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CURIOSIDADES SOBRE OS GATOS
Curiosidades Felinas
FILHOTES DE MAINE COON A VENDA
· Homens e gatos possuem a mesma região do cérebro responsável pelas emoções.
· O cérebro do gato é mais similar ao do homem do que ao do cão.
· O gato possui mais ossos do que os humanos. Enquanto o homem possui 206, os gatos possuem 245 ossos.
· Os gatos possuem 30 vértebras, 5 a mais que os humanos.
· Gatos possuem 32 músculos que controlam suas orelha. Ele pode girar suas orelhas, independentemente, a quase 180 graus, e 10 vezes mais rápido do que o melhor cão de guarda.
· A audição dos gatos é muito mais sensível do que a dos homens e cães. Seus ouvidos afunilados, canalizam e amplificam os sons como um megafone.
· Os gatos ouvem até 65 khz (kilohertz), enquanto que os homens ouvem até 20 khz.
· Em proporção ao corpo, os gatos são os mamíferos que possuem os maiores olhos.
·Um gato enxerga 6 vezes melhor do que um humano à noite, porque necessita de 1/6 da quantidade de luz necessária ao homem para enxergar.
· Recentes estudos revelaram que os gatos podem ver o amarelo, azul e o verde. Ainda não se sabe ao certo, se conseguem ver o vermelho, provavelmente essa cor é vista como cinza ou preto..
· O campo de visão de um gato é de 185 graus.
. Os gatos sacrificaram os detalhes e as cores pela capacidade de enxergar com pouquíssima luz. Eles não conseguem enxergar pequenos detalhes, vêem o mundo desfocado.
. Por serem muito sensíveis à luz, os olhos dos gatos possuem pupilas verticais. Quando totalmente abertas, ocupam uma área proporcionalmente maior do que a pupila do homem.
. No fundo do olho, os gatos tem uma camada de células denominadas "tapetum lucidum". A luz, após absorção, é refletida por essas células de volta para a retina, para que seus receptores tenham uma segunda chance de captá-la. Isso aumenta a eficiência dos receptores da retina em cerca de 40%.
· Gatos de olhos azuis e brancos de pelagem, são geralmente surdos.
· Leva cerca de 2 semanas para o filhote ouvir bem e seus olhos abrem em média com 7 dias.
· O gato possui aproximadamente 60 a 80 milhões de células olfatórias. O homem possui entre 5 a 20 milhões.
· Os gatos possuem um órgão olfatório especial no céu da boca, chamado: Orgão de Jacobson. É um analisador de odores e é por isso que as vezes vemos os gatos abrir a boca estranhamente (riso sardônico), quando sente odores fortes.
· O gato possui um total de 24 bigodes, agrupados de 4 em 4. Seus bigodes são usados para medir distâncias.
· Gatos têm 30 dentes, enquanto os cães possuem 42. Os dentes de leite são substituídos pelos permanentes, por volta dos 7 meses de idade.
· Os gatos andam na ponta dos dedos.
. As patas do gato possuem receptores muito sensíveis que levam informações, na velocidade da corrente elétrica, até o cérebro: exploram coisas novas, sentem os alimentos, a velocidade do que passa sobre elas.
· O gato doméstico pode correr a uma velocidade de 50 km/h
· Quase 10% dos ossos dos gatos se encontra na cauda, e esta é responsável pela manutenção do seu equilíbrio.
· O gato doméstico é a única espécie que consegue manter a sua cauda ereta enquanto anda. A cauda também é demonstrativo do estado de humor do gato.
· Quando o gato está assustado, seu pêlo se eriça por todo o corpo. Quando ele vai atacar, o pêlo se eriça somente numa estreita faixa sobre a coluna vertebral.
. Gatos esfregam o rosto em objetos e pessoas para marcar com o seu cheiro, como uma assinatura. O odor é deixado por glândulas, que possuem na parte anterior do rosto.
. Fêmeas esfregam o corpo em machos que querem e também, de uma forma geral, todos se esfregam naqueles que sabem serem maiores e mais fortes, mas não quer dizer que o considerem superiores. É uma deferência e um pedido de amizade.
· O Maicis, o primitivo ancestral dos gatos, era uma pequena criatura que vivia em árvores há 45/50 milhões de anos.
· O Maine Coon é a única raça natural de gatos da América.
· Existem cerca de 100 raças de gatos.
· Gatos respondem mais facilmente a nomes terminados com som "i".
· O gato treme quando sente muita dor.
· O ronronar nem sempre é por alegria e prazer. Alguns gatos ronronam alto quando estão muito assustados ou com dor.
. Gatos selvagens miam muito menos do que os domésticos. Isso se deve ao fato dos gatos aprenderem que miando chamam a atenção do homem para suas necessidades.
· Os gatos são muito limpos e passam cerca de 30% de sua vida se limpando.
· Quando se lavam, os gatos perdem quase tanto líquido quanto perdem na urina.
· Gatos adultos e sadios passam 15% de sua vida em sono profundo. Em sono leve por 50% de sua vida, o que deixa apenas 35% do tempo no estado acordado. Mas passam do estado de sono profunda para acordado e alerta, mais rápido do que qualquer espécie.
· Um gato é capaz de pular 5 vezes a sua altura.
. O gato sempre cai de pé, desde que o tempo de queda seja suficiente, para que ele gire seu corpo e se defenda da queda, amortecendo o impacto.
· A expectativa de vida de um gato de rua (sem dono) é de cerca de 3 anos. Um gato com dono e dentro de casa, pode chegar a 16 anos. Uma fêmea chamada "Ma", viveu por 34 anos, sendo o gato que viveu mais tempo, que se tenha registro, até hoje.
. Para calcular a idade do seu gato, considere que o primeiro ano de vida equivale à 15 anos humanos. Adicione 4 (anos) a cada ano a mais de vida que ele tiver.
· Napoleão Bonaparte, Dwight Eisenhower e Hitler, detestavam gatos.
·Winston Churchill, Abraham Lincon, Florence Nightngale, Robert E. Lee, Sir Isaac Newton, Mark Twain, compositores como Ravel e Chopin , Buddha, Mohammed, Jules Verne, Ernest Hemingway, Henry David Thoreau, Monet, Renoir. Scarlatti and Liszt, Camille Saint-Saens, Albert Schweitzer, adoravam gatos.
SAIBA MAIS:
BULDOGUE FRANCÊS
PUG
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BULDOGUE INGLÊS
STAFFORDSHIRE BULL TERRIER
BULL TERRIER
AMERICAN STAFFORDSHIRE TERRIER
CHIHUAHUA
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EXOTICOS AMICAT´S
MAINE COON AMICAT´S
BENGAL AMICAT´S
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Amichettibullys & AMICAT´S Bengal Maine Coon Ragdoll Exótico
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Rod. Régis Bittencourt, km 334, apenas 40 min. de SP-Juquitiba .
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NOSSA FAMÍLIA ANIMAL
A relação milenar entre homens e bichos de estimação entrou numa nova fase.
Mais do que amigos, eles agora são como filhos. E a convivência pode ser tão
complicada quanto a dos pais com um adolescente temperamental
Marcelo Marthe
Eduardo Monteiro
A DAMA E O VIRA-LATA
Quando a atriz Daniele Suzuki adquiriu a dachshund Margarida, em 2005, sua mãe lhe deu um ultimato. "Ela queria que eu desistisse da ideia. Então, decidi que era hora de morar sozinha", diz. Hoje, Daniele também acolhe Pimenta, filha de Margarida. E, ainda, Tatuí - resgatado de uma ninhada de vira-latas que encontrou numa praia carioca. "A adoção foi uma bênção. Os três vivem em harmonia", diz Daniele.
Iniciada entre 25 000 e 50 000 anos atrás, a relação entre homens e bichos domesticados teve, a princípio, fins essencialmente utilitários. Cães vigiavam aldeias, ajudavam a caçar e pastorear. Gatos eram bem-vindos por exterminar ratos e outras pragas. Provavelmente a afeição, desde cedo, teve um papel nesse relacionamento. O primeiro indício concreto de um elo de emoção entre um humano e um animal data de 12 000 anos: são restos fossilizados de uma mulher abraçada a um filhote de cão, encontrados no Oriente Médio. O certo é que o afeto remodelou, ao longo dos séculos, os laços que nos ligam a cães e gatos. E continua a remodelá-los. É o que revelam pesquisas de comportamento ao mostrar que, mais até do que amigos, os bichos de estimação são hoje vistos como filhos ou irmãos em boa parte dos lares que os acolhem. Na Europa e nos Estados Unidos, o porcentual de donos que consideram seus bichos como familiares já chega a 30% (veja o teste). No Brasil, de acordo com pesquisas da multinacional francesa Evialis, uma das maiores fabricantes de alimentos para animais de estimação no mundo, esse índice é de 10% - mas aponta para cima.
Como todas as relações ancoradas na emoção, essa não é imune a crises. Os donos muitas vezes não sabem impor os devidos limites ao comportamento de seus companheiros de quatro patas - e o drama ganha cores semelhantes ao dos pais que enfrentam adolescentes revoltosos. Em meio à crescente indústria de produtos e serviços para bichos, emergiu até mesmo uma nova categoria profissional - a dos psicólogos de animais, adestradores especializados em lidar com cães e gatos neuróticos. Não, a neurose não é uma exclusividade humana. "Pessoas que aboliram a simplicidade de sua vida procuram, por meio de seus cães, reencontrá-la", diz o mais famoso desses adestradores, o mexicano Cesar Millan. "Elas precisam, no entanto, se educar para isso."
COMPANHIA DE BOLSO
Baby, yorkshire de 9 anos, é a companheira de todas as horas da jogadora de vôlei Virna. "Decidi adotá-la porque, com tantas viagens, não tinha tempo para um segundo filho. Mais tarde, ela me ajudou a superar uma separação", diz. Virna carrega a cadela - uma toy de 3 quilos - até para locais onde bichos são proibidos. "Para entrar no cinema, fecho a Baby na bolsa e peço que fique quietinha", conta.
Das pinturas rupestres aos ratos e cachorros antropomórficos de Walt Disney, os animais são vistos com um misto de estranhamento e familiaridade. Nas fábulas mais tradicionais, são espelhos das qualidades e defeitos morais do homem. Mas a literatura também já os representou como forças indomáveis e irredutíveis da natureza (veja quadro). No século XIX, a teoria da evolução de Darwin desbancou o homem do ápice da criação para reposicioná-lo como apenas mais um dos animais moldados pela seleção natural. Essa revisão tem implicações éticas radicais. O filósofo australiano Peter Singer defende a igualdade plena de direitos entre homens e animais. Para ele, o "especismo" - a ideia de que os humanos são superiores aos demais seres - é uma forma de discriminação tão insustentável quanto o racismo. De certo modo, gatos e cachorros já galgaram um lugar privilegiado nas considerações morais das pessoas. A morte de um bicho querido começa a ser cercada de cerimônia: o Pet Memorial, cemitério de animais na Grande São Paulo, realiza em média trinta velórios e 200 cremações por mês, com custos que vão de 700 a 2 000 reais. Para muitos, a perda de um animal leva a uma situação de luto tão difícil de superar quanto a morte de um parente ou amigo.
O Brasil tem 32 milhões de cães e 16 milhões de gatos, de acordo com a Associação Nacional dos Fabricantes de Alimentos para Animais de Estimação, a Anfal Pet. Acredita-se que seja a segunda maior população desses bichos no planeta, inferior apenas à existente nos Estados Unidos. Em 2008, esses animais devoraram 1,8 milhão de toneladas de ração: 1,6 milhão de comida para cães e 200 000 toneladas de ração felina. Ainda segundo a Anfal Pet, existem cerca de 40 000 pet shops espalhadas pelo país. Em proporção à população de cães e gatos, esse número é um assombro. Significa que há um desses estabelecimentos para cada 1 200 bichos - contra uma farmácia para cada 2 600 pessoas no Brasil. Os donos mais afetivos são cada vez mais numerosos, no Brasil e no mundo. Em Nova York ou Paris, é comum ver senhoras empurrando seus cães em carrinhos, como bebês. Nos Estados Unidos, ainda, acaba de entrar em atividade a Pet Airways, companhia de viagens aéreas para bichos. No Brasil, o mercado de produtos e serviços para animais de estimação movimenta 9 bilhões de reais por ano.
A Radar Pet - uma pesquisa recém-concluída com 1 307 pessoas de oito metrópoles, idealizada por uma entidade do setor, a Comissão Animais de Companhia (Comac) - fornece uma visão da intimidade dos brasileiros com seus cães e gatos. Eles estão presentes em 44% dos lares das classes A, B e C - e em lugares como Porto Alegre, Curitiba e Campinas já figuram em mais de metade das casas. O novo status que cães e gatos estão assumindo nos lares tem pelo menos duas razões sociais distintas. A primeira diz respeito ao encolhimento das famílias. Hoje são raros os casais que optam por ter mais de um ou dois filhos - o terceiro, que costuma desembarcar em casa quando esses já estão mais crescidos, é quase sempre um cão ou gato. Como demonstra o Radar Pet, as famílias em que os filhos adolescentes ou adultos ainda moram com os pais são aquelas em que a presença dos bichos é mais forte. O segundo fator é o crescimento do contingente de pessoas que vivem sozinhas nas grandes cidades e buscam um companheiro animal. Cães e gatos têm chances menores de obter abrigo nos lares formados por casais com filhos pequenos. "Nessa fase, as crianças monopolizam as atenções. Não sobra tempo para os animais", diz o executivo Luiz Luccas, presidente da Comac.
PLANTÃO VETERINÁRIO
Em junho, a zootecnista paulista Fernanda Manelli passou por um susto. Lana, sua bernese de 3 anos, quase morreu em razão de uma castração malfeita. A cadela foi salva graças aos novos recursos da medicina veterinária. Ao se constatar, por uma tomografia computadorizada, que um abscesso já comprometia vários órgãos, ela foi operada às pressas. "Gastei 3 000 reais. Mas a vida da Lana não tem preço", diz.
As mesmas contingências da vida contemporânea que levam as pessoas a buscar uma proximidade maior com os animais também agravam os problemas da convivência. "A rotina maluca faz com que muitos donos não consigam lhes devotar o devido tempo e atenção", diz o especialista em comportamento animal César Ades. Em casos extremos, os cães se tornam agressivos ou depressivos. Os mais angustiados pela ausência do dono partem até para a automutilação. A preocupação exacerbada com a saúde é outro desdobramento da humanização dos bichos, que contam hoje com recursos médicos avançados, como exames de ressonância magnética e tomografia computadorizada. Plásticas com fins unicamente estéticos são proibidas pelos conselhos de veterinária, mas algumas clínicas oferecem intervenções para melhorar a aparência de um bicho afetado por um acidente ou derrame. "O tratamento de uma doença crônica custa por volta de 8 000 reais", informa Mário Marcondes, diretor do Hospital Veterinário Sena Madureira, o maior de São Paulo.
O domador Cesar Millan acusa a perda da "simplicidade instintiva" que regia a relação entre homem e cão nos primórdios da domesticação. Os especialistas têm por certo que os lobos dos quais os cachorros atuais descendem rodeavam os acampamentos humanos atraídos pelos restos de alimentos - mas daí à sua domesticação há um salto que ainda não se explicou satisfatoriamente. "Os cães demonstraram grande capacidade de assimilar nosso estilo de vida. Isso talvez explique por que a evolução nos fez tão amigos deles, e não de outros primatas, o que à primeira vista talvez parecesse mais lógico", diz Barbara Smuts, da Universidade Harvard. Os gatos também se adaptaram à vida na companhia das pessoas, mas nunca abriram mão da independência e do instinto de caçadores.
Oscar Cabral
NEUROSE CANINA
O labrador DJ, de 3 anos e meio, é um triste exemplo de cão neurótico. Há um ano, começou a se automutilar sempre que ficava só. A dona, a economista carioca Victoria Costa Pires, já tentou de tudo: dermatologistas, psicólogos, florais de Bach. O bicho não parou de se machucar nem com o uso de um protetor. "Agora, vou tentar um tratamento à base de óleo de carro queimado", diz Victoria. Pobre DJ.
A principal forma de comunicação entre o homem e os cães é a linguagem corporal - cães são exímios leitores de gestos e expressões faciais. Nem por isso são surdos à linguagem verbal. Inventor de um famoso ranking de inteligência das raças caninas, o pesquisador americano Stanley Coren averiguou que os lulus mais espertos são capazes de agir em resposta a até 165 palavras simples - mesmo número de vocábulos dominado por uma criança de 2 anos. Um experimento brasileiro é uma demonstração impressionante da capacidade dos cães de associar palavras e símbolos a determinados objetos e ações. Conduzido por César Ades e pelo zootecnista e adestrador Alexandre Rossi, o estudo tem como estrela Sofia, uma vira-lata que aprendeu a acionar um teclado com opções de imagens para expressar seus desejos, como comer ração ou dar um passeio. De outro lado, os cães, mesmo investidos da condição privilegiada de integrantes da família, ainda são mal compreendidos pelos humanos. O balanço de rabo, universalmente entendido como sinal de alegria, não significa exatamente isso. A tradução sugerida pelo pesquisador Stanley Coren é a seguinte: "Aceito ser submisso a você, mas espero ganhar algo em troca".
Cães são programados para seguir um líder de matilha - e para, ao menor sinal de fraqueza do líder, se impor. Esse traço da personalidade canina é a matéria-prima dos programas televisivos de adestramento. Com seu impressionante domínio da linguagem corporal dos animais, Cesar Millan doma até os mais renhidos pit bulls. Esse tipo de enfrentamento direto, contudo, já suscitou críticas - inclusive de entidades de defesa dos animais. Alguns profissionais dizem que os métodos de Millan são antiquados ao enfatizar a punição do cão indisciplinado. A tendência preponderante hoje é o chamado adestramento positivo, em que se obtém a obediência por meio de recompensas, como comida. Seja ela reforçada por meios punitivos ou positivos, a disciplina dos bichos tornou-se uma questão urgente dentro dos lares. Tanto quanto as crianças, eles precisam de limites. Os direitos humanos dos animais devem ter sua contrapartida. Não é possível ter a mesma atitude do filósofo francês Jean-Jacques Rousseau, um dos luminares do século XVIII. Ele, que abandonou cinco filhos, nutria adoração genuína por seu cachorro, Sultan. Para Rousseau, as almas despóticas não toleravam gatos porque o gato é livre e não aceita ser escravo. Quanto a Sultan, ele escreveu: "Meu cachorro era meu amigo, não meu escravo: sempre tínhamos a mesma vontade, mas não porque ele me obedecesse". Entusiasta do mito do bom selvagem, Rousseau era mesmo um romântico.
Com reportagem de Bruno Meier e Carol Vaisman
"O cão é um espelho do dono"
Divulgação
QUEM É O LÍDER DA MATILHA?
Cesar Millan: ele já vê problemas na relação da família do presidente Obama com o cachorro Bo
O mexicano Cesar Millan, de 39 anos, é um "psicólogo de cachorros". No seu programa de TV, O Encantador de Cães (exibido no Brasil pelo canal pago Animal Planet), esse ex-imigrante ilegal convertido em celebridade nos Estados Unidos reeduca bichos com fobias, comportamentos destrutivos e distúrbios afins. Na entrevista a seguir, Millan explica por que a maioria dos problemas caninos tem origem nas atitudes humanas.
Quem precisa mais do outro: o cão do homem ou o homem do cão? Os cães dependem da comida que lhes damos. Nós, contudo, desenvolvemos uma dependência emocional em relação a eles. Mais que qualquer outro bicho, o cão é o elo que permite ao homem moderno manter uma conexão mínima com a natureza. Os problemas com que lido em meu programa poderiam ser resumidos assim: pessoas que aboliram a simplicidade de sua vida procuram, por meio de seus cães, reencontrá-la - mas precisam se reeducar para isso.
Qual a raiz dos problemas de relacionamento entre o homem e o cão? É a dificuldade humana de entender como os cães veem o mundo. Os cachorros não distinguem se seu dono é um mendigo ou o presidente dos Estados Unidos. Eles são programados para seguir um líder. Na relação conosco, o que vale são os sinais de afirmação ou vacilo de quem deveria exercer esse papel. Eles podem até parecer crianças, mas pensam como membros de uma matilha: na ausência de um humano que exerça a função de líder equilibrado e assertivo, os cães tentam se impor.
Os problemas dos cães são reflexos dos problemas de seus donos? A maioria sim. No ambiente natural, animais não desenvolvem problemas comportamentais. Não se veem elefantes neuróticos. Isso também se aplica aos lobos, aos cães selvagens das savanas africanas e até aos cachorros de rua: eles podem ser magros e sarnentos, mas não têm distúrbios psicológicos. Os cães tornaram-se problemáticos, porque seus donos, em geral, não suprem sua necessidade de disciplina, exercícios regulares e desafios mentais.
Quais as consequências dessa negligência? A pior delas é a agressividade fora de controle do cachorro. Mas há outras: a ansiedade da separação dos donos, os distúrbios alimentares, os ataques de pânico. Muita gente até acha graça nesses desvios, por imaginar que são traços da personalidade de seu cão. Mas eles existem e fazem os animais sofrer.
O que o comportamento de um cão pode revelar sobre a personalidade de seu dono? Tudo. O cão é um espelho do dono. Quando as pessoas procuram minha ajuda e lhes pergunto o que está acontecendo, elas começam a conversa por suas próprias aflições, e não pelas do bicho. Dizem coisas como "minha filha tem um problema" ou "perdi o controle da casa" - e nem sempre abrem toda a verdade. Percebo o que de fato está ocorrendo tão logo ouço o que o cão tem a dizer, por meio de sinais como tensão, ansiedade e excitação. É incrível como essas emoções são as mesmas que, aos poucos, as pessoas à sua volta deixam entrever. Os cães são brutalmente honestos ao expor seus sentimentos.
Qual seu maior conselho para alguém que deseja adotar um cão? O mesmo que dei ao presidente Obama e à sua família no processo de escolha do cão que viveria com eles na Casa Branca: opte por um animal cujo comportamento combine com o seu estilo de vida. Nunca leve para casa um bicho que tenha mais energia que você, pois a tendência será ele ditar as regras. Antes de acolher (o cão-d’água português) Bo, os Obama fizeram muita pesquisa em busca de uma raça adequada. Eles queriam um animal com pique para correr com as meninas e que não provocasse alergia na mais velha, Malia. Pelo que venho notando, porém, a família do presidente terá trabalho para colocá-lo nos eixos. No primeiro passeio, quem determinava o caminho era o cachorro - um péssimo sinal.
BULDOGUE FRANCÊS
PUG
RHODESIAN RIDGEBACK
BULDOGUE INGLÊS
STAFFORDSHIRE BULL TERRIER
BULL TERRIER
AMERICAN STAFFORDSHIRE TERRIER
CHIHUAHUA
OVERBULLY(SUPER BULLY)
EXOTICOS AMICAT´S
MAINE COON AMICAT´S
BENGAL AMICAT´S
RAGDOLL AMICAT´S
PETCLUBE
Amichettibullys & AMICAT´S Bengal Maine Coon Ragdoll Exótico
Villa Amichetti- Paraíso Ecológico- uma forma sustentável de ConViver.
Rod. Régis Bittencourt, km 334, apenas 40 min. de SP-Juquitiba .
Agende uma agradável visita para adquirir seu filhote e faça belo passeio no santuário ecológico com a Mata Atlântica preservada.
REGLAMENTO INTERNACIONAL DE CRIA DE LA FCI
PREAMBULO
1. Todos los países miembros y contratantes de la Fédération Cynoloique Internationale (FCI) deben respetar el Reglamento Internacional de Cría de la FCI.
Los derechos y obligaciones recíprocos de los propietarios de sementales o de hembras reproductoras, están principalmente determinados por el derecho nacional y los reglamentos establecidos por las asociaciones cinológicas nacionales, sus clubes o asociaciones de raza, y/o por convenios privados. En caso de que no existan tales disposiciones, será aplicado el Reglamento Internacional de Cría de la FCI.
Se recomienda encarecidamente a los criadores y propietarios de sementales determinar por escrito las condiciones en las que se efectuará la monta, con el fin de que quede bien claro en to que respecta a las obligaciones financieras.
El "propietario" es la persona que adquirió legalmente al perro, que to posee y to puede demostrar por la posesión, certificada conforme, de un "certificado de registro y pedigree" válidos.
El "tenedor" es sea el propietario del semental o sea la persona que recibió la autorización del propietario para poner al semental a dispoción para una monta.
El presente reglamento de cría de la FCI se aplica directamente a todos los países miembros y contratantes de la FCI. Ello significa que la cría sólo puede Ilevarse a cabo con perros de pura raza, con un carácter sano, una salud perfecta en términos de funcionalidad y herencia y registrados en un libro de orígenes o registro inicial reconocido por la FCI. Además, deben cumplir con los requerimientos elaborados por los países miembros y contratantes de la FCI.
Los únicos perros que se puede considerar < en salud perfecta » en términos de herencia son los que poseen las características del estándar de raza, su tipo, su temperamento y que no tienen ningún defecto hereditario importante que podría amenazar el aspecto funcional de su progenie. Por consiguiente, los países miembros y contratantes de la FCI deben evitar que los estándares incluyan exageraciones de las características que podrían afectar la funcionalidad de los perros.
En to que se refiere a la evaluación de los defectos hereditarios como la displasia de la cadera o la atrofia progresiva de la retina, los países miembros y contratantes de la FCI deben llevar un listado de los perros afectados, luchar contra estas enfermedades de forma metódica y registrar sin interrupción los progresos realizados a informar a la FCI cuando así se les solicite.
• Los países miembros y contratantes de la FCI cuentan con el apoyo de la comisión científica para la evaluación de los defectos hereditarios. La comisión los ayuda para luchar contra estos defectos dándoles consejos. Si la comisión científica elaborara y publicara una serie de medidas para luchar contra estos defectos, deberían ser adoptadas una vez conseguida la aprobación del Comité General de la FCI.
En to que se refiere a la cría, los países miembros y contratantes de la FCI son los únicos organismos responsables y competentes. Ello incluye consejos y directrices a los criadores, control de la cría y gestión de los libros de orígenes.
• Los países miembros y contratantes de la FCI tienen que elaborar sus propios reglamentos de cría, basados en el presente documento, en los cuales se describarán los objetivos a conseguir. Estos objetivos tendrán que tener en cuenta las aptitudes de trabajo propias a cada raza.
• Los perros con anomalías, como un temperamento agresivo, sordeza o ceguera congenital, paladar partido, labio leporino, malformaciones importantes del maxilar o defectos pronunicados de los dientes, atrofia progresiva de la retina, los perros que padezcan de epilepsia, criptorchidia, monorchidia, albinismo, displasia severa de la cadera (después de haber sido examinados) o los perros con colores de pelo incorrectos no pueden usarse para criar.
Las personas que hacen negocios vendiendo perros o los criadores que trabajan con un el único fin de lucro no pueden criar en los países miembros o contratantes de la FCI
GASTOS DE TRANSPORTE Y MANTENIMIENTO DE LA HEMBRA
2. Se recomienda al propietario de la perra que la lleve al domicilio del macho bien sea personalmente o bien por una persona de confianza. En caso de que la perra permanezca varios días en casa del tenedor del semental, todos los gastos resultantes como alimentación, alojamiento, eventuales cuidados veterinarios así como los daños que la perra pueda ocasionar al criadero o al domicilio del tenedor del semental, son por cuenta del propietario de la perra, to mismo que los gastos del transporte de regreso de la perra.
RESPONSABILIDAD
3. De conformidad con las disposiciones legales vigentes en los distintos países, la persona que asegure el albergue y cuidados al animal, es responsable de los daños causados por éste durante este período a terceras personas.
El propietario o tenedor del semental debe tener en cuenta to que precede en el momento de contratar un seguro personal de responsabilidad civil.
MUERTE DE LA PERRA
4. En caso de que la perra muriese durante su estancia en casa del tenedor del semental, él se obliga, a sus expensas, a certificar la muerte y su causa por un veterinario e informará de la manera más rápida posible al dueño de la perra, de la muerte y de su causa.
En caso de que el propietario de la hembra la quisiera ver muerta, no puede negarle este deseo.
En caso de que la muerte fuese causada por culpa del tenedor del semental, este último está obligado al pago de daños y perjuicios al dueño de la perra.
En caso de que no pueda sede reprochada ninguna falta, el propietario de la perra deberá reembolsar el tenedor del semental todos los gastos relacionados con la muerte de la perra.
ELECCION DEL SEMENTAL
5. El tenedor del semental se obliga a no cubrir la perra más que por el semental previsto, con exclusión de cualquier otro. En caso de que el semental no realizase la monte, la perra no puede ser presentada a otro semental más que con el consentimiento del propietario de la hembra. De todas formas, está prohibido dejar que una perra sea cubierta por dos o más machos en el mismo celo.
MONTA ERRONEA
6. En el caso de que accidentalmente se efectuase una monta por otro semental distinto que el convenido, el tenedor del semental, que ha tomado la perra bajo su custodia, está obligado a reembolsar al propietario de la perra todos los gastos ocasionados por esta monta errónea.
Después de una monta no intencionada por otro semental distinto al previsto, está prohibido proceder a una nueva monta con el semental previsto. El tenedor del semental no puede en ningún caso pretender imponer obligaciones financieras al propietario de la perra por una monta errónea.
CERTIFICADO DE SALTO
7. El tenedor del semental declarará por escrito mediante un certificado de salto la ejecución correcta de la monta. Con su firma en el documento, da fe de haber sido testigo ocular de la monta. Cuando los servicios de inscripción en el Libro de Orígenes de un país en el que deba ser inscrita la camada exijan ciertos formulados especiales, corresponde al dueño de la perra el procurárselos, rellenarlos correctamente y presentarlos a la firma del tenedor del semental.
Este certificado de salto debe contener obligatoriamente los siguientes datos
a) Nombre y número de inscripción en el Libro de Orígenes del semental
b) Nombre y número de inscripción en el Libro de Orígenes de la hembra.
c) Nombre y dirección del propietario/tenedor del semental
d) Nombre y dirección del propietario de la hembra en el momento de la monta,
eventualmente, la fecha de adquisición de la perra.
e) Lugar y fecha de la monta
f) Firma del tenedor del semental y del propietario de la hembra
g) Cuando los servicios de registro en el Libro de Orígenes exijan para la inscripción
de los cachorros una fotocopia certificada conforme o un extracto certificado
conforme del pedigree, corresponde al tenedor del semental proporcionar estos
documentos al propietario de la perra gratuitamente.
INDEMNIZACION POR LA MONTA
8. Se recomienda al dueño del semental no firmar el certificado de salto hasta haber recibido el precio fijado previamente por la monta Sin embargo, no le está permitida la retención de la perra como garantía.
9. Si el semental convenido no efectúa la monta, por la razón que sea, o porque la perra no se deja montar, motivando que la monta no sea efectivamente realizada, el dueño del semental no deja de conservar el derecho a las indemnizaciones previstas en el artículo 2 pero no puede pretender al precio convenido por la monta.
10 En to que concierne a la descendencia del semental, su dueño no tiene derecho, con respecto al dueño de la perra, a otras indemnizaciones más que las estipuladas en el contrato de monta.
No tiene derecho a que le sea entregado un cachorro.
Si las dos partes se han puesto de acuerdo para la entrega de un cachorro como indemnización de la monta, este acuerdo debe ser formalizado por escrito y antes de la monta. En tal acuerdo, deben ser absolutamente precisados y respetados los siguientes puntos
a) el momento de la elección del cachorro por el propietario del semental
b) el momento de la entrega del cachorro al propietario del semental
c) el momento a partir del cual prescribe irrevocablemente el derecho a la elección por
el propietario del semental
d) el momento a partir del cual prescribe in-evocablemente el derecho de entrega del
cachorro al propietario del semental
e) el pago de los gastos de transporte
f) los acuerdos especiales en caso de que la perra no para más que cachorros
muertos o un solo cachorro vivo, o en caso de que el cachorro elegido muera antes
de la entrega.
LA PERRA NO QUEDA FECUNDADA
11 Después de una monta ejecutada correctamente, se considera que el semental ha cumplido con sus obligaciones y que por ello se tiene derecho a recibir las indemnizaciones convenidas.
Ello no constituye una garantía de que la perra ha quedado fecundada. Se deja la libertad al propietario del semental, cuando la perra no ha quedado fecundada, de conceder una nueva monta gratuita en el siguiente celo o de devolver una parte de la indemnización obtenida por la monta. Este acuerdo deberá hacerse por escrito en el contrato de salto, antes de la monta. El derecho convenido a una monta gratuita queda anulado en principio, por muerte del semental, por cambio de propietario de este último o por muerte de la perra.
Si se puede demostrar (por análisis del semen) que el semental era estéril al realizar la monta, hay que reembolsarle al propietario de la perra todos los gastos generados por la monta.
INSEMINACION ARTIFICIAL
12. La inseminación artificial no puede ser utilizada con animales que no hayan reproducido de forma natural antes.
En caso de inseminación artificial de la perra, el veterinario que ha recogido el semen del semental debe atestiguar, mediante un certificado con destino al servicio de registro del Libro de Orígenes donde deben inscribirse los cachorros, que el esperma, fresco o congelado, proviene efectivamente del semental convenido.
Por otra parte, los certificados previstos en el artículo 7 (desde a hasta g) deben ser puestos a disposición del dueño de la perra por el propietario del semental, de forma gratuita.
Todos los gastos que se ocasionen para recoger el esperma son a cargo del propietario de la perra, to mismo que los gastos relativos a la inseminación.
El veterinario que proceda a la inseminación de la perra debe confirmar ante los servicios de inscripción en el Libro de Orígenes que la perra ha sido efectivamente inseminada con el esperma procedente del macho previsto para la monta.
En este certificado, conviene hacer figurar igualmente el lugar y la fecha de inseminación, el nombre y el número de inscripción en el Libro de Orígenes de la perra, así como el nombre y la dirección del dueño de la perra.
El propietario del semental que proporciona el esperma debe extender para el propietario de la perra, además del certificado proporcionado por el veterinario, un certificado oficial de salto.
TRANSFERENCIA DEL DERECHO DE CRIANZA
13 Por regla general, se considera que el propietario de la perra en el momento de la monta, es el dueño de la camada. El derecho sobre el use por motivos de cría de una perra o de un semental puede sin embargo ser transferido, por acuerdo contractual, a una tercera persona.
Dicha transferencia debe, en todos los casos, ser certificada por escrito, antes de la monta proyectada. Tal cesión certificada por escrito debe ser declarada a tiempo al servicio de inscripción en el Libro de Orígenes y eventualmente a la asociación de cría competente para esta raza. Debe anexarse a la declaración de la camada.
Conviene describir muy exactamente en la cesión, los derechos y oblibaciones de las dos partes contratantes.
La persona que adquiere momentáneamente el derecho a la camada de una perm será considerada como propietaria de ésta, para to referente al presente reglamento, por un período de tiempo que va desde la monta hasta el destete de los cachorros.
PRINCIPIOS BASICOS
14. Los cachorros nacidos de dos padres de pura raza con pedigrees reconocidos por la FCI, en los cuales no consta ninguna objeción ni restricción hecha por la organización canina nacional, son considerados como perros de pura raza y pueden, por to tanto, recibir un pedigree reconocido por la FCI.
15. Los pedigrees reconocidos por la FCI son un certificado que demuestra la fiabilidad de los datos acerca de las generaciones anteriores y no un certificado de calidad del perro.
INSCRIPCION DE LOS CACHORROS EN EL LIBRO DE ORIGENES
16 Salvo disposiciones contrarias, se considera que el nuevo propietario, a raíz de la venta de una perra preñada, es automáticamente el criador de la camada que va a nacer. Los cachorros serán inscritos en el Libro de Orígenes del país en el que el propietario de la perra tiene su residencia habitual y llevarán su afijo.
17. Cualquier perro criado y registrado en un país miembro o contratante de la FCI debe ser identificado permanentemente por un sistema que no se puede falsificar. Esta identificación debe constar en el pedigree.
Los cachorros serán inscritos, en principio, en el Libro de Orígenes del país donde el propietario de la perra tenga su residencia habitual. En caso de protesta, el propietario deberá obligatoriamente presentar un certificado expedido por la autoridad que lleve el registro de los domicilios (residencias habituales).
Se toleran excepciones para los criadores de perros de raza que vivan en un país que no tenga ningún Libro de Registros reconocido por la FCI. En estas circunstancias, se deja libertad al propietario de la perra para proceder a la inscripción de los cachorros en un Libro de Orígenes reconocido por la FCI. Todos los cachorros de las camadas deben ser registrados ; ello incluye todos los cachorros existentes a la fecha en que se hizo la solicitud de registro.
REGLAMENTO DE CRIANZA DE LOS PAISES MIEMBROS DE LA FCI
18 Los reglamentos de cría de los países miembros y contratantes de la FCI pueden
ser más estrictos que los establecidos por la FCI pero no pueden it en contra de
éstos .
DISPOSICIONES FINALES
19 Este reglamento reemplaza la "Costumbre Internacional de Cría de Mónaco" del año 1934. En caso de divergencia de interpretación, es determinante el texto alemán.
Adoptado en la Asamblea General de la FCI los días 11 y 12 de junio de 1979 en Berna (Suiza).
Todas las panes en negrita fueron aprobadas por el Comité General en Varsovia, octubre de 2000.
SAIBA MAIS:
BULDOGUE FRANCÊS
PUG
RHODESIAN RIDGEBACK
BULDOGUE INGLÊS
STAFFORDSHIRE BULL TERRIER
BULL TERRIER
AMERICAN STAFFORDSHIRE TERRIER
CHIHUAHUA
OVERBULLY(SUPER BULLY)
EXOTICOS AMICAT´S
MAINE COON AMICAT´S
BENGAL AMICAT´S
RAGDOLL AMICAT´S
PETCLUBE
Amichettibullys & AMICAT´S Bengal Maine Coon Ragdoll Exótico
Villa Amichetti- Paraíso Ecológico- uma forma sustentável de ConViver.
Rod. Régis Bittencourt, km 334, apenas 40 min. de SP-Juquitiba .
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