    • Suporte Oncológico: Oferece suporte complementar para pacientes oncológicos, melhorando a qualidade de vida e minimizando efeitos colaterais de tratamentos convencionais.

    Para quem não está na região, oferece telemedicina para todo o Brasil com acompanhamento de médico veterinário, utilizando as plataformas Zoom e Google. É importante ressaltar que a primeira consulta deve ocorrer na presença de um médico veterinário local, garantindo que pets em qualquer lugar tenham acesso à sua abordagem integrativa.

    Para agendamentos ou mais informações, visite

    www.petclube.com.brou entre em contato pelo WhatsApp (11) 99386-8744. Seu pet merece saúde natural, equilíbrio e longevidade sustentável.

     

  • Cuidar de sua Gata e Gatinho Nascimento ao Desmame

    Dando à luz

    mainecoonDepois da cópula, a gestação da gata dura, em média, entre 63 e 66 dias. Alguns dias antes de dar à luz, a gata, ansiosa, procura um lugar calmo, protegido da luz, onde ela poderá fazer seu ninho. Uma caixa de plástico com panos limpos, colocada no fundo de um guarda-roupa, por exemplo, provavelmente será o lugar a ser escolhido, desde que ofereça conforto para ela e os filhotes. A presença calma e tranqüilizadora de seu dono também é importante neste momento.
    Contrações agudas do útero são responsáveis pelo nascimento de cada filhotinho, em intervalos de cerca de 30 a 60 minutos. A gata rasga o saco amniótico e tira o recém-nascido pela cabeça, esquentando-o e estimulando sua respiração ao lambê-lo intensamente. A ninhada pode ser composta de 1 a 10 filhotes pesando de 70 a 150 gramas cada um, em média, dependendo da raça.

    As primeiras quatro semanas

    Logo que o cordão umbilical é cortado, o filhote, limpo pela mãe, então engatinha em direção a uma de suas mamas, guiado pelo calor e pelo cheiro da barriga materna. As primeiras mamadas ainda não dão leite, mas sim o colostro. Esse líquido, cujo aspecto e composição se diferem do leite, contém inúmeros anticorpos essenciais para assegurar as primeiras defesas imunológicas.
    Mamar e dormir em contato com a mãe e os irmãos são as únicas atividades do filhote durante esses primeiro dias. Completamente dependente da mãe, sua luta pela vida começa com ele tentando conseguir a melhor mama possível. Sendo cego e surdo, seus sentidos mais desenvolvidos são o olfato e o tato. A audição só começa a funcionar no quinto dia de vida. Entre o 7° e o 15° dias de vida, ele abre os olhos. A audição é o sentido que o orienta a partir do 14° dia. Por volta do 17° dia, ele começa a andar nas quatro patas e com 1 mês, consegue se orientar pelos sons, luzes e cheiros.

    Do pré-desmame ao desmame

    Depois de receber o colostro nas suas primeiras horas de vida, o filhote mama o leite materno. Caso a ninhada seja grande, o leite materno insuficiente ou a separação da mãe for precoce, deve-se recorrer a fórmulas de leite. A habilidade do filhote em digerir o açúcar do leite, a lactose, diminui em favor de outras habilidades digestivas. Com a diminuição da lactação materna e com o aparecimento dos primeiros dentes de leite, inicia-se um período de transição alimentar entre a 3ª e a 4ª semana de idade. Tal evento provoca uma pausa na curva de crescimento. A dieta proposta, que gradualmente substituirá a dieta láctea, deve satisfazer todos os requisitos nutricionais do filhote para não causar nenhum déficit de energia e não piorar sua frágil imunidade. Um alimento Nutrição Saúde* para a primeira fase de crescimento do filhote, destinado a seus dentes de leite, oferece uma segurança digestiva reforçada graças a uma seleção de proteínas altamente digestíveis. Esse alimento também contribui para o auxilio das defesas naturais. De acordo com sua consistência, pode ser apresentado ao filhote misturado à água e, finalmente, na forma sólida. Com 7 ou 8 semanas, o filhote está desmamado. Do 4° ao 12° mês de idade, pode-se usar um alimento Nutrição Saúde formulado para o 2° estágio do crescimento.O filhote antes dos 4 meses de vida

    Do nascimento, em que o recém-nascido é alimentado com o colostro da mãe, até a 5ª semana de vida, o filhote deve receber o leite materno. Por volta da 7ª semana, o desmame o terá conduzido, pouco a pouco, até uma dieta sólida com tudo o que necessita. Mas acima de tudo, este é o período em que seu sistema imunológico começa a se desenvolver. O alimento que lhe é oferecido deve ser uma fórmula nutricional rica em energia, completa e balanceada com relação a proteínas, lipídios, carboidratos, minerais, vitaminas e deve se adequar a ele. Ainda que o gato seja um carnívoro estrito, sua dieta pode incluir grãos de alta qualidade que sejam digestíveis e não causem diarréia. Assim, a capacidade de digerir grãos se desenvolve aos poucos no filhote. Os grãos contêm aminoácidos essenciais para o crescimento, no entanto necessita ser adicionado o aminoácido taurina, de origem animal, necessário à espécie felina.
    O alimento também deve conter todos os minerais e vitaminas necessários para o desenvolvimento do esqueleto. Seu conteúdo pode ser enriquecido por inúmeros nutrientes capazes de auxiliar as defesas naturais e pelo EPA e DHA para o desenvolvimento adequado do sistema nervoso central. O importante é escolher um alimento Nutrição Saúde que atenda bem as necessidades nutricionais do filhote e observar atentamente a transição do alimento líquido para o sólido.

    O filhote após os 4 meses de vida

    Durante esse segundo estágio, a dieta do filhote, levando-se em consideração que ele ainda permanece frágil, deve continuar auxiliando as defesas naturais. Sua estrutura óssea se fortalece aos poucos e a massa muscular se desenvolve. As necessidades energéticas aumentam e permanecem importantes até o 4° ou 5° mês, quando alcançam o máximo e, então, começam a diminuir gradualmente. Portanto, a dieta deve sempre satisfazer tais necessidades.
    O filhote pode receber o mesmo alimento Nutrição Saúde para o segundo estágio de crescimento do 4° mês até o fim de seu crescimento, que se dá por volta de um ano. No entanto, a transição entre o alimento da primeira e da segunda fase deve durar alguns dias.
    Para prevenir o excesso de peso, depois do sexto mês, deve-se controlar a quantidade total de comida disponibilizada ao filhote, uma vez que ele pode se mostrar um guloso. Pesar a quantidade ingerida diariamente acaba sendo a solução mais precisa: a quantidade de alimento a ser servido é mencionada na embalagem. Sempre disponibilize água fresca, trocada duas vezes ao dia, em um recipiente de vidro. fonte royal canin http://www.royalcanin.com.br/o-filhote-e-o-gato/o-gato/convivendo-com-seu-gato/alimentando-seu-gato

    Vídeo no Youtube do Gatil Premiado Amicat´s

     

     

    Assista agora bengal Amicat´s brincando

     

    EIXnAnVvJx8 8qlc8UqfWOg dg8AYV58z6o HVIbCidR4-sKx98NeJD-HU LCV5v28XWos _BdJTEeXwf4FbI54mzYjBQ

     

    PetClube Amigo e a Medicina Veterinária ESPECIALIZADA EM FELINOS

     Somos uma verdadeira Entidade do Bem e Parceiros da Natureza, promovendo uma conexão profunda entre humanos, animais e o meio ambiente. Nosso compromisso vai além da seleção cuidadosa de filhotes mansos e saudáveis; buscamos proporcionar uma experiência transformadora para tutores que desejam elevar suas vidas por meio da energia positiva que esses animais carregam.

    Dr. Cláudio Amichetti Junior: Veterinário Integrativo em São Paulo 

    O Dr. Cláudio Amichetti Junior (CRMV-SP 75404 VT), médico veterinário integrativo, criador de felinos de raça e cães de guarda, e com mais de 30 anos como CEO do PetClube, é engenheiro agrônomo formado em 1985 pela UNESP EE Jaboticabal com o maior número de créditos possíveis em sua turma. Ele oferece atendimento especializado para pets em diversas localidades.

    Recentemente, seu artigo “A CONTRIBUIÇÃO DAS DIETAS CETOGÊNICAS ASSOCIADAS À ATIVIDADE FÍSICA PARA AUMENTO DO BDNF E DO GH NA NEUROPLASTICIDADE EM ANIMAIS” foi avaliado e aceito para publicação na prestigiada revista Dcs, reforçando sua base científica nas abordagens integrativas.

    Seu espaço holístico e meditativo, PetClube, está localizado no Km 334 da Rodovia Régis Bittencourt, em Juquitiba/SP. É facilmente acessível para tutores de São Paulo, Morumbi, Vila Olímpia, Moema, Pinheiros, Jardins, Alphaville, São Bernardo do Campo, Itapecirica da Serra e adjacências.

    Além deJuquitiba, o Dr. Amichetti atende presencialmente as regiões deEmbu-Guaçu,Itapecirica da Serra,São Lourenço da Serra,Miracatu,São Bernardo do Campo,Santo André eSão Caetano do Sul. Sua expertise abrange também bairros nobres de São Paulo comoVila Nova Conceição,Cidade Jardim,Jardim Paulistano,Ibirapuera,Lapa,Aclimação,Higienópolis,Itaim Bibi,Tatuapé eMooca.
    Dr. Cláudio é pioneiro em um sistema sustentável com alimentação 100% natural (raw feeding) e ingredientes orgânicos cultivados em seuespaço holístico em Juquitiba / São Lourenço da Serra, garantindo dietas frescas e livre de agrotóxicos para seus pacientes. Ele é especialista em modulação intestinal, sistema endocanabinoide e nutrição natural.
    Com essa abordagem integrativa e baseada em pesquisa, o Dr. Cláudio auxilia no tratamento e prevenção de uma ampla gama de problemas de saúde, incluindo:
     
    • Distúrbios Gastrointestinais: Através da modulação intestinal e exclusão de alérgenos como carboidratos, ele trata DII (Doença Inflamatória Intestinal), colite, disbiose, diarreias crônicas, sensibilidades alimentares, gastrites e pancreatites.
    • Alergias e Problemas de Pele: Soluciona alergias alimentares e ambientais que se manifestam em problemas de pele e pelagem, otites e coceiras incessantes.
    • Condições Metabólicas: Previne e gerencia obesidade, diabetes, problemas renais e hepáticos, promovendo o equilíbrio do metabolismo.
    • Dor e Inflamação: O uso de cannabis medicinal (sistema endocanabinoide), junto com outras terapias integrativas, oferece alívio para dor crônica, osteoartrite, artrite, e condições inflamatórias diversas.
    • Ansiedade e Comportamento: Ajuda pets com ansiedade, estresse, fobias, convulsões e outros distúrbios comportamentais, buscando o equilíbrio neurológico e emocional.
    • Suporte Oncológico: Oferece suporte complementar para pacientes oncológicos, melhorando a qualidade de vida e minimizando efeitos colaterais de tratamentos convencionais.

    Para quem não está na região, oferece telemedicina para todo o Brasil com acompanhamento de médico veterinário, utilizando as plataformas Zoom e Google. É importante ressaltar que a primeira consulta deve ocorrer na presença de um médico veterinário local, garantindo que pets em qualquer lugar tenham acesso à sua abordagem integrativa.

    Para agendamentos ou mais informações, visite

    www.petclube.com.brou entre em contato pelo WhatsApp (11) 99386-8744. Seu pet merece saúde natural, equilíbrio e longevidade sustentável.

     

  • MEDICINA VETERINARIA INTEGRATIVA felina: saúde integral canabinóide dos gatos

    A Visão Integrativa: O Poder da Sinergia e da Prevenção

    Medicina Veterinária Integrativa Felinos

    NoPetClube, o dr.med vet Claudio, defende uma perspectiva diferente: a medicina endocanabinoide não deve ser aúltima, mas sim umaparte integrante e precoce de um plano de tratamento holístico e preventivo.
    1. Fitocanabinoides como Pilar, Não Como Único Suporte: Vemos os fitocanabinoides como uma ferramenta valiosa que atua em conjunto com outras estratégias terapêuticas. Eles funcionam melhor quando o corpo do animal está em um ambiente mais equilibrado, nutrido e com menos estresse.
      • Exemplo: Um pet com osteoartrite se beneficiará imensamente do CBD para dor e inflamação, mas o resultado será otimizado se combinado com uma dieta anti-inflamatória, suplementação de ômega-3, fisioterapia para fortalecer músculos e reduzir a carga nas articulações, e um ambiente domiciliar adaptado.
    2. Otimização do Sistema Endocanabinoide (SEC): Como Cláudio, você sabe que o SEC é complexo. Não se trata apenas de adicionar canabinoides externos, mas de nutrir e equilibrar o próprio sistema do animal. Isso inclui:
      • Nutrição de Qualidade: Fornecer precursores como ácidos graxos ômega-3.
      • Redução de Estressores: Criar um ambiente calmo e enriquecedor.
      • Estímulo Natural: Promover exercícios adequados.
      • Suplementação: Quando necessário, usar nutracêuticos que apoiem a função do SEC.
    3. Conhecimento e Educação: É nosso papel, como profissionais de saúde integrativa, educar os tutores. Devemos explicar como o SEC funciona, como os fitocanabinoides interagem com ele e, crucialmente, como todas as peças do quebra-cabeça (dieta, ambiente, exercícios, outras terapias) se encaixam para maximizar o bem-estar do pet.
    4. Prevenção e Intervenção Precoce: A integração dos fitocanabinoides em fases mais iniciais de certas condições, ou mesmo como parte de um plano de bem-estar preventivo, pode retardar a progressão de doenças, melhorar a resposta a outras terapias e, em última análise, proporcionar uma melhor qualidade de vida por mais tempo.
    A Abordagem do PetClube com a visao do med vet Claudio: Um Compromisso com a Vida em Sua Totalidade
    NoPetClube, nossa filosofia denatureza sustentável com plantio de Mata Atlântica não é apenas um pano de fundo, mas um componente ativo na saúde dos animais. Um pet que vive em um ambiente naturalmente rico, com ar puro e espaço para se movimentar, já tem seu SEC positivamente impactado. Nossa expertise emMedicina Veterinária Integrativa e Endocanabinoide, aliada àEngenharia Agronômica que cria e mantém este ambiente saudável, e aoDireito Ambiental que garante sua proteção, reflete nosso compromisso com amelhoria da vida dos cães e gatos em todos os níveis.
     
    Quando um tutor nos procura, ele encontra não apenas a opção do tratamento com fitocanabinoides, mas um guia para uma jornada completa de bem-estar, onde cada aspecto da vida do pet é considerado. O objetivo é a saúde e a felicidade duradouras, alcançadas pela sinergia entre a ciência de ponta, o poder da natureza e um cuidado amoroso e informado.
    A medicina endocanabinoide é uma ferramenta extraordinária, mas sua força é potencializada quando inserida em um contexto demedicina integrativa, respeitando a totalidade do ser e do ambiente em que ele vive. É assim que o medico veterinário integrativo transforma a "última esperança" em umaprimeira e contínua estratégia de vida plena.

    Você sabia que seu gato tem um sistema natural incrível? É o sistema endocanabinoide! 🧠✨ Ele atua como um maestro, regulando tudo: dores, inflamações, estresse, e até a digestão.A cannabis medicinal atua diretamente nesse sistema,ajudando o corpo do seu felino a manter a homeostase — ou seja, aquele equilíbrio interno perfeito para uma vida saudável! 🌿🐾 É uma forma natural de restaurar o bem-estar.

    Mas atenção: o uso deve sersempre orientado por um médico-veterinário habilitado em cannabis medicinal. ⚕️💚
    Dr Med Vet Claudio Amichetti Junior crmv sp 75404 vt agende consulta 11 99386-8744 horário comercial

    Acreditamos que a saúde plena dos felinos é uma jornada. Uma jornada que combina o conhecimento científico mais recente com o respeito profundo pelas necessidades individuais de cada animal

    É por isso que a orientação veterinária é indispensável ao considerar a cannabis medicinal ou qualquer outra terapia complementar. Somente um profissional qualificado, com uma visão integrativa, poderá

    • Avaliar de forma holística as necessidades específicas do seu animal, considerando seu histórico, estilo de vida e ambiente.
    • Indicar o produto mais adequado, com a proporção correta de CBD e THC, e a formulação ideal (espectro completo, isolado, etc.).
    • Definir a dosagem segura e eficaz, monitorando e ajustando-a conforme a resposta individual do seu felino.
    • Integrar a terapia com cannabis a um plano de bem-estar mais amplo, que inclua alimentação natural e balanceada, atividade física, enriquecimento ambiental e manejo do estresse.
    • Monitorar rigorosamente possíveis interações medicamentosas e efeitos colaterais, como alterações hepáticas, garantindo a segurança e o conforto do seu pet em cada etapa do tratamento.
    Acreditamos que, juntos, podemos desvendar o caminho para uma vida mais longa, saudável e feliz para seus felinos. Uma abordagem que não é apenas sobre tratar doenças, mas sobrenutrir a vida em sua plenitude, oferecendo um cuidado que é verdadeiramente consciente, funcional e inovador.
     
    Converse com seu médico veterinário e descubra como a medicina integrativa pode transformar a saúde e o bem-estar do seu felino. Sua opinião é muito importante, e estamos aqui para auxiliar nessa jornada!

    Disclaimer Importante

    • As informações apresentadas neste guia são de caráter informativo e educativo, baseadas em pesquisas científicas e relatos de caso.
    • O uso de cannabis medicinal ou qualquer outro suplemento em animais deve ser feito exclusivamente sob a orientação, prescrição e acompanhamento de um médico veterinário qualificado.
    • A automedicação pode ser prejudicial e perigosa para a saúde do seu pet.
    • É fundamental que os produtos utilizados sejam de alta qualidade, com certificados de análise que garantam sua composição e ausência de contaminantes.

      Dr. Cláudio Amichetti Junior – Médico Veterinário Integrativo em São Paulo e Regiões Metropolitanas 🌟 CRMV-SP 75404 VT | Atendimento Presencial na Clínica PetClube e Telemedicina para Todo o Brasil

      Se você busca um médico veterinário integrativo com mais de 40 anos de experiência clínica e prática sustentável, o Dr. Cláudio Amichetti Junior é a referência ideal em São Paulo e nas regiões de Embu-Guaçu, Itapecirica da Serra, Juquitiba, São Lourenço da Serra, Miracatu, São Bernardo do Campo, Santo André e São Caetano do Sul.

      Com clínica física localizada na PetClube, no coração sustentável de Juquitiba/SP – atendendo bairros nobres como Morumbi, Vila Nova Conceição, Cidade Jardim, Jardim Paulistano, Ibirapuera, Vila Olímpia, Moema, Lapa, Aclimação, Higienópolis, Itaim Bibi, Pinheiros, Jardins, Tatuapé, Moca e Alphaville – o Dr. Amichetti oferece atendimento presencial com agendamento rápido e telemedicina nacional via plataforma segura (Booklim.com), garantindo acesso a tutores de todo o Brasil.


      🩺 Médico Veterinário Integrativo com Expertise em Sistema Sustentável

      Como engenheiro agrônomo formado pela ESALQ-USP e criador de gatos e cães há mais de 4 décadas, o Dr. Amichetti desenvolveu um sistema sustentável único:

      • Alimentação 100% natural (raw feeding com ingredientes orgânicos) cultivados em sua fazenda integrada à Clínica PetClube em Juquitiba / São Lourenço da Serra
      • Produção livre de agrotóxicos, com permacultura e ciclo fechado
      • Ingredientes frescos entregues diretamente para pacientes em São Paulo, São Bernardo do Campo, Santo André e São Caetano do Sul

      Isso lhe dá expertise prática incomparável na prevenção de obesidade, alergias alimentares e distúrbios metabólicos, especialmente em gatos sensíveis e cães de raças predispostas.


      📍 Espaço Holístico PetClube: Endereço e Contato Oficial

      🏥 PetClube Amichetti LTDA – Clínica Veterinária Integrativa 📍 Rodovia Régis Bittencourt, Km 334 (Barra Mansa, Juquitiba/SP, CEP 06950-000) 🛣️ A apenas 45 minutos de São Paulo – Ideal para tutores de Morumbi, Vila Olímpia, Moema, Pinheiros, Jardins, Alphaville, São Bernardo do Campo, Itapecirica da Serra ou Juquitiba. 📞  📱 WhatsApp: (11) 99386-8744 (Agendamento rápido e consultas iniciais) 🌐 Site: www.petclube.com.br (Com mapa interativo e localização exata) 🕒 Horário: Segunda a Sábado, 8h às 18h | Emergências 24h via WhatsApp

      Dica para SEO e Visitação: A Clínica PetClube é otimizada para buscas locais no Google, com palavras-chave como "médico veterinário integrativo Juquitiba SP", "clínica pet Rodovia Regis Bittencourt Km 334" e "veterinário raw feeding São Paulo". Inclua o endereço completo em seu site para melhorar o ranqueamento em Juquitiba, São Paulo, Embu-Guaçu, Itapecirica da Serra, Juquitiba, São Lourenço da Serra, Miracatu, São Bernardo do Campo, Santo André, São Caetano do Sul, Morumbi, Vila Nova Conceição, Moema, Pinheiros, Alphaville, Higienópolis, Itaim Bibi, Jardins, Tatuapé, Moca.


      🔬 Áreas de Especialização do Médico Veterinário Integrativo

       
       
      Área de Atuação Experiência Específica Benefícios para Seu Pet
      Modulação Intestinal Uso de probióticos (Lactobacillus spp.), prebióticos (inulina de chicória orgânica) e dietas anti-inflamatórias para tratar DII, colite e disbiose. Mais de 2.000 casos resolvidos com redução de 80% em sintomas crônicos em pacientes de Vila Olímpia, Moema, Pinheiros e Itaim Bibi. Melhora absorção de nutrientes, reduz diarreia e fortalece imunidade intestinal – essencial para gatos sensíveis em Alphaville, Morumbi e Jardins.
      Sistema Endocanabinoide (SEC) Modulação via CBD veterinário (doses de 0,5–2 mg/kg), anandamida natural (de ômegas) e ervas como cúrcuma. Experiência em ansiedade, artrite e suporte oncológico em pets de São Bernardo do Campo, Santo André e São Caetano do Sul. Equilíbrio hormonal para mais calma, menos dor e melhor apetite, sem efeitos psicoativos – ideal para pets estressados em Higienópolis, Tatuapé e Moca.
      Alimentação Natural Dietas raw/caseiras balanceadas (PMR: 80% proteína animal, 10% órgãos, 10% ossos), com suplementos sustentáveis. Ajustes para taurina em gatos e ômega-3 em cães. Atendimento em Embu-Guaçu, Itapecirica da Serra e Miracatu. Previne obesidade e diabetes; promove pelagem brilhante e longevidade (média +3 anos em pacientes) em Vila Nova Conceição, Cidade Jardim e Ibirapuera.
      Sustentabilidade Agronômica Produção de alimentos orgânicos em sua fazenda em Juquitiba / São Lourenço da Serra, integrando permacultura para rações ecológicas. Dietas éticas, de baixo carbono, alinhadas à criação responsável de pets em São Paulo, Lapa, Aclimação e Alphaville.
       

      🎤 Destaque em Congressos e Palestra

      Em eventos como o Congresso Brasileiro de Nutrologia Veterinária, o Dr. Amichetti reforça:

      “Uma flora intestinal saudável amplifica os endocanabinoides naturais, estendendo a vida útil dos pets em até 20%.”

      Essa visão é aplicada diariamente em pacientes da Clínica PetClube, de São Paulo (Morumbi, Vila Olímpia, Moema, Pinheiros) até Embu-Guaçu, Itapecirica da Serra, Juquitiba e São Lourenço da Serra.


      🐾 Agende com o Melhor Médico Veterinário Integrativo de São Paulo e Região

      Se seu pet mora em Morumbi, Vila Olímpia, Moema, Pinheiros, Jardins, Alphaville, São Bernardo do Campo, Itapecirica da Serra ou Juquitiba – ou em qualquer cidade do Brasil – o Dr. Cláudio Amichetti Junior (CRMV-SP 75404 VT) oferece soluções personalizadas, sustentáveis e baseadas em ciência na Clínica PetClube.

      Marque agora: 🔗 www.petclube.com.br 📅 Booklim.com – Agendamento online 📱 WhatsApp: (11) 99386-8744

      Médico Veterinário Integrativo | São Paulo | Embu-Guaçu | Itapecirica da Serra | Juquitiba | São Lourenço da Serra | Miracatu | São Bernardo do Campo | Santo André | São Caetano do Sul | Morumbi | Vila Nova Conceição | Moema | Pinheiros | Alphaville | Higienópolis | Itaim Bibi | Jardins | Telemedicina Brasil | Clínica PetClube Rodovia Regis Bittencourt Km 334

      Seu pet merece saúde natural, equilíbrio do SEC e longevidade sustentável. Dr. Cláudio Amichetti Junior – O médico veterinário integrativo que une ciência, natureza e amor pelos animais na Clínica PetClube. 🐱🐶💚

     
     
     
     
     
    Ver essa foto no Instagram
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     

    Uma publicação compartilhada por Amichetti Claudio (@dr.claudio.amichetti)

  • Pelagem merle problemas e testes genéticos em padreadores e matrizes de Border Collie

     

    Border collies tem centenas de anos de criação seletiva que causaram impacto nesta raça. Altas taxas de portadores de certos distúrbios genéticos, bem como taxas mais baixas de outros distúrbios, requerem testes de DNA para prevenir a incidência da doença. Existem testes de DNA disponíveis para Border Collie como Teste MERLE, CEA, NCL e TNS. Exceto para distúrbios, os loci da cor da pelagem (locus A, locus B, locus D, locus E, locus M e locus S) também podem ser testados, o que permite a previsão da cor futura da pelagem.Cães de pelagem merle são caracterizados pela diluição de uma cor base com manchas pigmentadas aleatórias das quais ambas podem variar em pigmentação e olhos azuis com focinho despigmentado podendo estes serem parcialmente despigmentados ou não. O gene canino PMEL (SILV) é associado a transcrição de pigmento da pelagem através dos melanócitos induzido produção de melanina nas cores de coloração do espectro marrom e preto (eumelanina) ou de espectro amarelo e vermelho (feomelanina). Quando o gene PMEL se encontra em 17, originando o PMEL17, ocorre a mutação denominada pigmentação merle. Em cães normais de pelagem merle, o locus de gene merle (M) assume alelo de heterozigose dominante (Mm) que caracteriza pigmentação normal (m) e hipopigmentação (M) de eumelanina. Para cães merle dominantes (MM) a hipopigmentação completa resulta em surdez, cegueira e predisposição a neoplasias.

    Após diversas mutações, descobriu-se que o locus merle (M) possui um tipo de retrotransposon (denominado SINE) identificado como ‘DNA móvel’ que o permite se autocopiar e ocupar novos locais de seu locus, podendo aumentar sua área de transcrição com mais de 100 novos pares de bases, tal característica é responsável pela origem de diferentes tipos e variações da pelagem a depender do tamanho do SINE de M. Uma das variações são os merle crípticos e harlequin: cães com SINE pequenos não apresentam fenótipo merle apesar de possuírem genótipo, caracterizando merle crípticos. Já cães harlequin possuem os mais longos SINE de

    locus M, caracterizando maior presença de merle e, portanto, maior área de hipopigmentação. Além disso, devido à característica merle de atuação somente em eumelanina, cães de pelo vermelho ou amarelo não apresentam fenótipo merle pois este não é capaz de atuar em pelagem de feomelanina, apesar de ainda constituir gene do animal.

    4

    Figura 1 - Padrão de pelagem Border collie marle

    5

    Fonte: Doggenetics - introduction to the merle gene

    Figura 2 - Variação da pigmentação das manchas

    Fonte: Doggenetics - introduction to the merle gene
    Figura 3 - Variação da pigmentação da pelagem base

    Fonte: Doggenetics - introduction to the merle gene

    Figura 4 - A imagem abaixo demonstra como o tamanho da ocupação do gene M realiza

    6

    Fonte: Biomedcentral - the genetics of merle coat patterns in dogs

    2 OBJETIVOS
    2.1 Objetivo Geral

    O objetivo principal é elaborar as diretrizes básicas de um Programa de Melhoramento Genético para a raça Border Collie relacionado à coloração Merle,

    2.2 Objetivo Específico

    Explicar os genes que atuam na expressão da característica, as doenças congênitas derivadas da pelagem e a integração do pedigree baseado nos métodos de seleção com uso de marcadores de DNA (exames).

    7

    3 CRITÉRIOS DE SELEÇÃO

    Para evitar o nascimento de um cão duplo merle/síndrome do duplo merle, deve ser levado em conta no cruzamento o tipo de pelagem dos pais:

    O cruzamento de dois cães de pelagem merle saudáveis terá como resultado 50% dos filhotes com pelagem merle e saudáveis (Mm), 25% com pelagem lisa (mm) e também 25% da ninhada com a síndrome do duplo merle (MM) com problemas de saúde.

    O cruzamento de cão merle com um cão de pelagem lisa, originará 50% dos filhotes merle (Mm), e os outros 50% de pelagem lisa (mm). Todos os filhotes deste cruzamento serão saudáveis.

    Sendo assim, um critério de seleção é o não cruzamento de dois cães Merles, e sim um merle e outro de pelagem lisa onde teremos 50% da ninhada merle e 50% de pelagem lisa, todos saudáveis para estas anomalias.

    Outro critério a ser levado em conta é o excesso de branco em um cão de qualquer cor, por ser um sinal de advertência potencial para problemas auditivos. Se não houver pigmento no ouvido interno, o cão será surdo; orelhas brancas são os sinais mais comuns da falta de pigmento no ouvido interno. De qualquer forma, brancos fora das áreas padronizadas, desqualificam a conformação do cão.

    Mais um fator a ser considerado na seleção é a existência do merle “críptico” (“fantasma” ou “oculto”), quando um cão que geneticamente é merle, mas que não apresenta aparência de merle. A proporção de merle é tão reduzida que se torna imperceptível, oculto por marcas brancas. Um cão que apresenta merle muito reduzido, não obstante visível, como uma orelha azul, não é um merle críptico, mas sim, um merle mínimo, sendo verdadeiros merles crípticos raros. Como esses animais têm uma combinação genética que oculta a manifestação da cor marmorizada, mas o gene está lá, a única forma de descobri-los é através de exames de DNA, o teste genético para o gene Merle auxilia a evitar cruzamentos entre animais portadores.

    Apesar de todos os cuidados com os critérios de seleção, ainda existe a possibilidade de uma mutação nova, que ocorre quando o pai e mãe não possuem o merle, mas no momento da produção do espermatozóide ou do óvulo, um gameta é formado com uma mutação nova. Se este gameta é utilizado na fecundação, o filhote terá todas as suas células com mutação. Ou seja, era uma mutação que, por não existir na geração anterior, não pode ser chamada de herdada.

    8

    4 FERRAMENTAS DE SELEÇÃO

    Como visto, o Merle é um padrão de pelagem de característica ou efeito “marmorizado”, sendo esse o gene autossômico “M” de dominância incompleta que ocasiona esse tipo de pelagem e pode gerar diversos problemas na saúde animal, como na raça Border collie.

    Dentro desse contexto, para melhor eficiência e custo/benefício, visando a cinofilia para atingir a maior variedade de clientes e o bem estar animal, é necessário fazer uso de ferramentas genéticas que auxiliam no processo de criação de raças com pelagem merle sem que haja perda na produção ou futuros problemas médicos para os tutores financiarem. Dessa forma, para ter um controle em criadouros, evitar o cruzamento de merle/merle que gere um homozigoto dominante (MM) ou double marle, e ter o melhor direcionamento de uso dessas ferramentas, primeiro, deve ser separado os cães reprodutores do criadouro em dois grandes grupos: cães com o genótipo merle e cães sem o genótipo merle, para que os critérios de avaliação sejam mais otimizados.

    Para isso, os fatores observados são de características de herança simples, já que estes possuem fenótipos bem característicos, como a presença de heterocromia (um olho de cada cor entre azul e marrom, ou mais de uma cor no mesmo olho), ambos os olhos castanhos ou ambos os olhos azuis e pelagem marmorizada (podem variar em blue merle e red merle na raça Border collie). Sendo separados, as ferramentas são melhores direcionadas a cada grupo e subgrupo a fim de obter resultados precisos geneticamente de antes e depois do cruzamento.

    9

    Figura 5 - Possibilidades de cruzamentos

    Fonte: Genética canina – a escolha de um cão

    4.1 Seleção Artificial

    O uso dessa ferramenta resulta na separação dos cães reprodutores visualmente, já que o gene “M” apresenta fenótipos específicos que possam distinguir os merle (single marle e double merle) de não-merle (normais). Os critérios usados nessa ferramenta são heterocromia, ambos os olhos azuis ou marrons e áreas de coloração distintas, que pode incluir pele, focinho e coxins: como áreas normais, áreas brancas (despigmentada), áreas coloridas de maneira sólida ou lisa (pretas, marrom ou cinza) e áreas de coloração diluída ou diluídas e misturadas (similar a mármore).

    Com essa separação, o grupo marle pode ser ainda subdividido em mais dois grupos macroscopicamente: simples marle (Mm) ou duplo marle (MM). Essa separação se dá na maior presença de fenótipos do locus M, como, por exemplo, cães homozigotos (MM) tem a tendência ocular de possuírem ambos os olhos azuis e ausência de pigmentação nas orelhas e grande parte do rosto, e terem coxins e focinhos rosados. Enquanto os heterozigóticos (Mm) possuem maiores tendências a terem olhos castanhos ou heterocromáticos e áreas de pigmentação sólida ou lisa e

    10

    diluída e misturadas, como observado em um estudo feito pela ACVIM (American College of Veterinary Internal Medicine), já que as áreas de pigmentação geralmente não se associam a problemas de ouvidos ou oftalmológicos, sendo essa mais uma característica de Merle heterozigoto (Mm) do que aqueles cães de duplo marle (MM).

    Já em cães não-marle que não possuem pedigree bem definido ou que o criadouro esteja em dúvida sobre o cruzamento de um marle com um cão que não possui histórico genético ou histórico genético duvidoso, podem optar em fazer um exame de teste genético chamado MARLE, visto que existem genes epistáticos que são capazes de inibir o gene merle (marle oculto), ou seja cães de pelagem normal, culminando, portanto, em cruzamento de marle/marle.

    Assim, a cada divisão, a porcentagem de um possível cruzamento que resulte em genótipo marle homozigoto diminui, mas esse critério não deve ser feito de maneira única e excludente, ele deve ser sempre associado a outras ferramentas genéticas que obtenha resultados precisos nas variações de merle (homozigotos e heterozigotos), não-merle e marle oculto.

    4.2 Teste Genético simples MARLE

    A finalidade desse exame é comprovar se existe o gene “M” em um cão ou não, assim podendo separar grupos não-merle de merle, mas esse exame não inclui a distinção de merle homozigoto e heterozigoto. Ou seja, é mais válido para detectar se não existe a possibilidade de merle oculto em um cão sem pedigree ou de pedigree duvidoso devido aos genes epistáticos, como ocorrem em cães vermelhos ou vermelhos-claro recessivos que apensar de não desenvolver problemas de saúde, contém o gene, mas isso não é averiguado ou registrado corretamente.

    Dessa maneira, esse exame é um tipo de exame genético sorológico coletado em EDTA refrigerado e de baixo custo que assegura o não cruzamento de dois portadores (heterozigotos Mm) que gera uma probabilidade de 25% de duplo Merle (MM). Assim, é recomendável que um cão Merle seja colocado na reprodução apenas com um não Merle, esse teste genético para o gene Merle auxilia a evitar cruzamentos entre animais portadores. Caso seja necessária a distinção, existem outros exames como o exame de DNA e marcador molecular.

    11

    4.3 Exame de DNA Merle

    É um exame desenvolvido recentemente que permite averiguar as demais variantes genéticas que determinam diferentes tipos de pelagem merle que podem ser aparentes ou não, além do gene dominante “M” que determina a coloração merle e o gene recessivo “m” que determina a pelagem sólida, foi comprovado cientificamente que para ser merle o padrão gênico não necessariamente precisa ter apenas os alelos dominantes ou o alelo dominante com o par recessivo, basta possuir apenas o alelo dominante para expressar a genotipagem. Assim, esse exame permite identificar a combinação com o segundo gene do par que acompanha o dominante.

    Isso foi explorado e desenvolvido porque alguns criadouros foram surpreendidos com o nascimento de filhote merle (Mm) a partir de um casal não merle de pelagem aparentemente sólida, isso ocorre devido o merle críptico, merle fantasma ou merle oculto, que se apresentam em genitores que contêm o gene epistático que oculta a expressão fenotípica do merle. Portanto e a única maneira segura de ter certeza se um animal aparentemente não merle possui algum ‘gene’ para merle é através desse exame de DNA

    Este exame detectou sete diferentes tipos genéticos no gene M, além dos dois (“M” e “m”), já conhecidos. Estes são denominados m, Mc, Mc+, Ma, Ma+, M e Mh. Os ‘genes’ m, Mc e Mc+ determinam pelagens de coloração sólida (não merle), M e Mh determinam pelagens merle com diferentes quantidades de branco, e os ‘genes’ Ma e Ma+ determinam pelagens similares a merle (colorações diluídas e não muito definidas, parecidas com o merle). Como cada animal possui sempre dois alelos (paterno e materno), são possíveis no teste de DNA 28 diferentes resultados, e é o resultado da combinação de ambos que irá determinar a cor do animal. Além disto, foi descoberto que cães podem ser mosaicos para estes alelos, podendo apresentar diferentes combinações em diferentes células. Desta forma, o teste de DNA poderá mostrar mais de ‘genes’ diferentes.

    4.4 Teste BAER

    Também existem ferramentas que podem ser utilizadas após o nascimento como forma de verificar se a característica da surdez foi herdada pelo cão, pois mesmo não sendo homozigoto (MM) geneticamente a raça ainda possui uma taxa de 5% de herdar alguma deficiência.

    12

    O teste consiste em verificar a audição de um cão. Ele analisa a reação cerebral a ruídos, é realizado com 3 pequenos eletrodos que serão colocados na frente da orelha, centro da testa e topo da cabeça, além disso, um fone de ouvido com inserção de espuma é colocado na orelha, testando assim cada orelha separadamente, levando em média de 10 a 15 minutos para ser realizado. Isso permitirá reconhecer não somente se há um problema auditivo, mas também em que grau e em que área ele se encontra.

    A melhor idade para realizar o exame é em torno de 6 semanas de vida, que é após os canais auditivos estarem completamente aberto e o animal está em desenvolvimento e responde melhor a socializações, porém, o teste BAER pode ser realizado em qualquer etapa da vida do animal.

    Os criadores podem usar os resultados deste teste para selecionar para reprodução os cães não afetados e assim reduzir o risco de criar cães que sofram de problemas auditivos. Com resultados satisfatórios no exame o criador pode registrar um pré-histórico do animal e encarecer a sua venda.

    4.5 Exame CERF

    O propósito do exame CERF é detectar doenças oculares genéticas que podem causar cegueira, devendo ser realizado uma vez ao ano. A realização periódica do exame garante a verificação do bom funcionamento ocular.

    Se o seu cão foi aprovado no exame CERF, o que significa que está livre de doenças oculares genéticas, o criador ou tutor receberá um número de certificado oficial do Eye Certification Registry.

    Com isso, o criador pode ter um certificado de que o cão não apresenta nenhuma doença ocular genética, podendo ter um comprovante para apresentar a futuros compradores ou para fazer novos cruzamentos.

    13

    5 DESCARTE PARA PROGENITORES E PROGÊNIES

    Border collies tem centenas de anos de criação seletiva que causaram impacto nesta raça. Altas taxas de portadores de certos distúrbios genéticos, bem como taxas mais baixas de outros distúrbios, requerem testes de DNA para prevenir a incidência da doença. Existem testes de DNA disponíveis para Border Collie como Teste MERLE, CEA, NCL e TNS. Exceto para distúrbios, os loci da cor da pelagem (locus A, locus B, locus D, locus E, locus M e locus S) também podem ser testados, o que permite a previsão da cor futura da pelagem.

    Para evitar estas condições relacionadas à pelagem merle, cães homozigotos devem ser retirados de reprodução, sendo esterilizados, e cruzamentos entre heterozigotos para Merle não devem ser realizados. Como resultado do cruzamento entre dois animais de pelagem merle, há a possibilidade da geração de filhotes portadores da síndrome do duplo merle, cuja condição é associada a uma série de patologias concomitantes como surdez, cegueira, esterilidade entre outras, que podem ser incompatíveis com a vida.

    Kennels não devem aceitar registros para cães de cor merle sem evidências documentadas da cor na linhagem familiar, de forma a evitar o aparecimento de cães homozigotos.

    Outro caso como da Collie Eye Anomaly – CEA, por se tratar de uma doença hereditária autossômica recessiva, é fundamental que estes animais sejam excluídos da linha de reprodução. Lembrando, assim, que devemos considerar também outras doenças genéticas para descarte, como a Luxação primária da lente, displasia coxofemoral, neoplasias, cardiopatias, síndrome do neutrófilos presos, entre muitas outras, que também podem ser detectadas por outros exames genéticos. Ainda pode se levar em conta para descarte características como diâmetro escrotal e exame andrológico para padreadores.

    Concluímos que os critérios de seleção e o descarte de animais dessa raça exigem análise de diversas características genéticas, e a coloração merle trouxe mais uma preocupação e rigor quando pensamos em melhoramento genético.

    14

    REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

    MURPHY, S. CLARK, L. The genetics of merle coat patterns in dogs. 2018. Disponível em: <https://blogs.biomedcentral.com/on-biology/2018/08/03/the-genetics- of-merle-coatpatterns-in-dogs/> Acesso em 18 de abril de 2022.

    DOGGENETICS. Introduction to the merle gene. Disponível em: <http://www.doggenetics.co.uk/merle.html#intro> Acesso em 18 de abril de 2022.

    CLARK, L. WAHL, J. REES, C. MURPHY K. Retrotransposon insertion in SILV is

    responsible for merle patterning of the domestic dog. 2006. Disponível em: <https://www.pnas.org/doi/10.1073/pnas.0506940103> Acesso em 17 de abril de 2022.

    PLATT, S. FREEMAN, J. STEFANI, A. WIECZOREK, L . HENLEY, W. Prevalence of Unilateral and Bilateral Deafness in Border Collies and Association with Phenotype. J Vet Intern Med. 2006;20:1355–1362. Disponível em: <https://onlinelibrary.wiley.com/doi/epdf/10.1111/j.1939-1676.2006.tb00751.x>. Acesso em 17 de abril de 2002.

    STRAIN, George M. Prevalência de Surdez em Cães Heterozigotos ou Homozigotos para o Alelo Merle. V. 23, ed 2. Departamento de Ciências Biomédicas Comparadas, Escola de Medicina Veterinária, Louisiana State University. Disponível em <https://onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1111/j.1939-1676.2008.0257.x>. Acesso em 16 de abril de 2022

    Canil Avalon Land. Cães merle – a verdade por trás de uma cor. Disponível em <https://canilavalonland.blogspot.com/2017/03/caes-merle-verdade-por-tras-de- umacor.html>. Acesso em 16 de abril de 2022.

    Genética Canina. A era dos exames de DNA na cinofilia. Disponível em <https://www.geneticacanina.com/dna-na-cinofilia-4>. Acesso em 17 de abril de 2022.

    Genética Canina. Exames de DNA para a cor merle. Disponível em <https://www.geneticacanina.com/problemas-em-merles-3> Acesso em 17 de abril de 2022.

    15

    Patas Casa. Border Collie merle: qual a explicação genética para o nascimento de cães com essa característica Disponível em <https://www.patasdacasa.com.br/noticia/border-collie-merle-qual-a- explicacaogenetica-para-o-nascimento-de-caes-com-essa-caracteristica_a3852/1> Acesso em 18 de abril de 2022.

    LDMVET. Testes genéticos: canino. Disponível em <https://www.ldmvet.com.br/testegenetico_p.php?especie=2>. Acesso em 18 de abril de 2022

    Diario do liroral. Artigo – Teste BEAR para surdez em cães. Disponível em <https://www.diariodolitoral.com.br/artigo/artigo-teste-baer-para-surdez- emcaes/149716/>. Acesso em 19 de abril de 2022.

    LINHARES, K. P, M. Intussuscepção em cão. UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO – UFERSA. Disponível em <https://repositorio.ufersa.edu.br/bitstream/prefix/3146/2/KarlaPML_REL.pdf>. Acesso em 19 de abril de 2022.

    MARTINES, B. M. Como fazer exames de saúde pré-reprodução para cães. OFSEN. Disponível em <https://www.ofsen.com/59599-como-fazer-exames-desaude- pre-reproducao-para-caes> Acesso em 19 de abril de 2022.

    Veterinária atual. Sobre teste BAER. Disponível em <https://www.veterinariaatual.pt/sobre/teste-baer/> Acesso em 19 de abril de 2022

    16

    PetClube Amigo e a Medicina Veterinária

     Somos uma verdadeira Entidade do Bem e Parceiros da Natureza, promovendo uma conexão profunda entre humanos, animais e o meio ambiente. Nosso compromisso vai além da seleção cuidadosa de filhotes mansos e saudáveis; buscamos proporcionar uma experiência transformadora para tutores que desejam elevar suas vidas por meio da energia positiva que esses animais carregam.

    Dr. Cláudio Amichetti Junior: Veterinário Integrativo em São Paulo 

    O Dr. Cláudio Amichetti Junior (CRMV-SP 75404 VT), médico veterinário integrativo, criador de felinos de raça e cães de guarda, e com mais de 30 anos como CEO do PetClube, é engenheiro agrônomo formado em 1985 pela UNESP EE Jaboticabal com o maior número de créditos possíveis em sua turma. Ele oferece atendimento especializado para pets em diversas localidades.

    Recentemente, seu artigo “A CONTRIBUIÇÃO DAS DIETAS CETOGÊNICAS ASSOCIADAS À ATIVIDADE FÍSICA PARA AUMENTO DO BDNF E DO GH NA NEUROPLASTICIDADE EM ANIMAIS” foi avaliado e aceito para publicação na prestigiada revista Dcs, reforçando sua base científica nas abordagens integrativas.

    Seu espaço holístico e meditativo, PetClube, está localizado no Km 334 da Rodovia Régis Bittencourt, em Juquitiba/SP. É facilmente acessível para tutores de São Paulo, Morumbi, Vila Olímpia, Moema, Pinheiros, Jardins, Alphaville, São Bernardo do Campo, Itapecirica da Serra e adjacências.

    Além deJuquitiba, o Dr. Amichetti atende presencialmente as regiões deEmbu-Guaçu,Itapecirica da Serra,São Lourenço da Serra,Miracatu,São Bernardo do Campo,Santo André eSão Caetano do Sul. Sua expertise abrange também bairros nobres de São Paulo comoVila Nova Conceição,Cidade Jardim,Jardim Paulistano,Ibirapuera,Lapa,Aclimação,Higienópolis,Itaim Bibi,Tatuapé eMooca.
    Dr. Cláudio é pioneiro em um sistema sustentável com alimentação 100% natural (raw feeding) e ingredientes orgânicos cultivados em seuespaço holístico em Juquitiba / São Lourenço da Serra, garantindo dietas frescas e livre de agrotóxicos para seus pacientes. Ele é especialista em modulação intestinal, sistema endocanabinoide e nutrição natural.
    Com essa abordagem integrativa e baseada em pesquisa, o Dr. Cláudio auxilia no tratamento e prevenção de uma ampla gama de problemas de saúde, incluindo:
     
    • Distúrbios Gastrointestinais: Através da modulação intestinal e exclusão de alérgenos como carboidratos, ele trata DII (Doença Inflamatória Intestinal), colite, disbiose, diarreias crônicas, sensibilidades alimentares, gastrites e pancreatites.
    • Alergias e Problemas de Pele: Soluciona alergias alimentares e ambientais que se manifestam em problemas de pele e pelagem, otites e coceiras incessantes.
    • Condições Metabólicas: Previne e gerencia obesidade, diabetes, problemas renais e hepáticos, promovendo o equilíbrio do metabolismo.
    • Dor e Inflamação: O uso de cannabis medicinal (sistema endocanabinoide), junto com outras terapias integrativas, oferece alívio para dor crônica, osteoartrite, artrite, e condições inflamatórias diversas.
    • Ansiedade e Comportamento: Ajuda pets com ansiedade, estresse, fobias, convulsões e outros distúrbios comportamentais, buscando o equilíbrio neurológico e emocional.
    • Suporte Oncológico: Oferece suporte complementar para pacientes oncológicos, melhorando a qualidade de vida e minimizando efeitos colaterais de tratamentos convencionais.

    Para quem não está na região, oferece telemedicina para todo o Brasil com acompanhamento de médico veterinário, utilizando as plataformas Zoom e Google. É importante ressaltar que a primeira consulta deve ocorrer na presença de um médico veterinário local, garantindo que pets em qualquer lugar tenham acesso à sua abordagem integrativa.

    Para agendamentos ou mais informações, visite

    www.petclube.com.br

    ou entre em contato pelo WhatsApp (11) 99386-8744. Seu pet merece saúde natural, equilíbrio e longevidade sustentável.

     

  • Pulgas Cães e gatos Produtos Comerciais

    IPC Sutentável 

    Criação Amiga dos cães e gatos

    Controlar as pulgas - Quais as opções que existem?

    As pulgas são pequenos animais que adoram os nossos animais de estimação e que podem trazer numerosas doenças, entre as quais a principal causa de problemas de pele em animais – a dermatite alérgica à pulga – em que o pêlo cai em demasia e a pele fica muito vermelha e irritada, podendo ficar gravemente infectada por bactérias que se aproveitam do seu estado frágil. Para além disso as pulgas podem transmitir parasitas intestinais e microrganismos muito perigosos (anemia infecciosa felina). 
    Factos sobre as pulgas: 
    - As pulgas dos gatos são da mesma espécie da que dos cães 
    - depois da primeira refeição de sangue, sobrevivem pouco tempo fora do animal 
    - Os ovos das pulgas caem para o chão e são resistentes aos insecticidas, mas são sensíveis a outro tipo de produtos que impedem que o ovo se desenvolva (desde que a pulga os tenha ingerido antes de pôr os ovos). Exemplos destes produtos são o Metoprene, Lufenuron e Selamectina. 
    - Dos ovos nascem as larvas, que se alimentam das fezes das pulgas (que são sangue digerido). Não resistem muito tempo no exterior, porque morrem facilmente em ambientes de luz, calor e secura. São sensíveis aos mais tradicionais insecticidas e também aos inibidores de crescimento (como por exemplo Lufenuron, Piriproxifene, Metoprene; Fipronil; Permetrina). 
    - Das larvas surgem as pupas, que são resistentes ao frio, secura, insecticidas e inibidores de crescimento. Podem sobreviver durante meses neste estado, apenas desenvolvendo-se se forem expostas a vibração, temperaturas elevadas e aumento da concentração de CO2. Só depois de se transformarem em pulgas é que passam a ser sensíveis aos insecticidas. 

    O meu animal coça-se muito, será que tem pulgas? 

    - Procure pulgas no seu animal e as respectivas fezes – “lixo” (ou “caspa”) escuro em forma de virgula – que são constituídas por sangue seco. Passe um pouco dessa “caspa” para um papel humedecido e verá que o papel se tingirá de vermelho. Em alguns animais alérgicos é muito dificil encontrar pulgas, uma vez que como têm muita comichão têm a tendência a conseguir livrarem-se de todas elas. Caso encontre pulgas aconselhe-se com o seu veterinário sobre a melhor forma de se ver livre delas. 
    - Se o seu animal está com a pele muito danificada pode ser alérgico e precisar de uma terapia para evitar a auto-mutilação e para controlar as infecções secundárias. Poderá precisar de um shampô especial para remover as crostas e acalmar a pele. Aconselhe-se com o seu veterinário assistente. 

    Quais os produtos que existem para o controlo de pulgas? 

    Os mais conhecidos que existem no mercado são o Fipronil e o Imidaclopride. Os produtos em spot-on são geralmente preferidos em relação aos sprays e coleiras. As coleiras de Deltametrina também são utilizadas por causa do potencial efeito protector contra o mosquito da Leishmaniose. Produtos combinados que têm inúmeras valências são mais dispendiosos - muitas vezes são utilizados pelo seu aspecto prático (fazendo a prevenção da dirofilariose), e quando o animal tem alguma tendência para as sarnas. Em animais que não tolerem produtos tópicos, a administração em comprimidos é muito popular. A toxicidade do produto para o meio ambiente, para a família e ainda para o animal também constitui um factor muito importante na escolha. 

    A - Para escolher o produto deve ter em conta o seguinte: 
    - dependendo das zonas em causa, uns produtos funcionam mais do que outros, uma vez que as pulgas podem ganhar resistência a um determinado composto. Deve informar-se quais os produtos com maior eficácia na sua região; 
    - alguns produtos são tóxicos para animais jovens, de modo que deve ter em conta a idade do seu animal quando escolhe um produto. Se existe probabilidade de gravidez, também deve escolher um produto com segurança comprovada; 
    - se tem muitos animais, cães e gatos, deve tentar informar-se qual a opção mais económica e que seja eficiente. Lembre-se que alguns produtos não podem ser utilizados em gatos. 
    - alguns animais não gostam de sprays, outros fazem alergia às pipetas, outros detestam engolir comprimidos. Algumas pessoas não querem que o seu animal de estimação use coleira. Deste modo, deve tentar escolher a formulação mais adequada para a sua casa. 
    - em alguns casos de infestações severas pode ser necessário utilizar produtos para aplicar no ambiente (dentro de casa) para conseguir acabar com a praga mais rapidamente. 
    - também os diferentes produtos têm tempos de actuação diferente, de modo que deve escolher o mais adequado para os seus animais, tendo também em conta o risco de estes apanharem pulgas (que é diferente se estiverem sempre dentro de casa ou se forem passear às ervas) e ainda se tiver pessoas sensíveis em casa (crianças, pessoas debilitadas), que não possam de maneira nenhuma ter contacto com pulgas. 
    - alguns produtos têm outras funções para além de protegerem contra as pulgas, entre as quais a protecção contra carraças, piolhos, ácaros, moscas, mosquitos e ainda controlo dos parasitas internos e prevenção da dirofilariose. 
    - Não junte dois produtos diferentes sem ter a certeza que a sua conjugação não origina um efeito tóxico para o animal. Em caso de falha de um determinado produto, pergunte ao seu veterinário qual poderá utilizar sabendo que o primeiro produto que utilizou ainda se encontra efectivo.

    B- Quais os produtos que existem? 

    Em seguida apresento os produtos que existem para a protecção de pulgas. Os mais populares são o imidacloprid, o fipronil e a permetrina. Muitos deles não existem noutros países devido à sua toxicidade para o meio ambiente. 

    Lufenuron (Program®) – é um inibidor de crescimento (da síntese de quitina). Isto significa que as pulgas não conseguem pôr ovos férteis (ou seja, não mata as pulgas adultas mas corta o ciclo). É vendido em comprimidos para cães, xarope para gatos e ainda em injectável de 6 em 6 meses para gatos. Existe ainda uma formulação para cães que inclui composto para a prevenção da dirofilariose. Não existem registos de toxicidade, sendo de facto uma droga muito segura (pode ser utilizado em animais gestantes e lactantes). Em termos ambientais também é uma boa opção. É mais facilmente absorvido de administrado com uma comida gordurosa. Pode ser necessário adicionar outro produto adulticida em gatos que façam apenas o xarope para conseguir controlar uma infestação, uma vez que não tem eficácias nas pulgas adultas. Em animais que façam alergia à pulga, utilizar apenas o Lufenuron não é conveniente. Todos os animais da casa têm de estar a tomar o mesmo para que se consiga eliminar as pulgas, o que pode ficar bastante dispendioso.

    Lufenuron + milbemicina (Program Plus®) – combina os efeitos do lufenuron com os efeitos da milbemicina, que se trata de um preventivo da Dirofilariose e alguns parasitas intestinais.


    Nitenpiram (Capstar®) – é um fármaco em comprimidos muito útil para eliminar as pulgas adultas, não tendo efeito sobre os ovos, larvas e pupas. Depois de administrado o comprimido começam-se a notar os efeitos passado 15 minutos e ao fim de 6 horas quase todas as pulgas adultas foram eliminadas. Os comprimidos só têm efeito de 24 horas, de modo que é utilizado quando existe urgência em eliminar as pulgas adultas (devido por exemplo ao facto do animal ser alérgico). Este produto pode ser utilizado em cães e em gatos a partir as 4 semanas de idade e a partir de 1 Kg. Não há nenhum problema na utilização em animais gestantes/lactantes.

    Piriprol (Prac-Tic®) – fármaco lançado recentemente em spot-on para cães que protege contra pulgas adultas e carraças durante 1 mês. Não deve ser utilizado em gatos nem em animais com menos de 8 semanas de idade e/ou 2 Kg de peso vivo. O efeito para as pulgas nota-se 24 horas após a aplicação e o das carraças 48 horas após a aplicação. Não foi determinada a segurança em animais gestantes e lactantes.

    Metaflumizona (Promeris®) – substância em spot-on (pipetas) com efeitos neurológicos nas pulgas, causando-lhes a paralisia, formulado especificamente para gatos. Não deve ser administrado a gatos com idade inferior a 8 semanas. A protecção tem duração de 6 semanas, mas em casos de fortes infestações pode-se aplicar de 4 em 4 semanas. Não foi determinada a segurança em animais gestantes e lactantes.

    Metaflumizona + Amitraz (Promeris Duo®) – fármaco lançado recentemente em spot-on para cães que protege contra pulgas e carraças durante 1 mês. Não deve ser utilizado em gatos (por causa do amitraz) nem em animais com menos de 8 semanas de idade. O Amitraz é uma substância tóxica que pode originar sintomas neurológicos muito eficaz na protecção contra carraças (o amitraz é conhecido pela sua formulação em coleira – Preventic®). Não deve ser utilizado em cadelas gestantes e lactantes. A metaflumizona actua na parte nervosa das pulgas, paralisando-as. Não deve ser aplicado com uma frequência superior à de 15 em 15 dias. Aliás, o produto tem efeito de 2 meses, mas para uma protecção mais eficaz, aconselham-se aplicações mensais. 

    Imidaclopride (Advantage®) – É um produto muito popular em pipetas que se coloca no dorso do animal (cães e gatos) e que é muito bem tolerado e muito seguro. Nos gatos que não gostam de sprays é uma boa alternativa. Tem efeito sobre as pulgas adultas (e algum efeito nas larvas), tendo um efeito residual a 100% de eficácia de 21 dias nos gatos e a 90% de eficácia a 28 dias nos cães. Após a aplicação rapidamente paraliza as pulgas sendo visível a sua queda do pêlo do animal. O produto não é alterado pela luz, mas não é tão eficaz em animais que facilmente molhem o pêlo. De qualquer forma não existe nenhum inconveniente na aplicação semanal do produto, em casos de animais que por alguma razão tenham de tomar banho com muita frequência (não é à prova de água). O imidaclopride tem uma baixa taxa de reacções adversas, mas caso o animal fique sem pêlo na zona de aplicação ou se fizer uma dermatite, não deverá voltar a utilizá-lo. O imidaclopride sozinho não tem efeito contras as carraças, o que pode ser um grande inconveniente (de modo que agora existe uma nova formulação combinada). Também não tem efeito repelente. Não se deve utilizar em animais com menos de 7 semanas e menos de 1,5Kg. Porém, é um produto muito popular em gatos principalmente. É seguro para animais gestantes e lactantes. 

    Permetrina (Pulvex®; Defendog®) – é um produto muito popular piretróide insecticida e acaricida, biodegradável, em spot-on (pipetas para colocar no dorso) ou em spray, mas que apenas pode ser utilizado em cães, uma vez que altamente tóxico para gatos. Tem acção contra mosquitos, moscas, pulgas e carraças, e pode ser utilizado em cachorros a partir das 2 semanas de idade. Devido a esta acção de repelente, é favorável em animais que vivam em zonas de risco de Leishmaniose. Porém, para manter a sua acção repelente em relação a alguns mosquitos, ter-se-ia de se aplicar o produto de 2 em 2 semanas. O produto elimina as pulgas e carraças em 24 horas, mas não elimina imdiatamente as carraças que já se encontrem presas no animal aquando da aplicação. Para as pulgas e carraças tem efeito residual de 4 semanas (porém, para algumas carraças apenas protege durante 3 semanas). 

    Combinação Imidaclopride + Permetrina (Advantix®) – Também se trata de um produto em spot-on (pipetas) exclusivamente para cães, sendo constituído por uma combinação das duas substâncias anteriores. Sendo assim tem uma acção de 3-4 semanas para pulgas, carraças e repele mosquitos e moscas. Todas as indicações anteriores para os produtos correspondentes são relativamente são válidas. Pode ser utilizado na gestação e lactação.


    Combinação Imidaclopride + Moxidectina (Advocate®) – Produto em spot-on para cães e gatos que combina a acção anti-pulgas do Imidaclopride (ver considerações anteriores) com a Moxidectina, que se trata de um composto que permite a prevenção da dirofilariose, elimina ácaros (sarnas, otites, demodex, etc) para além de eliminar parasitas intestinais. Não deve ser utilizado em cachorros com menos de 7 semanas, gatinhos com menos de 9 semanas e ainda animais com menos de 1 Kg. Não existem estudos sobre a segurança em gestação e lactação. 

    Fipronil (Frontline®) – trata-se de um produto muito popular para cães e gatos que existe em pipetas e em spray. Tem acção contra as pulgas, carraças, ácaros e piolhos. Recentemente foi practicamente substituído pela associação Fipronil–S-Metopreno (Frontline Combo®) de modo a tornar o produto mais eficaz e mais competitivo em termos de mercado. Tem segurança para animais gestantes e lactantes. Para os gatos trata-se do melhor produto (relativamente a eficácia e segurança) para a prevenção das carraças. 
    O Fipronil pode ser utilizado em cachorros e em gatinhos com mais de 8 meses de idade. Tem uma eficácia de 95% em relação às pulgas de mais do que 80 dias em cães, e de um mês para cães que tomem banho duas vezes por semana (é resistente à água comparativamente aos outros produtos). Estão aconselhadas aplicações mensais para quebrar o ciclo da pulga. O Fipronil não convém ser aplicado mais do que uma vez por mês. Raramente causa reacções adversas. Não tem acção repelente (mosquitos e moscas). 
    O spray é à base de álcool e deve ser administrado a 3-6ml/kg, ou seja, é necessário 30 a 60ml para tratar um cão de 10 kg. O spray se for bem aplicado é mais eficaz do que as pipetas, mas tem o inconveniente da aplicação e do stress que causa nos gatos.


    S-Metopreno é um inibidor de crescimento que pode ser utilizado em combinação com um produto adulticida (Frontline combo®; Ectokill® spray com piretrinas para cães e gatos com duração de 1 mês). Tanto os ovos como as larvas da pulga são afectados com este produto.


    Selamectina (Stronghold®) – substância revolucionária e muito segura, disponível em pipetas para cães, cachorros, gatos e gatinhos (a partir das 6 semanas). Ao contrário do Fipronil e do Imidocloprid é de acção sistémica, sendo mais dispendioso (é possível detectar o produto no sangue do animal). Tem eficácia contra as pulgas adultas, larvas e ovos, devendo ser efectuadas aplicações mensais. Não é porém o mais eficaz relativamente a pulgas adultas, de modo que não deve ser utilizado em infestações. Também tem acção contra sarnas (ácaros), parasitas intestinais, faz a prevenção da dirofilariose e em doses repetidas tem acção contra carraças. É muito seguro e pode ser utilizado em cães de raça Collie com sensibilidade à ivermectina. Trata-se de um produto à prova de água e pode ser utilizado em animais gestantes e lactantes. 
    Deltametrina (Scalibor®) – Trata-se de um piretróide. Existe sob a forma de coleira, sendo a forma mais prática de manter as pulgas afastadas durante bastante tempo (4 meses). Tem a vantagem de ter efeito repelente de mosquitos, entre os quais o transmissor da Leishmaniose. Também tem efeito contra carraças (6 meses). Não deve ser utilizado em cachorros com menos de 7 semanas de idade. Menos conhecida é a formulação em shampô, com efeito residual por apenas 2 semanas. É um produto muito tóxico para os gatos. Pode ser utilizado em cadelas em lactação e em gestação.


    Propoxur (Bolfo®) – existindo formulações em coleiras, pós, shampôs e sprays, este produto tem eficácia contra pulgas, carraças e piolhos em cães e gatos. Tem efeito de 4 meses para pulgas e de 10 semanas para carraças. Pode ser utilizado em lactação e em gestação.


    Propoxur + Flumetrina (Kiltix® coleira) – Coleira para cães, tem efeito para carraças e pulgas durante 7 meses. Não é aconselhado em cães que estejam em contacto com crianças. Pode ser utilizado em cadelas em gestação e em lactação.


    Diazinão (Doggy Doggy®; Kawu®) – existe em forma de coleira para cães e gatos, para prevenção e eliminação de pulgas e carraças durante 4 meses. Só deve ser utilizado a partir dos 6 meses de idade. O Diazinão é uma substância muito tóxica, não é aconselhado em cães que estejam em contacto com crianças. Não deve ser utilizado em animais em lactação.


    Carbaryl (Doggy Doggy pó®) – pó insecticida para protecção de pulgas e carraças em cães e gatos. Tem de ser utilizado 1 vez por semana para ter eficácia (pouco prático). Não pode ser utilizado em animais com menos de 6 meses de idade. Não pode ser aplicado durante a lactação.

    Lindano (Carracil®, Gamatox®) – Formulação em solução para ser diluída em banhos para cães. Tem efeito em pulgas, piolhos, ácaros e carraças (muito utilizado em sarnas). O uso em gatos e em animais com menos de 3 meses de idade é contraindicado (altamente tóxico). Também devido ao seu efeito tóxico, animais com problemas hepáticos ou debilitados deverão utilizar outra substância. Não deve ser utilizado em cadelas gestantes e lactantes. O lindano é altamente tóxico para o meio ambiente.

    Artigo da Associação de Protecção Animal da Figueira da Foz

    PetClube Amigo e a Medicina Veterinária

     Somos uma verdadeira Entidade do Bem e Parceiros da Natureza, promovendo uma conexão profunda entre humanos, animais e o meio ambiente. Nosso compromisso vai além da seleção cuidadosa de filhotes mansos e saudáveis; buscamos proporcionar uma experiência transformadora para tutores que desejam elevar suas vidas por meio da energia positiva que esses animais carregam.

    Dr. Cláudio Amichetti Junior: Veterinário Integrativo em São Paulo 

    O Dr. Cláudio Amichetti Junior (CRMV-SP 75404 VT), médico veterinário integrativo, criador de felinos de raça e cães de guarda, e com mais de 30 anos como CEO do PetClube, é engenheiro agrônomo formado em 1985 pela UNESP EE Jaboticabal com o maior número de créditos possíveis em sua turma. Ele oferece atendimento especializado para pets em diversas localidades.

    Recentemente, seu artigo “A CONTRIBUIÇÃO DAS DIETAS CETOGÊNICAS ASSOCIADAS À ATIVIDADE FÍSICA PARA AUMENTO DO BDNF E DO GH NA NEUROPLASTICIDADE EM ANIMAIS” foi avaliado e aceito para publicação na prestigiada revista Dcs, reforçando sua base científica nas abordagens integrativas.

    Seu espaço holístico e meditativo, PetClube, está localizado no Km 334 da Rodovia Régis Bittencourt, em Juquitiba/SP. É facilmente acessível para tutores de São Paulo, Morumbi, Vila Olímpia, Moema, Pinheiros, Jardins, Alphaville, São Bernardo do Campo, Itapecirica da Serra e adjacências.

    Além deJuquitiba, o Dr. Amichetti atende presencialmente as regiões deEmbu-Guaçu,Itapecirica da Serra,São Lourenço da Serra,Miracatu,São Bernardo do Campo,Santo André eSão Caetano do Sul. Sua expertise abrange também bairros nobres de São Paulo comoVila Nova Conceição,Cidade Jardim,Jardim Paulistano,Ibirapuera,Lapa,Aclimação,Higienópolis,Itaim Bibi,Tatuapé eMooca.
    Dr. Cláudio é pioneiro em um sistema sustentável com alimentação 100% natural (raw feeding) e ingredientes orgânicos cultivados em seuespaço holístico em Juquitiba / São Lourenço da Serra, garantindo dietas frescas e livre de agrotóxicos para seus pacientes. Ele é especialista em modulação intestinal, sistema endocanabinoide e nutrição natural.
    Com essa abordagem integrativa e baseada em pesquisa, o Dr. Cláudio auxilia no tratamento e prevenção de uma ampla gama de problemas de saúde, incluindo:
     
    • Distúrbios Gastrointestinais: Através da modulação intestinal e exclusão de alérgenos como carboidratos, ele trata DII (Doença Inflamatória Intestinal), colite, disbiose, diarreias crônicas, sensibilidades alimentares, gastrites e pancreatites.
    • Alergias e Problemas de Pele: Soluciona alergias alimentares e ambientais que se manifestam em problemas de pele e pelagem, otites e coceiras incessantes.
    • Condições Metabólicas: Previne e gerencia obesidade, diabetes, problemas renais e hepáticos, promovendo o equilíbrio do metabolismo.
    • Dor e Inflamação: O uso de cannabis medicinal (sistema endocanabinoide), junto com outras terapias integrativas, oferece alívio para dor crônica, osteoartrite, artrite, e condições inflamatórias diversas.
    • Ansiedade e Comportamento: Ajuda pets com ansiedade, estresse, fobias, convulsões e outros distúrbios comportamentais, buscando o equilíbrio neurológico e emocional.
    • Suporte Oncológico: Oferece suporte complementar para pacientes oncológicos, melhorando a qualidade de vida e minimizando efeitos colaterais de tratamentos convencionais.

    Para quem não está na região, oferece telemedicina para todo o Brasil com acompanhamento de médico veterinário, utilizando as plataformas Zoom e Google. É importante ressaltar que a primeira consulta deve ocorrer na presença de um médico veterinário local, garantindo que pets em qualquer lugar tenham acesso à sua abordagem integrativa.

    Para agendamentos ou mais informações, visite

    www.petclube.com.brou entre em contato pelo WhatsApp (11) 99386-8744. Seu pet merece saúde natural, equilíbrio e longevidade sustentável.

     

  • Revisão Bibliográfica Metabólica Açúcar Refinado Carbohidratos Gorduras Esteatose Hepática Resistencia Insulina Veterinária

    A VERDADE AMARGA SOBRE O AÇÚCAR: UMA REVISÃO HISTÓRICA E METABÓLICA DAS HIPÓTESES DE YUDKIN, KEYS E LUSTIG E SUAS IMPLICAÇÕES NA SAÚDE HUMANA E POSSIBILIDADES MEDICO-VETERINÁRIA

    med vet Claudio Amichetti Junior

    Resumo

    O debate sobre o papel do açúcar e das gorduras na gênese das doenças metabólicas constitui uma das mais relevantes controvérsias da história da nutrição, estendendo-se com análoga importância para a medicina veterinária contemporânea. Desde meados do século XX, Ancel Keys e John Yudkin apresentaram hipóteses antagônicas: a primeira atribuía às gorduras saturadas a principal responsabilidade pelas doenças cardiovasculares, enquanto a segunda denunciava o açúcar refinado como agente central da síndrome metabólica e da obesidade. Décadas depois, Robert Lustig reavivou o debate, sustentando, com base em dados bioquímicos e epidemiológicos, que a frutose exerce efeitos metabólicos equivalentes aos do álcool, promovendo esteatose hepática, resistência à insulina e inflamação sistêmica. O presente artigo revisa a evolução histórica dessas hipóteses, correlacionando suas bases fisiológicas e as evidências contemporâneas que apontam para o açúcar — e não para a gordura — como principal disruptor do metabolismo lipídico. Em um desdobramento crucial, este trabalho estende essa análise ao contexto da saúde pet, investigando como o alto teor de carboidratos em dietas comerciais para animais de companhia, especialmente felinos, replica e agrava esses distúrbios metabólicos, contrastando com os benefícios da alimentação natural e da terapia adjuvante com cannabis no manejo de condições crônicas.

    Palavras-chave: Açúcar, Gordura saturada, Frutose, Metabolismo lipídico, Síndrome metabólica, Esteatose hepática, Insulina, Alimentação natural, Ração comercial, Cannabis, Felinos, AINEs.


    1. Introdução

    A compreensão dos mecanismos que regulam o metabolismo da gordura em mamíferos tem sido objeto de intensa investigação, com profundas implicações tanto para a saúde humana quanto para a veterinária. As doenças cardiovasculares e metabólicas emergiram como principais causas de morbidade e mortalidade global, e a busca por um culpado dietético concentrou-se, inicialmente, na gordura saturada. Contudo, paralelamente, alguns pesquisadores — notadamente John Yudkin — sugeriam que o verdadeiro agente patogênico seria o açúcar refinado.

    A controvérsia entre Ancel Keys e John Yudkin marcou o início de uma cisão conceitual entre duas visões de mundo: a “hipótese lipídica”, de caráter restritivo em relação à gordura, e a “hipótese glicídica”, centrada na toxicidade metabólica do açúcar. Décadas mais tarde, o endocrinologista Robert Lustig retomaria e ampliaria as proposições de Yudkin, demonstrando, em bases moleculares, os danos metabólicos provocados pela frutose e seu papel na epidemia moderna de obesidade. A relevância dessas discussões transcende a esfera humana, encontrando um eco preocupante no crescente índice de doenças metabólicas em animais de companhia, muitas vezes alimentados com dietas ricas em carboidratos processados.


    2. A Hipótese Lipídica de Ancel Keys

    Em 1953, Ancel Keys publicou o artigo Atherosclerosis: a problem in newer public health, no qual propôs a correlação entre ingestão de gordura saturada e incidência de doença cardíaca isquêmica (1). Posteriormente, o Estudo dos Sete Países consolidou a hipótese de que populações com maior consumo de gordura saturada apresentavam maiores taxas de mortalidade cardiovascular (2).

    A hipótese lipídica foi amplamente aceita e incorporada às diretrizes de saúde pública, resultando em políticas alimentares que incentivaram o consumo reduzido de gorduras e o aumento de carboidratos complexos. Entretanto, análises posteriores identificaram falhas metodológicas no estudo de Keys, incluindo viés de seleção e ausência de controle para o consumo de açúcar e outros fatores dietéticos (3).


    3. A Hipótese Sacarídica de John Yudkin

    Em contraposição, John Yudkin argumentava que o verdadeiro fator causal das doenças cardiovasculares e metabólicas seria o açúcar refinado. Em Pure, White and Deadly (1972), o autor apresentou dados sugerindo que o consumo elevado de sacarose correlacionava-se fortemente com obesidade, dislipidemia e doença coronariana (4).

    Yudkin propôs que a hiperinsulinemia decorrente do alto consumo de açúcar promoveria lipogênese hepática e inibiria a oxidação de ácidos graxos, levando ao acúmulo de gordura corporal e hepática. Contudo, suas ideias foram amplamente desacreditadas, em parte devido à pressão da indústria açucareira, que financiou campanhas científicas e midiáticas destinadas a desqualificar suas conclusões (5).

    Estudos retrospectivos, como o de Kearns et al. (2016), confirmaram que a indústria do açúcar influenciou diretamente a orientação de pesquisas na época, desviando o foco da atenção científica para a gordura saturada (6).


    4. Robert Lustig e a Redescoberta da “Verdade Amarga”

    A partir dos anos 2000, evidências acumuladas sobre a síndrome metabólica e a doença hepática gordurosa não alcoólica (DHGNA) reacenderam o interesse pelo papel do açúcar. Nesse contexto, Robert Lustig, endocrinologista pediátrico da Universidade da Califórnia (UCSF), apresentou em 2009 a palestra Sugar: The Bitter Truth, que viralizou globalmente (7).

    Lustig demonstrou que a frutose, componente da sacarose e do xarope de milho de alta frutose, é metabolizada quase exclusivamente no fígado, onde promove:

    • Aumento da lipogênese de novo;
    • Acúmulo de triglicerídeos intra-hepáticos;
    • Desenvolvimento de resistência à insulina;
    • Elevação de ácido úrico e inflamação crônica.

    Em artigo publicado no Journal of the American Dietetic Association, Lustig (2010) comparou os efeitos metabólicos da frutose aos do etanol, mostrando que ambos compartilham vias metabólicas semelhantes, resultando em esteatose hepática e resistência hepática à insulina (8).

    Seu livro Fat Chance (2012) consolidou a crítica à narrativa “low fat” e defendeu políticas públicas de redução do açúcar adicionado (9).


    5. A Fisiologia do Metabolismo da Gordura: Insulina e Lipogênese

    Estudos fisiológicos modernos confirmaram que o controle da gordura corporal depende primariamente do ambiente hormonal, especialmente da insulina. O excesso de carboidratos simples eleva a insulina, que inibe a lipólise e estimula a síntese de ácidos graxos via ativação da acetil-CoA carboxilase e da ácido graxo sintase (10).

    A frutose potencializa esse processo por escapar da regulação glicêmica e entrar diretamente nas vias de síntese lipídica hepática, intensificando a lipogênese de novo (11). Assim, mesmo dietas com baixo teor de gordura podem levar ao acúmulo de gordura hepática quando o consumo de açúcar é elevado.


    6. A Extensão da Verdade Amarga ao Reino Animal: O Impacto dos Carboidratos em Dietas Pet

    A discussão sobre os efeitos deletérios do açúcar e dos carboidratos em excesso não se restringe à saúde humana. No campo da medicina veterinária, observa-se um alarmante aumento na incidência de obesidade, diabetes mellitus tipo 2, doença hepática gordurosa não alcoólica (DHGNA) e condições inflamatórias crônicas em animais de companhia, particularmente cães e gatos. Tal cenário tem sido crescentemente correlacionado com a composição das dietas comerciais formuladas, que frequentemente apresentam alto teor de carboidratos (15).

    Felinos, como carnívoros obrigatórios, possuem adaptações metabólicas fisiológicas para uma dieta rica em proteínas e gorduras, e uma capacidade limitada para metabolizar grandes quantidades de carboidratos. Sua gliconeogênese é constitutivamente ativa, dependendo mais de aminoácidos do que de carboidratos para manter a glicemia (16). A ingestão crônica de dietas com alto índice glicêmico e carga de carboidratos — características predominantes em muitas rações secas comerciais — pode induzir um estado de hiperglicemia e hiperinsulinemia pós-prandial persistente. Esse ambiente hormonal, análogo ao descrito por Yudkin e Lustig em humanos, promove:

    • Resistência à Insulina: As células perdem a sensibilidade à insulina, necessitando de níveis cada vez maiores do hormônio para controlar a glicemia.
    • Lipogênese Hepática Aumentada: O excesso de glicose e, em particular, frutose (presente em alguns ingredientes de rações) é direcionado para a síntese de ácidos graxos e triglicerídeos no fígado, contribuindo para a DHGNA felina (17).
    • Inflamação Sistêmica Crônica: A disfunção metabólica e o acúmulo de gordura visceral estão intrinsecamente ligados à produção de citocinas pró-inflamatórias, exacerbando condições como doença renal crônica, doenças articulares degenerativas e dermatites atópicas em pets (18).

    Assim como a indústria açucareira humana, a indústria de alimentos para pets tem historicamente formulado produtos visando palatabilidade, durabilidade e custo-benefício, o que muitas vezes resulta em dietas ricas em grãos e outros carboidratos de baixo custo, sem considerar as implicações metabólicas a longo prazo para carnívoros.


    7. Implicações Clínicas e Terapêuticas: Uma Análise Comparativa em Felinos

    A compreensão dessas bases metabólicas levanta questões cruciais sobre as abordagens dietéticas e terapêuticas na medicina veterinária. O Dr. Claudio, em sua atuação como médico veterinário e engenheiro agrônomo, tem defendido e pesquisado a eficácia da alimentação natural em contraste com as rações comerciais, especialmente em felinos. Sua experiência e estudos indicam que a transição para uma dieta natural, biologicamente apropriada e com menor teor de carboidratos, pode reverter ou mitigar muitos dos problemas de saúde crônicos.

    Além da otimização dietética, a medicina veterinária integrativa tem explorado o potencial de terapias adjuvantes. A cannabis (especialmente seus componentes não psicoativos como o canabidiol - CBD) tem demonstrado propriedades anti-inflamatórias, analgésicas e ansiolíticas (19), oferecendo uma alternativa ou complemento no manejo de dores crônicas e inflamações que frequentemente afligem animais mais velhos ou com condições metabólicas desreguladas.

    Para ilustrar as disparidades nos resultados a longo prazo, a Tabela 1 apresenta uma análise comparativa do perfil de saúde e manejo terapêutico em gatinhos submetidos a diferentes regimes dietéticos e de tratamento para condições crônicas.

    Característica Avaliada Gatinhos com Alimentação Natural + Cannabis Gatinhos com Ração Comercial (Alto Carboidrato) + AINEs
    Impacto Metabólico Geral Melhora da sensibilidade à insulina, menor incidência de obesidade e DHGNA. Perfil lipídico otimizado. Risco elevado de resistência à insulina, obesidade, diabetes mellitus e DHGNA. Dislipidemia comum.
    Controle da Inflamação Crônica Redução significativa de marcadores inflamatórios. Dieta anti-inflamatória por natureza. Cannabis oferece efeitos imunomoduladores. Potencial exacerbação da inflamação sistêmica devido à disfunção metabólica. AINEs controlam sintomas, mas não a causa raiz.
    da Dor e Articulações Dieta que favorece a saúde articular. Cannabis proporciona analgesia sem os efeitos colaterais típicos de AINEs em uso crônico. Alto risco de inflamação articular crônica. AINEs essenciais para controle da dor, mas com risco de toxicidade renal/hepática a longo prazo.
    Saúde da Pele e Pelagem Melhora da qualidade da pele e pelagem, redução de dermatites alérgicas e coceiras devido à dieta biologicamente apropriada e efeitos anti-inflamatórios da cannabis. Maior prevalência de dermatites, alergias e problemas de pelagem, muitas vezes exacerbados por dietas pró-inflamatórias e aditivos.
    Saúde Hepática e Renal Menor sobrecarga hepática (menor lipogênese). Risco reduzido de esteatose. Preservação da função renal a longo prazo. Maior risco de DHGNA e sobrecarga hepática. AINEs podem induzir ou agravar lesões renais e hepáticas em uso prolongado.
    Prognóstico a Longo Prazo Maior longevidade, melhor qualidade de vida, menor necessidade de intervenções farmacológicas crônicas. Menor longevidade esperada, qualidade de vida comprometida, polifarmácia e manejo contínuo de doenças crônicas.
    Tabela 1: Análise Comparativa de Desfechos em Felinos com Diferentes Regimes Dietéticos e Terapêuticos.

    8. Revisão das Evidências Contemporâneas

    Nas últimas duas décadas, meta-análises robustas revisaram as conclusões de Keys, como a de Siri-Tarino et al. (2010), que demonstrou não haver associação significativa entre consumo de gordura saturada e risco de doença cardiovascular em humanos (12). Por outro lado, revisões sistemáticas apontam que o excesso de açúcar e frutose está fortemente relacionado à obesidade, dislipidemia e esteatose hepática em humanos (13,14).

    Em veterinária, estudos emergentes (20,21) corroboram a ligação entre dietas ricas em carboidratos e o desenvolvimento de doenças metabólicas e inflamatórias em pets. A evidência acumulada sugere que o principal disruptor do metabolismo da gordura, tanto em humanos quanto em animais de companhia, não é o lipídio dietético, mas o açúcar e os carboidratos refinados.


    9. Discussão

    O ciclo histórico de aceitação e rejeição das hipóteses de Yudkin e Keys revela como forças econômicas e políticas podem distorcer o curso da ciência nutricional. A reinterpretação moderna promovida por Lustig e corroborada por estudos metabólicos reforça o conceito de que o ambiente hormonal insulínico é o verdadeiro mediador da deposição de gordura. Essa compreensão é vital para a medicina veterinária, onde a prevalência de dietas com alta carga glicêmica é a norma e não a exceção.

    Do ponto de vista fisiológico, a frutose e outros carboidratos simples atuam como agentes lipogênicos hepáticos, produzindo disfunção metabólica e resistência à insulina — condições que antecedem o desenvolvimento de doenças crônicas tanto em humanos quanto em felinos e outros animais. A abordagem de Claudio, que enfatiza a alimentação natural e a utilização de cannabis como uma ferramenta terapêutica adjuvante, ressoa com as descobertas mais recentes, buscando otimizar o ambiente metabólico e reduzir a carga inflamatória que as dietas comerciais, ricas em carboidratos, tendem a promover. Assim, o “vilão” da gordura não é a gordura em si, mas a ineficiência metabólica provocada pelo açúcar e carboidratos em excesso, que transforma o fígado em uma fábrica de triglicerídeos endógenos, e que no cenário felino, leva a um declínio progressivo da saúde geral e à dependência de fármacos para manejo sintomático.


    10. Conclusão

    A evolução do conhecimento sobre o metabolismo lipídico evidencia que John Yudkin estava décadas à frente de seu tempo, e que Robert Lustig foi responsável por traduzir e ampliar suas descobertas em linguagem bioquímica contemporânea. A ciência atual reconhece que o excesso de açúcar, especialmente na forma de frutose, e de carboidratos refinados, exerce papel central na gênese da obesidade, da esteatose hepática e da síndrome metabólica em humanos e animais. Em contrapartida, o consumo de gorduras naturais e dietas biologicamente apropriadas, como a alimentação natural para felinos, não apenas não representa risco, como pode ser metabolicamente protetor. A integração de terapias adjuvantes, como a cannabis, no manejo de condições crônicas em pets, surge como uma estratégia promissora para melhorar a qualidade de vida e reduzir a dependência de fármacos com potenciais efeitos colaterais a longo prazo.
    Observações clínicas consistentes, como as evidenciadas na prática veterinária, indicam que essa mudança, aparentemente radical, para uma alimentação mais natural e biologicamente apropriada, representa, de fato, um retorno aos princípios evolutivos da dieta. Tal retorno, quando associado a abordagens terapêuticas integrativas, como o uso de cannabis medicinal, tem demonstrado um potencial notável na reestruturação da saúde integral de pacientes e na melhoria da qualidade de vida dos tutores. Este espectro de benefícios, embora amplamente percebido na casuística clínica, clama por validação através de estudos mais específicos e de alta qualidade metodológica.
    Para solidificar estas observações e fornecer evidências de nível superior, é imperativo que a comunidade científica, em colaboração com a indústria interessada, realize experimentos randomizados e controlados, preferencialmente com desenho duplo-cego. Tais estudos deveriam incluir, no mínimo, grupos de controle comparativos para:
     
    Animais que consomem ração comercial de alto teor de carboidratos e recebem anti-inflamatórios não esteroidais (AINEs) para manejo de dor e inflamação crônica.
    Animais que utilizam alimentação natural e terapia adjuvante com cannabis.
    Grupos de controle que não recebem nenhuma intervenção específica além do manejo clínico padrão.
     
     
    A condução de pesquisas rigorosas como estas permitirá quantificar os desfechos em saúde, metabólicos e comportamentais, fornecendo a base científica necessária para a adoção generalizada dessas abordagens. O Dr. MVT Claudio Amichetti Junior (22) se propõe a contribuir ativamente para o desenvolvimento e execução desses estudos, na esperança de gerar referências bibliográficas robustas na medicina veterinária que validem estas práticas como seguras e eficazes. A verdadeira “verdade amarga” não está na gordura que ingerimos ou que ofertamos aos nossos pets, mas no açúcar e nos carboidratos que se ocultam em quase todos os alimentos industrializados, tanto na prateleira do supermercado quanto na do pet shop. A mudança para uma abordagem mais consciente da nutrição, baseada na fisiologia e nas evidências científicas, é imperativa para a promoção da saúde de ambas as espécies.
     
     

    Referências (formato Vancouver)

    1. Keys A. Atherosclerosis: a problem in newer public health. J Mt Sinai Hosp N Y. 1953;20(2):118–139.
    2. Keys A. Seven Countries: A Multivariate Analysis of Death and Coronary Heart Disease. Harvard University Press; 1980.
    3. Teicholz N. The Big Fat Surprise: Why Butter, Meat and Cheese Belong in a Healthy Diet. Simon & Schuster; 2014.
    4. Yudkin J. Pure, White and Deadly: The Problem of Sugar. Penguin Books; 1972.
    5. O’Connor A. How the sugar industry shifted blame to fat. The New York Times. 2016.
    6. Kearns CE, Schmidt LA, Glantz SA. Sugar industry and coronary heart disease research: A historical analysis of internal industry documents. JAMA Intern Med. 2016;176(11):1680–1685.
    7. Lustig RH. Sugar: The Bitter Truth. UCSF Mini Medical School for the Public. 2009.
    8. Lustig RH. Fructose: metabolic, hedonic, and societal parallels with ethanol. J Am Diet Assoc. 2010;110(9):1307–1321.
    9. Lustig RH. Fat Chance: Beating the Odds Against Sugar, Processed Food, Obesity, and Disease. Hudson Street Press; 2012.
    10. Bray GA, Popkin BM. Dietary sugar and body weight: have we reached a crisis in the epidemic of obesity and diabetes? Health Nutr. 2014;17(1):1–10.
    11. Tappy L, Lê K-A. Metabolic effects of fructose and the worldwide increase in obesity. Physiol Rev. 2010;90(1):23–46.
    12. Siri-Tarino PW, Sun Q, Hu FB, Krauss RM. Meta-analysis of prospective cohort studies evaluating the association of saturated fat with cardiovascular disease. Am J Clin Nutr. 2010;91(3):535–546.
    13. Stanhope KL. Sugar consumption, metabolic disease and obesity: The state of the controversy. Crit Rev Clin Lab Sci. 2016;53(1):52–67.
    14. Softic S, Cohen DE, Kahn CR. Role of dietary fructose and hepatic de novo lipogenesis in fatty liver disease. Dig Dis Sci. 2016;61(5):1282–1293.
    15. Zoran DL. The carnivore connection to nutrition in cats. J Am Vet Med Assoc. 2002;221(11):1559–1567.
    16. Verbrugghe A, Hesta M. Cats and Carbohydrates: The Sweet Spot. Animals (Basel). 2017;7(12):41.
    17. Hall JA, Yerramilli M. The paradox of obesity and poor health in cats: lessons learned from humans. J Vet Intern Med. 2021;35(4):1753-1765.
    18. German AJ. The growing problem of obesity in dogs and cats. J Nutr. 2006;136(7 Suppl):1940S-1946S.
    19. Gamble LJ, Butler LK, Dvorak SF, et al. Pharmacokinetics, Safety, and Clinical Efficacy of Cannabidiol Treatment in Osteoarthritic Dogs. Front Vet Sci. 2018;5:165.
    20. Laflamme DP. Understanding the nutritional needs of aging cats. Top Companion Anim Med. 2010;25(4):216-221.
    21. Rand JS, Fleeman LM, Farrow HA, et al. Canine and feline diabetes mellitus: nature or nurture? J Nutr. 2004;134(8 Suppl):2072S-2080S.
    22. Contribuição Científica do Dr. Amichetti: Inovação para a Saúde do Seu Pet

      O Dr. Cláudio Amichetti Junior é um pesquisador ativo e comprometido com o avanço da medicina veterinária, com contribuições em diversas áreas e publicações de destaque:
       
       
      • Artigo Científico "A Contribuição das Dietas Cetogênicas Associadas à Atividade Física para Aumento do BDNF e do GH na Neuroplasticidade em Animais"
        • Status: Recentemente submetido à Revista DCS (Disciplinarum Scientia).
        • Descrição: Este estudo de vanguarda explora como dietas cetogênicas (ricas em gorduras saudáveis e pobres em carboidratos) combinadas com atividade física supervisionada podem elevar os níveis de BDNF (Fator Neurotrófico Derivado do Cérebro) e GH (Hormônio do Crescimento) em pets, promovendo neuroplasticidade, saúde mental e longevidade.
        • Relevância: Reforça a abordagem integrativa do Dr. Amichetti, validando cientificamente a combinação de alimentação natural cetogênica e exercícios adaptados para estimular o bem-estar cerebral e físico, especialmente para pets com desafios neurológicos ou metabólicos.
       
      Outras Publicações e Contribuições Relevantes:
      • "Uso da técnica de TPLO como tratamento da Doença do Ligamento Cruzado Cranial em Cães: Revisão de Literatura e Relato de Caso"

        • Autores: C. Amichetti, D. Checchinato.
        • Publicado em:
          dialnet.unirioja.es
          e
          www.researchgate.net
          .
        • Descrição: Este trabalho detalha a aplicação da técnica de TPLO (Osteotomia de Platô Nivelador da Tíbia) no tratamento cirúrgico da Doença do Ligamento Cruzado Cranial em cães, oferecendo uma revisão literária e um relato de caso prático, com 13 páginas de conteúdo.
      • "Avaliação dos efeitos da Metadona em subdose: Efeito Sedativo, Analgésico e Efeitos Colaterais"

        • Autores: Dr. Cláudio Amichetti (e equipe).
        • Publicado em:
          www.researchgate.net
          .
        • Descrição: Pesquisa focada na análise aprofundada dos efeitos sedativos, analgésicos e potenciais reações adversas da Metadona, especialmente quando administrada em subdoses na prática veterinária.
      • Contribuição em Edições Científicas:

        • Revista Contribuciones a Las Ciencias Sociales, v. 18 n. 8 (2025).
        • Acesse a Edição:
          ojs.revistacontribuciones.com
        • Descrição: Reconhecimento da participação e contribuições do Dr. Amichetti para edições relevantes em periódicos científicos, destacando seu engajamento contínuo na divulgação do conhecimento 
  • Síndrome do gatinho de peito chato

    Síndrome do gatinho de peito chato (Flat-chested kitten syndrome)

    ARTICLE

     Disponível em https://artigos.wiki/blog/en/Flat-chested_kitten_syndrome

    Síndrome do gatinho de peito chato (Flat-chested kitten syndrome)

    ARTICLE

     

    November 16, 2022

    A síndrome do gatinho de peito chato (FCKS) é um distúrbio em gatos em que os gatinhos desenvolvem uma compressão do tórax (tórax / caixa torácica) causada pelo colapso do pulmão. 

    Este é um problema de tecido mole e não é causado por malformação vertebral ou óssea. 

    No entanto, o colapso pulmonar pode ser um sintoma secundário causado por deformidade óssea que afeta o tórax, como pectus excavatum. 

    Em casos leves, a parte inferior do tórax fica achatada (daí o nome da condição); 

    em casos extremos, todo o tórax é achatado, parecendo que o gatinho foi pisado. 

    O gatinho parecerá ir de normal para plano no espaço de cerca de 2 a 3 horas e geralmente se estabilizará. 

    O FCKS é frequentemente diagnosticado erroneamente como pectus excavatum devido à literatura veterinária inadequada ou à falta de experiência com a condição por parte do clínico. 

    FCKS é mais frequentemente causada por pulmões colapsados ​​(e não como se acreditava anteriormente, por um espasmo muscular nos músculos intercostais). 

    Existem inúmeras causas para o colapso pulmonar e, portanto, inúmeras causas para FCKS. 

    Uma causa possível para o tórax plano que se desenvolve logo após o nascimento é a atelectasia. 

    As causas de atelectasia incluem tentativas insuficientes de respiração pelo recém-nascido, obstrução brônquica ou ausência de surfactante (uma substância secretada pelos alvéolos que reveste os pulmões e impede que as superfícies grudem). 

    A falta de surfactante reduz a área de superfície disponível para trocas gasosas efetivas, causando colapso pulmonar se for grave. 

    Pode haver muitas razões para atelectasia em gatinhos, mas provavelmente a causa mais comum é a prematuridade. 

    A atelectasia do recém-nascido não seria incomum em uma ninhada muito grande de gatinhos (como 10), 

    onde o tamanho da ninhada pode levar todos os gatinhos a serem pequenos e levemente subdesenvolvidos. 

    Ao contrário dos bebês humanos, os gatinhos nascem muito imaturos: cegos, surdos, o trato intestinal não totalmente desenvolvido etc. 

    Muitos gatinhos FCKS podem ter caído do lado errado desse limite em seu desenvolvimento no momento do nascimento. 

    Além disso, se um gatinho não gritar ou abrir seus pulmões o suficiente ao nascer, mesmo que esteja totalmente maduro e tenha surfactante suficiente, pode acabar com atelectasia. 

    Manchas de atelectasia nos pulmões significam que parte de um pulmão não está funcionando corretamente. 

    Se o gatinho dormir e sua frequência respiratória cair, as manchas de atelectasia podem se expandir lentamente até que grandes áreas do pulmão entrem em colapso e não possam ser reinfladas. 

    Um bom conselho para qualquer criador, portanto, seria garantir que os filhotes chorem alto ao nascer, para garantir que as vias aéreas estejam desobstruídas, mas também que os pulmões se expandam o máximo possível. 

    (Esta era a razão pela qual os bebês recém-nascidos eram sempre mantidos de cabeça para baixo imediatamente após o nascimento (para que qualquer fluido residual fosse drenado para baixo) e batidos para fazê-los chorar fortemente.) Alguns gatinhos sofrem de atelectasia congênita 'secundária', que se apresenta logo após o nascimento. 

    Não houve relatos de gatinhos nascidos planos (atelectasia primária). 

    A doença da membrana hialina é um tipo de síndrome do desconforto respiratório do recém-nascido em que há formação de uma membrana semelhante à hialina que reveste as vias respiratórias terminais, e isso também pode ser uma causa (mais rara) de FCKS. 

    A pressão de fora do pulmão de fluido ou ar pode causar atelectasia, bem como obstrução das passagens aéreas do pulmão por muco resultante de várias infecções e doenças pulmonares – o que pode explicar o desenvolvimento de FCKS em gatinhos mais velhos (por exemplo, 10 dias de idade) que não são fortes suficiente para respirar até mesmo através de um muco leve, ou que pode ter inalado leite durante a amamentação. 

    Tumores e objetos inalados (possíveis se a roupa de cama contiver cotão solto) também podem causar obstrução ou irritação das vias aéreas, levando ao colapso pulmonar e atelectasia secundária. 

    Em um gato mais velho, os músculos intercostais são tão bem desenvolvidos e as costelas rígidas o suficiente para que a caixa torácica não se achate se o pulmão colapsar: em gatinhos, os ossos são muito mais flexíveis e os tendões e músculos mais flácidos, permitindo o movimento do tórax em posições anormais. 

    Outras causas de colapso pulmonar podem incluir hérnia diafragmática ou espasmo diafragmático (os criadores relatam a posição do intestino e do tórax como parecendo um 'soluço parado'). 

    O espasmo diafragmático é facilmente verificado apertando o nervo frênico no pescoço entre as pontas dos dedos. 

    Gatinhos com este tipo de FCKS melhorarão quase imediatamente, mas podem exigir beliscões repetidos para evitar que o espasmo se repita.

    Base de evidências e análise estatística

    Quase todos os relatos de FCKS são tratados como anedóticos, uma vez que vêm de criadores e não de veterinários. 

    No entanto, na ausência de estudos clínicos robustos, os relatórios dos criadores são a única fonte de informação atualmente disponível. 

    O relato sobre o tipo de FCKS é dificultado pela falta de diferenciação entre um tipo e outro por criadores e veterinários. 

    Os dados que informam este artigo vieram de três fontes: Análise de e-mails relatando casos de FCKS enviados ao proprietário de um site com informações sobre a condição e métodos de tratamento, 

    1999-2019 [87 desses gatinhos foram examinados pessoalmente pelo autor] Dados coletados pelo projeto THINK 2005-2015 que publicou um questionário online (o projeto está extinto) Relatórios solicitados diretamente a 27 criadores individuais de Abissínio (4 responderam ) e 35 criadores de British Shorthair (2 responderam) no Reino Unido A análise de 20 anos foi comparada com a análise do Conselho de Administração da Cat Fancy no Reino Unido (GCCF) do número de gatinhos registrados durante o mesmo período. 

    O relatório completo deve ser publicado durante 2020. Apenas relatórios diretos de proprietários (362) sobre seus próprios gatos ou veterinários examinando gatinhos (2) foram considerados. 

    Gatinhos que exibiam qualquer outra condição (incluindo pectus excavatum) foram excluídos. 

    A esmagadora maioria dos relatos (76%) foi de casos únicos de FCKS em uma ninhada, com o restante de ninhadas inteiras ou parciais. 

    Os dados incluíram 311 notificações de ninhadas de gatinhos nas quais um ou mais desenvolveram FCKS, para um total de 464 gatinhos afetados (ver tabela). 

    Relatos em que o sexo foi especificado mostraram desagregação por sexo de masculino 56%/feminino 44%. 

    16 criadores relataram que, embora pudessem esperar que o menor gatinho de uma ninhada (se houver) desenvolvesse FCKS, eram os gatinhos maiores e mais fortes que desenvolviam peitos planos, e geralmente eram machos. 

    A condição não parece estar ligada ao sexo, mas a preponderância de gatinhos machos neste grupo relatado pode ser devido ao fato de que os machos tendem a ser maiores do que as fêmeas e estes são os gatinhos que recebem mais leite ou mamam mais porque são mais fortes , caso em que o tipo de FCKS nestas ninhadas pode ter sido devido a cólicas causadas por superalimentação (ver Causas, abaixo). 

    Relatórios originados de 21 países (Austrália (15), Áustria (11), Bélgica (2), Canadá (8), Dinamarca (3), Finlândia (2), França (24), Alemanha (13), Hungria (1) , Japão (2), Holanda (14), Nova Zelândia (6), Noruega (5), Portugal (1), Cingapura (1), Eslováquia (1), África do Sul (5), Suécia (11), Suíça ( 1), Reino Unido (100), EUA (85)) e abrangeu 39 raças (incluindo pêlo curto doméstico sem pedigree, pêlo longo doméstico sem pedigree e alguns cruzamentos 'não reconhecidos' entre duas raças com pedigree ou raças com pedigree x DSH). 

    10 relatórios não especificaram a raça. 

    Altos números de relatos em certas raças no passado foram considerados como implicando que algumas raças são mais propensas à doença do que outras, mas os dados são distorcidos por vários fatores: a) o número de gatinhos criados; 

    b) relatórios agrupados em resposta a artigos em circulares de clubes de raça ou c) o trabalho de um grupo específico de criadores (cf. birmaneses) na tentativa de resolver um problema que eles viram em suas próprias linhas d) a cultura dentro de uma raça individual de compartilhamento de informações ou problemas de comunicação. 

    Os criadores geralmente não estão inclinados a discutir questões de saúde por causa de uma cultura de culpa e fofoca, tendo um efeito dramático no compartilhamento de informações. 

    Nenhum gatilho de 'cluster' foi identificado para o número relativamente alto de relatórios nas raças Maine Coon ou Bengal, enquanto o clube de gatos birmanês encomendou um estudo sobre a condição em 1997 por Sturgess et al, e o projeto THINK solicitou relatórios de criadores birmaneses especificamente. 

    No entanto, estatísticas sobre o registro de filhotes fornecidos pelo GCCF mostram que Bengal, 

    Birmanês e Maine Coon estão consistentemente entre as nove principais raças por número de gatinhos registrados (veja a tabela). 

    As raças que apresentam o maior número de gatinhos registrados, portanto, correlacionam-se amplamente demograficamente com os relatórios do FCKS. 

    Mais significativo talvez seja o baixo número de casos relatados no British Shorthair (especialmente quando comparado com o Manx), mas isso parece ser atribuível à cultura dos criadores e ao nível de consciência diagnóstica desse grupo. 

    Mortalidade: dos 195 casos em que o desfecho foi notificado, 88 morreram ou foram eutanasiados por sofrimento; 

    107 se recuperaram e sobreviveram além dos 3 meses de idade. 

    Aqueles que se recuperaram totalmente não pareceram sofrer quaisquer efeitos respiratórios a longo prazo (a interferência no desenvolvimento da parte superior da coluna enquanto o corpo era mantido em uma posição incorreta pelo FCKS levou a cifose a longo prazo em alguns, 

    mas não todos, casos), embora os relatórios sejam irregulares. 

    As menções de FCKS na literatura veterinária (geralmente não mais do que uma única frase) não incluem informações descritivas e não têm base de evidências, em particular a alegação de Saperstein, Harris & Leipold (1976) de que a condição pode ser hereditária, o que foi repetido na literatura posterior.

    Início e diagnóstico

    FCKS desenvolve-se geralmente em gatinhos por volta dos três dias de idade, e às vezes afeta ninhadas inteiras, às vezes apenas indivíduos ou parte de uma ninhada. 

    Os gatinhos podem ficar achatados a qualquer momento durante a maturação precoce, alguns achatando até os 10 dias de idade ou (em casos muito raros) mais tarde. 

    É possível que os casos de desenvolvimento tardio sejam devidos a infecção do trato respiratório ou pneumonia. 

    Até 2010, acreditava-se que o FCKS era causado por um espasmo nos músculos intercostais, mas o reexame de dados post-mortem antigos (ou seja, que os gatinhos permanecem planos mesmo quando estão mortos e, portanto, não podem manter um espasmo muscular) e novos dados levaram à conclusão de que o achatamento é causado por falha dos pulmões em inflar normalmente ou, quando ocorre em gatinhos mais velhos, por colapso pulmonar. 

    Esta causa é agora citada pela comunidade veterinária (Sturgess 2016), mas sem qualquer reconhecimento de fonte. 

    Sintomas físicos grosseiros incluem achatamento da parte inferior do tórax em casos moderados (uma crista geralmente pode ser sentida ao longo das laterais da caixa torácica, paralela à coluna); 

    achatamento completo da parte superior do corpo em casos extremos (o gatinho parece ter sido pisado); 

    esforço moderado a extremo e/ou respiração ofegante; 

    o intestino é puxado para cima durante a inspiração. 

    A respiração geralmente não é rápida (como na pneumonia ou pirexia), mas em um ritmo normal quando comparado com gatinhos não afetados. 

    A posição do tórax e a atividade do abdome não são diferentes das observadas durante os soluços normais, mas o espasmo repentino nos soluços é retardado ou interrompido no FCKS: onde um soluço é liberado, retornando o corpo à posição normal, 

    A respiração FCKS não libera. 

    Pode haver envolvimento com dificuldade digestiva em gatinhos FCKS (ver Cólica, abaixo). 

    Determinar se um gatinho tem FCKS ou não pode ser difícil apenas com descrições de texto: um caso leve de FCKS faz com que o tórax pareça semelhante ao formato de uma banana quando mantido curvado para baixo. 

    A caixa torácica não é fixa em posição, e o efeito mais perceptível em casos leves é a crista ao longo da lateral da caixa torácica. 

    A condição causa a interrupção do ganho de peso, dificuldade respiratória, incapacidade de se alimentar normalmente e, em uma proporção significativa de casos, morte. 

    No entanto, uma vez que uma porcentagem significativa de gatinhos sobrevive à condição, a eutanásia imediata não é indicada, e tratamentos de suporte podem ser empregados para aumentar a probabilidade de sobrevivência (ver Tratamento, abaixo). 

    A condição é muitas vezes diagnosticada erroneamente como Pectus excavatum, 

    com o qual não tem ligação direta, embora os gatinhos FCKS também possam ter PE. 

    Embora se acredite que a condição seja mais prevalente na raça birmanesa, ela é encontrada em todas as raças de gatos, incluindo gatos domésticos sem pedigree, e a prevalência aparente nos birmaneses é provavelmente devido a uma melhor comunicação entre criadores e relatórios da condição. , bem como o peito naturalmente mais em forma de barril deste genótipo em particular. 

    Desde que os primeiros relatos da condição identificaram o birmanês como suscetível, surgiu a raça Bengal, com uma fisiologia semelhante, e mostra um número igualmente grande de gatinhos FCKS, no entanto, isso pode ser devido ao interesse específico na condição entre aqueles que trabalham com as raças . 

    É relatado em todas as raças e em gatos domésticos sem pedigree, tanto aqueles mantidos como animais de estimação quanto aqueles que vivem como 'gatos de celeiro'. 

    Um artigo em um boletim informativo do clube de gatos sueco sobre o FCKS levou a um aumento nos relatos da condição em Ragdolls na Suécia. 

    A síndrome é fatal em um número significativo de casos (possivelmente em torno de 40%), principalmente devido à falta de compreensão da causa subjacente da doença, falha no tratamento da cólica (levando a fome lenta) e fontes insuficientes de informação em veterinária. literatura.

    Causas

    Genética/hereditariedade

    Não há evidências estatísticas que sugiram que o FCKS possa ser devido a fatores genéticos: certas linhagens parecem produzir uma preponderância de gatinhos com a doença, mas isso pode ser devido a relatórios aprimorados dentro da raça. 

    Cuidado com a literatura que cita a hereditariedade como causa (Saperstein, Harris & Leipold, 1976) não fornece qualquer suporte probatório e a informação é repetida em literatura posterior citando essa fonte como autoridade. 

    A maioria dos casos são de gatinhos solteiros, com números baixos, mas significativos, de ninhadas inteiras ou parciais relatadas. 

    Numerosos criadores experimentam períodos em que o FCKS parece ocorrer em vários acasalamentos, mas depois para, sugerindo uma causa ambiental. 

    Incidências da condição foram relatadas em muitas ninhadas que eram acasalamentos repetidos de ninhadas previamente saudáveis; 

    acasalamentos repetidos após a incidência de FCKS não produzem filhotes chatos com mais frequência do que acasalamentos sem repetição; 

    FCKS recuperados que foram criados também não produziram descendentes que sofreram da doença com mais frequência do que os gatos normais, mas os números nesta categoria são obviamente baixos. 

    É possível que algumas linhagens nas quais as gatas fornecem leite em excesso possam levar a FCKS relacionada a cólicas nos gatinhos, levando à suposição de hereditariedade. 

    Embora depois de experimentar casos de FCKS, a maioria dos criadores não repete acasalamentos. 

    Em 59 casos de acasalamentos repetidos, 52 ninhadas não resultaram em FCKS novamente, enquanto 7 o fizeram. 

    mas os números nesta categoria são obviamente baixos. 

    É possível que algumas linhagens nas quais as gatas fornecem leite em excesso possam levar a FCKS relacionada a cólicas nos gatinhos, levando à suposição de hereditariedade. 

    Embora depois de experimentar casos de FCKS, a maioria dos criadores não repete acasalamentos. 

    Em 59 casos de acasalamentos repetidos, 52 ninhadas não resultaram em FCKS novamente, enquanto 7 o fizeram. 

    mas os números nesta categoria são obviamente baixos. 

    É possível que algumas linhagens nas quais as gatas fornecem leite em excesso possam levar a FCKS relacionada a cólicas nos gatinhos, levando à suposição de hereditariedade. 

    Embora depois de experimentar casos de FCKS, a maioria dos criadores não repete acasalamentos. 

    Em 59 casos de acasalamentos repetidos, 52 ninhadas não resultaram em FCKS novamente, enquanto 7 o fizeram.

    Desenvolvimento

    É possível que o colapso pulmonar em recém-nascidos (ou seja, por volta dos 3 dias de idade) seja devido à falta de surfactante – o revestimento do interior do pulmão que impede que as superfícies internas dos alvéolos se unam. 

    (As causas da deficiência de surfactante não são discutidas aqui, mas o papel do surfactante é discutido em vários artigos no British Journal of Anesthesia vol. 65, 1990.). 

    Os gatinhos nascem imaturos de muitas maneiras, e a inflação completa dos pulmões não acontece imediatamente, mas ocorre gradualmente ao longo de um período de vários dias após o nascimento. 

    Embora um gatinho possa parecer ativo e próspero, seus pulmões não estarão totalmente inflados até aproximadamente 3 dias após o nascimento. 

    Assim, se a insuflação não ocorrer corretamente, a pressão negativa na cavidade torácica fará com que a caixa torácica – que é extremamente flexível – colapse para dentro,

    Infecção

    O colapso pulmonar neonatal e posterior pode ser devido a uma infecção pulmonar, ou possivelmente a um mau funcionamento na epiglote, fazendo com que a inspiração atraia ar para o trato digestivo em vez dos pulmões. 

    Um mau funcionamento de curto prazo desse tipo pode ser perpetuado pela cólica resultante, criando um ciclo de feedback que interrompe o processo respiratório correto. 

    A autópsia e a análise do aspirado pulmonar em um grupo de gatinhos de peito chato criados por um veterinário dos EUA mostraram a presença do vírus Herpes.

    Espasmo diafragmático

    O espasmo no diafragma faz com que o músculo 'bloqueie' de modo que todo o esforço respiratório caia para os músculos intercostais. 

    A perda de movimento resultante faz com que os pulmões esvaziem gradualmente. 

    Isso é facilmente diagnosticado e tratado (consulte Tratamento abaixo) pela interrupção de curto prazo do nervo frênico.

    Cólica

    É muito provável que um gatinho com dificuldade em respirar também sofra de cólicas (que podem causar perda de peso no início do desenvolvimento de um gatinho normal) e uma dose diária muito pequena (ou duas vezes por dia) de parafina líquida (uma ou duas gotas). colocado na língua do gatinho, ou 0,1 ml) deve ajudar a aliviar este problema. 

    Gatinhos FCKS que não mantêm o peso geralmente estão entre o grupo que morre, mas muitos deles podem simplesmente não conseguir se alimentar adequadamente devido a cólicas, tornando-se cada vez mais fracos e letárgicos e desaparecendo devido à desnutrição tanto quanto aos problemas torácicos. 

    A cólica tem muitas causas, mas em um gatinho com dificuldade respiratória é possível que um mau funcionamento durante o processo de respiração leve o gatinho a engolir ar em vez de levá-lo para os pulmões. 

    O trato GI se enche de ar enquanto os pulmões não recebem um suprimento de ar adequado, impedindo-os de inflar completamente. 

    A pressão do estômago agrava a condição. 

    O tratamento da cólica com parafina líquida parece encurtar o tempo de recuperação de 4 a 10 semanas para uma questão de dias.

    Tratamento

    O tratamento é difícil de definir, dado o número de causas diferentes e a riqueza de informações anedóticas coletadas por e de criadores de gatos. 

    Os tratamentos até agora foram baseados na suposição de que o FCKS é causado por um espasmo muscular, e sua eficácia é impossível de avaliar porque alguns gatinhos se recuperam espontaneamente sem intervenção. 

    FCKS não pode ser corrigido cirurgicamente. 

    O espasmo diafragmático é facilmente testado e tratado pela interrupção de curto prazo do nervo frênico. 

    O nervo percorre a parte externa do pescoço, onde o pescoço se une ao ombro, dentro de um feixe de músculos e tendões nessa junção. 

    O cluster pode ser comprimido suavemente e mantido por alguns segundos de cada vez. 

    Gatinhos com FCKS espasmódico mostrarão melhora quase imediata, 

    mas o tratamento pode precisar ser repetido várias vezes ao longo de alguns dias, pois o espasmo pode ter tendência a recorrer, principalmente após a amamentação. 

    Às vezes é evidente que o espasmo afeta apenas um lado do diafragma, pois a interrupção do nervo só é necessária ou eficaz em um lado. 

    A pressão de ar positiva contínua (CPAP) é usada em bebês humanos com colapso pulmonar, mas isso é impossível com gatinhos. 

    É possível que o sucesso de alguns criadores na cura de gatinhos com talas no corpo, pressionando assim a caixa torácica, tenha sido bem-sucedido, pois criou o efeito de pressão de ar positiva, reinflando gradualmente os pulmões, puxando-os para abri-los em vez de empurrando-os para abri-los como é o caso do CPAP (veja abaixo). 

    Às vezes é evidente que o espasmo afeta apenas um lado do diafragma, pois a interrupção do nervo só é necessária ou eficaz em um lado. 

    A pressão de ar positiva contínua (CPAP) é usada em bebês humanos com colapso pulmonar, mas isso é impossível com gatinhos. 

    É possível que o sucesso de alguns criadores na cura de gatinhos com talas no corpo, pressionando assim a caixa torácica, tenha sido bem-sucedido, pois criou o efeito de pressão de ar positiva, reinflando gradualmente os pulmões, puxando-os para abri-los em vez de empurrando-os para abri-los como é o caso do CPAP (veja abaixo). 

    Às vezes é evidente que o espasmo afeta apenas um lado do diafragma, pois a interrupção do nervo só é necessária ou eficaz em um lado. 

    A pressão de ar positiva contínua (CPAP) é usada em bebês humanos com colapso pulmonar, mas isso é impossível com gatinhos. 

    É possível que o sucesso de alguns criadores na cura de gatinhos com talas no corpo, pressionando assim a caixa torácica, tenha sido bem-sucedido, pois criou o efeito de pressão de ar positiva, reinflando gradualmente os pulmões, puxando-os para abri-los em vez de empurrando-os para abri-los como é o caso do CPAP (veja abaixo).

    Drogas

    O uso de esteróides (dexametasona) juntamente com um antibiótico (amoxicilina) ajudará o gatinho de várias maneiras, a maturação do esteróide aumentando e o antibiótico abordando a possibilidade de infecção subjacente e compensando as propriedades imunodepressoras do esteróide. 

    O esteróide também encorajará o gatinho a se alimentar com mais energia, mantendo seu peso. 

    No entanto, o mecanismo de suporte primário deve ser nutricional. 

    Gatinhos que recebem apenas alimentação e não recebem medicamentos parecem ter um prognóstico semelhante aos que recebem medicamentos. 

    O tratamento medicamentoso não pode ser usado para substituir o suporte nutricional (ou seja, alimentação suplementar). 

    Dois criadores que leram o relatório de Sturgess et al (que foi inconclusivo) acreditam que a taurina desempenha um papel na condição. 

    Esses criadores dão à rainha grandes doses de taurina (1000 mg) diariamente até que os gatinhos se recuperem – aparentemente dentro de alguns dias. 

    O uso prolongado de altas doses de taurina deve ser monitorado por um veterinário. 

    Os gatinhos têm um metabolismo muito maior do que os adultos, portanto, os medicamentos não podem ser simplesmente calibrados com base em protocolos de adultos, mas ajustados para o peso. 

    Os antibióticos administrados 2x ao dia em adultos precisam ser administrados 3x ao dia em gatinhos, e as doses administradas em intervalos de 24 horas em adultos precisam ser administradas em intervalos de 18 a 20 horas em gatinhos. 

    Além disso, como o fígado não metaboliza os medicamentos de forma tão eficiente quanto em adultos, pode ser necessário administrar uma dose mais alta em relação ao peso corporal. 

    Poucas informações estão disponíveis na literatura veterinária sobre a dosagem de drogas em neonatos; 

    quase todos os protocolos de tratamento são baseados em animais adultos. 

    A literatura humana neonatal é aqui usada como guia. 

    Veja Lawrence C. Ku e P. Brian Smith, 'Dosing in neonates: Special Considerations in Physiology and Trial Design' e várias outras fontes de informação. 

    A observação das respostas aos medicamentos em gatinhos neonatos indica que o aumento da frequência é essencial.

    Splinting e fisioterapia

    Colocar talas no gatinho em um espartilho especialmente construído feito de um material rígido, como um rolo de papel higiênico, seção de garrafa plástica ou espuma de alta densidade estimula a caixa torácica a uma posição mais normal, e a mortalidade relatada parecia diminuir quando essa prática foi introduzida. 

    Isso pode ser porque encorajar o tórax a uma posição mais correta ajuda os pulmões a inflar novamente. 

    No entanto, uma grande proporção de gatinhos não pode tolerar uma tala, e a angústia que ela causa é extremamente contraproducente. 

    Também pode ser perigoso nos casos em que a pressão nas laterais faz com que o esterno se mova para dentro e não para fora, e só deve ser realizado com apoio e aconselhamento veterinário. 

    Alguns gatinhos recuperam sem intervenção, 

    por isso não se sabe se os vários tratamentos baseados em encorajar o tórax a voltar à sua forma normal contribuíram para a recuperação. pressão cronometrada para coincidir com o movimento natural do tórax na respiração), mas geralmente o tórax fica plano novamente assim que a massagem é interrompida. 

    No entanto, pode ajudar a estimular os pulmões a inflar um pouco mais a cada respiração, mas não deve ser usado se causar desconforto ao gatinho. 

    Muitos criadores relatam que os gatinhos afetados parecem gostar de massagem. 

    Incentivar um gatinho a deitar de lado pode ser útil, e colocar outro gatinho (ou a mãe) 

    s braço) sobre ele enquanto ele está dormindo de lado, exerce uma pressão suave e contínua na caixa torácica, o que também pode ser útil. 

    Se o gatinho estiver desconfortável, ele se afastará. 

    (É importante garantir que o gatinho não seja pressionado se ele estiver deitado de bruços.) O manuseio excessivo de gatinhos FCKS pode levar a perda de peso desnecessária e letargia, então o uso de massagem, acordar o gatinho para alimentação extra da mãe, etc., devem ser verificados em relação a ganhos e perdas de peso. 

    Alguns veterinários acreditam que encorajar o gatinho a chorar e também a ter que se mover mais para alcançar sua mãe pode ser útil. 

    Não há dados de criadores que apoiem essa teoria. 

    ) O manuseio excessivo de gatinhos FCKS pode levar a perda de peso desnecessária e letargia, portanto, o uso de massagem, acordar o gatinho para alimentação extra da mãe etc. deve ser verificado em relação a ganhos e perdas de peso. 

    Alguns veterinários acreditam que encorajar o gatinho a chorar e também a ter que se mover mais para alcançar sua mãe pode ser útil. 

    Não há dados de criadores que apoiem essa teoria. 

    ) O manuseio excessivo de gatinhos FCKS pode levar a perda de peso desnecessária e letargia, portanto, o uso de massagem, acordar o gatinho para alimentação extra da mãe etc. deve ser verificado em relação a ganhos e perdas de peso. 

    Alguns veterinários acreditam que encorajar o gatinho a chorar e também a ter que se mover mais para alcançar sua mãe pode ser útil. 

    Não há dados de criadores que apoiem essa teoria.

    Sobrevida e prognóstico a longo prazo

    É difícil determinar se um gatinho que fica chato sobreviverá ou não. 

    Um bom indicador é o peso do gatinho: aqueles que continuam a ganhar peso geralmente têm mais chances de sobrevivência. 

    A alimentação suplementar é, portanto, recomendada em todos os casos, juntamente com suplementos vitamínicos, embora muitos desses gatinhos não aceitem alimentação manual. 

    A parafina líquida para aliviar as cólicas parece ser significativa para auxiliar na alimentação normal e no ganho de peso. 

    Outro indicador da gravidade do caso é o uso do estômago ao respirar: gatinhos normais usam apenas a caixa torácica, um gatinho de peito chato pode conseguir respirar apenas usando a caixa torácica, ou pode sugar o intestino para cima a cada respiração - se o último é o caso, então a probabilidade de sobrevivência parece ser menor, embora ainda não suficiente para justificar a eutanásia imediata. 

    Se a condição for estável (ou seja, o achatamento não aumentar com o tempo) ou melhorar, é mais provável que o gatinho sobreviva. 

    Se a condição piorar ao longo de vários dias, a sobrevivência é menos provável. 

    Gatinhos com FCKS podem morrer (ou ter que ser sacrificados) logo após o início. 

    Existem dois pontos em que os criadores relatam gatinhos que estavam se deteriorando e morrendo: aos 10 dias de idade e às 3 semanas. 

    Geralmente, se o gatinho ainda está plano, mas sobrevive ao estágio de desenvolvimento de 3 semanas, seu prognóstico é bom. 

    Muitos terão retornado a uma forma normal por esta altura. 

    Aqueles que retêm algum grau de achatamento geralmente superam a condição em qualquer momento nos 6 meses seguintes, e a grande maioria dos sobreviventes parece levar uma vida normal sem efeitos colaterais, físicos ou imunológicos. 

    Gatinhos FCKS que sobrevivem, mas que não receberam nenhum tratamento medicamentoso ou suporte além da alimentação suplementar, geralmente se recuperam em um período de 4 a 10 semanas e geralmente são normais às 12 semanas de idade, embora alguns demorem até 6 meses para normalizar. 

    No número muito pequeno de gatinhos relatados até agora tratados com esteróides, antibióticos e parafina líquida (para tratar cólicas), a recuperação geralmente é observada em questão de dias. 

    Dado o número de diferentes tipos de FCKS, esses gatinhos (todos com a forma menor da doença) podem não ser representativos de todos os casos. 

    Mais dados são necessários para a análise estatística. 

    Uma pequena proporção de gatinhos FCKS graves fica com problemas respiratórios de longo prazo, cifose, 

    e, em alguns casos, problemas cardíacos causados ​​pela compressão do tórax durante os estágios iniciais de desenvolvimento (particularmente quando a condição foi associada ao Pectus Excavatum). 

    Problemas cardíacos são geralmente audíveis no exame físico; 

    outras indicações incluem o gatinho ficar sem fôlego após a brincadeira, menos ativo do que os irmãos e falha em crescer e se desenvolver normalmente.

    Criação com FCKS

    Crucial na decisão de procriar seria a causa primária de FCKS na ninhada, que pode ou não ser genética (ver Hereditariedade acima). 

    Alguns adultos recuperados de FCKS produziram descendentes FCKS por sua vez, e algumas rainhas consistentemente produzem gatinhos chatos, portanto, a reprodução dessas linhagens é desaconselhável. 

    No entanto, acasalamentos repetidos nos quais o FCKS apareceu não resulta em mais gatinhos FCKS com mais frequência do que acasalamentos sem repetição. 

    Rainhas e garanhões que consistentemente lançam ninhadas completas de gatinhos com a doença são geralmente castrados, mas casos isolados de gatinhos solteiros em uma ninhada saudável parecem ser improváveis ​​de ter um componente genético e a castração dos pais de tais gatinhos geralmente não é necessária em reprodução de pedigree, particularmente quando isso pode ter efeitos prejudiciais no pool genético. 

    Se a causa do achatamento for cólica relacionada à superprodução de leite, isso não seria motivo para castração. 

    A única maneira de determinar se a causa é digestiva seria se a condição fosse aliviada pela compressão do nervo frênico e/ou uso de parafina líquida para aliviar a cólica, resultando em melhora da condição. 

    A criação de linha ou endogamia é altamente desaconselhável em qualquer situação, e particularmente em linhagens onde o FCKS apareceu, dada a possibilidade de herança de qualquer condição subjacente ou fator reprodutivo que possa fazer com que os gatinhos desenvolvam FCKS. 

    resultando em melhora do estado. 

    A criação de linha ou endogamia é altamente desaconselhável em qualquer situação, e particularmente em linhagens onde o FCKS apareceu, dada a possibilidade de herança de qualquer condição subjacente ou fator reprodutivo que possa fazer com que os gatinhos desenvolvam FCKS. 

    resultando em melhora do estado. 

    A criação de linha ou endogamia é altamente desaconselhável em qualquer situação, e particularmente em linhagens onde o FCKS apareceu, dada a possibilidade de herança de qualquer condição subjacente ou fator reprodutivo que possa fazer com que os gatinhos desenvolvam FCKS.

    Outras condições

    Gatinhos com FCKS às vezes também mostram deformidades ósseas, como pectus excavatum ou cifose (caracterizada em gatinhos por uma depressão na coluna logo atrás das omoplatas). 

    Embora um gatinho possa nascer com essas deformidades, formas extremas de FCKS podem causar o desenvolvimento de cifose em um gatinho normal, pois o gatinho cresce com a coluna mantida em uma posição anormal devido à caixa torácica achatada. 

    Quando há deformidades ósseas na parte superior do corpo, ou outros problemas presentes, podem contribuir para o mau funcionamento dos órgãos de tecidos moles, como os sistemas respiratório e digestivo.

    Peito liso em outros animais

    O peito plano ocorre em leitões e filhotes, pode ser conhecido em bovinos (apenas informações anedóticas) e também é registrado em humanos, embora em humanos possa não ser a mesma condição e possivelmente seja uma deformidade óssea.

    Referências

    Bibliografia

    Blunden, AS, Hill, CM, Brown, BD e Morley CJ (1987) Composição de surfactante de pulmão em filhotes morrendo de desvanecimento do complexo de filhotes. 

    Research in Veterinary Science 42: 113–118 Blunden, TS (1998) O neonato: defeitos congênitos e filhotes desbotados. 

    In: Manual de Reprodução de Pequenos Animais e Neonatologia. 

    Simpson, G., Inglaterra, GCW & Harvey, M. (eds). 

    British Small Animal Veterinary Association, Cheltenham, Reino Unido. 

    Chandler, EA, Gaskell, RM, Gaskell, CJ eds. 

    (2004) Medicina e Terapêutica Felina. 

    3ª ed. 

    Blackwell, Oxford (para BSAVA), 369. [Aviso: esta fonte menciona FCKS muito brevemente e refere-se a ele como 'quase certamente hereditário'. 

    Nenhuma evidência, fontes ou informações adicionais são fornecidas.] Charlesworth, TM, Schwarz, T., Sturgess, CP (2015) Pectus excavatum: 

    tomografia computadorizada e resultado cirúrgico a médio prazo em uma coorte prospectiva de 10 gatinhos. 

    Journal of Feline Medicine and Surgery 18 de junho, 11 Fossum, TW, Boudrieau, RJ, Hobson, HP, Rudy, RL (1989). 

    Correção cirúrgica de pectus excavatum com tala externa em dois cães e um gato. 

    Jornal da Associação Médica Veterinária Americana 195: 91–97 Hosgood, G., Hoskins JD (1998) Medicina e Cirurgia Pediátrica de Pequenos Animais. 

    Manuais Veterinários Pergamon. 

    Butterworth-Heinemann Malik, R. (2001) Doenças genéticas de gatos, Proceedings of ESFM Symposium at BSAVA Congress, Journal of Feline Medicine and Surgery 3, 109–113 Noakes, DE, Parkinson, TJ, Inglaterra, GCW (2009) Arthur's Veterinary E-Book Reprodução e Obstetrícia. 

    9ª ed. 

    Saunders/Elsevier, Edimburgo, 128. FCKS está listado em uma tabela de defeitos hereditários em gatos. 

    Robinson (1991) Genetics for Cat Breeders 3ª edição revisada, Butterworth-Heinemann Saperstein G., Harris S., Leipold HW (1976). 

    Defeitos congênitos em gatos domésticos. 

    Feline Practice, 6, 18. Schultheiss, PC, Gardner, SA, Owens, JM, Wenger, DA, Thrall, MA (2000). 

    Mucopolissacaridose VII em gato. 

    Patologia Veterinária 37, 502-505. 

    Soderstrom, MJ, Gilson, SD, Gulbas, N. (1995) Edema pulmonar reexpansão fatal em um gatinho após correção cirúrgica de Pectus Excavatum. 

    Journal of the American Animal Hospital Association 31, 133–136 doi:10.5326/15473317-31-2-133 Sturgess CP, Waters L., Gruffydd-Jones TJ, Nott HMR, Earle, KE (1997) Investigação da associação entre níveis de taurina no sangue e nos tecidos e o desenvolvimento de deformidades torácicas em gatinhos birmaneses neonatais. 

    Registro Veterinário 141, 

    566-570. 

    [Aviso: muita informação agora substituída] Vella, CM, Shelton LM, McGonagle, JJ, Stanglein, TW (1999) Robinson's Genetics for Cat Breeders and Veterinarians, 4ª edn, Butterworth-Heinemann

    Literatura sobre mama escavada

    Boudrieau, RJ, Fossum, TW, Hartsfield, SM, Hobson, HP, Rudy, RL (1990). 

    Pectus Excavatum em Cães e Gatos. 

    Compendium of Continuing Education 12, 341–355 Fossum, T. W, Boudrieau, RJ, Hobson, HP (1989). 

    Pectus Excavatum em Oito Cães e Seis Gatos. 

    Journal of the American Animal Hospital Association 25, 595-605 McAnulty, JF, Harvey, CE (1989) Reparação de pectus excavatum por sutura percutânea e coaptação externa temporária em um gatinho. 

    Jornal da Associação Médica Veterinária Americana 194, 1065–1067 Shires, PK, Waldron, DR e Payne, J. (1988) Pectus Excavatum em três gatinhos. 

    Journal of the American Animal Hospital Association 24, 203-208

    links externos

    Vetstream artigo sobre FCKS na revista Felis ISSN 2398-2950 Flat-Chested Kitten Syndrome Marine Minnaert: Étude rétrospective de la cage thoracique plate chez le chat : caractéristiques épidémiologiques et cliniques, pronostic et aspectos génétiques, PhD tese (2014) pdf International Cat Care website ; 

    baseado em Sturgess 1997, que está desatualizado e incorreto em muitos detalhes Sturgess CP, Waters L, Gruffydd-Jones TJ et al (1997) Investigação da associação entre os níveis de taurina no sangue total e nos tecidos e o desenvolvimento de deformidades torácicas em birmaneses neonatais gatinhos. 

    Vet Rec 141, 566-570 Feline Medicine and Therapeutics Por EA Chandler, RM Gaskell, CJ Gaskell descreve a condição muito brevemente e refere-se a ela como 'quase certamente hereditária' sem qualquer evidência para fazê-lo. 

    Nenhuma outra informação é dada quanto à causa. 

    Em Arthur's Veterinary Reproduction and Obstetrics E-Book de David E. Noakes FCKS está listado em uma tabela de defeitos hereditários em gatos, novamente sem qualquer citação ou informação de apoio. CJ Gaskell Sturgess, CP (2016) Deformidades da parede torácica em gatinhos: o que você faz? 

    Semana da Ciência do Colégio de Cientistas Veterinários da Austrália e Nova Zelândia, Medicina de Pequenos Animais e Capítulos Felinos 

    Gaskell Sturgess, CP (2016) Deformidades da parede torácica em gatinhos: o que você faz? 

    Semana da Ciência do Colégio de Cientistas Veterinários da Austrália e Nova Zelândia, Medicina de Pequenos Animais e Capítulos Felinos 

    Gaskell Sturgess, CP (2016) Deformidades da parede torácica em gatinhos: o que você faz? 

    Semana da Ciência do Colégio de Cientistas Veterinários da Austrália e Nova Zelândia, Medicina de Pequenos Animais e Capítulos Felinos

    November 16, 2022

    A síndrome do gatinho de peito chato (FCKS) é um distúrbio em gatos em que os gatinhos desenvolvem uma compressão do tórax (tórax / caixa torácica) causada pelo colapso do pulmão. 

    Este é um problema de tecido mole e não é causado por malformação vertebral ou óssea. 

    No entanto, o colapso pulmonar pode ser um sintoma secundário causado por deformidade óssea que afeta o tórax, como pectus excavatum. 

    Em casos leves, a parte inferior do tórax fica achatada (daí o nome da condição); 

    em casos extremos, todo o tórax é achatado, parecendo que o gatinho foi pisado. 

    O gatinho parecerá ir de normal para plano no espaço de cerca de 2 a 3 horas e geralmente se estabilizará. 

    O FCKS é frequentemente diagnosticado erroneamente como pectus excavatum devido à literatura veterinária inadequada ou à falta de experiência com a condição por parte do clínico. 

    FCKS é mais frequentemente causada por pulmões colapsados ​​(e não como se acreditava anteriormente, por um espasmo muscular nos músculos intercostais). 

    Existem inúmeras causas para o colapso pulmonar e, portanto, inúmeras causas para FCKS. 

    Uma causa possível para o tórax plano que se desenvolve logo após o nascimento é a atelectasia. 

    As causas de atelectasia incluem tentativas insuficientes de respiração pelo recém-nascido, obstrução brônquica ou ausência de surfactante (uma substância secretada pelos alvéolos que reveste os pulmões e impede que as superfícies grudem). 

    A falta de surfactante reduz a área de superfície disponível para trocas gasosas efetivas, causando colapso pulmonar se for grave. 

    Pode haver muitas razões para atelectasia em gatinhos, mas provavelmente a causa mais comum é a prematuridade. 

    A atelectasia do recém-nascido não seria incomum em uma ninhada muito grande de gatinhos (como 10), 

    onde o tamanho da ninhada pode levar todos os gatinhos a serem pequenos e levemente subdesenvolvidos. 

    Ao contrário dos bebês humanos, os gatinhos nascem muito imaturos: cegos, surdos, o trato intestinal não totalmente desenvolvido etc. 

    Muitos gatinhos FCKS podem ter caído do lado errado desse limite em seu desenvolvimento no momento do nascimento. 

    Além disso, se um gatinho não gritar ou abrir seus pulmões o suficiente ao nascer, mesmo que esteja totalmente maduro e tenha surfactante suficiente, pode acabar com atelectasia. 

    Manchas de atelectasia nos pulmões significam que parte de um pulmão não está funcionando corretamente. 

    Se o gatinho dormir e sua frequência respiratória cair, as manchas de atelectasia podem se expandir lentamente até que grandes áreas do pulmão entrem em colapso e não possam ser reinfladas. 

    Um bom conselho para qualquer criador, portanto, seria garantir que os filhotes chorem alto ao nascer, para garantir que as vias aéreas estejam desobstruídas, mas também que os pulmões se expandam o máximo possível. 

    (Esta era a razão pela qual os bebês recém-nascidos eram sempre mantidos de cabeça para baixo imediatamente após o nascimento (para que qualquer fluido residual fosse drenado para baixo) e batidos para fazê-los chorar fortemente.) Alguns gatinhos sofrem de atelectasia congênita 'secundária', que se apresenta logo após o nascimento. 

    Não houve relatos de gatinhos nascidos planos (atelectasia primária). 

    A doença da membrana hialina é um tipo de síndrome do desconforto respiratório do recém-nascido em que há formação de uma membrana semelhante à hialina que reveste as vias respiratórias terminais, e isso também pode ser uma causa (mais rara) de FCKS. 

    A pressão de fora do pulmão de fluido ou ar pode causar atelectasia, bem como obstrução das passagens aéreas do pulmão por muco resultante de várias infecções e doenças pulmonares – o que pode explicar o desenvolvimento de FCKS em gatinhos mais velhos (por exemplo, 10 dias de idade) que não são fortes suficiente para respirar até mesmo através de um muco leve, ou que pode ter inalado leite durante a amamentação. 

    Tumores e objetos inalados (possíveis se a roupa de cama contiver cotão solto) também podem causar obstrução ou irritação das vias aéreas, levando ao colapso pulmonar e atelectasia secundária. 

    Em um gato mais velho, os músculos intercostais são tão bem desenvolvidos e as costelas rígidas o suficiente para que a caixa torácica não se achate se o pulmão colapsar: em gatinhos, os ossos são muito mais flexíveis e os tendões e músculos mais flácidos, permitindo o movimento do tórax em posições anormais. 

    Outras causas de colapso pulmonar podem incluir hérnia diafragmática ou espasmo diafragmático (os criadores relatam a posição do intestino e do tórax como parecendo um 'soluço parado'). 

    O espasmo diafragmático é facilmente verificado apertando o nervo frênico no pescoço entre as pontas dos dedos. 

    Gatinhos com este tipo de FCKS melhorarão quase imediatamente, mas podem exigir beliscões repetidos para evitar que o espasmo se repita.

    Base de evidências e análise estatística

    Quase todos os relatos de FCKS são tratados como anedóticos, uma vez que vêm de criadores e não de veterinários. 

    No entanto, na ausência de estudos clínicos robustos, os relatórios dos criadores são a única fonte de informação atualmente disponível. 

    O relato sobre o tipo de FCKS é dificultado pela falta de diferenciação entre um tipo e outro por criadores e veterinários. 

    Os dados que informam este artigo vieram de três fontes: Análise de e-mails relatando casos de FCKS enviados ao proprietário de um site com informações sobre a condição e métodos de tratamento, 

    1999-2019 [87 desses gatinhos foram examinados pessoalmente pelo autor] Dados coletados pelo projeto THINK 2005-2015 que publicou um questionário online (o projeto está extinto) Relatórios solicitados diretamente a 27 criadores individuais de Abissínio (4 responderam ) e 35 criadores de British Shorthair (2 responderam) no Reino Unido A análise de 20 anos foi comparada com a análise do Conselho de Administração da Cat Fancy no Reino Unido (GCCF) do número de gatinhos registrados durante o mesmo período. 

    O relatório completo deve ser publicado durante 2020. Apenas relatórios diretos de proprietários (362) sobre seus próprios gatos ou veterinários examinando gatinhos (2) foram considerados. 

    Gatinhos que exibiam qualquer outra condição (incluindo pectus excavatum) foram excluídos. 

    A esmagadora maioria dos relatos (76%) foi de casos únicos de FCKS em uma ninhada, com o restante de ninhadas inteiras ou parciais. 

    Os dados incluíram 311 notificações de ninhadas de gatinhos nas quais um ou mais desenvolveram FCKS, para um total de 464 gatinhos afetados (ver tabela). 

    Relatos em que o sexo foi especificado mostraram desagregação por sexo de masculino 56%/feminino 44%. 

    16 criadores relataram que, embora pudessem esperar que o menor gatinho de uma ninhada (se houver) desenvolvesse FCKS, eram os gatinhos maiores e mais fortes que desenvolviam peitos planos, e geralmente eram machos. 

    A condição não parece estar ligada ao sexo, mas a preponderância de gatinhos machos neste grupo relatado pode ser devido ao fato de que os machos tendem a ser maiores do que as fêmeas e estes são os gatinhos que recebem mais leite ou mamam mais porque são mais fortes , caso em que o tipo de FCKS nestas ninhadas pode ter sido devido a cólicas causadas por superalimentação (ver Causas, abaixo). 

    Relatórios originados de 21 países (Austrália (15), Áustria (11), Bélgica (2), Canadá (8), Dinamarca (3), Finlândia (2), França (24), Alemanha (13), Hungria (1) , Japão (2), Holanda (14), Nova Zelândia (6), Noruega (5), Portugal (1), Cingapura (1), Eslováquia (1), África do Sul (5), Suécia (11), Suíça ( 1), Reino Unido (100), EUA (85)) e abrangeu 39 raças (incluindo pêlo curto doméstico sem pedigree, pêlo longo doméstico sem pedigree e alguns cruzamentos 'não reconhecidos' entre duas raças com pedigree ou raças com pedigree x DSH). 

    10 relatórios não especificaram a raça. 

    Altos números de relatos em certas raças no passado foram considerados como implicando que algumas raças são mais propensas à doença do que outras, mas os dados são distorcidos por vários fatores: a) o número de gatinhos criados; 

    b) relatórios agrupados em resposta a artigos em circulares de clubes de raça ou c) o trabalho de um grupo específico de criadores (cf. birmaneses) na tentativa de resolver um problema que eles viram em suas próprias linhas d) a cultura dentro de uma raça individual de compartilhamento de informações ou problemas de comunicação. 

    Os criadores geralmente não estão inclinados a discutir questões de saúde por causa de uma cultura de culpa e fofoca, tendo um efeito dramático no compartilhamento de informações. 

    Nenhum gatilho de 'cluster' foi identificado para o número relativamente alto de relatórios nas raças Maine Coon ou Bengal, enquanto o clube de gatos birmanês encomendou um estudo sobre a condição em 1997 por Sturgess et al, e o projeto THINK solicitou relatórios de criadores birmaneses especificamente. 

    No entanto, estatísticas sobre o registro de filhotes fornecidos pelo GCCF mostram que Bengal, 

    Birmanês e Maine Coon estão consistentemente entre as nove principais raças por número de gatinhos registrados (veja a tabela). 

    As raças que apresentam o maior número de gatinhos registrados, portanto, correlacionam-se amplamente demograficamente com os relatórios do FCKS. 

    Mais significativo talvez seja o baixo número de casos relatados no British Shorthair (especialmente quando comparado com o Manx), mas isso parece ser atribuível à cultura dos criadores e ao nível de consciência diagnóstica desse grupo. 

    Mortalidade: dos 195 casos em que o desfecho foi notificado, 88 morreram ou foram eutanasiados por sofrimento; 

    107 se recuperaram e sobreviveram além dos 3 meses de idade. 

    Aqueles que se recuperaram totalmente não pareceram sofrer quaisquer efeitos respiratórios a longo prazo (a interferência no desenvolvimento da parte superior da coluna enquanto o corpo era mantido em uma posição incorreta pelo FCKS levou a cifose a longo prazo em alguns, 

    mas não todos, casos), embora os relatórios sejam irregulares. 

    As menções de FCKS na literatura veterinária (geralmente não mais do que uma única frase) não incluem informações descritivas e não têm base de evidências, em particular a alegação de Saperstein, Harris & Leipold (1976) de que a condição pode ser hereditária, o que foi repetido na literatura posterior.

    Início e diagnóstico

    FCKS desenvolve-se geralmente em gatinhos por volta dos três dias de idade, e às vezes afeta ninhadas inteiras, às vezes apenas indivíduos ou parte de uma ninhada. 

    Os gatinhos podem ficar achatados a qualquer momento durante a maturação precoce, alguns achatando até os 10 dias de idade ou (em casos muito raros) mais tarde. 

    É possível que os casos de desenvolvimento tardio sejam devidos a infecção do trato respiratório ou pneumonia. 

    Até 2010, acreditava-se que o FCKS era causado por um espasmo nos músculos intercostais, mas o reexame de dados post-mortem antigos (ou seja, que os gatinhos permanecem planos mesmo quando estão mortos e, portanto, não podem manter um espasmo muscular) e novos dados levaram à conclusão de que o achatamento é causado por falha dos pulmões em inflar normalmente ou, quando ocorre em gatinhos mais velhos, por colapso pulmonar. 

    Esta causa é agora citada pela comunidade veterinária (Sturgess 2016), mas sem qualquer reconhecimento de fonte. 

    Sintomas físicos grosseiros incluem achatamento da parte inferior do tórax em casos moderados (uma crista geralmente pode ser sentida ao longo das laterais da caixa torácica, paralela à coluna); 

    achatamento completo da parte superior do corpo em casos extremos (o gatinho parece ter sido pisado); 

    esforço moderado a extremo e/ou respiração ofegante; 

    o intestino é puxado para cima durante a inspiração. 

    A respiração geralmente não é rápida (como na pneumonia ou pirexia), mas em um ritmo normal quando comparado com gatinhos não afetados. 

    A posição do tórax e a atividade do abdome não são diferentes das observadas durante os soluços normais, mas o espasmo repentino nos soluços é retardado ou interrompido no FCKS: onde um soluço é liberado, retornando o corpo à posição normal, 

    A respiração FCKS não libera. 

    Pode haver envolvimento com dificuldade digestiva em gatinhos FCKS (ver Cólica, abaixo). 

    Determinar se um gatinho tem FCKS ou não pode ser difícil apenas com descrições de texto: um caso leve de FCKS faz com que o tórax pareça semelhante ao formato de uma banana quando mantido curvado para baixo. 

    A caixa torácica não é fixa em posição, e o efeito mais perceptível em casos leves é a crista ao longo da lateral da caixa torácica. 

    A condição causa a interrupção do ganho de peso, dificuldade respiratória, incapacidade de se alimentar normalmente e, em uma proporção significativa de casos, morte. 

    No entanto, uma vez que uma porcentagem significativa de gatinhos sobrevive à condição, a eutanásia imediata não é indicada, e tratamentos de suporte podem ser empregados para aumentar a probabilidade de sobrevivência (ver Tratamento, abaixo). 

    A condição é muitas vezes diagnosticada erroneamente como Pectus excavatum, 

    com o qual não tem ligação direta, embora os gatinhos FCKS também possam ter PE. 

    Embora se acredite que a condição seja mais prevalente na raça birmanesa, ela é encontrada em todas as raças de gatos, incluindo gatos domésticos sem pedigree, e a prevalência aparente nos birmaneses é provavelmente devido a uma melhor comunicação entre criadores e relatórios da condição. , bem como o peito naturalmente mais em forma de barril deste genótipo em particular. 

    Desde que os primeiros relatos da condição identificaram o birmanês como suscetível, surgiu a raça Bengal, com uma fisiologia semelhante, e mostra um número igualmente grande de gatinhos FCKS, no entanto, isso pode ser devido ao interesse específico na condição entre aqueles que trabalham com as raças . 

    É relatado em todas as raças e em gatos domésticos sem pedigree, tanto aqueles mantidos como animais de estimação quanto aqueles que vivem como 'gatos de celeiro'. 

    Um artigo em um boletim informativo do clube de gatos sueco sobre o FCKS levou a um aumento nos relatos da condição em Ragdolls na Suécia. 

    A síndrome é fatal em um número significativo de casos (possivelmente em torno de 40%), principalmente devido à falta de compreensão da causa subjacente da doença, falha no tratamento da cólica (levando a fome lenta) e fontes insuficientes de informação em veterinária. literatura.

    Causas

    Genética/hereditariedade

    Não há evidências estatísticas que sugiram que o FCKS possa ser devido a fatores genéticos: certas linhagens parecem produzir uma preponderância de gatinhos com a doença, mas isso pode ser devido a relatórios aprimorados dentro da raça. 

    A literatura que cita a hereditariedade como causa (Saperstein, Harris & Leipold, 1976) não fornece qualquer suporte probatório e a informação é repetida em literatura posterior citando essa fonte como autoridade. 

    A maioria dos casos são de gatinhos solteiros, com números baixos, mas significativos, de ninhadas inteiras ou parciais relatadas. 

    Numerosos criadores experimentam períodos em que o FCKS parece ocorrer em vários acasalamentos, mas depois para, sugerindo uma causa ambiental. 

    Incidências da condição foram relatadas em muitas ninhadas que eram acasalamentos repetidos de ninhadas previamente saudáveis; 

    acasalamentos repetidos após a incidência de FCKS não produzem filhotes chatos com mais frequência do que acasalamentos sem repetição; 

    FCKS recuperados que foram criados também não produziram descendentes que sofreram da doença com mais frequência do que os gatos normais, mas os números nesta categoria são obviamente baixos. 

    É possível que algumas linhagens nas quais as gatas fornecem leite em excesso possam levar a FCKS relacionada a cólicas nos gatinhos, levando à suposição de hereditariedade. 

    Embora depois de experimentar casos de FCKS, a maioria dos criadores não repete acasalamentos. 

    Em 59 casos de acasalamentos repetidos, 52 ninhadas não resultaram em FCKS novamente, enquanto 7 o fizeram. 

    mas os números nesta categoria são obviamente baixos. 

    É possível que algumas linhagens nas quais as gatas fornecem leite em excesso possam levar a FCKS relacionada a cólicas nos gatinhos, levando à suposição de hereditariedade. 

    Embora depois de experimentar casos de FCKS, a maioria dos criadores não repete acasalamentos. 

    Em 59 casos de acasalamentos repetidos, 52 ninhadas não resultaram em FCKS novamente, enquanto 7 o fizeram. 

    mas os números nesta categoria são obviamente baixos. 

    É possível que algumas linhagens nas quais as gatas fornecem leite em excesso possam levar a FCKS relacionada a cólicas nos gatinhos, levando à suposição de hereditariedade. 

    Embora depois de experimentar casos de FCKS, a maioria dos criadores não repete acasalamentos. 

    Em 59 casos de acasalamentos repetidos, 52 ninhadas não resultaram em FCKS novamente, enquanto 7 o fizeram.

    Desenvolvimento

    É possível que o colapso pulmonar em recém-nascidos (ou seja, por volta dos 3 dias de idade) seja devido à falta de surfactante – o revestimento do interior do pulmão que impede que as superfícies internas dos alvéolos se unam. 

    (As causas da deficiência de surfactante não são discutidas aqui, mas o papel do surfactante é discutido em vários artigos no British Journal of Anesthesia vol. 65, 1990.). 

    Os gatinhos nascem imaturos de muitas maneiras, e a inflação completa dos pulmões não acontece imediatamente, mas ocorre gradualmente ao longo de um período de vários dias após o nascimento. 

    Embora um gatinho possa parecer ativo e próspero, seus pulmões não estarão totalmente inflados até aproximadamente 3 dias após o nascimento. 

    Assim, se a insuflação não ocorrer corretamente, a pressão negativa na cavidade torácica fará com que a caixa torácica – que é extremamente flexível – colapse para dentro,

    Infecção

    O colapso pulmonar neonatal e posterior pode ser devido a uma infecção pulmonar, ou possivelmente a um mau funcionamento na epiglote, fazendo com que a inspiração atraia ar para o trato digestivo em vez dos pulmões. 

    Um mau funcionamento de curto prazo desse tipo pode ser perpetuado pela cólica resultante, criando um ciclo de feedback que interrompe o processo respiratório correto. 

    A autópsia e a análise do aspirado pulmonar em um grupo de gatinhos de peito chato criados por um veterinário dos EUA mostraram a presença do vírus Herpes.

    Espasmo diafragmático

    O espasmo no diafragma faz com que o músculo 'bloqueie' de modo que todo o esforço respiratório caia para os músculos intercostais. 

    A perda de movimento resultante faz com que os pulmões esvaziem gradualmente. 

    Isso é facilmente diagnosticado e tratado (consulte Tratamento abaixo) pela interrupção de curto prazo do nervo frênico.

    Cólica

    É muito provável que um gatinho com dificuldade em respirar também sofra de cólicas (que podem causar perda de peso no início do desenvolvimento de um gatinho normal) e uma dose diária muito pequena (ou duas vezes por dia) de parafina líquida (uma ou duas gotas). colocado na língua do gatinho, ou 0,1 ml) deve ajudar a aliviar este problema. 

    Gatinhos FCKS que não mantêm o peso geralmente estão entre o grupo que morre, mas muitos deles podem simplesmente não conseguir se alimentar adequadamente devido a cólicas, tornando-se cada vez mais fracos e letárgicos e desaparecendo devido à desnutrição tanto quanto aos problemas torácicos. 

    A cólica tem muitas causas, mas em um gatinho com dificuldade respiratória é possível que um mau funcionamento durante o processo de respiração leve o gatinho a engolir ar em vez de levá-lo para os pulmões. 

    O trato GI se enche de ar enquanto os pulmões não recebem um suprimento de ar adequado, impedindo-os de inflar completamente. 

    A pressão do estômago agrava a condição. 

    O tratamento da cólica com parafina líquida parece encurtar o tempo de recuperação de 4 a 10 semanas para uma questão de dias.

    Tratamento

    O tratamento é difícil de definir, dado o número de causas diferentes e a riqueza de informações anedóticas coletadas por e de criadores de gatos. 

    Os tratamentos até agora foram baseados na suposição de que o FCKS é causado por um espasmo muscular, e sua eficácia é impossível de avaliar porque alguns gatinhos se recuperam espontaneamente sem intervenção. 

    FCKS não pode ser corrigido cirurgicamente. 

    O espasmo diafragmático é facilmente testado e tratado pela interrupção de curto prazo do nervo frênico. 

    O nervo percorre a parte externa do pescoço, onde o pescoço se une ao ombro, dentro de um feixe de músculos e tendões nessa junção. 

    O cluster pode ser comprimido suavemente e mantido por alguns segundos de cada vez. 

    Gatinhos com FCKS espasmódico mostrarão melhora quase imediata, 

    mas o tratamento pode precisar ser repetido várias vezes ao longo de alguns dias, pois o espasmo pode ter tendência a recorrer, principalmente após a amamentação. 

    Às vezes é evidente que o espasmo afeta apenas um lado do diafragma, pois a interrupção do nervo só é necessária ou eficaz em um lado. 

    A pressão de ar positiva contínua (CPAP) é usada em bebês humanos com colapso pulmonar, mas isso é impossível com gatinhos. 

    É possível que o sucesso de alguns criadores na cura de gatinhos com talas no corpo, pressionando assim a caixa torácica, tenha sido bem-sucedido, pois criou o efeito de pressão de ar positiva, reinflando gradualmente os pulmões, puxando-os para abri-los em vez de empurrando-os para abri-los como é o caso do CPAP (veja abaixo). 

    Às vezes é evidente que o espasmo afeta apenas um lado do diafragma, pois a interrupção do nervo só é necessária ou eficaz em um lado. 

    A pressão de ar positiva contínua (CPAP) é usada em bebês humanos com colapso pulmonar, mas isso é impossível com gatinhos. 

    É possível que o sucesso de alguns criadores na cura de gatinhos com talas no corpo, pressionando assim a caixa torácica, tenha sido bem-sucedido, pois criou o efeito de pressão de ar positiva, reinflando gradualmente os pulmões, puxando-os para abri-los em vez de empurrando-os para abri-los como é o caso do CPAP (veja abaixo). 

    Às vezes é evidente que o espasmo afeta apenas um lado do diafragma, pois a interrupção do nervo só é necessária ou eficaz em um lado. 

    A pressão de ar positiva contínua (CPAP) é usada em bebês humanos com colapso pulmonar, mas isso é impossível com gatinhos. 

    É possível que o sucesso de alguns criadores na cura de gatinhos com talas no corpo, pressionando assim a caixa torácica, tenha sido bem-sucedido, pois criou o efeito de pressão de ar positiva, reinflando gradualmente os pulmões, puxando-os para abri-los em vez de empurrando-os para abri-los como é o caso do CPAP (veja abaixo).

    Drogas

    O uso de esteróides (dexametasona) juntamente com um antibiótico (amoxicilina) ajudará o gatinho de várias maneiras, a maturação do esteróide aumentando e o antibiótico abordando a possibilidade de infecção subjacente e compensando as propriedades imunodepressoras do esteróide. 

    O esteróide também encorajará o gatinho a se alimentar com mais energia, mantendo seu peso. 

    No entanto, o mecanismo de suporte primário deve ser nutricional. 

    Gatinhos que recebem apenas alimentação e não recebem medicamentos parecem ter um prognóstico semelhante aos que recebem medicamentos. 

    O tratamento medicamentoso não pode ser usado para substituir o suporte nutricional (ou seja, alimentação suplementar). 

    Dois criadores que leram o relatório de Sturgess et al (que foi inconclusivo) acreditam que a taurina desempenha um papel na condição. 

    Esses criadores dão à rainha grandes doses de taurina (1000 mg) diariamente até que os gatinhos se recuperem – aparentemente dentro de alguns dias. 

    O uso prolongado de altas doses de taurina deve ser monitorado por um veterinário. 

    Os gatinhos têm um metabolismo muito maior do que os adultos, portanto, os medicamentos não podem ser simplesmente calibrados com base em protocolos de adultos, mas ajustados para o peso. 

    Os antibióticos administrados 2x ao dia em adultos precisam ser administrados 3x ao dia em gatinhos, e as doses administradas em intervalos de 24 horas em adultos precisam ser administradas em intervalos de 18 a 20 horas em gatinhos. 

    Além disso, como o fígado não metaboliza os medicamentos de forma tão eficiente quanto em adultos, pode ser necessário administrar uma dose mais alta em relação ao peso corporal. 

    Poucas informações estão disponíveis na literatura veterinária sobre a dosagem de drogas em neonatos; 

    quase todos os protocolos de tratamento são baseados em animais adultos. 

    A literatura humana neonatal é aqui usada como guia. 

    Veja Lawrence C. Ku e P. Brian Smith, 'Dosing in neonates: Special Considerations in Physiology and Trial Design' e várias outras fontes de informação. 

    A observação das respostas aos medicamentos em gatinhos neonatos indica que o aumento da frequência é essencial.

    Splinting e fisioterapia

    Colocar talas no gatinho em um espartilho especialmente construído feito de um material rígido, como um rolo de papel higiênico, seção de garrafa plástica ou espuma de alta densidade estimula a caixa torácica a uma posição mais normal, e a mortalidade relatada parecia diminuir quando essa prática foi introduzida. 

    Isso pode ser porque encorajar o tórax a uma posição mais correta ajuda os pulmões a inflar novamente. 

    No entanto, uma grande proporção de gatinhos não pode tolerar uma tala, e a angústia que ela causa é extremamente contraproducente. 

    Também pode ser perigoso nos casos em que a pressão nas laterais faz com que o esterno se mova para dentro e não para fora, e só deve ser realizado com apoio e aconselhamento veterinário. 

    Alguns gatinhos recuperam sem intervenção, 

    por isso não se sabe se os vários tratamentos baseados em encorajar o tórax a voltar à sua forma normal contribuíram para a recuperação. pressão cronometrada para coincidir com o movimento natural do tórax na respiração), mas geralmente o tórax fica plano novamente assim que a massagem é interrompida. 

    No entanto, pode ajudar a estimular os pulmões a inflar um pouco mais a cada respiração, mas não deve ser usado se causar desconforto ao gatinho. 

    Muitos criadores relatam que os gatinhos afetados parecem gostar de massagem. 

    Incentivar um gatinho a deitar de lado pode ser útil, e colocar outro gatinho (ou a mãe) 

    s braço) sobre ele enquanto ele está dormindo de lado, exerce uma pressão suave e contínua na caixa torácica, o que também pode ser útil. 

    Se o gatinho estiver desconfortável, ele se afastará. 

    (É importante garantir que o gatinho não seja pressionado se ele estiver deitado de bruços.) O manuseio excessivo de gatinhos FCKS pode levar a perda de peso desnecessária e letargia, então o uso de massagem, acordar o gatinho para alimentação extra da mãe, etc., devem ser verificados em relação a ganhos e perdas de peso. 

    Alguns veterinários acreditam que encorajar o gatinho a chorar e também a ter que se mover mais para alcançar sua mãe pode ser útil. 

    Não há dados de criadores que apoiem essa teoria. 

    ) O manuseio excessivo de gatinhos FCKS pode levar a perda de peso desnecessária e letargia, portanto, o uso de massagem, acordar o gatinho para alimentação extra da mãe etc. deve ser verificado em relação a ganhos e perdas de peso. 

    Alguns veterinários acreditam que encorajar o gatinho a chorar e também a ter que se mover mais para alcançar sua mãe pode ser útil. 

    Não há dados de criadores que apoiem essa teoria. 

    ) O manuseio excessivo de gatinhos FCKS pode levar a perda de peso desnecessária e letargia, portanto, o uso de massagem, acordar o gatinho para alimentação extra da mãe etc. deve ser verificado em relação a ganhos e perdas de peso. 

    Alguns veterinários acreditam que encorajar o gatinho a chorar e também a ter que se mover mais para alcançar sua mãe pode ser útil. 

    Não há dados de criadores que apoiem essa teoria.

    Sobrevida e prognóstico a longo prazo

    É difícil determinar se um gatinho que fica chato sobreviverá ou não. 

    Um bom indicador é o peso do gatinho: aqueles que continuam a ganhar peso geralmente têm mais chances de sobrevivência. 

    A alimentação suplementar é, portanto, recomendada em todos os casos, juntamente com suplementos vitamínicos, embora muitos desses gatinhos não aceitem alimentação manual. 

    A parafina líquida para aliviar as cólicas parece ser significativa para auxiliar na alimentação normal e no ganho de peso. 

    Outro indicador da gravidade do caso é o uso do estômago ao respirar: gatinhos normais usam apenas a caixa torácica, um gatinho de peito chato pode conseguir respirar apenas usando a caixa torácica, ou pode sugar o intestino para cima a cada respiração - se o último é o caso, então a probabilidade de sobrevivência parece ser menor, embora ainda não suficiente para justificar a eutanásia imediata. 

    Se a condição for estável (ou seja, o achatamento não aumentar com o tempo) ou melhorar, é mais provável que o gatinho sobreviva. 

    Se a condição piorar ao longo de vários dias, a sobrevivência é menos provável. 

    Gatinhos com FCKS podem morrer (ou ter que ser sacrificados) logo após o início. 

    Existem dois pontos em que os criadores relatam gatinhos que estavam se deteriorando e morrendo: aos 10 dias de idade e às 3 semanas. 

    Geralmente, se o gatinho ainda está plano, mas sobrevive ao estágio de desenvolvimento de 3 semanas, seu prognóstico é bom. 

    Muitos terão retornado a uma forma normal por esta altura. 

    Aqueles que retêm algum grau de achatamento geralmente superam a condição em qualquer momento nos 6 meses seguintes, e a grande maioria dos sobreviventes parece levar uma vida normal sem efeitos colaterais, físicos ou imunológicos. 

    Gatinhos FCKS que sobrevivem, mas que não receberam nenhum tratamento medicamentoso ou suporte além da alimentação suplementar, geralmente se recuperam em um período de 4 a 10 semanas e geralmente são normais às 12 semanas de idade, embora alguns demorem até 6 meses para normalizar. 

    No número muito pequeno de gatinhos relatados até agora tratados com esteróides, antibióticos e parafina líquida (para tratar cólicas), a recuperação geralmente é observada em questão de dias. 

    Dado o número de diferentes tipos de FCKS, esses gatinhos (todos com a forma menor da doença) podem não ser representativos de todos os casos. 

    Mais dados são necessários para a análise estatística. 

    Uma pequena proporção de gatinhos FCKS graves fica com problemas respiratórios de longo prazo, cifose, 

    e, em alguns casos, problemas cardíacos causados ​​pela compressão do tórax durante os estágios iniciais de desenvolvimento (particularmente quando a condição foi associada ao Pectus Excavatum). 

    Problemas cardíacos são geralmente audíveis no exame físico; 

    outras indicações incluem o gatinho ficar sem fôlego após a brincadeira, menos ativo do que os irmãos e falha em crescer e se desenvolver normalmente.

    Criação com FCKS

    Crucial na decisão de procriar seria a causa primária de FCKS na ninhada, que pode ou não ser genética (ver Hereditariedade acima). 

    Alguns adultos recuperados de FCKS produziram descendentes FCKS por sua vez, e algumas rainhas consistentemente produzem gatinhos chatos, portanto, a reprodução dessas linhagens é desaconselhável. 

    No entanto, acasalamentos repetidos nos quais o FCKS apareceu não resulta em mais gatinhos FCKS com mais frequência do que acasalamentos sem repetição. 

    Rainhas e garanhões que consistentemente lançam ninhadas completas de gatinhos com a doença são geralmente castrados, mas casos isolados de gatinhos solteiros em uma ninhada saudável parecem ser improváveis ​​de ter um componente genético e a castração dos pais de tais gatinhos geralmente não é necessária em reprodução de pedigree, particularmente quando isso pode ter efeitos prejudiciais no pool genético. 

    Se a causa do achatamento for cólica relacionada à superprodução de leite, isso não seria motivo para castração. 

    A única maneira de determinar se a causa é digestiva seria se a condição fosse aliviada pela compressão do nervo frênico e/ou uso de parafina líquida para aliviar a cólica, resultando em melhora da condição. 

    A criação de linha ou endogamia é altamente desaconselhável em qualquer situação, e particularmente em linhagens onde o FCKS apareceu, dada a possibilidade de herança de qualquer condição subjacente ou fator reprodutivo que possa fazer com que os gatinhos desenvolvam FCKS. 

    resultando em melhora do estado. 

    A criação de linha ou endogamia é altamente desaconselhável em qualquer situação, e particularmente em linhagens onde o FCKS apareceu, dada a possibilidade de herança de qualquer condição subjacente ou fator reprodutivo que possa fazer com que os gatinhos desenvolvam FCKS. 

    resultando em melhora do estado. 

    A criação de linha ou endogamia é altamente desaconselhável em qualquer situação, e particularmente em linhagens onde o FCKS apareceu, dada a possibilidade de herança de qualquer condição subjacente ou fator reprodutivo que possa fazer com que os gatinhos desenvolvam FCKS.

    Outras condições

    Gatinhos com FCKS às vezes também mostram deformidades ósseas, como pectus excavatum ou cifose (caracterizada em gatinhos por uma depressão na coluna logo atrás das omoplatas). 

    Embora um gatinho possa nascer com essas deformidades, formas extremas de FCKS podem causar o desenvolvimento de cifose em um gatinho normal, pois o gatinho cresce com a coluna mantida em uma posição anormal devido à caixa torácica achatada. 

    Quando há deformidades ósseas na parte superior do corpo, ou outros problemas presentes, podem contribuir para o mau funcionamento dos órgãos de tecidos moles, como os sistemas respiratório e digestivo.

    Peito liso em outros animais

    O peito plano ocorre em leitões e filhotes, pode ser conhecido em bovinos (apenas informações anedóticas) e também é registrado em humanos, embora em humanos possa não ser a mesma condição e possivelmente seja uma deformidade óssea.

    Referências

    Bibliografia

    Blunden, AS, Hill, CM, Brown, BD e Morley CJ (1987) Composição de surfactante de pulmão em filhotes morrendo de desvanecimento do complexo de filhotes. 

    Research in Veterinary Science 42: 113–118 Blunden, TS (1998) O neonato: defeitos congênitos e filhotes desbotados. 

    In: Manual de Reprodução de Pequenos Animais e Neonatologia. 

    Simpson, G., Inglaterra, GCW & Harvey, M. (eds). 

    British Small Animal Veterinary Association, Cheltenham, Reino Unido. 

    Chandler, EA, Gaskell, RM, Gaskell, CJ eds. 

    (2004) Medicina e Terapêutica Felina. 

    3ª ed. 

    Blackwell, Oxford (para BSAVA), 369. [Aviso: esta fonte menciona FCKS muito brevemente e refere-se a ele como 'quase certamente hereditário'. 

    Nenhuma evidência, fontes ou informações adicionais são fornecidas.] Charlesworth, TM, Schwarz, T., Sturgess, CP (2015) Pectus excavatum: 

    tomografia computadorizada e resultado cirúrgico a médio prazo em uma coorte prospectiva de 10 gatinhos. 

    Journal of Feline Medicine and Surgery 18 de junho, 11 Fossum, TW, Boudrieau, RJ, Hobson, HP, Rudy, RL (1989). 

    Correção cirúrgica de pectus excavatum com tala externa em dois cães e um gato. 

    Jornal da Associação Médica Veterinária Americana 195: 91–97 Hosgood, G., Hoskins JD (1998) Medicina e Cirurgia Pediátrica de Pequenos Animais. 

    Manuais Veterinários Pergamon. 

    Butterworth-Heinemann Malik, R. (2001) Doenças genéticas de gatos, Proceedings of ESFM Symposium at BSAVA Congress, Journal of Feline Medicine and Surgery 3, 109–113 Noakes, DE, Parkinson, TJ, Inglaterra, GCW (2009) Arthur's Veterinary E-Book Reprodução e Obstetrícia. 

    9ª ed. 

    Saunders/Elsevier, Edimburgo, 128. FCKS está listado em uma tabela de defeitos hereditários em gatos. 

    Robinson (1991) Genetics for Cat Breeders 3ª edição revisada, Butterworth-Heinemann Saperstein G., Harris S., Leipold HW (1976). 

    Defeitos congênitos em gatos domésticos. 

    Feline Practice, 6, 18. Schultheiss, PC, Gardner, SA, Owens, JM, Wenger, DA, Thrall, MA (2000). 

    Mucopolissacaridose VII em gato. 

    Patologia Veterinária 37, 502-505. 

    Soderstrom, MJ, Gilson, SD, Gulbas, N. (1995) Edema pulmonar reexpansão fatal em um gatinho após correção cirúrgica de Pectus Excavatum. 

    Journal of the American Animal Hospital Association 31, 133–136 doi:10.5326/15473317-31-2-133 Sturgess CP, Waters L., Gruffydd-Jones TJ, Nott HMR, Earle, KE (1997) Investigação da associação entre níveis de taurina no sangue e nos tecidos e o desenvolvimento de deformidades torácicas em gatinhos birmaneses neonatais. 

    Registro Veterinário 141, 

    566-570. 

    [Aviso: muita informação agora substituída] Vella, CM, Shelton LM, McGonagle, JJ, Stanglein, TW (1999) Robinson's Genetics for Cat Breeders and Veterinarians, 4ª edn, Butterworth-Heinemann

    Literatura sobre mama escavada

    Boudrieau, RJ, Fossum, TW, Hartsfield, SM, Hobson, HP, Rudy, RL (1990). 

    Pectus Excavatum em Cães e Gatos. 

    Compendium of Continuing Education 12, 341–355 Fossum, T. W, Boudrieau, RJ, Hobson, HP (1989). 

    Pectus Excavatum em Oito Cães e Seis Gatos. 

    Journal of the American Animal Hospital Association 25, 595-605 McAnulty, JF, Harvey, CE (1989) Reparação de pectus excavatum por sutura percutânea e coaptação externa temporária em um gatinho. 

    Jornal da Associação Médica Veterinária Americana 194, 1065–1067 Shires, PK, Waldron, DR e Payne, J. (1988) Pectus Excavatum em três gatinhos. 

    Journal of the American Animal Hospital Association 24, 203-208

    links externos

    Vetstream artigo sobre FCKS na revista Felis ISSN 2398-2950 Flat-Chested Kitten Syndrome Marine Minnaert: Étude rétrospective de la cage thoracique plate chez le chat : caractéristiques épidémiologiques et cliniques, pronostic et aspectos génétiques, PhD tese (2014) pdf International Cat Care website ; 

    baseado em Sturgess 1997, que está desatualizado e incorreto em muitos detalhes Sturgess CP, Waters L, Gruffydd-Jones TJ et al (1997) Investigação da associação entre os níveis de taurina no sangue total e nos tecidos e o desenvolvimento de deformidades torácicas em birmaneses neonatais gatinhos. 

    Vet Rec 141, 566-570 Feline Medicine and Therapeutics Por EA Chandler, RM Gaskell, CJ Gaskell descreve a condição muito brevemente e refere-se a ela como 'quase certamente hereditária' sem qualquer evidência para fazê-lo. 

    Nenhuma outra informação é dada quanto à causa. 

    Em Arthur's Veterinary Reproduction and Obstetrics E-Book de David E. Noakes FCKS está listado em uma tabela de defeitos hereditários em gatos, novamente sem qualquer citação ou informação de apoio. CJ Gaskell Sturgess, CP (2016) Deformidades da parede torácica em gatinhos: o que você faz? 

    Semana da Ciência do Colégio de Cientistas Veterinários da Austrália e Nova Zelândia, Medicina de Pequenos Animais e Capítulos Felinos 

    Gaskell Sturgess, CP (2016) Deformidades da parede torácica em gatinhos: o que você faz? 

    Semana da Ciência do Colégio de Cientistas Veterinários da Austrália e Nova Zelândia, Medicina de Pequenos Animais e Capítulos Felinos 

    Gaskell Sturgess, CP (2016) Deformidades da parede torácica em gatinhos: o que você faz? 

    Semana da Ciência do Colégio de Cientistas Veterinários da Austrália e Nova Zelândia, Medicina de Pequenos Animais e Capítulos Felinos

    PetClube Amigo e a Medicina Veterinária

     Somos uma verdadeira Entidade do Bem e Parceiros da Natureza, promovendo uma conexão profunda entre humanos, animais e o meio ambiente. Nosso compromisso vai além da seleção cuidadosa de filhotes mansos e saudáveis; buscamos proporcionar uma experiência transformadora para tutores que desejam elevar suas vidas por meio da energia positiva que esses animais carregam.

    Dr. Cláudio Amichetti Junior: Veterinário Integrativo em São Paulo 

    O Dr. Cláudio Amichetti Junior (CRMV-SP 75404 VT), médico veterinário integrativo, criador de felinos de raça e cães de guarda, e com mais de 30 anos como CEO do PetClube, é engenheiro agrônomo formado em 1985 pela UNESP EE Jaboticabal com o maior número de créditos possíveis em sua turma. Ele oferece atendimento especializado para pets em diversas localidades.

    Recentemente, seu artigo “A CONTRIBUIÇÃO DAS DIETAS CETOGÊNICAS ASSOCIADAS À ATIVIDADE FÍSICA PARA AUMENTO DO BDNF E DO GH NA NEUROPLASTICIDADE EM ANIMAIS” foi avaliado e aceito para publicação na prestigiada revista Dcs, reforçando sua base científica nas abordagens integrativas.

    Seu espaço holístico e meditativo, PetClube, está localizado no Km 334 da Rodovia Régis Bittencourt, em Juquitiba/SP. É facilmente acessível para tutores de São Paulo, Morumbi, Vila Olímpia, Moema, Pinheiros, Jardins, Alphaville, São Bernardo do Campo, Itapecirica da Serra e adjacências.

    Além deJuquitiba, o Dr. Amichetti atende presencialmente as regiões deEmbu-Guaçu,Itapecirica da Serra,São Lourenço da Serra,Miracatu,São Bernardo do Campo,Santo André eSão Caetano do Sul. Sua expertise abrange também bairros nobres de São Paulo comoVila Nova Conceição,Cidade Jardim,Jardim Paulistano,Ibirapuera,Lapa,Aclimação,Higienópolis,Itaim Bibi,Tatuapé eMooca.
    Dr. Cláudio é pioneiro em um sistema sustentável com alimentação 100% natural (raw feeding) e ingredientes orgânicos cultivados em seuespaço holístico em Juquitiba / São Lourenço da Serra, garantindo dietas frescas e livre de agrotóxicos para seus pacientes. Ele é especialista em modulação intestinal, sistema endocanabinoide e nutrição natural.
    Com essa abordagem integrativa e baseada em pesquisa, o Dr. Cláudio auxilia no tratamento e prevenção de uma ampla gama de problemas de saúde, incluindo:
     
    • Distúrbios Gastrointestinais: Através da modulação intestinal e exclusão de alérgenos como carboidratos, ele trata DII (Doença Inflamatória Intestinal), colite, disbiose, diarreias crônicas, sensibilidades alimentares, gastrites e pancreatites.
    • Alergias e Problemas de Pele: Soluciona alergias alimentares e ambientais que se manifestam em problemas de pele e pelagem, otites e coceiras incessantes.
    • Condições Metabólicas: Previne e gerencia obesidade, diabetes, problemas renais e hepáticos, promovendo o equilíbrio do metabolismo.
    • Dor e Inflamação: O uso de cannabis medicinal (sistema endocanabinoide), junto com outras terapias integrativas, oferece alívio para dor crônica, osteoartrite, artrite, e condições inflamatórias diversas.
    • Ansiedade e Comportamento: Ajuda pets com ansiedade, estresse, fobias, convulsões e outros distúrbios comportamentais, buscando o equilíbrio neurológico e emocional.
    • Suporte Oncológico: Oferece suporte complementar para pacientes oncológicos, melhorando a qualidade de vida e minimizando efeitos colaterais de tratamentos convencionais.

    Para quem não está na região, oferece telemedicina para todo o Brasil com acompanhamento de médico veterinário, utilizando as plataformas Zoom e Google. É importante ressaltar que a primeira consulta deve ocorrer na presença de um médico veterinário local, garantindo que pets em qualquer lugar tenham acesso à sua abordagem integrativa.

    Para agendamentos ou mais informações, visite

    www.petclube.com.br

    ou entre em contato pelo WhatsApp (11) 99386-8744. Seu pet merece saúde natural, equilíbrio e longevidade sustentável.