Abordagem nutricional da doença renal crônica
Jonathan Elliott, MA, Vet MB, PhD, Cert SAC, Dipl. ECVPT, MRCVS Royal Veterinary College, Londres, RU Denise Elliott, BVSc (Hons), PhD, Dipl. ACVIM, Dipl. ACVN Comunicação Científica, Royal Canin, EUA
Introdução
A composição da dieta é importante para a manutenção da homeostasia em animais que sofrem de insuficiência renal crônica (IRC) e ajuda a melhorar a qualidade de vida dos animais. Em alguns casos, as medidas dietéticas podem prevenir a progressão da IRC até uma fase em que o desenvolvimento se torna fatal, a menos que seja realizado um tratamento de substituição renal (transplante).
As recomendações dietéticas e outras formas de tratamento médico devem ser adaptadas às necessidades de cada paciente, de acordo com a apresentação clínica e os resultados dos testes laboratoriais. A insuficiência renal crônica é progressiva e dinâmica, por isso, é necessário realizar exames clínicos e análises laboratoriais regulares e adaptar o tratamento às alterações observadas para que permaneçam efetivas.
Lutar contra a anorexia e manter um consumo energético suficiente
Nos casos avançados de IRC, o elevado acúmulo de resíduos nitrogenados possuem uma ação irritante nas mucosas. O animal sofre de náuseas e vômito e tende a perder o apetite. Se esta situação persistir durante algum tempo, o animal sofre ainda mais perda de peso e a sua esperança média de vida é reduzida.
A ingestão energética do animal dever ser adaptada às suas necessidades e por isso o seu peso e condição corporal devem ser avaliados com regularidade. Os gatos geralmente necessitam entre 50 e 60kcal/kg/dia, e os cães cerca de 70 kcal/kg peso corporal0,75/dia. Uma vez que os lípidos fornecem cerca de duas vezes mais energia do que os carboidratos por cada grama consumida, aumentam a densidade energética do alimento, tornando possível a diminuição do volume de alimento a administrar e assim reduzir os riscos de náuseas e vômito. Pode ser necessário tentar vários diferentes alimentos antes de selecionar aquele que o animal prefere. Por vezes é útil aquecer o alimento (no caso dos alimento úmidos) e administrá-lo ao animal pequenas quantidades a intervalos muito regulares. O apetite dos animais pode também ser estimulado pela adição de substâncias aromatizantes à dieta base.
Razões para restringir a ingestão de proteína na doença renal crônica
Existem duas razões para a restrição do nível de proteína numa dieta formulada para a doença renal:
Minimizar a azotemia/uremia – mais apropriada para o fim da Fase 3 e para a Fase 4 da IRC em cães e gatos;
Diminuir a proteinúria mediada por hiperfiltração glomerular, resposta de má adaptação à IRC que contribui para a progressão da lesão renal.
Esta é a razão para a redução da ingestão protéica nas Fases 2 e 3 da IRC.
Uma vez que a IRC atinja a fase urêmica (fim da Fase 3/ início da Fase 4 na classificação IRIS), é recomendado reduzir a ingestão de proteína de modo a garantir que o bem-estar do animal não seja afetado de modo adverso pela uremia. A determinação da razão uréia: creatinina plasmáticas é útil na avaliação da resposta do animal à restrição protéica (diminuição da produção de resíduos nitrogenados). Nos cães, os valores de referência têm sido recomendados de acordo com os níveis de ingestão de proteína, mas nenhum foi publicado ainda para gatos.
A eficácia da redução da ingestão de proteína como um tratamento para a proteinúria é muito controverso no cão e no gato. Em estudos experimentais com ratos, esta estratégia demonstrou ajudar a retardar a progressão das lesões renais (3), de modo que a restrição protéica foi também recomendada para as outras espécies. Estudos semelhantes têm sido conduzidos em animais de estimação, mas nos casos em que a ingestão de proteína foi mais limitada (2,7g/kg/dia), os animais apresentaram sinais de má nutrição protéica e uma diminuição na albuminemia no final do estudo (4). Um estudo subsequente falhou ao tentar evidenciar qualquer efeito benéfico na restrição de proteína (5,2-5,3g/kg/dia) quando a azotemia foi limitada (Fase 1 e 2 da doença renal crônica, de acordo com a classificação IRIS) (5).
Parece ser evidente, a partir de estudos publicados de modelos felinos, que evitar dietas com níveis elevados de proteína, particularmente as formuladas com proteína animal, deva ser recomendado em gatos com IRC. Outra abordagem dietética para limitar a proteinúria é através da suplementação dietética com ácidos graxos poliinsaturados (PUFA) da série ômega 3. Em cães com IRC, a administração de uma dieta enriquecida com ácidos graxos de cadeia longa ômega 3 retardou a progressão da deterioriação da TFG (taxa de filtração glomerular) (6). Embora sejam necessários outros estudos para determinar o impacto dos ômega 3 na progressão da IRC em animais de estimação é, sem dúvida, muito importante garantir ao animal a ingestão desses ácidos graxos, como o EPA (ácido eicosapentaenóico) e o DHA (ácido docosahexaenóico), uma vez que os gatos não possuem na enzima delta-6- desaturase, o que compromete a sua síntese. Deste modo, o óleo de peixe deve estar sempre contido nos alimentos para animais de estimação com doença renal crônica.
Prevenir o hiperparatiroidismo renal secundário através do controle da hiperfosfatemia
Quando a TFG diminui e o consumo de fósforo se mantém igual, ocorre uma discrepância entre a quantidade de fosfato excretada diariamente na urina e a quantidade consumida, havendo acúmulo de fosfato no organismo, o que promove o hiperparatiroidismo e a progressão das lesões renais. Inicialmente, o objetivo é de reduzir o consumo de fósforo através de alimento apropriado de modo a controlar a secreção de PTH. Na fase 3/4 é, contudo, improvável que uma dieta renal seja suficiente para manter este objetivo, e pode ser necessário introduzir agentes quelantes do fósforo de modo a reduzir a biodisponibilidade do fósforo alimentar. Os agentes quelantes do fósforo interagem com o alimento e é por isso importante misturá-los na dieta para uma máxima eficácia. Os efeitos secundários relacionados com a restrição do fósforo alimentar são raros. É recomendado determinar a concentração plasmática de fósforo do paciente e a concentração plasmática de cálcio (de preferência cálcio ionizado) com regularidade, uma vez a cada dois ou três meses. Têm sido ocasionalmente relatados casos de hipercalcemia (7).
Adaptação dos níveis de sódio ao risco de hipertensão
A maioria das dietas destinadas para animais de estimação com IRC contêm menos sódio do que os alimentos de manutenção para animais de estimação adultos. Esta formulação é baseada na hipótese de que com um parênquima renal com função reduzida, tem mais dificuldade de manter a homeostasia do sódio e a consequente retenção de sódio pode aumentar a pressão arterial sistêmica. No entanto, algumas observações têm colocado dúvidas quanto ao valor de uma restrição sistemática do sódio dietético nos animais de estimação que apresentam IRC espontânea:
Os animais de estimação que sofrem de IRC toleram um aumento na ingestão de cloreto de sódio até 200mg/kg/dia de peso vivo, durante 7dias (alimento contendo 1,27% de sódio, i. 2,8g de sódio por 1000kcal), com nenhum aumento verificado na pressão sanguínea arterial (8)
Em modelos experimentais de hipertensão, uma redução no consumo de sódio conduz a um aumento da excreção urinária de potássio e a uma ligeira hipocalemia, com ativação mais pronunciada do sistema renina-angiotensina-aldosterona (SRAA); a ativação patológica do SRAA pode provocar efeitos nocivos na função renal e exacerbar a fibrose renal em alguns modelos de doença renal felina (9). Devem ser realizados mais estudos para determinar se a redução do sódio ingerido ajuda a minimizar o ligeiro aumento crônico na pressão sanguínea arterial sistêmica, detectada na maioria dos animais de estimação acometidos com IRC, e se a restrição de sódio dietético tem um efeito benéfico nos animais de estimação que recebem medicação anti-hipertensiva quanto ao grau de controle da pressão arterial conseguido.
Prevenção da hipocalemia
A associação existente entre a IRC e a hipocalemia é relativamente limitada aos gatos (nos cães ou nos humanos, a perda de néfrons funcionais acarreta um risco maior para a hipercalemia). Em 20 a 30% dos gatos com IRC a adaptação funcional dos néfrons residuais conduz a perdas excessivas de potássio na urina, resultando em hipocalemia (10). Corrigir estas anomalias eletrolíticas, especialmente quando a concentração plasmática de potássio é inferior a 3mmol/l, é clinicamente benéfico. A hipocalemia severa e a miopatia associada podem ser evitadas se os animais de estimação não forem alimentados com dietas acidificantes e garantindo que a dieta está repleta de potássio e magnésio. Para a grande maioria dos animais de estimação com DRC, pode ser administrada a dieta formulada para a doença renal, a utilização de suplementos de potássio não será necessária uma vez o problema inicial da hipocalemia tenha sido resolvido e o animal apresente novamente apetite.
Lutar contra o risco de acidose metabólica
Os sinais objetivos de acidose metabólica são geralmente visíveis na Fase 3 avançada e no início da Fase 4 da IRC. O papel desempenhado pela acidose metabólica na patologia óssea associada à IRC é bem conhecida na Medicina Humana, mas não foi ainda alvo de estudo nos animais de estimação. A abordagem da acidose metabólica centra-se na administração de um agente alcalinizante por via oral. A resposta do animal ao tratamento pode ser monitorada através de determinações sucessivas da concentração plasmática de bicarbonato, a qual deve idealmente permanecer entre os intervalos de referência fisiológicos. A escolha de um agente alcalinizante depende de diversos parâmetros: a sua palatabilidade, a possível presença de hipertensão (na qual os suplementos de sódio estão contraindicados), hipocalemia (na qual são recomendados os sais de potássio) e hiperfosfatemia; neste último caso, os sais de cálcio podem ser prescritos devido à sua capacidade de captar o fósforo no alimento e nas secreções intestinais. A acidose metabólica aumenta o risco de hipocalemia: estando, deste modo, indicado um tratamento que utilize o gluconato de potássio ou o citrato de potássio.
Outras estratégias dietéticas com o objetivo de retardar a progressão das lesões renais
A disfunção das células endoteliais está envolvida na patogênese da IRC. Na Medicina Humana, área na qual se dedica uma investigação ativa na luta contra estas células endoteliais não funcionais, algumas das estratégias mencionadas abaixo provaram a sua utilidade. Continua por determinar se estas medidas são benéficas em animais de estimação com IRC e quando devem ser aplicadas.
Enriquecimento da dieta com antioxidantes (vitamina E, vitamina C, taurina, luteína, licopeno, betacaroteno, etc.) de modo a minimizar o stress oxidativo, que contribui para a progressão das lesões da IRC. Os flavanóides, por exemplo, podem desempenhar um papel protetor nas áreas de necrose que ocorrem no glomérulo, graças a períodos alternativos de isquemia e de reperfusão, conduzindo a problemas de circulação que acompanham a IRC.
Suplementos de arginina por estimular a produção de óxido nítrico, o qual promove vasodilatação.
Importância da fibra
As fibras fermentáveis surgiram recentemente no tratamento dietético da IRC. Representam uma fonte de carboidrato para as bactérias gastrointestinais, as quais utilizam a uréia como fonte de nitrogênio para o seu crescimento. Dado que a excreção de nitrogênio nas fezes aumenta de acordo com a massa bacteriana, foi sugerido que um aumento da massa bacteriana pode ajudar a reduzir a urêmia. No entanto, as toxinas urêmicas clássicas, ao contrário da uréia-nitrogênio, são moléculas de tamanho médio e assim demasiado grandes para transpor com facilidade a barreira membranosa. Por isso, é pouco provável que estas toxinas sejam utilizadas pelas bactérias para satisfazer as suas necessidades de nitrogênio. Pelo contrário, os efeitos benéficos das fibras fermentáveis podem ajudar a regular as alterações digestivas que acompanham a IRC.
Conclusão
A dieta desempenha um papel muito importante no tratamento da IRC de cães e gatos. É essencial adaptar a dieta às necessidades do animal e entender os objetivos do tratamento dietético ao longo das diferentes fases da doença.
Fases iniciais (Fase 2 e 3 da IRC)* os princípios de um tratamento dietético são os seguintes:
Minimizar a ingestão de fósforo: o que previne o risco de retenção anormal de fósforo e retarda a progressão das lesões renais;
Limitar a proteinúria, evitando elevadas quantidades de proteína de fontes animais e recorrendo à suplementação dietética de ômega 3;
Suplementação de potássio: necessária em animais de estimação que se apresentam com hipocalemia
Fase 3 avançada e Fase 4 da IRC*, a dieta visa essencialmente a melhoria da qualidade de vida do animal durante a fase urêmica;
A ingestão protéica deve ser minimizada de modo a reduzir ainda mais o acúmulo de produtos de resíduo nitrogenados. É importante levar em consideração a fonte da proteína: as proteínas de elevada digestibilidade minimizam a produção de resíduos nitrogenados no sangue;
Agentes alcalinizantes podem ajudar a prevenir a acidose metabólica, a qual contribui para osteodistrofia renal secundária (provocando dor óssea) e para a perda de apetite do animal;
Pode tornar-se necessário tratar a hipocalemia com suplementos de potássio;
A utilização de agentes quelantes do fósforo intestinal ajudam a minimizar os efeitos extra-renais da hiperfosfatemia e do hiperparatiroidismo, especialmente, a osteodistrofia renal e a calcificação vascular, que afetam a qualidade de vida do animal.
SAIBA MAIS:
BULDOGUE FRANCÊS
PUG
RHODESIAN RIDGEBACK
BULDOGUE INGLÊS
STAFFORDSHIRE BULL TERRIER
BULL TERRIER
AMERICAN STAFFORDSHIRE TERRIER
CHIHUAHUA
OVERBULLY(SUPER BULLY)
EXOTICOS AMICAT´S
MAINE COON AMICAT´S
BENGAL AMICAT´S
RAGDOLL AMICAT´S
PETCLUBE
Amichettibullys & AMICAT´S Bengal Maine Coon Ragdoll Exótico
Villa Amichetti- Paraíso Ecológico- uma forma sustentável de ConViver.
Rod. Régis Bittencourt, km 334, apenas 40 min. de SP-Juquitiba .
Agende uma agradável visita para adquirir seu filhote e faça belo passeio no santuário ecológico com a Mata Atlântica preservada.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
1. Doria-Rose VP, Scarlett JM. Mortality rates and causes of death among emaciated cats. J Am Vet Med Assoc 2000; 216: 347-351.
2. Barber PJ. Parathyroid hormone in the ageing cat. PhD Thesis 1999; University of London.
3. Brenner BM, Meyer TW, Hostetter TH. Dietary protein intake and the progressive nature of kidney disease: the role of hemodynamically mediated glomerular injury in the pathogenesis of progressive glomerular sclerosis in aging, renal ablation and intrinsic renal disease. N Engl J Med 1982; 307: 652-659.
4. Adams LG, Polzin DJ, Osborne CA, et al. Effects of dietary protein and calorie restriction in clinically normal cats and in cats with surgically induced chronic renal failure. Am J Vet Res 1993; 54: 1653-1662.
5. Finco DR, Brown SA, Brown CA, et al. Protein and calorie effects on progression of induced chronic renal failure in cats. Am J Vet Res 1998; 59: 575-582.
6. Brown SA, Brown CA, Crowell WA, et al. Beneficial effects of chronic administration of dietary omega-3 polyunsaturated fatty acids in dogs with renal insufficiency. J Lab Clin Med 1998; 13: 447-455.
7. Barber PJ, Rawlings JM, Markwell PJ, et al. Hypercalcemia in naturally occurring feline chronic renal failure. J Vet Intern Med 1998; 12: 223 (abstract 102).
8. Buranakarl C, Mathur S, Brown SA. Effects of dietary sodium chloride intake on renal function and blood pressure in cats with normal and reduced renal function. Am J Vet Res 2004; 65: 620-627.
9. Mathur S, Brown CA, Dietrich UM, et al. Evaluation of a technique of inducing hypertensive renal insufficiency in cats. Am J Vet Res 2004; 65: 1006-1013.
10. Elliott J, Barber PJ. Feline chronic renal failure: clinical findings in 80 cases diagnosed between 1992 and 1995. J Small Anim Pract 1998; 39: 78-85.
Dr. Cláudio Amichetti Junior: Veterinário Integrativo em São Paulo e Osasco
O Dr. Cláudio Amichetti Junior (CRMV-SP 75404 VT), médico veterinário integrativo, criador de felinos de raça e cães de guarda, e com mais de 30 anos como CEO do PetClube, é engenheiro agrônomo formado em 1985 pela UNESP EE Jaboticabal com o maior número de créditos possíveis em sua turma. Ele oferece atendimento especializado para pets em diversas localidades.
Seu espaço holístico e meditativo, PetClube, está localizado no Km 334 da Rodovia Régis Bittencourt, em Juquitiba/SP. É facilmente acessível para tutores de São Paulo, Morumbi, Vila Olímpia, Moema, Pinheiros, Jardins, Alphaville, São Bernardo do Campo, Itapecirica da Serra e adjacências.
Além de Juquitiba, o Dr. Amichetti atende presencialmente as regiões de Embu-Guaçu, Itapecirica da Serra, São Lourenço da Serra, Miracatu, São Bernardo do Campo, Osasco, Santo André e São Caetano do Sul. Sua expertise abrange também bairros nobres de São Paulo como Vila Nova Conceição, Cidade Jardim, Jardim Paulistano, Ibirapuera, Lapa, Aclimação, Higienópolis, Itaim Bibi, Tatuapé e Mooca.
Dr. Cláudio é pioneiro em um sistema sustentável com alimentação 100% natural (raw feeding) e ingredientes orgânicos cultivados em seu espaço holístico em Juquitiba / São Lourenço da Serra, garantindo dietas frescas e livre de agrotóxicos para seus pacientes. Ele é especialista em modulação intestinal, sistema endocanabinoide e nutrição natural.
Com essa abordagem integrativa, o Dr. Cláudio auxilia no tratamento e prevenção de uma ampla gama de problemas de saúde, incluindo:
Para quem não está na região, oferece telemedicina para todo o Brasil com acompanhamento de médico veterinário, utilizando as plataformas Zoom e Google. É importante ressaltar que a primeira consulta deve ocorrer na presença de um médico veterinário local, garantindo que pets em qualquer lugar tenham acesso à sua abordagem integrativa.
Para agendamentos ou mais informações, visite www.petclube.com.br ou entre em contato pelo WhatsApp (11) 99386-8744. Seu pet merece saúde natural, equilíbrio e longevidade sustentável.
Abissínio
Histórico: Não se sabe a sua origem exata. Seria proveniente da Etiópia, antigamente chamada de Abissínia, origem do seu nome. Pela semelhança com o gato sagrado do antigo Egito, existem estórias de que essa raça tenha surgido às margens do Nilo.
O primeiro Abissínio, trazido da Etiópia, teria chegado à Inglaterra em 1868 e o desenvolvimento da raça começou nos EUA em meados de 1910. Essa raça quase desapareceu na década de 60, devido a uma epidemia de Leucose Felina.
Comportamento: Inteligente, aprende com facilidade o que lhe é ensinado. Afetuoso e destemido, está sempre disposto a brincadeiras; dócil, convive pacificamente com outros animais domésticos. Geralmente mia pouco e adora brincar com água.
Características físicas: Semelhante a um mini puma: corpo médio longo, elegante, firme, flexível, musculoso, esbelto. Cauda longa e afilada na ponta; cabeça em forma de cunha; orelhas grandes, largas e separadas, com pontas arredondadas e com pelagem interna. Olhos expressivos, ligeiramente amendoados e bem separados; a cor dos olhos tem que ser intensas: amarelo ouro, verde ou âmbar. Pelagem curta, de textura fina e suave.
Cuidados e higiene: Não requerem maiores cuidados: limpeza das orelhas, corte de unhas e escovações semanais.
--------------------------------------------------------------------------------
Bengal
Histórico: Em 1963, Jean Sugden Mill comprou um leopardo asiático, uma fêmea de felino selvagem do porte de um gato e colocou-a com um gato doméstico.
Eles produziram um filhote híbrido que, por sua vez, também produziu uma ninhada. Na época, o pesquisador Willard Centerwall cruzava essas duas espécies para isolar o gene que os tornava imunes à Leucemia Felina.
O Bengal pode se tornar ainda mais parecido com o leopardo asiático, como pede o atual padrão oficial. Jean explica que "alguns dos atributos são difíceis de obter, como as orelhas pequenas e arredondadas, as marcações com contraste acentuado e as pintas com alinhamento horizontal e aleatório".
Comportamento: Parece com um mini-leopardo dócil, chamado de “selvagem doméstico”, inteligente e obediente, uma de sua principal caracterísitca é a mansuetude, o quesito docilidade 'in extrems" tem sido a conduta dos principais criadores da raça. Além de hábil caçador, pescador e escalador, gosta de brincar com água e locomove-se com graça e elegância.
Características físicas: Tem a pelagem de marcação exótica, com a presença de spots, rosetas ou listras horizontais. Pelagem curta e de textura macia ao toque também apresenta um reflexo dourado (no caso do brown spotted tabby) ou prateado (no caso do silver spotted tabby) que é conhecido como glitter. Barriga esbranquiçada ou de tonalidadebem mais clara que a pelagem do corpo e é obrigatória a presença de pintas.
Cuidados e higiene: São bastante rústicos, bem resistente a doenças, de fácil manutenção por ter pêlo curto, não precisando ser escovado todos os dias; necessita apenas de um banho a cada 30 dias e a limpeza dos ouvidos, dentes e unhas.
Envie whatsapp agora, retorno c/ fotos e preços dos filhotes de gatos
+55 (11) 96393-1128 /
+55 (11) 96372-9323
--------------------------------------------------------------------------------
Brasileiro Real
Histórico: O Brasileiro Real é fruto de um projeto da Federação Brasileira do Gato (FBG) para a criação do Pêlo Curto Brasileiro, durante o período de sua associação com a WCF (World Cat Federation), que culminou no seu reconhecimento, em 1998, como Brazilian Shorthair. Raça descende de gatos de rua, origem miscigenada. Através de insistente seleção, a morfologia da raça foi projetada como intermediária entre os tipos European e Oriental, não exatamente parecido com eles, mas permite similaridades com raças portadoras de pelagem curta e rabo comprido.
Comportamento: Ágil, curioso, engraçado, amoroso, vive entre nossos pés, nos fazendo tropeçar neles.
Características físicas: Com boa estrutura óssea, elegante e delgado, pesado para a aparência, temperamento bom e amigável. Orelhas grandes e largas desde a base, viradas para frente. Olhos grandes, ligeiramente ovalados (cor varia do dourado ao cobre). Pernas elegantes, patas delicadas nas fêmeas e maiores nos machos (5 dedos na frente e 4 atrás), cauda longa e afinando até a ponta.
Característica marcante: dimorfismo sexual (machos crescem e encorpam entre 2 e 3 anos, diferenciando-se das fêmeas, bem menores).
Cuidados e higiene: Normais: boa alimentação e vacinas regulares.
--------------------------------------------------------------------------------
British Shorthair
Histórico: Talvez seja a raça mais antiga da Inglaterra, pois o British Shorthair preto era o gato mais popular das exposições de gatos no Cristal Palace, em Londres, no fim do século XIX. A raça é descendente de gatos domésticos que desembarcaram em solo britânico há 2 mil anos, junto com o Exército Romano. Os ingleses os chamam de “Teddy-Bear Cats” (gatos ursinhos-de-pelúcia) e, no Brasil, os primeiros exemplares foram importados por criadores paulistas.
Comportamento: Excelente companheiro para a família, amistoso e recatado, adora brincar com crianças e até mesmo com cães. Ágil e veloz caçador, manso, calmo, dócil e companheiro, porém, independente e esperto, não gosta de permanecer no colo.
Características físicas: É robusto, com musculatura forte, cabeça é redonda e o focinho também. A pelagem é densa, firme e suave. Machos e fêmeas são facilmente distinguidos pela aparência: fêmeas são mais delicadas e não apresentam cabeça tão desenvolvida quanto os machos.
Há 3 anos foi reconhecida a variedade de pêlo semilongo, que se chama de British Longhair.
Cuidados e higiene: Não admite bandeja sanitária suja, é até capaz de chamar a atenção para a limpeza de seu banheiro. São resistentes e de fácil manutenção: não suscetíveis a
doenças e raramente contraem infecções no trato respiratório, fungos, etc. Requer escovação para retirada do excesso de pêlo.
--------------------------------------------------------------------------------
Burmilla
Histórico: Raça foi originada na Grã-Bretanha, em 1981, cujos ancestrais são as raças Burmês e Persa Chinchilla. Reconhecido como raça pela Cat Association of Britain em novembro de 1983.
Comportamento: Ativo e amistoso. Extremamente afetuoso e de caráter inquestionável, é um gato de personalidade sedutora, que faz dele um verdadeiro membro da família. É dotado de grande inteligência. Portas, por exemplo, jamais serão problemas para um exemplar de Burmilla determinado, para quem tudo sempre se torna uma grande brincadeira.
Características físicas: Peso surpreendente para seu tamanho (de 4 a 7 quilos), ossatura substancial, musculatura bem desenvolvida e forte. Porte médio. Cabeça de tamanho médio, arredondada. Face larga, mas se afinando em um triângulo curto e atenuado. Nas formas prateada e dourada, com tipping ou sombreado na pelagem. Olhos ligeiramente oblíquos em relação ao nariz, pescoço curto e bem desenvolvido. Patas traseiras ligeiramente mais longas do que a dianteira.Cauda semilonga ou longa, de espessura média, afinando até a ponta arredondada. O pêlo é curto, denso e muito macio, com algumas malhas de tom escuro.
Cores: sombreado-lilás, sombreado-chocolate, sombreado-marrom, além das cores do seu progenitor, o Birmanês. Fêmeas são geralmente menores que os machos.
Cuidados e higiene: Escovação; praticamente não tem queda de pêlos. De cuidados fáceis.
--------------------------------------------------------------------------------
Cornish Rex
Histórico: O primeiro exemplar nasceu em 1950, numa fazenda na Cornualha, Península da Grã-Bretanha, origem do nome Cornish. Para conservar a mutação, combinou-se o cruzamento com Siameses, British Shorthair e Burmese. Em 1957, iniciaram-se nos EUA, cruzamentos com Siameses e Orientais, resultando em um tipo de cabeça ovóide, ao passo que o exemplar inglês é mais pesado e a cabeça mais triangular do que longa. A raça é muito apreciada nos EUA e na Europa.
Comportamento: Vivo, agitado, acrobata e muito brincalhão. De bom humor, é sociável até com os cães e detesta a solidão. Afetuoso e sensível é companheiro e carinhoso. Seu miado é estridente.
Características físicas: Tamanho médio, tipo longilíneo, com 2,5 a 4,5 quilos. Dorso arqueado, ossatura fina, bigodes, sobrancelhas e pêlos encaracolados. Orelhas grandes, cônicas, largas na base, inseridas no alto da cabeça e com extremidades arredondadas. Cabeça cuneiforme, crânio e olhos em forma de ovo, cor em conformidade com o manto, patas longas e retas, pés pequenos e ovais. Cauda longa e fina. Pêlos curtos, encaracolados em ondulações por todo o corpo. Todas as cores são reconhecidas. A variedade do tipo Siamês é chamada Si-Rex.
Cuidados e higiene: Quanto aos cuidados, convém uma escovação semanal. Praticamente não existe troca de pêlo.
--------------------------------------------------------------------------------
Exótico
Histórico: Surgiu nos EUA na década de 60, do cruzamento de Persas com gatos de pêlo curto. A intenção era obter um gato que tivesse o temperamento e tipo de um gato Persa, só que com uma pelagem de mais fácil manejo.
Comportamento: Ativo, meigo, dócil, inteligente, extremamente carinhoso e brincalhão. Adora ficar no colo e é muito afetivo também com crianças. Com personalidade amistosa e silenciosa, os exemplares desta raça são como os cães: apegam-se ao dono e os seguem pela casa toda. Têm a natureza terna, quieta e afetuosa. Raramente miam, são calmos e leais.
Características físicas: Pode ser confundido com o Persa, pois é um verdadeiro Persa de pêlo curto e cara achatada. Trata-se de um gato pesado (em média, entre 4 e 6 quilos), compacto, de ossatura forte, cabeça grande e redonda, olhos redondos e grandes bem espaçados, orelhas pequenas, arredondadas e posicionadas bem separadas, patas curtas e fortes, cauda curta e arredondada na ponta, pelagem sedosa. O charme é o narizinho “botão” colocado entre os olhos grandes, redondos e de cor intensa. Encontrado em todas as cores e padronagens, num total de 95 variedades.
Cuidados e higiene: Pelagem fácil de cuidar. Uma boa escovada 2 vezes por semana, limpeza de ouvido e banhos quinzenais são suficientes.
--------------------------------------------------------------------------------
Himalaia
Histórico: Himalaia ou Himalaio, os dois termos estão corretos. Algumas Federações os consideram como Persas Colorpoint (pontas coloridas) e foram desenvolvidos na década de 50, a partir do acasalamento de exemplares de Persas e Siameses.
Os exemplares obtidos eram de pêlo curto portando o gene de colorpoint. O próximo trabalho foi acasalar os descendentes para se obter gatos com pêlo longo portadores do gene de colorpoints. Os exemplares foram cruzados até se obter os ponteados de pêlo longo e o próximo passo foi conseguir o reconhecimento da raça pelas Federações Internacionais.
Em 1957, Brian Stearling conseguiu o registro junto a GCCF (Governing Concil of the Cat Fancy) como Longhair Colorpoint e a CFA (Cat Fanciers Association) o reconheceu como Himalayan. Os criadores começaram a só acasalar entre si os colorpoints obtidos, resultando ponteados de nariz muito comprido. Como o objetivo era a obtenção de gatos ponteados com o padrão de Persas, começou a partir de 1970 o trabalho de aproximá-los mais do padrão Persa.
Comportamento: São dóceis, silenciosos e caseiros. Carinhosos, adoram colo.
Características físicas: Nariz achatado, peso entre 3,5 a 6 quilos e pelagem longa, exuberante, brilhante e cheia, de textura macia e sedosa, com o corpo claro e as extremidades coloridas. Olhos azuis, grandes, redondos, com expressão doce. Orelhas pequenas, redondas, corpo compacto e pernas curtas e grossas.
Cuidados e higiene: Escovação freqüente para evitar a formação de nós. Recomenda-se banhos quinzenais, mas, se o exemplar tiver pelagem muito clara, reduza para semanais.
--------------------------------------------------------------------------------
Maine Coon
Histórico: Sua origem é mesclada de lendas: teve seu primeiro registro no Maine, leste dos EUA, em 1861; uma das muitas estórias diz que a origem estaria em seis gatos que Maria Antonieta enviou para Maine, quando fugia da Revolução Francesa. Outra diz que surgiu do cruzamento de gatos selvagens da floresta com guaxinins; e outra que é o resultado de gatos americanos de pêlos curtos com raças de pêlos longos de origem européia.
FILHOTES DE MAINE COON A VENDA
TV PETCLUBE MAINE COON GATO GIGANTE
{youtube}krGN-GGDuug{/youtube}
Comportamento: Raça adora água (quando chove, vai para o quintal tomar chuva!); é calma, dócil e tranqüila; inteligente, apegada aos donos, amável e receptiva; está sempre perto dos humanos. Amorosos, quase não miam, praticamente ‘falam’, abrem a maçaneta das portas e dormem em locais inusitados, adoram altura.
Características físicas: Os maiores felinos domésticos; podem atingir 1,20m de comprimento (do focinho à cauda) e até 11 quilos; raça mais indicada para quem gosta de cães, por se assemelhar mais a eles, permitindo até o uso de coleira. Cor dos olhos varia em tonalidades de verde, cobre e dourado. Olhos ovais que lhes dão um ar selvagem, orelhas grandes posicionadas no alto da cabeça, compridas e com pêlos nas pontas (chamados lynx tips), focinho quadrado e queixo profundo. Têm pêlo semi longo e ligeiramente impermeável; são musculosos e muito fortes.
Cuidados e higiene: A escovação na pelagem pode ser feita uma vez por semana, para mantê-la sempre brilhante e bem-cuidada. Se acostumados desde pequenos, podem tomar banho em casa. É necessário cuidar da cauda, devido à oleosidade.
--------------------------------------------------------------------------------
Munchkin
Histórico: Munchkin, em inglês, significa pessoa muito pequena ou criança. Há registros de gatos de patas curtas anteriores à II Guerra Mundial, na Rússia, Alemanha e Grã-Bretanha. Pelo hábito de se sentarem nas patas traseiras como cangurus, ficaram conhecidos, nos anos 50, como “gatos canguru de Estalingrado” (Stalingrad kangaroo cat). Desaparecida na Europa, a raça foi redescoberta em Rayville, Louisiana, nos EUA, por Sandra Hochenedel, década de 80, que encontrou uma fêmea grávida e notou que era diferente dos gatos que já tinha visto, seus movimentos corporais lembravam os de ferrets. A gata desapareceu, mas a herança genética dos Munchkins conservou-se nos filhotes dados para a amiga Kaye LaFrance.
Comportamento: Se comporta como eterno filhote, brincalhão e carinhoso, de temperamento alegre e sociável. Indicado para apartamentos, pois as pernas curtas dificultam o acesso às janelas e sacadas.
Características físicas: Possui pernas com 1/3 do tamanho normal e semelhança com o cão Basset, o que o torna conhecido também como “gato basset”. Olhos em formato de noz (a cor dos olhos deve combinar com a pelagem), com expressão aberta e alegre. Pelagem brilhosa e em todas as cores: sólidos, bicolores, ponteados, mitted, tabbys e nas variedades: long e short hair.
Cuidados e higiene: Mesma manutenção dispensada às raças de pêlo curto e longo.
--------------------------------------------------------------------------------
Oriental
Histórico: Originário da Tailândia, só difere do Siamês pelas cores da pelagem e dos olhos. Para alguns, o Oriental seria o original e o Siamês um Oriental Colour point, uma variedade da raça, que foi reconhecida em 1972 pela CFA (Cat Fanciers Association) e recebeu o nome de Oriental Shorthair.
Foi desenvolvido na Inglaterra nos anos 50, a partir do standard do Siamês, que já na época pedia um gato longilíneo. No Brasil, foi introduzido em 1981 pelos franceses Gérard e Chantal Prunet, do Gatil de Khêpri.
Comportamento: Com a mesma elegância e porte de seu parente Siamês, é vivo e enérgico, com intensa curiosidade e uma rotina movimentada. Com inteligência acima da média, a raça é apegada aos donos, sociável, interativa e adaptável a crianças, outros gatos e cães dóceis.
Características físicas: O pêlo é fino, curto, denso, sedoso e deitado. As gatas da raça apresentam precocidade sexual desde os 9 meses. Corpo longo, esbelto, musculatura firme, pêlo fino e muito curto, pescoço e rabo longos e finos. Cabeça de cunha longa em formato triangular, crânio e nariz formando uma única linha reta, queixo forte, alto do crânio arredondado, Orelhas grandes, abertas e largas na base, olhos amendoados e inclinados em direção à base externa das orelhas. Todo Oriental tem a cor dos olhos verdes, menos o White, ele pode ter os dois olhos azuis, os dois olhos verdes ou um olho azul e outro verde (odd eyes).
Cuidados e higiene: Não exige cuidados específicos.
--------------------------------------------------------------------------------
Persas
Histórico: A raça é certamente a que tem mais exemplares com Certificado de Pedigree no mundo. Os primeiros Persas chegaram à Europa em meados do Século XVI e logo caíram nas graças da nobreza.
A origem é antiga, mas a raça só foi conhecida na Europa por volta de 1590. No século XVII, um viajante italiano, Pietro Della Valle, levou até a Itália alguns exemplares. Ele levou só gatos da província de Chorazan, na antiga Pérsia, atual Irã. Na primeira metade do século XIX, vários Persas criados na Itália foram trazidos para França e Inglaterra, onde cruzaram com Persas de ascendência turca, marcando então o nascimento do moderno Persa. Em 1871, um programa de criação foi organizado por criadores ingleses. No início, foram cruzados com Angorás, o que deu ao Persa a qualidade do pêlo.
Comportamento: Calmo, tranqüilo, carinhoso, companheiro, dorminhoco, apegado ao dono, gosta de afagos e de colo. Quase não mia, é charmoso e dependente, estritamente doméstico. Brincalhão, afetuoso, convive bem com gatos e com cães.
Características físicas: A mais marcante é o fato de ser brevilínea e braquicefálica (carinha achatada). Cabeça arredondada, orelhas pequenas, ossos pesados, pernas curtas, cauda curta e expressão cativante.
Cuidados e higiene: Pelos pêlos longos, é aconselhável a escovação diária e, para a lacrimejação, usar um chumaço de algodão embebido em água morna ou soro. Mantenha os ouvidos limpos e cuidado para não entrar água no canal auditivo durante o banho.
--------------------------------------------------------------------------------
Pixie Bob
Histórico: Raça tem um passado cheio de mitos e estórias. Acredita-se que tenha nascido de cruzamentos entre Bobcats, felino selvagem da América do Norte, e gatos domésticos. Em 1985, em região montanhosa de Washington, nos EUA, um Bobcat foi visto no que parecia ser uma luta com uma gata de celeiro polidáctila (com dedos extras nas patas). Os donos da gata tentaram “salvá-la”, separando-os e dela nasceu uma ninhada cujos filhotes tinham características que os diferiam dos gatos domésticos. A aparência facial lembra a do Bobcat e cerca de 50% dos Pixies são polidáctilos.
Comportamento: Aparência é de um gato selvagem, mas é caseiro; manso. É um amigão, gosta de brincar e “conversar”. São ‘cães em pele de gato’: fiéis aos donos, aceitam com facilidade andar de coleira, adoram passeios de carro e colo.
Características físicas: Reconhecido pelo rabo encurtado, metade dos filhotes nasce com 5 dedos e pode acontecer de ter 7 em cada pata. Ao toque, é o pêlo de um gato selvagem, a pelagem da barriga e do final da cauda é maior que a do resto do corpo. Pode ter pêlo longo ou curto e apresenta sub-pêlo bastante macio.
Cuidados e higiene: Não exige cuidados específicos.
--------------------------------------------------------------------------------
Ragdoll
Histórico: Ragdoll, traduzido para o português, é “boneca de pano” ou “boneca de trapos”; é bem essa a impressão que ele passa ao se derreter lânguido nos braços de quem confia. A história da raça começa no início da década de 60, em Riverside, na Califórnia, com Ann Baker e com uma gata branca e peluda, que se alimentava na casa da vizinha e passou a ter suas ninhadas na varanda dela. Os filhotes passaram a ter contato com pessoas, tornando-se muito mansos. Ann se interessou por eles e começou sua criação de Ragdolls, reconhecida pela NCFA (National Cat Fanciers Association) no ano de1965. A raça foi introduzida no Brasil em 1998.
Comportamento: Sociável e extremamente manso, é comum dormir de barriga para cima, com os braços pendentes, em qualquer lugar ou no colo de qualquer pessoa. Meigos, dóceis e brincalhões, recebem as visitas da melhor forma possível.
Características físicas: Físico grande e imponente, com extremidades sombreadas, a cor dos olhos é sempre azul. Confundidos com bichinhos de pelúcia, pelagem é como a de coelho: fofa e sedosa.
Cuidados e higiene: Têm pêlos moderadamente longos e muito sedosos, não requerem banhos e nem escovações muito freqüentes.
--------------------------------------------------------------------------------
Russian Blue
Histórico: Há muitas lendas e histórias, mas a mais defendida é a de que o Azul da Rússia é natural das Ilhas Arcangel, no norte da Rússia e era comercializado por marinheiros com destino à Inglaterra. Foi chamado de Gato de Arcangel, Foreing Blue e Gato Maltês. Talvez descendam do Gato Real dos Czares da Rússia e foram os favoritos da Rainha Vitória. Nascido do cruzamento de gatos da mesma raça, é uma espécie genuína que foi apurada ao longo de anos.
Comportamento: Elegante e companheiro, é um gato exótico de pêlo curto. É tão tranqüilo, dócil e silencioso, que fica difícil perceber quando uma fêmea está no cio. É calmo, tem um miado gracioso que o torna um encantador de corações.
Características físicas: Focinho em V, o formato dos cantos da boca lhe dá a expressão de um sorriso doce, orelhas pontudas e estreitas na base, recobertas por uma pele fina e quase transparente; a cor da pelagem varia do cinza ao azul, com pêlos densos, corpo longilíneo, pescoço fino e ligeiramente curvado. Excelente caçador, embora o comprimento das patas às vezes atrapalhe. O que o distingue de outras raças com características semelhantes é o manto triplo e a pelagem felpuda, unicamente azul com as pontas dos pêlos prateada, que lhe confere um aspecto brilhante e lustroso.
Cuidados e higiene: Ao contrário dos gatos “peludos”, esta raça perde pouco pêlo e não necessita de grandes especiais.
--------------------------------------------------------------------------------
Sagrado da Birmânia
Histórico: Há diferentes versões de sua origem: uma delas versões diz que o Sagrado descende de Sita, um gato transportado de um templo de Mianmar (antiga Birmânia) para a França em 1919, por August Pavie e o Major Russell Gordon. Outra versão é de que o gato teria sido enviado como presente para os Khmers em agradecimento à proteção dos templos durante os ataques dos brâmanes (sacerdotes hindus).
A raça chegou aos EUA em 1959; à Inglaterra em 1965 e ao Brasil nos anos 70, trazida pelo alemão, Gunther Holderer.
Comportamento: Também chamado Birman, tem temperamento dócil, carinhoso e é excelente companhia. É extremamente inteligente e, para pedir carinho ou atenção, costuma mordiscar o calcanhar do dono.
Características físicas: Porte médio, pêlos ponteados, olhos azuis-safira e os extremos das patas brancos como se usasse luvas.
Cuidados e higiene: Possui pêlos semi-longos que não precisam ser escovados com freqüência, pois não são propícios ao aparecimento de nós. Saúde forte.
--------------------------------------------------------------------------------
Savannah
Histórico: O crédito da raça é geralmente atribuído a Joyce Sroufe, do Gatil A1 Savannahs, que, além de conseguir produzir gatos híbridos, foi a primeira a conseguir trabalhar as gerações seguintes e produzir machos férteis após a quarta geração. Em 1997, ela apresentou a raça na exposição de Westchester, NY, que vem sendo trabalhada desde 1994.
Comportamento: Adora brincar com o dono e pode ser treinado para andar em coleira ou pegar brinquedos que são arremessados, como os cães. Bastante sociável, se dá bem com crianças e com outros pets, adora brincar com água, é muito dócil, bastante ativo e companheiro.
Características físicas: Com porte avantajado, a elegância no andar o diferencia de outras raças e é considerada a maior raça de gatos híbridos do mundo, originada do cruzamento do Serval Africano com gatos domésticos. Seu tamanho depende da geração de distância do Serval: as primeiras gerações são maiores e, após a quarta geração, a raça fica aproximadamente do tamanho de um gato doméstico, mas mantém os membros longos e o aspecto selvagem. Pelagem curta e exótica (fundo dourado, prateado, cinza escuro ou ainda preto sólido) com spots escuros, orelhas grandes e arredondadas, seu pescoço apresenta listras horizontais e possui tear drops: linhas escuras que descem dos cantos mediais dos olhos como se fossem marcas de lágrimas.
Cuidados e higiene: São gatos grandes e de crescimento rápido, que devem ser alimentados com ração de alta qualidade.
--------------------------------------------------------------------------------
Scottish Fold
Histórico: É a única raça felina que se caracteriza pelas orelhas dobradas em direção aos olhos. Nos Estados Unidos, sua criação já faz sucesso. Aqui, está querendo engatinhar. O Scottish Fold apareceu como uma mutação espontânea em gatos de fazenda na Escócia. A raça vem se estabelecendo através de cruzas com o British Shorthair e com gatos domésticos na Escócia e na Inglaterra. Na América, fazem-se cruzamentos com o Americano e com o British Shorthair. Todos os Scottish Fold autênticos devem seu pedigree a Susie, o primeiro gato com orelha dobrada descoberto pelos iniciadores da raça, William e Mary Ross.
Comportamento: Carinhoso, afetuoso e brincalhão, com miado suave e comportamento silencioso, adora a vida familiar. Relaciona-se bem com outros animais, não exige atenção constante do dono.
Características físicas: Orelhas pequenas e dobradas para frente são a característica peculiar, é possível encontrá-los com orelhas dobradas ou eretas (normais). Porte compacto, robusto, pelagem pode ser de 2 tipos: pêlo curto, espesso, denso, como se fosse pelúcia ou semilongo.
--------------------------------------------------------------------------------
Siamês
Histórico: A raça teve origem no antigo Reino do Sião, atual Tailândia, e os primeiros exemplares chegaram à Inglaterra no fim do século XIX. Os primeiros Siameses eram gatos robustos e arredondados que muito diferenciam dos longilíneos de hoje.
O novo padrão foi desenvolvido no fim da década de 40 na Inglaterra e, logo após, nos EUA (anos 1950). O padrão moderno foi introduzido no Brasil ao final dos anos 70 pela criadora Anne Marie Gasnier.
Comportamento: É extremamente dócil, adora ficar no colo e gosta muito do contato com o dono. Isso acontece porque são afetivos e extremamente interativos com os donos e as crianças da casa, além de muito inteligentes. Há relatos de Siameses que aprenderam a usar o vaso sanitário de suas casas.
Características físicas: A principal característica do Siamês é a cor ponteada, ou seja, a intensidade da cor é maior nas pontas (cabeça, patas e cauda) e menor no corpo. Corpo alongado, longilíneo, fino e atlético. Seu pêlo deve ser extremamente curto, denso e fechado. A cor dos olhos deve ser de um profundo azul-cobalto. Cabeça de cunha longa em formato triangular, crânio e nariz formando uma única linha reta, sem stop, alto do crânio arredondado, queixo forte, orelhas largas e abertas.
Cuidados e higiene: Raça muito saudável. Se os exemplares forem mantidos com os cuidados básicos no tocante à vacinação e alimentação, não darão trabalho. O pêlo é bem fininho e macio. O tratamento do pêlo não exige muito, mas uma escovação semanal é imprescindível.
--------------------------------------------------------------------------------
Siberiana
Histórico: Têm o mesmo aspecto rústico dos outros gatos provenientes de florestas. Talvez eles sejam um meio-termo entre os Maine Coons e os Florestas Norueguesas: nem “refinados” quanto estes, tampouco tão “abrutalhados” quanto aqueles. A raça é nova no Brasil e há poucos exemplares.
Comportamento: Muito afetivos, interagem com seus donos e não costumam estranhar visitas. São grandes caçadores e têm uma impulsão pouco comum em outras raças: são brincalhões. Uma das qualidades é também a docilidade; são extremamente companheiros e ligados aos donos e adaptam-se muito fácil às mudanças, inclusive de clima.
Características físicas: A principal característica é o tamanho e, conseqüentemente, o peso, que pode ultrapassar 10 quilos; um verdadeiro peso-pesado felino. Outra característica peculiar é uma “chilreada” na expressão verbal. São inteligentes e afetuosos, gostam de água (menos no banho) e das alturas. Com as pernas dianteiras mais curtas que as traseiras; são musculosos, têm patas poderosas e rabo entre médio e longo. Quanto à cabeça, tem perfil reto, ou seja, não se pronuncia um focinho exagerado. O nariz deve ser bem largo com um breve afinamento na ponta. Olhos devem ser distantes um do outro e levemente oblíquos;
as orelhas distantes, grandes e voltadas para frente. A pelagem é o diferencial da raça: em princípio, ela tem aspecto de impermeável, o que é natural, já que a raça convive bem com a neve. Entretanto seus pêlos são absolutamente macios.
--------------------------------------------------------------------------------
Sphynx
Histórico: Na década de 60 um misterioso gene mutante apareceu nas ruas de Toronto, Canadá. Numa ninhada, um filhote “pelado” havia nascido e ele, a mãe e outros gatos com mutações que os deixavam sem pêlos foram a base para o desenvolvimento da raça. Para a reprodução foi usado um macho da raça Devon Rex; as ninhadas foram levadas para a Holanda e França. O cruzamento com gatos domésticos e outras raças fortaleceu a genética.
Comportamento: Inteligentes, interagem bem com outros animais e são brincalhões. Se rir é o melhor remédio, você será extremamente saudável se tiver um Sphynx! Carinhosos, afetuosos, adoram ser mimados.
Características físicas: Os famosos “gatos sem pêlo” ou “gatos pelados” possuem pêlos sim, mas tão finos e pequenos que são quase imperceptíveis; trata-se de uma fina penugem na maior parte do corpo. Poucos pêlos presentes na face, pés, cauda e testículos, pele enrugada na cabeça, corpo e patas e uma barriga em formato de pêra. Cabeça média, com orelhas grandes e largas na base, sem pêlos por dentro, podendo ter leve penugem externamente. Olhos grandes, em formato de limão, muito afastados, doces e expressivos.
Cuidados e higiene: Manutenção deve ser feita toda semana: as orelhas precisam ser limpas, unhas cortadas (para evitar que se arranhe) e, o principal, precisa tomar banho. Por não possuir pêlos, seu corpo produz gordura que, se não for removida, marca os móveis e locais onde ele fica.
Dr. Cláudio Amichetti Junior: Veterinário Integrativo em São Paulo e Osasco
O Dr. Cláudio Amichetti Junior (CRMV-SP 75404 VT), médico veterinário integrativo, criador de felinos de raça e cães de guarda, e com mais de 30 anos como CEO do PetClube, é engenheiro agrônomo formado em 1985 pela UNESP EE Jaboticabal com o maior número de créditos possíveis em sua turma. Ele oferece atendimento especializado para pets em diversas localidades.
Seu espaço holístico e meditativo, PetClube, está localizado no Km 334 da Rodovia Régis Bittencourt, em Juquitiba/SP. É facilmente acessível para tutores de São Paulo, Morumbi, Vila Olímpia, Moema, Pinheiros, Jardins, Alphaville, São Bernardo do Campo, Itapecirica da Serra e adjacências.
Além de Juquitiba, o Dr. Amichetti atende presencialmente as regiões de Embu-Guaçu, Itapecirica da Serra, São Lourenço da Serra, Miracatu, São Bernardo do Campo, Osasco, Santo André e São Caetano do Sul. Sua expertise abrange também bairros nobres de São Paulo como Vila Nova Conceição, Cidade Jardim, Jardim Paulistano, Ibirapuera, Lapa, Aclimação, Higienópolis, Itaim Bibi, Tatuapé e Mooca.
Dr. Cláudio é pioneiro em um sistema sustentável com alimentação 100% natural (raw feeding) e ingredientes orgânicos cultivados em seu espaço holístico em Juquitiba / São Lourenço da Serra, garantindo dietas frescas e livre de agrotóxicos para seus pacientes. Ele é especialista em modulação intestinal, sistema endocanabinoide e nutrição natural.
Com essa abordagem integrativa, o Dr. Cláudio auxilia no tratamento e prevenção de uma ampla gama de problemas de saúde, incluindo:
Para quem não está na região, oferece telemedicina para todo o Brasil com acompanhamento de médico veterinário, utilizando as plataformas Zoom e Google. É importante ressaltar que a primeira consulta deve ocorrer na presença de um médico veterinário local, garantindo que pets em qualquer lugar tenham acesso à sua abordagem integrativa.
Para agendamentos ou mais informações, visite www.petclube.com.br ou entre em contato pelo WhatsApp (11) 99386-8744. Seu pet merece saúde natural, equilíbrio e longevidade sustentável.
Infecções com o protozoário parasita Giardia intestinal em cães e gatos são comuns.
Os sinais clínicos variam de assintomática a diarréia do intestino delgado e desconforto associado.
O controle de infecções em cães é frequentemente um problema frustrante para os proprietários de animais e veterinários.
Drogas com atividade antiprotozoal como fenbendazol e metronidazol são recomendados, no entanto, eles não mostram 100% de eficácia e super infecções ocorrem regularmente.
Ronidazole é atualmente a droga de escolha para o tratamento de Tritrichomonas feto em gatos e ainda há pouca informação disponível sobre a sua eficácia contra Giardia spp.
Nos canis investigados, cães apresentaram regularmente fezes soltas e a presença de Giardia (assemblage C, rebatizado como G. canis) em forma de cistos.
Uma estratégia de eliminação deste parasita envolvendo gestão rigorosa higiene e desinfecção das caixas com 4-cloro-M-cresol, o tratamento oral com ronidazole (30-50mg / kg BW oferta para 7 dias) e dois shampooings (contendo clorexidina) no início e no final dos tratamentos foi implementada para um grupo de seis cães. Como controle outro grupo de sete cães foi transferido para os gabinetes desinfetado e lavado, mas não tratada. Fezes de cães foram testados para a presença de cistos de Giardia (SAF técnica de concentração) ou antígeno Giardia com um ELISA comercial (NOVITEC (®)) e um teste baseado na imunocromatografia rápida (SensPERT (®)) antes e entre 5 e 40 dias após a último tratamento. Todos os cães tratados com ronInfecções com o protozoário parasita Giardia intestinal em cães e gatos são comuns. Os sinais clínicos variam de assintomática a diarréia do intestino delgado e desconforto associado. O controle de infecções em cães é frequentemente um problema frustrante para os proprietários de animais e veterinários. Drogas com atividade antiprotozoal como fenbendazol e metronidazol são recomendados, no entanto, eles não mostram 100% de eficácia e superinfections ocorrem regularmente. Ronidazole é atualmente a droga de escolha para o tratamento de Tritrichomonas feto em gatos e agora há pouca informação disponível sobre a sua eficácia contra Giardia spp. No canil investigados, cães apresentaram regularmente fezes soltas e a presença de Giardia (assemblage C, rebatizado como G. canis) cistos. Uma estratégia de eliminação deste parasita envolvendo gestão rigorosa higiene e desinfecção das caixas com 4-cloro-M-cresol, o tratamento oral com ronidazole (30-50mg / kg BW oferta para 7 dias) e dois shampooings (contendo clorexidina) no início e no final dos tratamentos foi implementada para um grupo de seis cães. Como controle outro grupo de sete cães foi transferido para os gabinetes desinfetado e lavado, mas não tratada. Fezes de cães foram testados para a presença de cistos de Giardia (SAF técnica de concentração) ou antígeno Giardia com um ELISA comercial (NOVITEC (®)) e um teste baseado na imunocromatografia rápida (SensPERT (®)) antes e entre 5 e 40 dias após a último tratamento. Todos os cães tratados com ronidazol foram negativos para cistos de Giardia e antigénio, até 26 dias após o último tratamento, enquanto que entre 1 e 5 dos animais de controlo deram positivo em cada uma das séries de ensaio. Neste ponto, também os cães do grupo controle foram novamente mudou para recintos limpos, lavados duas vezes e tratado com ronidazole. Cinco, 12 e 19 dias após o último tratamento, os cães do grupo controle apresentaram resultados negativos para os cistos de Giardia e antígeno. No entanto, todos os animais apresentavam resultados positivos novamente em pontos de tempo mais tardios em pelo menos uma das três técnicas de diagnóstico aplicados dentro de 33-61 dias após o tratamento. Além disso, todos os cães apresentaram episódios de diarréia (por 1-4 dias) dentro de 14-31 dias após o tratamento e as fezes não formadas durante todo o experimento. O efeito positivo do ronidazole contra infecções de Giardia em cães pode ser confirmada neste estudo. Em particular, a combinação do tratamento ronidazol combinada com a desinfecção do ambiente e lavagem dos cães era altamente eficaz na redução da excreção de cisto Giardia e podem, portanto, constituir uma estratégia de controlo alternativo para giardiosis canino.
idazol foram negativos para cistos de Giardia e antigénio, até 26 dias após o último tratamento, enquanto que entre 1 e 5 dos animais de controlo deram positivo em cada uma das séries de ensaio. Neste ponto, também os cães do grupo controle foram novamente mudou para recintos limpos, lavados duas vezes e tratado com ronidazole. Cinco, 12 e 19 dias após o último tratamento, os cães do grupo controle apresentaram resultados negativos para os cistos de Giardia e antígeno. No entanto, todos os animais apresentavam resultados positivos novamente em pontos de tempo mais tardios em pelo menos uma das três técnicas de diagnóstico aplicados dentro de 33-61 dias após o tratamento. Além disso, todos os cães apresentaram episódios de diarréia (por 1-4 dias) dentro de 14-31 dias após o tratamento e as fezes não formadas durante todo o experimento. O efeito positivo do ronidazole contra infecções de Giardia em cães pode ser confirmada neste estudo. Em particular, a combinação do tratamento ronidazol combinada com a desinfecção do ambiente e lavagem dos cães era altamente eficaz na redução da excreção de cisto Giardia e podem, portanto, constituir uma estratégia de controlo alternativo para giardiosis canino.
PetClube Amigo e a Medicina Veterinária
Somos uma verdadeira Entidade do Bem e Parceiros da Natureza, promovendo uma conexão profunda entre humanos, animais e o meio ambiente. Nosso compromisso vai além da seleção cuidadosa de filhotes mansos e saudáveis; buscamos proporcionar uma experiência transformadora para tutores que desejam elevar suas vidas por meio da energia positiva que esses animais carregam.
Dr. Cláudio Amichetti Junior: Veterinário Integrativo em São Paulo
Recentemente, seu artigo “A CONTRIBUIÇÃO DAS DIETAS CETOGÊNICAS ASSOCIADAS À ATIVIDADE FÍSICA PARA AUMENTO DO BDNF E DO GH NA NEUROPLASTICIDADE EM ANIMAIS” foi avaliado e aceito para publicação na prestigiada revista Dcs, reforçando sua base científica nas abordagens integrativas.
Seu espaço holístico e meditativo, PetClube, está localizado no Km 334 da Rodovia Régis Bittencourt, em Juquitiba/SP. É facilmente acessível para tutores de São Paulo, Morumbi, Vila Olímpia, Moema, Pinheiros, Jardins, Alphaville, São Bernardo do Campo, Itapecirica da Serra e adjacências.
Para quem não está na região, oferece telemedicina para todo o Brasil com acompanhamento de médico veterinário, utilizando as plataformas Zoom e Google. É importante ressaltar que a primeira consulta deve ocorrer na presença de um médico veterinário local, garantindo que pets em qualquer lugar tenham acesso à sua abordagem integrativa.
Para agendamentos ou mais informações, visite
O Encanto dos Munchkins: Pequenos, Raros e Muito Especiais ✨
Você já ouviu falar nos **Munchkins**? Esses gatinhos de patinhas curtas são uma verdadeira raridade no mundo felino! Mas você sabia que existem diferentes tipos?
🐾 Munchkin Toy: Ainda menores e igualmente saudáveis, esses gatinhos são extremamente raros e encantadores.
🐾 Little Legs: Munchkins com patinhas curtas, que os tornam ainda mais especiais e exclusivos. São raríssimos e possuem um valor agregado mais alto.
🐾 Middle Legs:Também pertencem à família Munchkin, mas com patinhas médias. Esses filhotes muitas vezes têm um preço mais acessível, permitindo que mais pessoas possam ter um Munchkin em casa.
Aqui no **Pet Clube Med vet**, os Munchkins são criados de maneira única: cercados pela natureza, com todo o carinho e amor que merecem. E mais do que isso: ao adquirir um desses filhotes, você também contribui para o **replantio da Mata Atlântica**, ajudando a manter um trabalho ecologicamente correto e sustentável.
Se você sonha em ter um gatinho raro, excelente como terapia e apoio emocional, encantador e criado com todo o respeito à natureza, venha conhecer o Pet Clube Med vet! 💚🐾
Novidades Gatofilia:Gato da Raça Munchkin, Miniature Cat, Teacup Cat, Pata Curta, Minuet Cat Napoleon e Genetta
MUNCHKIN BRASIL MINI GATO MINI CAT Miniature Cat Teacup Cat AMICAT
Dr. Cláudio Amichetti Junior: Veterinário Integrativo em São Paulo Brasil
O Dr. Cláudio Amichetti Junior (CRMV-SP 75404 VT), médico veterinário integrativo com larga expertise em felinos os quais cria ha mais de 40 anos, é engenheiro agrônomo formado em 1985 pela UNESP EE Jaboticabal com o maior número de créditos possíveis na sua turma. Ele oferece atendimento especializado para pets em diversas localidades.
PetClube, é um espaço holístico replantado em Mata Atlântica, localizado no Km 334 da Rodovia Régis Bittencourt, em Juquitiba/SP. É facilmente acessível para tutores de felinos, caes e gatos de São Paulo, Morumbi, Vila Olímpia, Moema, Pinheiros, Jardins, Alphaville, São Bernardo do Campo, Itapecirica da Serra e adjacências.
Além de Juquitiba, o Dr. Amichetti atende presencialmente as regiões de Embu-Guaçu, Itapecirica da Serra, São Lourenço da Serra, Miracatu, São Bernardo do Campo, Santo André e São Caetano do Sul. Sua expertise abrange também bairros nobres de São Paulo como Vila Nova Conceição, Cidade Jardim, Jardim Paulistano, Ibirapuera, Lapa, Aclimação, Higienópolis, Itaim Bibi, Tatuapé e Mooca.
Dr. Cláudio é pioneiro em um sistema sustentável com alimentação 100% natural (raw feeding) e ingredientes orgânicos cultivados em seu espaço holístico em Juquitiba / São Lourenço da Serra, garantindo dietas frescas e livre de agrotóxicos para seus pacientes. Ele é especialista em modulação intestinal, sistema endocanabinoide (Cannabis Medicinal)e nutrição natural, prevenindo obesidade, alergias e distúrbios metabólicos. Para quem não está na região, oferece telemedicina para todo o Brasil através da plataforma Booklim.com, garantindo que pets em qualquer lugar tenham acesso à sua abordagem integrativa.
Para agendamentos ou mais informações, visite www.petclube.com.br ou entre em contato pelo WhatsApp (11) 99386-8744. Seu pet merece saúde natural, equilíbrio e longevidade sustentável.
#Munchkin #MunchkinToy #LittleLegs #MiddleLegs #GatoRaro #GatosDePataCurta #PetClub #Sustentabilidade #Natureza #AmorPelosAnimais
Siga nosso Instagram e fique por dentro das últimas novidades e dos mais adoráveis bebês pet! Descubra filhotes de cães e gatos que vão derreter seu coração. Não perca a chance de acompanhar fotos encantadoras e conteúdos exclusivos. Acesse agora e se apaixone por nossos pequenos peludos!