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Como administrar medicação oral em um gato
por Sheldon Rubin, DVM - traduzido por HowStuffWorks Brasil
Uma parte importante dos cuidados com gatos é saber como tratar o seu gato doente, especialmente a administração de medicação oral. Gatos não gostam de tomar remédios, assim como as crianças. Também é difícil porque os gatos não entendem o que você está fazendo, e por quê você está fazendo aquilo. É importante que um gato receba a medicação de que precisa sem cuspi-la. A seguir alguns métodos para ajudá-lo a administrar medicações orais, líquidas ou em pílulas, a seu gato.
Líquidos
Passo 1: contenha o gato. Coloque sua mão direita sobre o corpo do gato e sob o peito de forma que o peito repouse sobre a palma de sua mão. Levante o gato firmemente contra você de forma que o corpo dele esteja seguro entre seu antebraço e seu corpo.
Passo 2: se houver um assistente disponível, coloque o gato sobre uma mesa ou bancada. Faça com que o assistente coloque as duas mãos cuidadosamente em volta dos ombros do gato, porém firmemente, e empurre o gato contra a mesa de forma que ele não possa usar as patas dianteiras para arranhar.
Passo 3: se o gato estiver de alguma forma agressivo, peça ao assistente que envolva todo o gato, exceto a cabeça, em uma toalha grande.
Passo 4: cuidadosamente mantenha a boca do gato fechada e levante levemente sua cabeça.
Passo 5: usando um conta-gotas plástico ou uma seringa inserida no canto da boca do gato, coloque o líquido para dentro da boca aos poucos, permitindo que cada porção seja engolida antes de dar mais.
Passo 6: cuidadosamente friccione a garganta do gato para estimular a deglutição.
Pílulas
Passo 1: coloque uma das mãos sobre a cabeça do gato de forma que os dedos polegar e indicador fiquem bem atrás dos dentes caninos, com a cabeça do gato repousando sobre a palma de sua mão.
Passo 2: cuidadosamente incline a cabeça do gato para trás de modo que o focinho aponte para cima.
Passo 3: empurre o dedo polegar na direção do indicador; a boca do gato se abrirá.
Passo 4: segure a pílula entre os dedos polegar e indicador da sua outra mão. Use seu dedo médio para empurrar para baixo a mandíbula inferior e mantê-la aberta. Coloque a pílula tão profundamente quanto possível na garganta.
Passo 5: feche a boca do gato rapidamente, e cuidadosamente friccione sua garganta para estimular a deglutição.
Se o gato é difícil de lidar, você precisará de ajuda para imobilizá-lo. Se a pílula for muito grande, lubrifique-a com vaselina ou manteiga
SAIBA MAIS:
BULDOGUE FRANCÊS
PUG
RHODESIAN RIDGEBACK
BULDOGUE INGLÊS
STAFFORDSHIRE BULL TERRIER
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MAINE COON AMICAT´S
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RAGDOLL AMICAT´S
PETCLUBE
Amichettibullys & AMICAT´S Bengal Maine Coon Ragdoll Exótico
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Rod. Régis Bittencourt, km 334, apenas 40 min. de SP-Juquitiba .
Agende uma agradável visita para adquirir seu filhote e faça belo passeio no santuário ecológico com a Mata Atlântica preservada.
REENCARNAÇÃO E EVOLUÇÃO DAS ESPÉCIES
Nesta coluna responderemos ás perguntas dos leitores, neste caso, ao sr. Ricardo Magalhães da cidade de Gondomar.
Ricardo Magalhães - Estimado Sr. Dr. Ricardo Di Bernardi, no seu livro "Reencarnação e Evolução das Espécies", que tive o enorme prazer de ler, o senhor diz que nós já fomos cães, gatos, arvores etc.
Dr. Ricardo Di Bernardi - Caro amigo, será um prazer esclarecer estas questões pois são também as dúvidas de outras pessoas. Se observar bem, não digo no livro que nós, homo sapiens, fomos cães ou gatos. Não é bem assim! Cães são espécies modernas e recentes. Não existiam cães nem gato há milhões de anos atrás. Todos os seres do universo seguem um processo evolutivo e actualmente as espécies que observamos na natureza são decorrentes de milhares de renascimentos ou seja de reencarnações. O gato, da mesma forma que o cão, é uma espécie actual, não existia naquela época. Portanto, gatos, cães, árvores actuais e homo sapiens são seres contemporâneos. Por extensão nenhum humano, actualmente na Terra, foi pardal, ganso, ovelha ou chimpanzé. Podemos até ser " parentes " embora distantes; digamos que: "primos distantes" , portanto, não é possível descendermos de nossos primos. Podemos ter um tatara-taratara-tataravô comum. Sem dúvida que passamos pelos diversos reinos da natureza mas por espécies outras que não as recentes. Por outro lado, os cães e gatos entrarão no reino hominal, não como homo sapiens que tiveram uma outra trajectória mas uma nova espécie humana, que poderá habitar neste ou em outro planeta, digamos " homo solaris" ou coisa que o valha... Recomendo ler no livro "O Consolador" de Emmanuel a questão 79.
RM - Mas, como se processa a evolução do ser “simples e ignorante” até ao reino Hominal: "do átomo ao arcanjo"?
Dr. RDB - Processa-se através do ciclo infinito morte-sobrevivência-renascimento. Este ciclo ocorre em todos os níveis da natureza, significando que não há desaparecimento de nenhum ser mas o contínuo aperfeiçoamento pelas experiências adquiridas e arquivadas a nível extrafísico.
RM - Tenho dificuldade em entender como é possível o reino Mineral ter um “princípio espiritual ou inteligente. Como pode um calhau, um pedaço de ferro ou zinco ter “algo” de inteligente ou de espiritual? Nós já "fomos" um calhau?
Dr. RDB - Na realidade, os seres do reino mineral tem apenas um componente extrafísico, ou seja uma contraparte em outra dimensão, não é propriamente um espírito. Esta contraparte imaterial sobrevive após a destruição (física) do mineral, posteriormente, por magnetismo ou automatismo da natureza esta contraparte imaterial é atraída para o mundo físico. Não há uma individualização, ou seja, não se pode dizer que em dez pedrinhas existam dez espíritos. Esta contraparte imaterial é chamada de princípio espiritual por vir a ser, no futuro, em milhões ou biliões de anos, um espírito rudimentar, primitivo que só atingirá a individualidade em espécies animais. Veja: se comprarmos 1000 mudas de grama em mercados diferentes e plantarmos estas 1000 mudas teremos um gramado totalmente fundido, e não 1000 individualidades. A nível extrafísico há, também, uma contraparte do gramado como se fosse uma alma-grupo. Não há individualização nesta fase. Portanto, até os princípios espirituais de um "calhau " se individualizarem são biliões de anos. Isto quer dizer que não fomos um calhau, mas, há biliões de anos ou muito tempo mais que isto , antes de sermos individualizados, isto é antes de nos tornarmos um ESPÍRITO já coexistimos, como em um bloco, com inúmeras outras energias extrafísicas.
Um abraço fraterno.
Dr. Ricardo di Bernardi
Texto publicado no "Jornal de Espiritismo" e oferecido por um membro da AME Porto
que é responsável pelo espaço jornalístico da coluna "Medicina e Espiritualidade"
02/02/10 - O veterinário e defensor de animais Marcel Benedeti morre em SP
Morreu ontem (01), em São Paulo, aos 47 anos, vítima de câncer, o médico-veterinário, escritor espírita e defensor dos animais, Marcel Benedeti. Ele era vegetariano e dedicou a vida aos animais e a conscientizar as pessoas da necessidade de tratar todas as espécies com respeito e compaixão.
Benedeti apresentava um programa na Rádio Boa Nova (“Nossos Irmãos Animais”), único no gênero, que mostrava os animais como seres inteligentes e sensíveis, capazes de compreender as nossas ações sobre eles. Com o programa Marcel Benedeti conseguiu mudar o ponto de vista de milhares de pessoas que se tornaram vegetarianas por simples demonstração de respeito aos animais. Milhares de pessoas que não davam importância aos seus animais passaram a respeitá-los e a tratá-los com a dignidade que merecem, tanto quanto nós.
Ainda na tentativa de ampliar a consciência nas pessoas, criou uma associação, que tem como objetivo educar as pessoas por meio de cursos, que envolvem o aprendizado da ética no trato com os animais. Por intermédio da associação, Marcel Benedeti conseguiu arrecadar rações e medicamentos distribuídas aos animais carentes, contribuindo assim para salvar milhares de vidas animais. Certo de que a educação é o caminho correto para uma vida melhor e mais digna aos animais e pessoas, Marcel Benedeti defendia, que ampliando o seu pequeno projeto de educação ética, se ampliariam os horizontes da dignidade humana para com os animais. Seu objetivo era ver os animais sendo tratados com dignidade e respeito, pois acreditava que um crime cometido contra um animal tem a mesma gravidade de um crime cometido contra uma pessoa.
Por seu amor aos animais, ele fazia consultas, cirurgias e até dava medicamentos às pessoas carentes, que mal tinham o que comer em casa, para que seus animais não sofressem ainda mais.
Marcel Benedeti publicou também sete livros. O primeiro a ser editado foi Todos os Animais Merecem o Céu; o segundo: Todos os Animais São Nossos Irmãos; o terceiro: Animais no Mundo Espiritual; o quarto: A Espiritualidade dos Animais; o quinto Histórias Animais que as Pessoas Contam, Errar é Humano – Perdoar é Canino, Os Animais Conforme o Espiritismo e, mais recentemente, Animais: Tudo o que Você Precisa Saber, e o último Os Animais conforme o Espiritismo.
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A dirofilariose canina
Início
A Dirofilariose, ou o parasita do coração, é uma doença parasitária dos cães, podendo também afectar os gatos. O parasita responsável da dirofilariose é um nemátodo chamado Dirofilaria imitis. É um determinado tipo de mosquitos que transmite ao cão as formas larvares do parasita. Estas migram através da pele e da musculatura, penetram nos vasos sanguíneos e finalmente alojam-se no ventrículo direito, na artéria pulmonar e na veia cava. Dependendo do grau de infestação, os parasitas poderão provocar uma redução considerável da função cardíaca, dificuldades respiratórias e uma tosse crónica.
Coração de um cão com Dirofilárias no seu interior
Coração de um cão com Dirofilárias no seu interior
Onde ocorre a dirofilariose?
A prevalência da dirofilariose depende da distribuição dos mosquitos transmissores. De uma maneira geral, a Bacia Mediterrânica é consideravelmente afectada. Em Portugal, as regiões do Ribatejo, do Alentejo, do Algarve e a ilha da Madeira são as regiões mais afectadas, respectivamente com 16,7%, 16,5%, 12% e 30% dos cães positivos.
Mapa da distribuição da Dirofilariose na Europa
Mapa da distribuição da Dirofilariose na Europa
Como se transmite a Dirofilariose?
A transmissão do parasita do coração faz-se através da picada dos mosquitos fêmeas de uma espécie bem definida (principalmente o Culex pipiens). Os mosquitos ingerem as microfilárias (formas larvares imaturas do parasita) ao mesmo tempo que ingerem o sangue do cão. Os cães doentes são o principal reservatório da dirofilariose e permitem a perpetuação da doença. Após cerca de 10 a 15 dias da ingestão das microfilárias pelo mosquito, as microfilárias transformam-se em larvas infectantes, dentro do mosquito. Quando o mosquito picar outro cão, as larvas penetram no corpo do animal. Após a transmissão das larvas de dirofilária ao cão, estas migram até às artérias pulmonares e até ao coração, onde se desenvolverão até ao estado adulto, demorando este processo até cerca de 6 meses.
Quais são os sinais clínicos mais frequentes?
Os sinais clínicos da dirofilariose, consequência das lesões causadas pelo parasita ao nível do coração e dos vasos sanguíneos adjacentes, aparecem vários meses após o cão ter sido picado. As dirofilárias adultas podem medir entre 15 a 35 cm e vivem, principalmente, dentro das artérias pulmonares e do coração do cão. Numa fase precoce da doença, o cão demonstra poucos sinais clínicos. Estes vão evoluindo com o tempo, sendo os principais: a tosse crónica, a diminuição da tolerância ao exercício e a perda de peso. Posteriormente aparecerão a dispneia (dificuldade em respirar), a febre, podendo desenvolver-se também ascite (líquido na cavidade abdominal). A morte dos parasitas pode levar à ocorrência de tromboses em vários órgãos. Na ausência de tratamento, a dirofilariose pode ser fatal.
Como se pode diagnosticar a dirofilariose?
O diagnóstico pode ser feito de várias formas. Uma é através de um esfregaço de sangue, observado ao microscópio, para tentar detectar a presença de microfilárias. Outra forma, é através da recolha de uma amostra de sangue para detectar a presença de antigénios de parasitas adultos. Este teste só deve ser efectuado cerca de 6 a 7 meses após a infecção.
Como se pode tratar a dirofilariose?
A dirofilariose tem tratamento. Os métodos de tratamento existentes actualmente são prolongados e implicam um acompanhamento frequente e regular por parte do médico-veterinário. São geralmente compostos de injecções e medicações orais.
O tratamento não é livre de efeitos secundários. Estes serão mais frequentes e severos quanto maior for a infestação. Os efeitos secundários estão muitas vezes associados com os próprios medicamentos e/ou com a morte dos parasitas adultos, que pode levar à formação de tromboses.
Como se pode prevenir a dirofilariose?
A prevenção pode ser feita com comprimidos mensais ou com injecções, que devem ser iniciados com alguma antecedência em relação ao início da época anual de actividade dos mosquitos transmissores da dirofilariose. Estes tratamentos têm como objectivo a eliminação das formas larvares da Dirofilaria transmitidas pelos mosquitos, evitando que estas evoluam para parasitas adultos. Ou seja, estes tratamentos profilácticos não evitam que os mosquitos piquem nos cães.
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