Revista Científica Medico Veterinária Petclube Cães Gatos - engenheiro agronomo juquitiba

engenheiro agronomo juquitiba

engenheiro agronomo juquitiba

  • CÃES E GATOS PLANTAS QUE FAZEM BEM NO TRATAMENTO DO SEU PET

    Petclube Sustentável:Criação de animais domésticos para companhia Facilitando a Preservação da Mata Atlântica com incremento no Lençol Freático e mitigação do Aquecimento Global.

    Tratamentos Alternativos com Plantas e Ervas para Cães e Gatos 

    Introdução a Fitoterapia: 

    PRODUTOS INOVADORES PARA ANIMAIS DE PEQUENO PORTE Negócios Veterinários Alunos: Andrea Maia Eliane Verdadeiro Fabiana Nascimento Silvia Pereira Professor Mauricio Salvado

    Medicamentos Fitoterápicos são produtos inovadores na Medicina Veterinária 

    A fitoterapia é o tratamento e/ou a prevenção de doenças usando plantas.

    A ação do produto é baseada na presença de princípios ativos de origem vegetal.

    A fitoterapia é uma terapia com a propriedade de curar males, de maneira não agressiva, pois estimula as defesas naturais do organismo.

    Vantagens do uso de produtos fitoterápicos:

    custos mais baixos,

    boa eficácia terapêutica promovendo bem-estar ao animal e saúde, efeitos colaterais reduzidos, a cura e prevenção de muitas doenças,

    Neem = combate o carrapato desidratando-o e atua nos ovos causando má formação.

    Citronela = toxicidade em todos os estágios de vida das pulgas. Devido ao seu odor cítrico é um potente repelente de pulgas.

    Principais plantas medicinais utilizadas na fitoterapia:

    Melaleuca : combate fungos, processos alérgicos, caspa e irritação cutânea.

    Calêndula: cicatrizante, antialérgico, antiinflamatório, bactericida, antifúngico, analgésico eantiemético.

    Principais plantas medicinais utilizadas na fitoterapia:

    Aloe Vera: hidratante dos pêlos, coceira, cicatrizante de pequenos ferimentos, mastite em vacas.

    Camomila: realça os pêlos dourados e brancos, cicatrizante e calmante

    Principais plantas medicinais utilizadas na fitoterapia:

    Hamamelis: rica em taninos atua como cicatrizante, combate oleosidade excessiva da pele e caspas.

    Andiroba: cicatrizante, repelente contra insetos e moscas

    Principais plantas medicinais utilizadas na fitoterapia: Erva – de – santa – maria: atua na prevenção das pulgas, verminoses e calcificação de fraturas em cães

    Copaíba : antiséptico, antiinflamatório, antialérgico, antidematogênico, antiparasitário, vermífuga, desifetante, anticancerígena, antiulcerogênica.

    A Fitoterapia na Medicina Veterinária Já usada como terapia medicinal em humanos a alguns anos vem crescendo na medicina veterinária.

    A pouco tempo que as indústrias farmacêuticas veterinárias começaram a investir em extratos de plantas medicinais

    Os preconceitos quanto a eficácia dos produtos fitoterápicos existem, mas já se observa mudanças neste conceito da população.

    Uma das causas da existência desses preconceitos é o uso indevido e sem conhecimentos das ervas medicinais. 

    Este setor cresce em media 25% ao ano,

    Já temos alguns profissionais gabaritados na área de medicina veterinária trabalhando com esses produtos inovadores,

    Hoje já existem muito estudo sobre o efeito das ervas nos animais de grande e pequeno porte. A Fitoterapia na Medicina Veterinária É um mercado promissor por ainda estar sendo explorado, A população a cada dia tem uma tendência maior ao uso de produtos naturais tanto para si quanto para seus animais. I

    Indústrias farmacêuticas trabalham em parceria com médicos veterinários na identificação das plantas, sua farmacologia, dosagens e formas de administrações.

    Produtos fitoterápicos veterinários, auxiliam no tratamento: tártaro, problemas comportamentais, eliminam maus odores causados pelos animais, cicatrizantes de ferimentos, regulador intestinal, traumas e dores musculares, repelentes, doenças de pele, antiflamatórios . Produtos Inovadores: Sabonete Elaborado com Neem e Citronela; Uso em cães, gatos e eqüinos de quaisquer idade no controle e prevenção de pulgas, carrapatos, piolhos e repelente de insetos;

    O óleo de Babaçú confere maciez e brilho à pelagem; O Sabonete é glicerinado não agredindo a pele nem a pelagem do animal e é totalmente atóxico .

    Petclube Sustentável:Criação de animais domésticos para companhia Facilitando a Preservação da Mata Atlântica com incremento no Lençol Freático e mitigação do Aquecimento Global.

    Excelente ponto, Claudio! Ampliar o escopo das condições tratáveis pode, de fato, atrair mais tutores em busca de soluções integrativas.

    Aqui está o texto revisado, destacando os distúrbios que podem ser abordados com sua expertise:


    Dr. Cláudio Amichetti Junior: Veterinário Integrativo em São Paulo e Além

    O Dr. Cláudio Amichetti Junior (CRMV-SP 75404 VT), médico veterinário integrativo, criador de felinos de raça e cães de guarda, e com mais de 30 anos como CEO do PetClube, é engenheiro agrônomo formado em 1985 pela UNESP EE Jaboticabal com o maior número de créditos possíveis em sua turma. Ele oferece atendimento especializado para pets em diversas localidades.

    Seu espaço holístico e meditativo, PetClube, está localizado no Km 334 da Rodovia Régis Bittencourt, em Juquitiba/SP. É facilmente acessível para tutores de São Paulo, Morumbi, Vila Olímpia, Moema, Pinheiros, Jardins, Alphaville, São Bernardo do Campo, Itapecirica da Serra e adjacências.

    Além de Juquitiba, o Dr. Amichetti atende presencialmente as regiões de Embu-Guaçu, Itapecirica da Serra, São Lourenço da Serra, Miracatu, São Bernardo do Campo, Santo André e São Caetano do Sul. Sua expertise abrange também bairros nobres de São Paulo como Vila Nova Conceição, Cidade Jardim, Jardim Paulistano, Ibirapuera, Lapa, Aclimação, Higienópolis, Itaim Bibi, Tatuapé e Mooca.

    Dr. Cláudio é pioneiro em um sistema sustentável com alimentação 100% natural (raw feeding) e ingredientes orgânicos cultivados em seu espaço holístico em Juquitiba / São Lourenço da Serra, garantindo dietas frescas e livre de agrotóxicos para seus pacientes. Ele é especialista em modulação intestinal, sistema endocanabinoide e nutrição natural.

    Com essa abordagem integrativa, o Dr. Cláudio auxilia no tratamento e prevenção de uma ampla gama de problemas de saúde, incluindo:

    • Distúrbios Gastrointestinais: Através da modulação intestinal e exclusão de alérgenos como carboidratos, ele trata DII (Doença Inflamatória Intestinal), colite, disbiose, diarreias crônicas, sensibilidades alimentares, gastrites e pancreatites.
    • Alergias e Problemas de Pele: Soluciona alergias alimentares e ambientais que se manifestam em problemas de pele e pelagem, otites e coceiras incessantes.
    • Condições Metabólicas: Previne e gerencia obesidade, diabetes, problemas renais e hepáticos, promovendo o equilíbrio do metabolismo.
    • Dor e Inflamação: O uso de cannabis medicinal (sistema endocanabinoide), junto com outras terapias integrativas, oferece alívio para dor crônica, osteoartrite, artrite, e condições inflamatórias diversas.
    • Ansiedade e Comportamento: Ajuda pets com ansiedade, estresse, fobias, convulsões e outros distúrbios comportamentais, buscando o equilíbrio neurológico e emocional.
    • Suporte Oncológico: Oferece suporte complementar para pacientes oncológicos, melhorando a qualidade de vida e minimizando efeitos colaterais de tratamentos convencionais.

    Para quem não está na região, oferece telemedicina para todo o Brasil com acompanhamento de médico veterinário, utilizando as plataformas Zoom e Google. É importante ressaltar que a primeira consulta deve ocorrer na presença de um médico veterinário local, garantindo que pets em qualquer lugar tenham acesso à sua abordagem integrativa.

    Para agendamentos ou mais informações, visite www.petclube.com.br ou entre em contato pelo WhatsApp (11) 99386-8744. Seu pet merece saúde natural, equilíbrio e longevidade sustentável.

  • Plantas Tóxicas Cães e Gatos

    PLANTAS TÓXICAS

     

    Em nosso cotidiano, convivemos com plantas que podem ser tóxicas, as quais podem ocasionar até nossa morte, existindo algumas características quanto a intoxicação através delas.

    A intoxicação pode ser aguda, que ocorre quase sempre por ingestão, geralmente crianças ou pessoas não esclarecidas. Intoxicação crônica, que decorre da ingestão continuada, acidental ou propositada de certas espécies vegetais.

    Existe também a exposição crônica, evidenciada por manifestações cutâneas em decorrência do contato sistemático com vegetais. E pela utilização continuada de certas espécies vegetais sob a forma de pó para inalação, fumos ou infusões, a fim de obter efeitos alucinógenos ou entorpecentes.

    As plantas que mais provocam intoxicação são as seguintes; Datura, Jatropha, Ricinus, Manihot, Dieffenbachia, Arum, Solanum, Pyracantha, Viscum, Sambucus. Na maioria dos acidentes, as vítimas são as crianças, pois a planta tem cores que são atrativas e aparentam ter um sabor agradável.

    Devemos fazer uma prevenção de segurança em relação a isso, seguindo algumas regras básicas:

    - Conhecer as plantas perigosas da região, residência, aspecto e pelo nome.

    - Não comer plantas sem saber a procedência.

    - Conservar plantas, sementes, etc., longe do alcance de crianças.

    - Ensinar as crianças a não colocar nenhum objeto ou plantas na boca.

    - Identificar a planta antes de comer seus frutos.

    - O aquecimento ou cozimento, nem sempre destrõem a substância tóxica.

    - Não tomar nenhum remédio caseiro sem antes consultar um médico.

    - Evitar aspirar a fumaça de plantas que estão sendo queimadas.

    - Não existem regras para práticas seguras para se distinguir plantas comestíveis das venenosas.

    PLANTAS COMESTÍVEIS QUE POSSUEM TOXINAS

    Em nossa dieta cotidiana, existem plantas que possuem toxinas naturais, são substâncias químicas que podem atuar como toxinas. Se forem ingeridas em quantidades excessivas, durante um tempo prolongado, armazenamento ou processamento. As plantas que podem gerar um risco por serem perigosas são as que contêm ácido oxálico, glicosinolatos, lectinas, nitratos, saponinas e solaninas.

     

    ÁCIDO OXÁLICO

    Algumas plantas como o espinafre, ápio e algumas espécies de nabos contêm ácido oxálico, o Ruibarbo (Rheum raponticum) é a principal espécie que pode causar intoxicações.

    As reações pela ingestão são; irritação digestiva, inclusive dor na boca e garganta, náuseas, vômitos, diarréia e cólicas abdominais. Podem ocorrer distúrbios renais são evidenciados por proteinúria, hematúria, oxalúria, oligúria e anúria.

    GLICOSINOLATOS

    Algumas plantas que contêm essa substância são; cebola (Allium cepa), colza (Brassica napus), mandioca (Manihot utilissima), mostarda escura (Armoracia lapathifolia), mostarda branca (Brassica hirta), nabo (Brassica campestris), rabanete (Raphanus sativus), repolho (Brassica oleracea). O tratamento é sintomático e de suporte e monitoração das funções renais.

    Os glicosinolatos são encontrados nas Crussiferae, os tiocianatos, aparecem como produtos de decomposição de isocianatos existentes nos vegetais inibem a captação de iodo pela tireóide, podendo favorecer o aparecimento do bócio. O tratamento se faz com a interrupção do consumo e uma dieta rica em iodo.

    LECTINAS

    As plantas que contêm esse tipo de substância são as plantas do gênero Phaseolus como; feijão comum, feijão de corda, feijão de lima, lentilha, soja, feijão fava.

    As lectinas são proteínas que tem a propriedade de aglutinar eritrócitos em intensidade variável, são geralmente encontrados nas sementes, tubérculos, caules, casca, folhas e seiva. Sendo a maioria termolábil, o cozimento pode atenuar ou inativar sua ação.

    Se forem ingeridos crus ou malcozidos, podem provocar náuseas, vômitos, cólicas abdominais e diarréia. O trtatamento é sintomático e de suporte.

    NITRATOS

    Algumas plantas como o espinafre, brócolis, couve-flor, pepino, nabo e sorgo são encontrados nitratos, que quando cozidos libera a maior parte de nitratos na água.

    Os sintomas são mais observados em crianças que podem apresentar náuseas, cefaléia, vômitos. Em casos graves ocorrem distúrbios neurológicos, torpor, coma, convulsões, hipotensão arterial e disritmias. O sangue vai apresentar coloração achocolatada escura. Nos casos sintomáticos o antídoto é o azul de metileno via intravenosa.

    SAPONINAS

    As plantas que contêm esse tipo de substância são a alfafa, soja, beterraba, espinafre e aspargo. As saponinas são termolábeis, isto é, com o cozimento podemos atenuar ou inativar sua ação. Provocam distúrbios gastrointestinais, náuseas, vômitos, cólicas abdominais, diarréia. O tratamento é sintomático e de suporte.

    SOLANINAS

    São encontradas geralmente nas Solanaceae, a batata é a principal planta comestível que provoca intoxicação. As folhas e caules de tomate se usados como alimento, podem contêr concentrações elevadas de solanina. Uma parte dessa toxina pode ser removida pelo cozimento.

    Os sintomas causados pela intoxicação de ingestão de batatas são distúrbios digestivos, náuseas, vômitos, cólicas abdominais, diarréia, sonolência, delírios. O tratamento é sintomático e de suporte.

     

    FUNGOS TÓXICOS

    Várias espécies de fungos, são geralmente contaminantes de grãos e cereais, com capacidade de sintetizar toxinas que provocam efeitos lesivos em animais de laboratório, no ser humano e nos animais utilizados na alimentação humana, chamadas de micotoxicoses.

    AS AFLATOXINAS

    São cumarinas substituídas contendo um núcleo deidrofurano, existindo quatro tipos mais importantes, designados pela cor da fluorescência sob a luz ultravioleta (B1 e B2, luz azul) e G1 e G2, luz verde).

    O principal produtor de aflatoxina é o Aspergillus flavus, as aflatoxinas são encontradas em diversos vegetais como o amendoim, semente de algodão, castanha do Pará, pistache, ervilha, milho, trigo, centeio, aveia, arroz, gergelim, soja e batata doce. O amendoim é o mais comum por estar contaminado, devido ao seu mau armazenamento em ambientes úmidos ou poucos ventilados.

    As aflatoxinas são hepatotóxicas podendo determinar proliferação de ductos biliares, infiltração gordurosa e necrose centrolobular, apresentando também atividade carcinogênica. Um dos melhores tratamentos seriam as medidas preventivas diminuindo ou terminando a exposição.

     

    COGUMELOS TÓXICOS

    Os cogumelos são saprófitas, vivendo à custa de material orgânico em decomposição ou como parasitas, à custa de organismos vivos.

    Existem duas classes de importância que são:

    -Basidiomycetes; caracterizam-se por micélios de organização celular e pela produção em certa fase do ciclo de um tipo especial de esporângio, o basídio, que reveste as lamelas. Uma das ordens, Hymenomycetales (Agaricales), é importante pela toxicologia que inclui várias famílias contendo espécies venenosas:

    Boletaceae (Boletus sp)

    Coprinaceae (Coprinus sp)

    Clavariaceae (Clavaria sp)

    Agaricaceae ( Lepiota sp)

    Amanitaceae (amanita sp)

    Tricholomataceae (Tricholoma sp)

    - Ascomycetes (Gyromitra sp, Sarcosphoera sp) caracterizam-se por apresentarem células saculares chamadas ascus, que expelem esporos através de uma pequena ponta ou cobertura.

    A intoxicação provocada por cogumelos, apresenta aspectos que dificultam o atendimento médico e seu estudo.

    Atualmente é conhecida várias espécies tóxicas, porém os dados descritivos são referentes a espécies de outros países. Uma espécie tóxica pode produzir efeitos muito variados, pode ocorrer de uma espécie ser comestível em uma região e tóxica em outra. Alguns cogumelos podem perder as propriedades tóxicas se cozidos ou ressecados, é importante a colaboração por um botânico experiente ou então basear-se na sintomatologia do paciente.

    Aparentemente as crianças são mais suscetíveis aos efeitos lesivos, sendo que qualquer que seja a toxina, os sintomas sempre iniciam-se por reações gastrointestinais. Um fator importante para um diagnóstico, é o tempo de latência que é o intervalo entre a ingestão do cogumelo e aparecimento da sintomatologia. Se o tempo de latência for inferior a duas horas(tempo de latência curto), indica intoxicação de prognóstico favorável, se for superior a seis horas(tempo de latência longo), indica que a intoxicação é grave.

    - Intoxicação por tempo de latência curto:

    Síndrome gastrointestinal

    Síndrome alucinógena

    Síndrome muscarínica

    Síndrome panterínica

    Síndrome copriniana

    - Intoxicação por tempo de latência longo:

    Síndrome faloidiana

    Síndrome giromitriana

    Síndrome cortinariana

    ALGUMAS PLANTAS LUCINÓGENAS

    ABSINTO

    O absinto (Artemisia absinthum - Família Absteraceae) é uma planta herbácea, perene, de gosto amargo e odor forte peculiar, possui folhas pinadas, pubescentes, de coloração esverdeada, flores tubulosas. É geralmente utilizado como bebida alcoólica, contendo dois princípios de natureza glicosídica, um óleo essencial de cor verde intensa, aromática e de sabor pungente acre. No óleo é encontrado um princípio tóxico importante, a tujona.

    O manuseio das flores pode produzir efeitos erupções cutâneas em pessoas sensíveis. A tujona é considerada estimulante neurológico, seu consumo excessivo pode provocar hiperexcitabilidade, inquietude, agitação psicomotora, alterações sensoriais e psíquicas. Pode provocar ainda tremores, fraqueza muscular, delírios, convulsões, através do consumo crônico.

     

     

    COCA

    A coca (Erythroxylum coca - Família Erythrxylaceae), é um arbusto que cresce em regiões tropicais e subtropicais de clima úmido, encontrada principalmente nos Andes, Bolívia e México. Atinge cerca de 1,5 m de altura, folhas pequenas de tamanho inferior a 5 cm. Existe uma outra espécie (Erythroxylum novogranatense) encontrado nas regiões montanhosas da Colômbia, norte do Peru e do Caribe, as folhas são verdes escuras, ovaladas, de ápice agudo odor delicado e sabor amargo.

    As folhas de coca são utilizadas de várias formas, são geralmente mascadas, picadas, socadas ou misturadas a diversos materiais. A cocaína é geralmente inalada ou aspirada como rapé, o pó é colocado em linhas sobre uma superfície lisa e dura (por exemplo um espelho). Os efeitos euforizantes são de curta duração e seguidos de uma desagradável sensação de mal estar, então o usuário continua aspirando as diversas linhas por dias. A base livre ou crack e a pasta (produtos intermediários da extração) geralmente são fumadas sob a forma de cigarros e às vezes misturadas com tabaco e maconha. As folhas de coca possuem concentrações variáveis de cocaína que é em torno de 1%, cocaína é a benzoilmetilecgonina ou éster do ácido benzóico e uma base nitrogenada, a metilecgonina. A produção é feita colocando as folhas em tambores contendo álcalis, ácido sulfúrico, querosene e outros solventes. A cocaína é muito bem absorvida por via nasal, onde os efeitos psíquicos aparecem 15 a 30 minutos após a insuflação, por via oral também é boa mas demorada.

    Os efeitos da cocaína manifestam-se em três fases:

    1ª Fase

    É chamada de estimulação precoce, caracterizada por euforia, hiperatividade, logorréia, inquietude, irritabilidade e distúrbios físicos, incluindo cefaléia, náuseas, vômitos, podendo ocorrer também taquicardia, hipertensão arterial, aumento da freqüência cardíaca, aumento da temperatura corporal, palidez da pele. Ainda nesta fase podem ser observados tiques, alucinações, bruxismo e quadros psicóticos.

     

     

    2ª Fase

    Evidencia-se tremores, hiperreflexia e convulsões tônico clônicas com comprometimento da consciência, hipertensão arterial e taquicardia, com distúrbios respiratórios marcantes com dispneia e cianose seguidas por edema agudo pulmonar e insuficiência respiratória.

    3ª Fase

    Essa é a fase da depressão, observada em situações mais graves, caracterizada por hiporreflexia, coma, paralisias musculares, depressão respiratória, cardíaca. Pode ocorrer o óbito na fase estimulatória tardia ou na depressiva.

     

    COHOBA

    A Cohoba ou paricá ou caboba, (Piptadenia peregrina), é uma árvore que possui o porte grande, chegando algumas a atingirem 25 m de altura, encontrada na Colômbia, Venezuela, Guianas e Norte do Brasil. As sementes eram utilizadas pelos índios para fins alucinógenos e provocar insensibilidade a dor, usada hoje como droga de abuso por determinados grupos.

    Para o uso, a semente é torrada, seca ao sol e triturada, o pó é aspirado como rapé usando-se um tubo em forma de Y, onde é introduzido nas narinas. Seus efeitos são alucinações, incoordenação motora, fala trêmula, euforia, distúrbios sensoriais, alguns efeitos podem persistir como cefaléia, insônia e inquietude.

    O tratamento pode ser feito através de uma supervisão do paciente e em casos mais graves o tratamento é sintomático e de suporte.

     

    DAMA DA NOITE (Cestrum nocturnum - Família Solanaceae)

    Chamada também de jasmim verde, é um arbusto, podendo atingir até 4m de altura, possui ramos sinuosos, pendentes, com folhas de pecíolos longos, inflorescências terminais ou axilares, flores sésseis, cálice campanulado, corola esverdeada ou amarela, com aroma muito agradável.

    A intoxicação se dá por ingestão de folhas ou frutos, ocorrendo sintomas como náuseas, vômitos, distúrbios de comportamento, alucinações, midríase e secura de mucosas.

    ALGUNS VEGETAIS BELADONADOS

    Os vegetais beladonados possuem princípios ativos com propriedades anticolinérgicas, eram utilizadas na antigüidade para várias finalidades, aproximadamente existem 85 espécies difundidas nas Américas contendo dois gêneros mais importantes; o Datura e Solanum.

    Saia Branca (Datura suaveolens - Família Solanaceae

    Doce amarga (Solanum dulcamara - Família Solanaceae)

    Erva moura (Solanum nigrum - Família Solanaceae)

    Figueira do inferno (Datura stramonium - Família Solanaceae)

    Peloteira (Solanum pseudocapsicum - Faília Solanaceae)

    Toé (Datura insignis - Família Solanaceae)

    Trombeteira roxa (Datura metel - Família Solanaceae)

     

    OS VEGETAIS CIANOGÊNICOS

    Mandioca brava (Manihot utilissima - Família Eupforbiaceae)

    A mandioca brava é um vegetal cianogênico; que são espécies que mesmo pertencendo a mesma família e gêneros diferentes apresentam em comum glicosídios capazes de liberar ácido cianídrico. A mandioca brava possui alguns nomes populares como mandioca amarga, manipeba, mandioca puri, mandioca branca. As sua propriedades tóxicas sofrem influência por vários fatores, sendo morfologicamente de difícil distinção entre as variedades tóxicas e atóxicas.

    Podem atingir cerca de 2 m de altura, suas raízes carnosas são usadas como alimento, o que causa muitas intoxicações por pessoas não esclarecidas, seu caule e ramos são nodosos, de coloração avermelhada apresentando cicatrizes salientes(vestígios de folhas antigas), as folhas são verdes ou vermelho arroxeadas, são alternas, palmadas, circulares com lobulação, pecíolo discreto. Seu fruto é uma noz, semelhante a mamona.

    O princípio tóxico da mandioca é encontrado em toda a planta, porém é mais concentrado nas folhas e na entrecasca e no seu látex leitoso, a casca da raiz contêm de 5 a 10 vezes mais agentes tóxicos do que a polpa. Aparentemente o teor de glicosídeo e ácido cianídrico parece depender da idade da planta, altitude, natureza do solo, condições climáticas etc.

    A maniotoxina, era considerado como princípio ativo, e posteriormente foi identificado como um glicosídeo cianogênico, a linamarina (glicosídeo de acetoncianidrina). A linamarina é termolábil e volátil, desse modo, o seu cozimento por fervura ao fogo direto e os processos de fabricação da farinha ou derivados são suficientes para eliminá-la, ainda assim, existe dúvida em relação a raiz, pois o teor de glicosídeos é muito grande e mesmo fervendo pode oferecer perigo.

    Os sintomas pela ingestão da mandioca brava ocorrem manifestações gastrointestinais, seguidas de vômitos, náuseas, cólicas abdominais, diarréia, sonolência, irritação da mucosa respiratória, aparecem também distúrbios neurológicos como torpor e coma, convulsões, midríase.

    ALGUNS VEGETAIS COM INTERESSE TOXICOLÓGICO

    ALAMANDA (Allamanda cathartica - Família Apocynaceae)

    É uma planta muito usada no paisagismo, encontrada no Brasil todo, é uma planta trepadeira com folhas verticiladas, ovais ou oblongas, flores campanuladas de coloração amarela ou alaranjada, o fruto é uma cápsula bivalva contendo algumas sementes.

    Todas as partes da planta são tóxicas, inclusive o látex resinoso, se for ingerida causa distúrbios gastrointestinais, náuseas, cólicas abdominais, vômitos e diarréia.

     

    AROEIRA BRAVA (Lithraea malleoides - Família Anacardiaceae)

    É uma árvore que pode atingir até 7 m de altura, possui caule tortuoso de casca fina rico em tanino, é empregada na construção civil e como agente tintorial. As folhas, o lenho e a casca, possuem um princípio ativo hipersensibilizante.

    Se uma pessoa entrar em contato com qualquer parte da planta ou a simples permanência perto da árvore, pode ocasionar uma dermatite caracterizada por eritema, pápulas, vesículas, bolhas.

    ARREBENTA CAVALO (Solanum aculeatissimum - Família Solanaceae)

    Possui outros nomes populares como, arrebenta boi, melancia de praia, juá. É uma erva sublenhosa, atinge cerca de 50 cm de altura, o caule possui espinhos retos e amarelados, folhas grandes lobadas, com espinhos grandes nos pecíolos e nas nervuras principais. As flores se agrupam em pequenos grupos formando uma figura estrelada, cálice espinhoso e corola esbranquiçada. O fruto é esférico, pálido e marcado com traços verde escuros quando imaturos, depois de maduros tem a cor amarelada ou cor de zarcão claro, as sementes são numerosas. O perigo é quando o fruto está seco, pois tem a casca suculenta muito doce, e as crianças acabam por se intoxicar.

    AZEDINHA (Oxalis repens - Família Oxalidaceae)

    Planta comum que possui vários nomes como trevo azêdo, trevo dágua, três corações. Sua folhas e frutos apresentam um gosto azêdo e ácido devido a presença de oxalato de potássio. A intoxicação só ocorre quando se ingere quantidades grandes do vegetal. O ácido oxálico evidencia-se como uma ação cáustica sobre todo o trato intestinal. Os sintomas notados pela intoxicação são náuseas, dor retroesternal, vômitos, diarréias, o abdômen pode apresentar-se volumoso devido a fermentação do vegetal não digerido. E nos casos mais graves ocorrem cefaléia, sonolência, torpor, coma ou convulsões.

    CAJU (Anacardium occidentale - Família Anacardiaceae)

    Planta muito conhecida e utilizada por muitos, sua propriedade toxicológica encontra-se na casca da semente ou no líber que provoca efeitos irritantes. A toxicidade deve-se a uma substância oleosa chamada cardol.

    A mastigação ou ingestão da castanha crua, provoca uma sintomatologia digestiva intensa, que se caracteriza por dores em queimação na boca, região retroesternal ou gástrica, edema de lábios, língua e gengivas, disfagia, vômitos. A castanha assada é inócua.

     

    CAMARÁ (lantana camara - Família Verbenaceae)

    É uma planta comum em jardins, usada para montar cercas vivas, possui outros nomes como cambará, lantana espinhosa, cambará verdadeiro. É um pequeno arbusto com caule ramificado até a raiz formando muitos galhos cruzados, possui pequenos espinhos nos ramos, folhas ovais, ásperas, cheiro semelhante ao da erva cidreira, inflorescências em capítulos, flores vermelhas ou amarelas.

    Os sintomas aparecem algumas horas depois de ingerida, provocando náuseas, diarréia, fraqueza, letargia, respiração lenta e difícil, fotofobia, ataxia, hiporreflexia e coma. Foram relatados casos de óbito.

    CAVALINHA (Equisetum pyramidale - Família Equisetaceae)

    A cavalinha, ou cauda de raposa ou cauda de cavalo, é uma planta encontrada nos brejos, atingindo cerca de 1,5 m de altura possui um caule reto e fistuloso, ramos ascendentes, numerosos, verticilados, com 7 a 9 ângulos cada vez mais curtos para a extremidade superior, folhas estreitas.

    É uma planta que intoxica principalmente animais, onde ocorre intoxicação crônica caracterizada por deficiência em tiamina, provavelmente por ação de um glicosídeo, a articulina. No ser humano, não foi relatado nenhum relato.

    COMIGO NINGUÉM PODE (Dieffenbachia picta - Família Araceae)

    É uma planta muito cultivada por nós, geralmente cultiva-se dentro de vasos em casa, possui espesso caule ereto, folhas grandes, oblongas, vistosas, pecioladas, verde escuras, com manchas esbranquiçadas.

    A sua toxicidade decorre de ráfides de oxalato de cálcio existentes no caule, folhas e látex, que agiriam por uma ação mecânica irritativa.

    A ingestão de qualquer parte da planta ou somente mastiga-la, manifesta-se irritação de mucosa, edema de lábios, língua, palato com dor em queimação, sialorréia, cólicas abdominais náuseas e vômitos. Em decorrência do grande edema, a vítima fica impossibilitada de falar, ocorre afonia devido ao edema de faringe ou das cordas vocais. O contato dos olhos com o suco leitoso, provoca irritação intensa, edema, fotofobia, lacrimejamento.

     

    COROA DE CRISTO (Euphorbia milii - Família Euphorbiaceae)

    Planta usada comumente para montar cercas vivas e muito utilizada no Brasil, apresenta grande número de espátulas rígidas e pontiagudas e pequenas flores de cor vermelha, produz seiva abundante e leitosa.

    Seu látex é irritante ou cáustico, os efeitos dependem do tipo de exposição, como contato com a pele do látex ou dos espinhos, o que vai causar lesões irritativas que vão desde um simples eritema até vesículas e posterior formação de pústulas. A ingestão ou mastigação de qualquer parte da planta, ocasiona lesão irritativa da mucosa bucal com edema de lábios e língua, sialorréia, disfagia, náuseas e vômitos.

    O contato com os olhos ocasiona processos inflamatórios como conjuntivites e em casos mais graves, lesões da córnea com perda parcial ou total da visão.

    CURARE (Strychnos toxifera - Família Loganiaceae)

    O curare era utilizado por tribos indígenas e usado para caça, utilizando o veneno na ponta das flexas. O curare é uma substância resinosa, preta ou vermelho escura, ou pardo escura de sabor amargo. Admite-se a existência de diversos tipos de curare conforme a origem e modo de extração.

    A intoxicação só é observada quando se ingere quantidades muito grandes, sendo a paralisia, a principal manifestação.

    ESPIRRADEIRA (Nerium oleander - Família Apocynaceae)

    É uma planta herbácea que atinge de 2m a 4m de altura, possui o caule cilíndrico com ramos cinzentos acastanhados, folhas opostas, pecioladas, lanceoladas, inflorescências terminais, flores geralmente rosadas, corola grande e vistosa.

    Todas as suas partes são tóxicas, contendo princípios tóxicos como cardioativos, oleandrina, nerioside, folineurina. A rosagenina que é extraída da casca, é considerada extremamente tóxica de propriedades semelhantes às da estricnina, foram evidenciados também óleos voláteis, vitamina C e glicosídeos cianogênicos.

    A intoxicação pode ocorrer pela ingestão de água contaminada com flores ou folhas ou chupar a flor pelo cabo. Alguns sintomas aparecem como por exemplo distúrbios gastrointestinais, náuseas, vômitos, cólicas abdominais, diarréias. Pode ocorrer o óbito por parada cardíaca.

    EUCALIPTO (Eucalyptus globulus - Família Myrtaceae)

    Árvore de grande porte, atingindo mais de 15 m de altura, usada para fins industriais, possui folhas opostas, sem estípulas interpeciolares, as folhas secas tem um odor característicos e sabor amargo.

    As folhas principalmente, possui óleos essenciais (misturas de eucaliptol ou cineol) e terpineol, álcoois, aldeídos e terpenos, sendo que o eucaliptol é o princípio ativo responsável pelos possíveis efeitos lesivos.

    Quando se mastiga a folha, fica um sabor amargo produzindo uma sensação de calor ou queimação na boca. A ingestão excessiva de óleo essencial pode ocasionar irritação gastrointestinal provocando náuseas, vômitos, diarréia, cólicas abdominais, tontura, fraqueza, delírios. O seu manuseio pode acarretar reações alérgicas com urticária e erupções cutâneas.

    FUMO (Nicotiana tabacum - Família Solanaceae)

    O fumo é uma planta herbácea que pode atingir cerca de 3m de altura, possui folhas ovaladas, elípticas ou lanceoladas, flores agregadas nas extremidades dos ramos formando inflorescências, apresentando cálice cilíndrico, corola esverdeada ou rósea, fruto de forma variável.

    Todas as partes do vegetal contêm nicotina, que pode ser absorvido pelo organismo pela ingestão, inalação da fumaça, mascado, inalado como rapé, etc. A concentração de nicotina em um cigarro varia de 1% até 5%, na fumaça varia muito também. Greenberg e cols., em 1952, fizeram observações sobre o conteúdo em nicotina de cigarros e charutos, observaram que na fumaça do tabaco seco tinha porcentagem bem maior que o tabaco úmido. O alcalóide é encontrado em forma pura ou então como componente de glicosídios, sendo os mais importantes a tabacicina e a tabacina, quando puro, apresenta-se na forma de um líquido volátil e incolor que escurece quando exposto ao ar e de sabor pungente acre.

    É absorvido rapidamente pela mucosa bucal, gástrica, conjuntival, vaginal e retal e excretado pela urina. Não se conhece a dose letal, mas admite-se que 2 a 4 gotas de nicotina pura são suficientes para matar um adulto, 10mg pode ser fatal para uma criança.

    O tratamento para intoxicação por nicotina se for grave, é obrigatório a internação do paciente na unidade de terapia intensiva (UTI), onde deve-se ficar atento aos distúrbios respiratórios.

    HERA (Hedera helix - Família Araliaceae)

    Planta muito utilizada para decorar ambientes residenciais, no chão pode estender-se cobrindo-o todo com sua densa folhagem, ou é encontrado preso aos muros e árvores através de raízes adventícias. Possui folhas alternas, lustrosas, verde escuras ou apresentando manchas branco acinzentada, flores pequenas, verde amareladas e o fruto é uma baga preta.

    É uma planta que produz saponinas, substâncias que tem efeitos irritantes produzindo lesões celulares e modificação da permeabilidade celular. A absorção intestinal é lenta e difícil caracterizada por hemólise eritrocitária.

    Se uma pessoa ingerir a hera, pode acarretar vários sintomas como cólicas, sialorréias, náuseas, vômitos, diarréia. Podem ocorrer desidratações.

    JEQUIRITI (Abrus precatorius - Subfamília Papilionateae)

    Planta que possui vários nomes populares como jequiriti, olho de pombo, olho de cabra, tento dos mudos, tento das américas, arvoeiro, carolida miúda, jefingo, ruti. É uma planta trepadeira de regiões litorâneas, cresce em todo o Brasil e floresce em Fevereiro, possui folhas alternas, pequenas, as sementes são ovóides com 3 a 8mm. Tem a cor vermelho com um olho preto no hilo, existindo outras variedades com sementes pretas e olho branco e vice e versa.

    As sementes possuem albumina tóxica, a abrina e um ácido aminado, o N-metiltriptofano, ácido ábrico, glicirrizina e enzima lipolítica. A semente quando imatura e com o envoltório mais fino e mole, por isso mais facilmente digerida, é considerada mais tóxica, adminite-se que a toxidez aumente com o calor.

    Os sintomas aparecem depois de algumas horas ou vários dias, sendo náuseas vômitos, cólicas abdominais, diarréias. Os distúrbios gastrointesinais provocam desidratações, seguidas de convulsões, choque e óbito. Foram descritos casos de óbitos em crianças com a ingestão de apenas uma semente.

    JOIO (Lolium temulentum - Família Graminae)

    É um capim comum, onde costuma aparecer em outras plantas cultivadas, as sementes quando maduras parecem grãos de trigo, as folhas são lanceoladas e as inflorescências espigadas.

    Em suas sementes encontram-se a temulina que é um alcalóide responsável pela sua toxicidade, é admitido também que o princípio tóxico seja provocado por fungos. A intoxicação pode ocorrer quando se misturam os grãos de joio com os de trigo, cevada ou centeio, o que vai acarretar uma intoxicação por ingestão, os sintomas são náuseas, vômitos, distúrbios neurológicos (cefaléia, tonturas, vertigens, sonolência, torpor e coma, convulsões, distúrbios visuais).

    JOÁ (Solanum sisymbriofolium - Família Solanaceae)

    Planta conhecida popularmente como juá, joá, juá amarelo, arrebenta cavalo. É uma erva semiarbustiva, que atinge 1m de altura, possui folhas solitárias com espinhos nos pecíolos e nervuras principais, inflorescências terminais, cálice espinhoso, corola branca pouco lobada. Fruto vermelho amarelado, encontrado em todo o Brasil.

    A intoxicação ocorre por ingestão que vai causar vômitos, cólicas abdominais e diarréia. Crianças que ingerem um grande número de frutos, pode ocorrer uma obstrução intestinal, a criança apresenta vômitos freqüêntes e dores abdominais, abdomên estendido.

    MAMONA (Ricinus communis - Família Euphorbiaceae)

    Planta comum no Brasil e encontrada nos terrenos baldios, pode ser chamada também de mamoneiro, carrapateiro, palma cristi. É um arbusto com 2m de altura, possuindo caule nodoso, ramificado, de coloração verde avermelhada ou vermelho escura, lenho brando e alvo, folhas alternas, palmatiformes, longamente pecioladas, verdes ou vermelho escuras, inflorescências terminais ou axilares, alternas, parecendo feixes de filetes reunidos. Seu fruto tem a forma de uma noz redonda, geralmente espinhosa, com 3 lojas onde se encontram a semente que é quase oval, brilhante, acinzentada e que contêm uma carúncula e amêndoa muito oleaginosa. Os frutos são indeiscentes ou seja, quando maduros estalam lançando as sementes.

    As sementes da mamona contêm uma toxicoalbumina, a ricina e um corpo cristalino nitrogenado chamado ricinina. Na sua polpa também são encontrados glicoproteínas alergizantes que podem provocar dermatite alérgica, rinite e asma, o óleo de mamona não contêm ricina, ficando esta retida na torta.

    1mg/Kg de ricina, pode ser letal para animais, e 0,06 a 0,18mg pode ser letal para um homem de 60 Kg, foram descritos óbitos pela ingestão de uma semente em crianças e duas sementes em adulto.

    Os sintomas aparentes podem ser náuseas e queimação na garganta, vômitos, diarréia e cólicas abdominais, hipotermia, taquicardia, oligúria, sonolência, torpor e coma.O fator alergênico da semente é considerado um dos mais fortes, e quando inalado provoca reações variadas, que podem ser coriza alérgica, conjuntivite e asma brônquica. Na cidade de Bauru, SP ocorreu uma epidemia de distúrbios respiratórios asmatiformes devido a poluição atmosférica por resíduos de mamona liberados por uma fábrica de óleo, ficou conhecida como "asma de Bauru".

    FLOR DE PAPAGAIO (Euphorbia pulcherrima Família Euphorbiaceae)

    Planta muito usada em jardins e praças, tem um aspecto muito bonito, possui folhas verdes escuras, e uma inflorescência pequena com brácteas que podem ser vermelhas ou amarelas.

    Seu látex é irritante ou cáustico, os efeitos dependem do tipo de exposição, como contato com a pele do látex , o que vai causar lesões irritativas que vão desde um simples eritema até vesículas e posterior formação de pústulas. A ingestão ou mastigação de qualquer parte da planta, ocasiona lesão irritativa da mucosa bucal com edema de lábios e língua, sialorréia, disfagia, náuseas e vômitos.

    O contato com os olhos ocasiona processos inflamatórios como conjuntivites e em casos mais graves, lesões da córnea com perda parcial ou total da visão.

     

    Dr. Cláudio Amichetti Junior: Veterinário Integrativo em São Paulo 

    O Dr. Cláudio Amichetti Junior (CRMV-SP 75404 VT), médico veterinário integrativo, criador de felinos de raça e cães de guarda, e com mais de 30 anos como CEO do PetClube, é engenheiro agrônomo formado em 1985 pela UNESP EE Jaboticabal com o maior número de créditos possíveis em sua turma. Ele oferece atendimento especializado para pets em diversas localidades.

    Seu espaço holístico e meditativo, PetClube, está localizado no Km 334 da Rodovia Régis Bittencourt, em Juquitiba/SP. É facilmente acessível para tutores de São Paulo, Morumbi, Vila Olímpia, Moema, Pinheiros, Jardins, Alphaville, São Bernardo do Campo, Itapecirica da Serra e adjacências.

    Além de Juquitiba, o Dr. Amichetti atende presencialmente as regiões de Embu-Guaçu, Itapecirica da Serra, São Lourenço da Serra, Miracatu, São Bernardo do Campo, Santo André e São Caetano do Sul. Sua expertise abrange também bairros nobres de São Paulo como Vila Nova Conceição, Cidade Jardim, Jardim Paulistano, Ibirapuera, Lapa, Aclimação, Higienópolis, Itaim Bibi, Tatuapé e Mooca.

    Dr. Cláudio é pioneiro em um sistema sustentável com alimentação 100% natural (raw feeding) e ingredientes orgânicos cultivados em seu espaço holístico em Juquitiba / São Lourenço da Serra, garantindo dietas frescas e livre de agrotóxicos para seus pacientes. Ele é especialista em modulação intestinal, sistema endocanabinoide e nutrição natural, prevenindo obesidade, alergias e distúrbios metabólicos.

    Para quem não está na região, oferece telemedicina para todo o Brasil com acompanhamento de médico veterinário, utilizando as plataformas Zoom e Google. É importante ressaltar que a primeira consulta deve ocorrer na presença de um médico veterinário local, garantindo que pets em qualquer lugar tenham acesso à sua abordagem integrativa.

    Para agendamentos ou mais informações, visite www.petclube.com.br ou entre em contato pelo WhatsApp (11) 99386-8744. Seu pet merece saúde natural, equilíbrio e longevidade sustentável.

  • Visão Med Vet Holística no Petclube Amigo Pets Caes e Gatos Criados na Natureza

    Criação Holística no Petclube: Um Estilo de Vida Integrado para Cães e Gatos

    No Petclube, a criação de nossos cães e gatos transcende o convencional. Não se trata apenas de oferecer um lar, mas de proporcionar um sistema de vida holístico e integrado, onde cada animal floresce em harmonia com a natureza e recebe um cuidado que nutre corpo, mente e espírito. Essa dinâmica única foi construída e se aprimorou ao longo de mais de três décadas, paralelamente ao nosso compromisso em cultivar e preservar a Mata Atlântica que hoje nos cerca.

    Acreditamos que a saúde plena de um pet é o reflexo de um ambiente saudável e de práticas que respeitam sua essência natural. É por isso que combinamos o conhecimento da Engenharia Agronômica Sustentável em Juquitiba do Dr. Claudio, que criou um santuário ecológico, com sua expertise em Medicina Veterinária Integrativa em SP, desenvolvendo um modelo de criação que é, em si, um verdadeiro estilo de vida.

    Pilares do Nosso Sistema Holístico Integrado:

    1. Imersão Diária na Mata Atlântica Revitalizada: Os Banhos de Floresta:

      • Nossos cães e gatos desfrutam de um privilégio único: a imersão diária nos Banhos de Floresta, uma prática inspirada no Shinrin-Yoku japonês. Todos os pets, sem exceção, participam ativamente dessa experiência.
      • Passeios e Banhos de Floresta na Mata Atlântica em Juquitiba: Cotidianamente, eles têm acesso a extensas áreas de Mata Atlântica que nós mesmos plantamos e revitalizamos ao longo de 30 anos. Esses momentos não são apenas exercícios físicos; são profundas experiências sensoriais que estimulam a mente, acalmam o espírito e promovem o bem-estar físico e emocional. A conexão com a terra, os aromas da floresta, o som da vida selvagem, a textura das folhas e o toque da brisa – tudo isso contribui para um profundo estado de relaxamento e para o reforço de seus comportamentos naturais em um ambiente seguro e enriquecido. A simples presença na floresta, comprovadamente, reduz o estresse e melhora a imunidade.
      • Água Natural com a criação e surgimento das minas, nascentes ou olhos dágua: Um dos grandes tesouros que floresceram com a nossa Mata Atlântica é a pureza das nossas fontes. Nossos animais desfrutam de água natural de minas, cristalina e rica em minerais, que brota diretamente do solo que tanto cuidamos num local onde não existia Mata, tampouco água. Essa água, naturalmente filtrada pelo ecossistema que construímos arduamente, é um diferencial significativo e contribui diretamente para a vitalidade e saúde de nossos pets.
    2. Alimentação Natural e Funcional:

      • Reconhecemos a importância vital da nutrição. Nossos animais são alimentados com uma dieta natural, balanceada e funcional, composta por ingredientes frescos e de alta qualidade. Essa abordagem alimentar respeita a biologia de cada espécie, otimizando a digestão, fortalecendo o sistema imunológico e promovendo uma energia duradoura, muito diferente das dietas ultraprocessadas convencionais.
    3. Medicina Veterinária Integrativa – Um Cuidado Abrangente:

      • O Petclube adota uma abordagem de saúde que vai muito além da supressão de sintomas. Nossos pets recebem cuidados que buscam a raiz dos desequilíbrios, utilizando um leque de terapias integrativas:
        • Fitoterapia Veterinária: Uso de extratos de plantas e ervas medicinais para prevenção e tratamento de diversas condições.
        • Nutrição Funcional: Otimização da dieta com foco em ingredientes específicos para a saúde e prevenção de doenças.
        • Acupuntura Veterinária: Estimulação de pontos específicos do corpo para equilibrar a energia, aliviar dores e melhorar funções orgânicas.
        • Terapia Floral: Essências de flores para auxiliar no equilíbrio emocional e comportamental.
        • Ozonioterapia: Utilização do ozônio para promover oxigenação, combater infecções e modular o sistema imunológico.
        • Homeopatia Veterinária: Medicamentos ultra-diluídos para estimular a capacidade de autocura do organismo.
        • Etologia Aplicada: Compreensão e manejo do comportamento animal para garantir bem-estar psicológico e social.
        • Enriquecimento Ambiental: Estratégias para estimular física e mentalmente os animais, prevenindo estresse e tédio.
    4. Cannabis Medicinal: Novas Fronteiras no Bem-Estar Pet:

      • Avançando na vanguarda da saúde animal, e com base na pós-graduação em Farmacologia do Dr. Claudio, exploramos as possibilidades terapêuticas da Cannabis Medicinal em pets. Quando clinicamente indicada e sob rigorosa supervisão veterinária, os canabinoides podem oferecer alívio significativo para diversas condições, como:
        • Manejo da dor crônica (artrite, pós-operatório).
        • Redução da ansiedade e estresse (medo de fogos, separação).
        • Controle de convulsões em casos de epilepsia refratária.
        • Alívio de náuseas e melhora do apetite (em pacientes oncológicos, por exemplo).
        • Propriedades anti-inflamatórias e neuroprotetoras.
      • Esta abordagem é utilizada com ética e base científica, focando na melhoria da qualidade de vida dos animais.

    O Grande Diferencial: Uma Sinergia Incomparável

    O que torna o Petclube verdadeiramente singular é a sinergia entre todos esses elementos. Nossa Mata Atlântica não é apenas um cenário; é um pilar ativo da saúde de nossos pets. A qualidade da água, a pureza do ar, a riqueza do ambiente para a estimulação física e mental – tudo isso floresceu e se aprimorou conforme plantávamos a floresta. A prática diária dos Banhos de Floresta na cidade de Juquitiba, é a manifestação mais clara dessa integração profunda e consciente.

    Não se trata de terapias isoladas, mas de um ecossistema cuidadosamente construído onde a saúde dos animais e a saúde do planeta estão intrinsecamente ligadas. Em um mundo focado no materialismo, o Petclube é um testemunho de que a verdadeira riqueza reside na vida, na natureza e na saúde integral, construída com paixão, ciência e o amor incondicional de uma família, sem depender de incentivos externos.

    O Petclube está situado na cidade de Juquitiba/Sp, cada cão e gato é parte de uma visão maior, vivendo uma vida plena, cercado por um legado verde que inspira e transforma.

    Dr. Cláudio Amichetti Junior – Médico Veterinário Integrativo em São Paulo e Regiões Metropolitanas 🌟 CRMV-SP 75404 VT | Atendimento Presencial na Clínica PetClube e Telemedicina para Todo o Brasil

    Se você busca um médico veterinário integrativo com mais de 40 anos de experiência clínica e prática sustentável, o Dr. Cláudio Amichetti Junior é a referência ideal em São Paulo e nas regiões de Embu-Guaçu, Itapecirica da Serra, Juquitiba, São Lourenço da Serra, Miracatu, São Bernardo do Campo, Santo André e São Caetano do Sul.

    Com clínica física localizada na PetClube, no coração sustentável de Juquitiba/SP – atendendo bairros nobres como Morumbi, Vila Nova Conceição, Cidade Jardim, Jardim Paulistano, Ibirapuera, Vila Olímpia, Moema, Lapa, Aclimação, Higienópolis, Itaim Bibi, Pinheiros, Jardins, Tatuapé, Moca e Alphaville – o Dr. Amichetti oferece atendimento presencial com agendamento rápido e telemedicina nacional via plataforma segura (Booklim.com), garantindo acesso a tutores de todo o Brasil.


    🩺 Médico Veterinário Integrativo com Expertise em Sistema Sustentável

    Como engenheiro agrônomo formado pela ESALQ-USP e criador de gatos e cães há mais de 4 décadas, o Dr. Amichetti desenvolveu um sistema sustentável único:

    • Alimentação 100% natural (raw feeding com ingredientes orgânicos) cultivados em sua fazenda integrada à Clínica PetClube em Juquitiba / São Lourenço da Serra
    • Produção livre de agrotóxicos, com permacultura e ciclo fechado
    • Ingredientes frescos entregues diretamente para pacientes em São Paulo, São Bernardo do Campo, Santo André e São Caetano do Sul

    Isso lhe dá expertise prática incomparável na prevenção de obesidade, alergias alimentares e distúrbios metabólicos, especialmente em gatos sensíveis e cães de raças predispostas.


    📍 Espaço Holístico PetClube: Endereço e Contato Oficial

    🏥 PetClube Amichetti LTDA – Clínica Veterinária Integrativa 📍 Rodovia Régis Bittencourt, Km 334 (Barra Mansa, Juquitiba/SP, CEP 06950-000) 🛣️ A apenas 45 minutos de São Paulo – Ideal para tutores de Morumbi, Vila Olímpia, Moema, Pinheiros, Jardins, Alphaville, São Bernardo do Campo, Itapecirica da Serra ou Juquitiba. 📞  📱 WhatsApp: (11) 99386-8744 (Agendamento rápido e consultas iniciais) 🌐 Site: www.petclube.com.br (Com mapa interativo e localização exata) 🕒 Horário: Segunda a quinta 10h às 15;30h | Emergências 24h via WhatsApp

    Dica para SEO e Visitação: A Clínica PetClube é otimizada para buscas locais no Google, com palavras-chave como "médico veterinário integrativo Juquitiba SP", "clínica pet Rodovia Regis Bittencourt Km 334" e "veterinário raw feeding São Paulo". Inclua o endereço completo em seu site para melhorar o ranqueamento em Juquitiba, São Paulo, Embu-Guaçu, Itapecirica da Serra, Juquitiba, São Lourenço da Serra, Miracatu, São Bernardo do Campo, Santo André, São Caetano do Sul, Morumbi, Vila Nova Conceição, Moema, Pinheiros, Alphaville, Higienópolis, Itaim Bibi, Jardins, Tatuapé, Moca.


    🔬 Áreas de Especialização do Médico Veterinário Integrativo

     
     
    Área de Atuação Experiência Específica Benefícios para Seu Pet
    Modulação Intestinal Uso de probióticos (Lactobacillus spp.), prebióticos (inulina de chicória orgânica) e dietas anti-inflamatórias para tratar DII, colite e disbiose. Mais de 2.000 casos resolvidos com redução de 80% em sintomas crônicos em pacientes de Vila Olímpia, Moema, Pinheiros e Itaim Bibi. Melhora absorção de nutrientes, reduz diarreia e fortalece imunidade intestinal – essencial para gatos sensíveis em Alphaville, Morumbi e Jardins.
    Sistema Endocanabinoide (SEC) Modulação via CBD veterinário (doses de 0,5–2 mg/kg), anandamida natural (de ômegas) e ervas como cúrcuma. Experiência em ansiedade, artrite e suporte oncológico em pets de São Bernardo do Campo, Santo André e São Caetano do Sul. Equilíbrio hormonal para mais calma, menos dor e melhor apetite, sem efeitos psicoativos – ideal para pets estressados em Higienópolis, Tatuapé e Moca.
    Alimentação Natural Dietas raw/caseiras balanceadas (PMR: 80% proteína animal, 10% órgãos, 10% ossos), com suplementos sustentáveis. Ajustes para taurina em gatos e ômega-3 em cães. Atendimento em Embu-Guaçu, Itapecirica da Serra e Miracatu. Previne obesidade e diabetes; promove pelagem brilhante e longevidade (média +3 anos em pacientes) em Vila Nova Conceição, Cidade Jardim e Ibirapuera.
    Sustentabilidade Agronômica Produção de alimentos orgânicos em sua fazenda em Juquitiba / São Lourenço da Serra, integrando permacultura para rações ecológicas. Dietas éticas, de baixo carbono, alinhadas à criação responsável de pets em São Paulo, Lapa, Aclimação e Alphaville.
     

    🎤 Destaque em Congressos e Palestra

    Em eventos como o Congresso Brasileiro de Nutrologia Veterinária, o Dr. Amichetti reforça:

    “Uma flora intestinal saudável amplifica os endocanabinoides naturais, estendendo a vida útil dos pets em até 20%.”

    Essa visão é aplicada diariamente em pacientes da Clínica PetClube, de São Paulo (Morumbi, Vila Olímpia, Moema, Pinheiros) até Embu-Guaçu, Itapecirica da Serra, Juquitiba e São Lourenço da Serra.


    🐾 Agende com o Melhor Médico Veterinário Integrativo de São Paulo e Região

    Se seu pet mora em Morumbi, Vila Olímpia, Moema, Pinheiros, Jardins, Alphaville, São Bernardo do Campo, Itapecirica da Serra ou Juquitiba – ou em qualquer cidade do Brasil – o Dr. Cláudio Amichetti Junior (CRMV-SP 75404 VT) oferece soluções personalizadas, sustentáveis e baseadas em ciência na Clínica PetClube.

    Marque agora: 🔗 www.petclube.com.br 📅 Booklim.com – Agendamento online 📱 WhatsApp: (11) 99386-8744

    Médico Veterinário Integrativo | São Paulo | Embu-Guaçu | Itapecirica da Serra | Juquitiba | São Lourenço da Serra | Miracatu | São Bernardo do Campo | Santo André | São Caetano do Sul | Morumbi | Vila Nova Conceição | Moema | Pinheiros | Alphaville | Higienópolis | Itaim Bibi | Jardins | Telemedicina Brasil | Clínica PetClube Rodovia Regis Bittencourt Km 334

    Seu pet merece saúde natural, equilíbrio do SEC e longevidade sustentável. Dr. Cláudio Amichetti Junior – O médico veterinário integrativo que une ciência, natureza e amor pelos animais na Clínica PetClube. 🐱🐶💚

     

     
     
     
     
     
    Ver essa foto no Instagram
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     

    Uma publicação compartilhada por Petclube Amigo / Amicats (@petclube_pet)

     
     
     
     
     
    Ver essa foto no Instagram
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     

    Uma publicação compartilhada por PetclubeAmigo (@petclubeamigo)